UM LIVRO SOBRE A IMPORTÂNCIA DO AMOR NA SALVAÇÃO DA HUMANIDADE…

Ami, o menino das estrelas

Ami, O Menino das Estrelas

  (DIÁLOGO ENTRE UMA CRIANÇA TERRESTRE (PEDRINHO) E UMA OUTRA EXTRATERRESTRE (AMI))

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Postado por Bernardo Melgaço

 

Na página de apresentação do livro encontramos:

“É difícil aos dez anos de idade escrever um livro. Nesta idade ninguém entende muito de literatura… nem se interessa demais; mas eu [Pedrinho] vou ter que fazer isso, porque Ami disse que se eu o quisesse ver novamente deveria relatar em um livro o que eu vivi a seu lado.

Ele me advertiu que entre os adultos, muito poucos me entenderiam, porque para eles era mais fácil acreditar no terrível do que no maravilhoso.

Para evitar problemas ele me recomendou que dissesse que tudo era uma fantasia, uma história para crianças.

Eu vou obedecer-lhe ISTO É UMA HISTÓRIA” (p.3).

DIÁLOGO ENTRE O MENINO CHILENO (Pedrinho) E O “MENINO” EXTRATERRESTRE (Ami):

“- [Pedrinho] Mas talvez existam mundos com seres inteligentes e malvados…
“Inteligentes e malvados”! – Ami dava risada – Isso é como dizer bons-maus.
Eu [Pedrinho] não conseguia compreender. E esses cientistas loucos e perversos que inventam armas para destruir o mundo, contra os quais Batman e Superman lutam? Ami captou meu pensamento e explicou rindo:
Esses não são inteligentes; são loucos.
– Bom, então é possível que exista um mundo de cientistas loucos que poderiam nos destruir…
– Além dos daqui da Terra, impossível…
– Por quê?
– Porque se são loucos, destroem-se a si mesmos primeiro. Não conseguem obter o nível científico necessário para poder abandonar seus planetas e partir para invadir outros mundos. É mais fácil construir bombas do que naves intergaláticas, e se uma civilização não tem bondade e alcança um alto nível científico, mais cedo ou mais tarde vai utilizar seu poder científico contra si mesma, muito antes de poder partir para outros mundos.
– Mas em algum planeta poderiam sobreviver, por casualidade…
– Casualidade? No meu idioma não existe essa palavra. Que significa casualidade?
Tive de dar vários exemplos para que ele compreendesse. Quando consegui, ele achou engraçado. Disse que tudo está relacionado, mas que nós não compreendemos a lei que une todas as coisas, ou não a queremos ver.
– É que se são tantos os milhões de mundos, como você diz, poderiam sobreviver alguns malvados sem se destruir. Eu continuando na possibilidade dos invasores. Ami tentou fazer-me compreender:
– Imagine que muitas pessoas têm que pegar uma barra de ferro quente, uma a uma, com as mãos nuas. Qual é a possibilidade de que alguma não se queime?
– Nenhuma; todas se queimam – respondi.
– É assim mesmo, todos os malvados se autodestroem se não conseguem superar sua maldade. Ninguém escapa da lei que rege esse assunto.
– Que lei?
– Quando o nível científico de um mundo supera em muito o nível de amor, esse mundo se autodestrói…
– Nível de amor?
Podia entender com clareza o que é o nível científico de um planeta, mas não compreendia o que era o “nível de amor”.
– A coisa mais simples é, para alguns, a mais difícil de compreender…o amor é uma força, uma vibração, uma energia cujos efeitos podem ser medidos por nossos instrumentos. Se o nível de amor de um mundo é baixo, existe infelicidade coletiva, ódio, violência, separatismo, guerras e…com um nível perigosamente alto de capacidade destrutiva…compreende-me, Pedrinho?
– Em geral, não. O que você quer dizer?
– DEVO lhe dizer muitas coisas, mas vamos aos poucos. Começamos por suas dúvidas.
Ainda não podia acreditar que não existissem monstros invasores. Contei-lhe um filme no qual “extraterrestres lagartos” dominavam muitos planetas porque estavam muito bem organizados. Ele disse:
– Sem amor não pode existir uma organização duradoura. Nesse caso, é preciso obrigar, forçar. Ao final, aparece a rebeldia, a divisão e a destruição. Só existe uma forma universal perfeita de organização, capaz de assegurar a sobrevivência, e é possível naturalmente quando uma civilização se aproxima ao amor, quando evolui. Os mundos que chegam a isso são evoluídos, civilizados, não fazem mal a ninguém. Não existe nenhuma outra alternativa em todo o universo. Uma inteligência maior do que a nossa inventou tudo isso….
Eu continuei sem compreender nem uma palavra, apesar de que depois ele conseguiu me explicar melhor; no momento eu continuava com dúvidas a respeito dos monstros inteligentes e malvados.
Televisão demais! – exclamou Ami, para logo acrescentar:
Os monstros que imaginamos estão dentro de nós mesmos. Enquanto não os abandonamos, não merecemos alcançar as maravilhas do universo… Os malvados não são bonitos nem inteligentes.
– Mas… e essas mulheres lindas e malvadas que aparecem nos filmes?
– Ou não são lindas ou não são más…A verdadeira inteligência, a bondade e a beleza andam de mãos dadas; tudo é conseqüência do mesmo processo evolutivo que leva ao amor.
– Então você quer dizer que não há gente malvada no universo, além dos daqui da Terra?
– Claro que há. Existem mundos nos quais você não poderia sobreviver nem meia hora. Aqui mesmo, na Terra, há um milhão de anos… Existem mundos habitados por verdadeiros monstros humanos…
– Está vendo, está vendo? – exclamei triunfante – você mesmo reconhece, eu tinha razão; eu estava me referindo a esses monstros…
Mas não se preocupe; eles estão “embaixo”, não “em cima”, habitam mundos mais atrasados do que este; suas mentes não lhes permitem nem mesmo conhecer a roda, assim que não vão chegar até aqui…
Isso era tranqüilizador.
– Então depois de tudo, os terrícolas não são os mais malvados do universo…
– Não; mas você é um dos mais bobinhos da galáxia!
Rimos como bons amigos.”(p.19-21).

“- Ah, sim! Você quer dizer que aqui também estamos correndo perigo, como nos mundos dos malvados?
– Existem muitas possibilidades. A relação entre a ciência e o amor está terrivelmente inclinada para o lado da ciência; milhões de civilizações como esta se autodestruíram. É um ponto de mudança…perigoso”
(p.26).

“Eu estava realmente nervoso. Comecei a procurar uma solução para evitar a guerra e a possível destruição da humanidade. Pensei que os extraterrestres poderiam tomar o poder pela força na Terra, destruir as bombas e nos obrigar a viver em paz. Disse isso a ele. Quando parou de rir, afirmou que eu não conseguia deixar de ser terrícola ao pensar.
– Por quê?
– Pela força, destruir, obrigar, tudo isso é terrícola, incivilizado, violência. A liberdade humana é algo sagrado, tanto a nossa como a alheia. Obrigar não existe em nossos mundos; cada pessoa é valiosa e respeitada. Pela força e destruição é violência, o que vem de “violar”; violar a Lei do Universo…
– Então vocês não fazem a guerra?
– Ainda não tinha terminado de fazer esta pergunta quando me senti estúpido por tê-la feito.
Olhou-me com carinho e colocando sua mão no meu ombro, disse:
– Nós não fazemos a guerra, porque acreditamos em Deus.
Sua resposta surpreendeu-me muito. Eu também acreditava em Deus, mas ultimamente estava pensando que somente os padres do meu colégio acreditavam Nele, e também as pessoas com pouca cultura, porque tenho um tio que é físico nuclear da Universidade e ele diz que “a inteligência matou Deus”.
– Seu tio é um tolo
– afirmou Ami, depois de ler meus pensamentos.
– Não acho; ele é considerado um dos homens mais inteligentes do país.
– É um tolo
– Ami insistia – a maçã pode matar a macieira? A onda pode matar o mar?’…
– Pensei que…
– Enganou-se. Deus existe.”
(p.27).

“Começamos a andar pelo caminho que vai ao povoado. Colocou seu braço no meu ombro e senti nele o irmão que nunca tive.
De longe se escutavam algumas aves noturnas a grasnar. Ami parecia deleitar-se com esses sons; inspirou o ar marítimo e disse:
– Deus não tem aparência humana – seu rosto brilhava na noite ao falar do Criador – não tem forma alguma, não é uma pessoa como você ou como eu. É um Ser infinito, pura energia criadora… puro amor…
– Ah!
Ele dizia isso de uma maneira tão bela, que conseguia que eu me emocionasse.
– Por isso, o universo é lindo e bom…É maravilhoso” (p.28).

“- Ah, sim!
– Aqueles que viveram existências difíceis, violentas, quando conseguem atingir uma vida mais humana a valorizam como ninguém… Se nunca existisse noite, não poderíamos desfrutar o amanhecer…”
(p.28).

“Enquanto caminhávamos, ele se detinha para olhar a lua entre as folhas de eucaliptos, às vezes me dizia que ficássemos a ouvir o coaxar das rãs, o canto dos grilos noturnos, o longínquo ruído das ondas. Detinha-se a respirar o aroma dos pinheiros, do córtex das árvores, da terra, a observar uma casa que ele achava bonita, uma rua ou um cantinho em uma esquina.
– Veja que lindos esses candeeiros… parecem um quadro… observe como cai a luz sobre essa trepadeira… e essas anteninhas recortadas contra as estrelas… A vida não tem outro propósito que o de se desfrutá-la de uma maneira sã, Pedrinho.
Procure colocar sua atenção em tudo o que a vida lhe proporciona… A maravilha está em cada instante… Tente sentir, perceber, em lugar de pensar. O sentido profundo da vida está além do pensamento… Sabe, Pedrinho, a vida é um conto de fadas feito realidade… é um dom maravilhoso que Deus lhe brinda… porque Deus o ama…
Suas palavras me faziam ver as coisas de um novo ponto de vista. Parecia-me incrível que esse mundo fosse o habitual, o de todos os dias, ao qual eu jamais prestava atenção…agora percebia que vivia no Paraíso, sem nunca ter percebido antes…”(p.31).

“- Incivilizados?
– Chamamos incivilizados aos mundos que não respeitam os três requisitos básicos…
– Quais são?
– Os três requisitos básicos que um mundo deve respeitar para ser considerado civilizado são: primeiro, conhecer a Lei fundamental do universo; uma vez que se conhece e se pratica esta lei, é muito fácil cumprir os outros dois. Segundo, constituir uma unidade: devem ter um só Governo Mundial. Terceiro, devem organizar-se de acordo com a Lei fundamental do universo”
(p.32).

“Ami parecia saber mais de mim, do que eu mesmo…
– Esse livro vai ser informação também. Mais do que fazemos, não nos é permitido. Você gostaria que não existisse a menor possibilidade de que uma civilização de malvados venha invadir a Terra?
– Sim.
– Está vendo? Mas se vocês não deixam de lado a sua maldade e nós os ajudamos a sobreviver, rapidamente estariam tentando dominar, explorar e conquistar outras civilizações do espaço…mas o universo civilizado é um lugar de paz e de amor, de confraternização. Além disso, existem outras qualidades de energias muito poderosas. A energia atômica ao lado delas é como um fósforo ao lado do sol…Não podemos correr o risco de que uma espécie violenta chegue a controlar essa energia e colocar em perigo a paz dos mundos evoluídos, e, muito menos, que chegue a produzir um descalabro cósmico”
(pp.34-35).

“Ami riu muito da minha afirmação.
– Você se lembra quando vínhamos pelo caminho?
– Sim, lembro-me.
– Ali tudo lhe pareceu diferente, tudo lhe pareceu lindo, não é verdade…?
– Ah, sim…parece que lá era como se eu estivesse hipnotizado…Talvez você tenha me hipnotizado!
– Estava acordado! Agora está adormecido, pensando que a vida não tem nenhuma maravilha, que tudo é perigoso. Você está hipnotizado, não escuta o mar, não percebe os aromas da noite, não toma consciência de seu caminhar nem de sua vista, não desfruta da sua respiração. Você está hipnotizado com hipnose negativa, está como essas pessoas [indivíduos] que pensam que a guerra tem algum sentido “glorioso”, como os que supõem que quem não compartilha sua própria hipnose é seu inimigo, todos estão hipnotizados, adormecidos. Cada vez que alguém começa a sentir que a vida ou um momento são lindos, então este alguém está começando a acordar. Uma pessoa desperta sabe que a vida é um paraíso maravilhoso e o desfruta instante a instante…mas não vamos pedir tanto a um mundo incivilizado…Imagine que tem pessoas [indivíduos] que se suicidam…já pensou que loucura? Suicidam-se!
…Veja, Pedrinho, todas as pessoas [indivíduos] têm um lado bom, um lado infantil. Quase ninguém é completamente mau. Se você quiser, vamos a uma prisão e rocuramos o pior criminoso.
– Não, obrigado.
– Em geral, as pessoas [o ser humano] são mais bondosas do que malvadas, inclusive neste planeta. Todos pensam que estão fazendo um bem com o que fazem. Alguns se enganam, mas não é maldade, é erro. É certo que quando estão adormecidos ficam sérios e até perigosos, mas se você os toca pelo lado bom, eles vão lhe devolver o que há de bom neles; se você os toca pelo lado negativo, eles vão lhe devolver o que há de negativo neles; apesar disso, todo mundo gosta de brincar de vez em quando.
– Então por que neste mundo existe mais infelicidade do que felicidade?
– Não é que as pessoas [indivíduos] sejam malvadas, são os sistemas que utilizam para se organizar que são velhos. As pessoas evoluíram, os sistemas ficaram atrasados. Sistemas ruins fazem as pessoas [indivíduos] sofrer, vão fazendo as pessoas [indivíduos] ficar infelizes, e no final as levam a cometer erros. Mas um bom sistema de organização mundial é capaz de transformar os maus em bons.
Não compreendi muito bem suas explicações” (pp.37-38)

“Em outra das telas apareceu o homem, mas estava quase transparente. No centro de seu peito brilhava uma luz dourada muito linda.
– Que luz é essa?
– Podemos dizer que é a quantidade de amor que existe nele, mas não seria tão exato; é mais certo dizer que é o efeito que a força do amor exerce sobre a sua alma. E também seu nível de evolução. Ele tem setecentas e cinqüenta medidas.
– E isso que significa?
– Que ele é interessante.
– Interessante por quê?
– Porque seu nível de evolução é realmente bom…para ser terrícola.
– Nível de evolução?
– Seu grau de aproximação com o animal ou com o “anjo””
(pp.49-50)

“- Você tem razão, mas meu tio, o que é físico nuclear, também deve ser muito valioso…
– Famoso talvez…A que se dedica o seu tio, dentro da física?
– Esta desenvolvendo uma nova arma, um raio ultra-sônico.
– Se ele não acredita em Deus, e além disso se dedica à fabricação de armas…penso que tem um nível bem baixo.
– O quê?! Mas ele é um sábio!
Protestei.
– Você está confundindo as coisas de novo. Seu tio tem muita informação, mas ter informação não significa necessariamente ser inteligente, e muito menos um sábio. Um computador pode ter armazenado muita informação, mas nem por isso é inteligente. Você acha muito sábio um homem que cava uma fossa, ignorando que ele mesmo vai cair nela?
– Não, mas…
– As armas se voltam contra aqueles que as apóiam…
Não me pareceu muito evidente essa afirmação de Ami, mas decidi acreditar nele. Quem era eu para duvidar de sua palavra? Apesar disso, estava confuso…meu tio era meu herói…um homem tão inteligente…
– Tem um bom computador na cabeça, isto é tudo. Aqui existe um problema de terminologia: na Terra dizem inteligentes ou sábios aos que têm uma boa capacidade cerebral em só um dos cérebros, mas temos dois…
– O quê!
– Um na cabeça. Esse é o “computador”, o único que vocês conhecem. O outro está no peito, não é visível, mas existe. É o mais importante, é essa luz que você viu pela tela no peito do homem. Para nós, inteligente ou sábio é aquele que tem ambos os cérebros em harmonia, mas isso quer dizer que o cérebro da cabeça, está a serviço do cérebro do peito, e não ao contrário, como na maioria dos “inteligentes”.
– Tudo isso me surpreende, mas agora entendo melhor. O que acontece com aqueles que têm mais desenvolvido o cérebro do peito do que o da cabeça?
– perguntei.
– Esses são os “tolos bons”. São fáceis de enganar, é simples para os outros, os “inteligentes maus”, como você dizia, colocá-los a fazer o mal enquanto pensam que estão fazendo o bem…o desenvolvimento intelectual deve estar em harmonia com o desenvolvimento emocional, só assim se produz um verdadeiro inteligente ou sábio. Só assim a luz pode crescer” (p.50-51).

 

Via: TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR: MINHAS EXPERIÊNCIAS ESPIRITUAIS INEXPLICÁVEIS E EXTRAORDINÁRIAS: LIVRO RECOMENDADO PELO NOSSO BLOG: AMI – O MENINO DAS ESTRELAS (DIÁLOGO ENTRE UMA CRIANÇA TERRESTRE (PEDRINHO) E UMA OUTRA EXTRATERRESTRE (AMI))


Assista também ao vídeo sobre o livro e toda a trilogia…

AMI, O MENINO DAS ESTRELAS

Camila Rodrigues dos Santos

Uma breve história sobre Ami, seus projetos, suas inspirações e afins…

 

Via: Camila Rodrigues dos Santos | AMI, O MENINO DAS ESTRELAS – YouTube


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