OS TRÊS REIS MAGOS E A CHEGADA DE JESUS À TERRA, SEGUNDO RAMATIS…

Searching For the King by Michael Dudash

OS REIS MAGOS – Ramatis

Texto compilado do livro de Ramatis “Mensagens do Astral”
Por: laco

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Entre os fatos que conheceis através da tradição bíblica, há o dos “Reis Magos” que, vislumbrando uma estrela no Oriente, e acompanhando-a, puderam descobrir o local em que nascera Jesus.

Precisais saber, primeiramente, que os reis magos eram avançados astrólogos, testamenteiros da sabedoria dos sacerdotes lemurianos, atlantes, semurianos, babilônicos, caldeus, egípcios e outros. Devido à sua longa experiência e ao conhecimento da tradição na esfera astrológica, os reis magos sabiam que a poderosa conjunção de Saturno, Júpiter e Marte, no campo astronômico da Terra, facilitaria a manifestação, em vosso mundo, de Alta Entidade, vinda dos planos excelsos.

Compulsando os livros sagrados de todos os povos, verificaram, emocionados, que a época por que passavam coincidia, perfeitamente, com a do advento do esperado Messias, o Sublime Príncipe da Paz, aguardado pela fé dos homens aflitos. Sabiam que angélica entidade, cuja aura envolvia o orbe terráqueo, deixar-se-ia oprimir, em angustiosa descida, para se submeter ao “sacrifício cósmico”, e sua refulgência íntima poder aflorar com êxito à superfície da crosta onde atuava o homem-carne.

E a soberba conjunção, a mais poderosa e eficaz de todos os tempos, forneceria o “quantum” magnético desejado, para que o Sublime Anjo, através de fluidos astrais já balsamizados, pudesse atraves­sar com êxito a aura da Terra, obscurecida pela densa corti­na das paixões inferiores.

Melchior, Gaspar e Baltazar — como se chamavam — sábios e poderosos magos brancos, cujos conhecimentos já os notabilizaram em reencarnações anteriores na Atlântida, previram com exatidão a chegada do Avatar Divino, cuja Luz Salvadora se transfundiria, através da carne, na pessoa de Jesus de Nazareth, filho de José e de Maria. A humanida­de terrícola, escrava ainda das forças primárias animalizadas, que estruturam o corpo físico, poderia — graças ao sublime esponsalício do Cristo Planetário com a humanida­de terrena — receber o tão esperado socorro divino e apres­sar a sua libertação por meio desse elo mais eletivo do Cria­dor. Impelidos pela força de sua convicção iniciática, alicer­çada na ciência astrológica, os três reis magos se puseram a caminho, decididamente, para o local em que a divina crian­ça desabrochara para o holocausto salvador do homem!

Eis o que diz Mateus, no capítulo II, versículos l e 2, do Evangelho segundo o seu nome: — “Tendo pois nascido Jesus em Belém de Judá, em tempo do rei Herodes, eis que vieram do Oriente uns magos a Jerusalém, dizendo: “Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? Viemos adorá-lo, pois vimos a sua estrela no Oriente”.

Embora residindo em localidades opos­tas, e desconhecendo-se entre si, puderam assinalar, concomitantemente, o momento da portentosa mensagem sideral. Sabiam ser aquela memorável conjunção astrológica de Saturno, Júpiter e Marte a mais sublime oportunidade para descer um Messias à Terra, sob a mais requintada dosagem de magnetismo de que já se tivera conhecimento em toda a tradição astrológica.

Assim como os astrônomos terrestres, através de exaustivas observações e de cálculos complexos, prevêem a aproximação de astros ou determinam os minu­tos exatos de cada eclipse no céu, os três reis magos, como astrólogos consumados, também sabiam que, por detrás daquela conjunção inigualável, preparava-se a mais sublime revelação ao homem!

Oriundos de países diferentes — Ará­bia, Pérsia e Índia — seu encontro pessoal coincidiu nas adjacências de Jerusalém, quando repousavam nas tendas de mercadores. E, como se harmonizassem dentro de outro admirável símbolo, reproduziram, nesse encontro inespera­do, realizado na superfície terráquea, a miniatura da mesma conjunção majestosas dos três astros que purificavam o magnetismo do ambiente para que o Avatar Divino se ajustasse ao mecanismo biológico do homem-carne.

Eles tomavam parte em um plano que escapa ao vosso entendimento, pois ainda não podeis com­preender as inconcebíveis operações siderais que prepara­vam o advento glorioso em que a luz do Cristo Planetário devia se manifestar na carne humana. A técnica do Cosmo exige providências as mais complexas nas descidas sacrificiais, como no caso de Jesus, que foi o Divino Eleito para isso.

Embora se tratasse de acontecimento de maior profun­didade no campo divino, enquadrava-se ele no determinis­mo de outras leis superiores. Por isso, muito antes da higienização do magnetismo ambiental da Terra, candidata à visita do elevado Anjo do Senhor, foi preciso preparar a esfe­ra de pensamentos simpáticos à índole do Enviado, a fim de que pudesse ele encontrar a receptividade necessária para o êxito de sua missão.

No seio de uma humanidade escraviza­da às mais repulsivas paixões da índole animal, a mensagem que o Messias deveria trazer exigia um campo mental eleti­vo para sua rápida propagação e evolução dos humanos. Quando, se dá a descida de um Instrutor Espiritual, elabo­ram-se planos, antecipadamente, a fim de que se estabele­çam nos mundos físicos as antenas vivas que devam operar em sintonia com o pensamento progressista do mesmo. Para a descida de Jesus, tomaram-se providências com muita antecedência, visto que inúmeros Espíritos o deviam prece­der, para formação da abóbada espiritual protetora do divi­no Ideal projetado.

A intervenção tenaz e desagregadora das forças das trevas sempre procura prejudicar todas as providências siderais que possam modi­ficar o ambiente vibratório favorável aos seus perversos pro­pósitos. A tradição bíblica nos dá conta das várias vezes em que Jesus foi assediado pelos mentores diabólicos, das som­bras, bem assim das continuas intervenções que os mesmos levavam a efeito junto aos pudores constituídos e às sedu­ções humanas, para atrapalhar ou comprometer o trabalho sublime do Mestre. Só a coesão e a garantia daquelas ante­nas vivas, a que já nos referimos, que se disseminavam por todos os setores de expressão humana, no sacerdócio, no povo, na direção do país e mesmo entre os adversários da raça hebréia, é que puderam manter em equilíbrio o serviço messiânico de Jesus.

Assim, quando o Messias manifestou-se à Terra, já estavam devidamente agrupadas, no plano material, todas as almas afins, que se congregariam para o bom êxito da missão crística. Embora vivendo sob os vários aspectos humanos, de raças, de crenças, de costumes, de posições sociais ou capacidades intelectuais, esses eletivos sentiam, em espírito, a aproximação do Divino Senhor.

Desde a simplicidade dos futuros apóstolos, em suas vidas de pobreza, nas barcas de pescadores, até as inteligências poderosas dos reis magos, dos iniciados essênicos e de filó­sofos do quilate de Filon, a palavra de Jesus se fortaleceria, apoiada pelas correntes afetivas, unidas para um mesmo ideal!

Qual santificado exército, espadas em riste, para a sagrada batalha da Luz contra as Trevas, os devotados ao Messias apenas aguardavam o divino sinal para se moverem nas sombras do mundo e sucumbirem no sacrifício doloro­so a favor da idéia crística.

Conjugados aos grandes inicia­dos essênicos, que nos seus templos já haviam recebido, por via mediúnica, a notícia da chegada do Messias, os reis magos representavam o potencial exigido no mundo exte­rior, para as transfusões de energias “psicofísicas” ao “menino-Luz”! Magos poderosos, afeitos absolutamente ao bem, comandando no astral poderosas falanges a serviço da causa, significavam potentes recursos que o Alto mobilizara para o maior êxito crístico na Terra!

No simbolismo da mirra, do incenso e do ouro oferta­dos ao menino Jesus, oculta-se uma das maiores revelações espirituais, só compreensível aos já iniciados no quarto plano da escadaria ascensional septenária.

Os reis magos foram os criadores, na Terra, de uma extensa “aura mental” favorável ao advento de Jesus, assim como as escolas dos Vedas, na Índia, ampliaram o campo mental para o êxito de Buda. Inúmeros discípulos que, no futuro, multiplicaram os conceitos crísticos, já haviam rece­bido desses excelsos reis magos, antes da vinda do Cristo, as noções precisas para a cooperação no campo evangélico do Mestre.

Melchior descendia de linhagem principesca, de velhos reis árabes, que dominavam faustosos agrupamentos na Arábia e, em sua mocidade, fizera profundo voto de renún­cia ao mundo profano. Fundou magnífica instituição iniciática de conhecimentos do Cosmo, situada no monte Horeb, espécie de templo e escola ao mesmo tempo, sob cujo teto algumas dezenas de discípulos elevaram as suas vibrações mentais até às esferas eletivas de Jesus.

Junto ao rio Indo, nos montes Zuleiman, o mago Gaspar, conhecido como o príncipe de Bombay, dirigia outra avançada instituição de aprimoramento espiritual, ensinando como desenvolver esforços heróicos para se vencer a “Maya”, a ilusão da maté­ria, em troca do conhecimento da Verdade Eterna. Os ensi­namentos ministrados por Gaspar também entravam em sintonia com as vibrações do Avatar Jesus. Os adeptos cul­tuavam a meditação contemplativa e a busca do “Eu Sou”, enquanto perpassavam as suaves brisas impregnadas do misterioso perfume do lótus imaculado, que desabrochava nos pequeninos lagos incrustados nos tapetes de vegetação aveludada da região que habitavam.

Finalmente, Baltazar, o mais velho dos reis magos, era o guia experimentado de um punhado de homens solitários, habitantes da Pérsia, estu­diosos dos mistérios iniciáticos das tradições de Zoroastro e do culto firmado no Zend Avesta. Junto ao Golfo Pérsico, ante o quadro poético dos regatos que desciam das colinas de Sagros, eles criavam poderosas fontes de energias espiri­tuais, que em divina sublimação se casavam com a vibração do campo magnético em que o Cristo haveria de descer, para o grande momento sacrificial!

Disseminados pelos templos habilmente disfarçados, nos montes tradicionais, só conhe­cidos de adeptos da “iniciação interna”, os Essênios também vibravam, alimentando as correntes energéticas, que favore­ceriam a manifestação do Cristo à aura externa do orbe ter­ráqueo.

Estudando as tradições esotéricas dos Profetas, os ensi­namentos de Krishna, na Índia, de Pitágoras, na Grécia, dos sacerdotes de Osíris, no Egito, e dos remanescentes das Fra­ternidades organizadas por Samuel, os Essênios “internos” viviam a vida contemplativa, em sintonia mental com o templo-escola de Gaspar, obedecendo a disciplinas muito pare­cidas com a dos Pitagóricos. Apenas os Terapeutas, da Ordem Exterior Essênica, é que operavam diretamente entre os povos, desempenhando as obrigações comuns de agricul­tores, carpinteiros, cientistas ou artistas.

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Fonte: Livro “Mensagens do Astral” Obra mediúnica ditada pelo espírito RAMATÍS ao médium HERCÍLIO MAES – Editora do Conhecimento

Via: ENSINAMENTOS ESOTÉRICOS E MÍSTICOS | OS REIS MAGOS – Ramatis

 

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COMO A MÚSICA NOS AFETA ATRAVÉS DE NOSSOS CHACRAS…

 

sons e chakras

A Relação do Som Com o Corpo Humano e os Chacras

post-11-22-31 (editado)

Por: Monica Jardin

 

O som é vibração em forma audível. Se o nosso aparelho auditivo tivesse um alcance maior, de modo a captar todas as frequências em cada intensidade sonora, então ouviríamos a música das flores, dos campos, das montanhas e dos vales, o canto do céu e das estrelas, bem como a sinfonia do nosso próprio corpo. As opiniões da ciência moderna confirmam aquilo que os místicos e sábios de todas as culturas reconheceram e empregaram para a harmonização, a cura e a ampliação da consciência do ser humano, a vida inteira da criação.

Desde os tempos mais remotos, o homem percebeu todo o seu potencial musical. Usando os materiais que tinha a disposição (pedras, ossos, madeiras, o próprio corpo e a voz), ele foi combinando sons e silêncios das mais diversas maneiras, surgindo assim a música.

Em sua origem, ela era usada para venerar a natureza, os deuses e para conectar o ser humano com forças maiores, envolvendo realidade, magia e crenças. Até hoje ela é responsável pela criação dos mais diferentes sentidos e significados. O som é vibração em forma audível.

A ciência confirma que todas as partículas no Universo, bem como todas as formas de radiação, todas as forças da natureza e cada informação, obtém suas características específicas através da sua estrutura musical, através da frequência e do padrão melódico, bem como através dos sons fundamentais com suas vibrações especiais. O som da música pode ser utilizado para nos “religarmos” com as forças da vida que agem no núcleo mais íntimo de todas as coisas, para equilibrar nossas energias e para criar harmonia com a vida no Universo.

Quando ouvimos uma música, suas ondas sonoras (vibrações) alcançam o tímpano do ouvido gerando reações químicas e impulsos nervosos que registram em nossa mente os diferentes tipos de som que estamos ouvindo. Como as raízes dos nervos do ouvido são extensamente distribuídas sendo um dos que mais possui ligações com o cérebro, todas as funções no nosso organismo são influenciadas. Elevando-se através do tálamo (área estacionária que reveza todas as emoções, sensações e sentimentos), a área mestre do cérebro (razão) é automaticamente influenciada.

Estudos têm revelado que o impacto da música no sistema nervoso altera as batidas do coração, a respiração, a pressão sanguínea, a digestão, o balanço hormonal, temperamentos, atitudes, além de liberar adrenalina. As reações podem variar em cada indivíduo e o resultado é sempre único. Van de Wall no seu livro “Music in Hospitals” explica que as vibrações sonoras causam contrações e colocam em movimento braços, mãos, pernas e pés automaticamente. Em testes com determinados pacientes, aconteceram movimentos involuntários, sendo necessária a retenção muscular consciente do paciente.

Somos essencialmente criaturas rítmicas. Tudo, desde o ciclo das ondas do nosso cérebro, às batidas do coração, nosso ciclo digestivo, ciclo do sono. Tudo trabalha com ritmos. Nossa mente trabalha com as mais diversas faixas vibratórias (frequências), até porque nosso corpo foi criado para captar e processar todas essas energias. Assim, aquele que sabe manipular a vibração pode transformar as coisas ao seu redor e CRIAR !

Toda oração é invocação ou chamado. Toda palavra/som, primeiramente influi no corpo de quem emite, e só depois alcança seu objetivo externo. É por isso que tudo que desejamos (e pela palavra cristalizamos) para o próximo, a nós mesmos estamos desejando. De toda palavra inútil teremos que prestar contas. NOSSA PALAVRA È NOSSA LEI.

Os mantras são palavras ou sons especiais que se criam por meio do ritmo e da nota-chave de cada pessoa. O íntimo (Atman), de acordo com nossos pensamentos e aspirações puras, pode nos dar a verdadeira pronúncia das palavras sagradas. O poder magnético da palavra humana é conhecido pelos estudiosos do oculto. E nós temos mecanismos que reagem aos sons, que fazem parte de nosso corpo desde a criação da raça humana.

Esses receptores são os chacras, que só são visíveis por sensitivos (pois ficam no corpo etérico). Eles captam as energias que nos circundam no etérico, astral e mental e, como um transformador, “convertem” para um padrão que o corpo possa assimilar. Informações mais detalhadas podem ser encontradas nos livros de Leadbeater e Blavatsky, então farei um breve e modesto resumo:

Chacra (roda, em sânscrito) é um centro de força, que gira como uma roda, captando e irradiando energia como um vórtice, ou, de forma mais poética, como uma galáxia microscópica. Alguns sons específicos, como as vogais do alfabeto, emitidos pela nossa voz, vibram nestes centros do nosso corpo, emitem uma coloração e causam efeitos bioquímicos em nós mesmos e em quem os ouvir.
São harmonizantes, relaxantes e curativos. Causam efeitos físicos que revitalizam, animam e auxiliam na interiorização. Levam-nos para dentro e para fora, para cima e para baixo. Cada som age especificamente sobre um centro energético, ressoa numa área vibratória específica do corpo. Os centros principais são: o básico (centro vital; Hara), o cardíaco (centro pessoal), e na cabeça (centro impessoal). O som dos tambores, por exemplo, estimulam os chacras básicos e impulsionam à ação. Os sons melodiosos de um instrumento como o violão e o piano, estimulam o centro cardíaco, a afetividade. O centro dos chacras superiores é ativado por sons de pouca modulação, suaves, como da música New Age, que traz paz e equilíbrio interior.

Algumas tradições musicais indianas, e certos instrumentos, como a cítara, ativam os três centros ao mesmo tempo. Isto promove o alinhamento perfeito entre os centros principais e todos os demais chacras. A vibração do centro básico deve se elevar, ao passo que a vibração do centro superior deve descer e se corporificar. E é no coração que acontece esse encontro, que é o centro pessoal do ser, nascido da terra… E descendido do céu.

A seguir uma lista dos sons relacionados aos chacras:

1 – Chacra Básico ou Raiz: O som “U” ativa as forças da iniciativa, vitalidade, segurança, sobrevivência, autoconfiança, estabilidade e força interior.

2 – Chacra Sacro-central ou Sexual: O som “O” desperta os sentimentos de uma forma circular para integrar a energia masculina e feminina do ser.

3 – Chacra do Plexo Solar: O som “Ó” estimula a formação exterior do ser, partindo de uma perfeição interior. Contribui com a manifestação da plenitude e alegria no mundo.

4 – Chacra Cardíaco: O som “A” envolve a aceitação sem preconceitos de todas as manifestações de afeto das quais surge o amor.

5 – Chacra Laríngeo: O som “E” une o coração e a mente canalizando suas forças para a expressão exterior.

6 – Chacra Frontal: O som “I” gera um movimento dirigido para cima que dá a força da inspiração, levando para novas compreensões e percepções.

7 – Chacra Coronário: O som “I” representa a unidade não dividida e a consciência pura e ilimitada. (Estes dois últimos chacras vibram iguais e são os mais espirituais).

Podemos entoar essas sílabas para tratar especificamente a cada dia um chacra diferente, a fim de mantermos todos equilibrados. Nem todas as pessoas são afinadas… E muitos podem achar-se desafinados para tal tarefa, mas isso não é importante para o corpo, pois ele “entende” o que estamos querendo dizer a ele com certeza.

De qualquer forma, podemos cantar e ouvir muita música o dia todo, que, sendo edificante e nos dando prazer, tanto físico como emocional, estaremos trabalhando estas energias sem perceber.

Um simples conselho:
A intenção e a vibração criam as formas. Com a intenção que temos ao emitir um som, produzimos um padrão vibratório. Por isso que às vezes o tom, a maneira como falamos, é mais revelador do que as palavras. Quando a intenção e as palavras entram num acordo, quando criam um acorde, e tocam diferentes notas simultaneamente, temos uma harmonia. A palavra “PER-SONA” tem uma origem que significa “através do qual o som passa”.

As palavras são formas, que podem ser vazias e dependem da intenção e da consciência de quem as pronuncia. A energia segue o pensamento. Por isso que uma oração, uma escritura sagrada, ou um canto religioso, terá o poder que lhe é dado pela intenção e pela consciência daquele que o canta ou recita. O poder é dado pela intenção e pelo sentimento, é atribuído pelo olhar de seu OBSERVADOR.

Os sons podem abrir portais dimensionais. Quando elevamos nossa vibração podemos sentir a presença de seres espirituais de outros planos e nos comunicarmos com eles. Quanto mais alta a frequência alcançada, mais calma se torna a pessoa e mais flui na frequência. Pois ela está em contato com o plano das causas, assim todo o seu estímulo vai ser proativo, ao invés de reativo. Ela tem a chave da criação e pode cantar a harmonia das estrelas. O espírito em harmonia com o OM, o som primordial, que é o próprio canto do Plenum Cósmico ou… Deus.

Relacionado: O Milagre do 528 Hz Solfejo e Números de Fibonacci

Referências Bibliográficas para pesquisa e leitura:

  • Music in Hospitals-Willen Van de Wall-Russel Sage Foundation-1946
  • Os Chacras C.W.Leadbeater
  • A Doutrina Secreta H.P.Blavatsky
  • O Livro completo dos Chacras Ambika Wauters
  • Frequência Vibracional Penney Peirce
  • An Introduction to Yoga Annie Wood Besant
  • A Cura pelo Som Olivea Dewhurst
  • Cura Energética pelo Qigong Bai Yin/Gao Yun
  • CD da cantora clássica indiana Meeta Ravindra “Melodia dos Chacras”
  • Vision; the life and music of Hildegard von Bingen (fantástica obra de uma mulher incrível)

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NOTA a luz é Invencível: Agradecimento a Monica pela contribuição do excelente texto.

Caso tenha interesse pode baixar arquivos de áudio dos solfejos já ajustados em 432 Hz na Biblioteca Virtual da Luz é Invencível.


Via: A Relação do Som Com o Corpo Humano e os Chacras A Luz é Invencível

 

A ESPIRITUALIDADE REVELADA ATRAVÉS DA ARTE…

Cores buscando o espírito - Claudio Gianfardoni

Obra de autoria de Claudio Gianfardoni

Cores buscando o espírito.

Por: Claudio Gianfardoni

 

Quando criança tive e vivi momentos em que eu percebia que existia uma grandeza no universo muito mais ampla do que a religião onde fui criado me permitia tocar. Aprendi desde cedo a temer a Deus. E como eu temia!

Ao mesmo tempo que minha mente e meu coração eram povoados de temor eu experimentava momentos peculiares onde eu tocava levemente algo inexplicável, fascinante.

Na escola ao invés de prestar atenção à aula eu preenchia páginas e mais páginas com desenhos de “olhos”. A aula terminava e eu dava conta de que eu estivera totalmente absorvido e distante de tudo o que acontecia ao meu redor.

Eu tinha apenas os “olhos” desenhados no caderno me observando, até que lá pelos onze anos de idade mirei meus próprios olhos no espelho muito de perto. Então começou o que eu chamava de “viagem”. Eu ia me distanciando, minha mente se projetando no espaço, viajando num nada, num nada cheio de emoções que eu não sabia traduzir. Isso tornou-se uma brincadeira secreta, só minha, um momento tão emocionante que eu não podia e nem tinha com quem compartilhar. Depois de uns poucos meses minha brincadeira cessou. Não conseguia mais fazer a minha ”viagem”.

O tempo foi passando. Me tornei um adolescente confuso, cheio de perguntas e sem respostas que me dessem paz. Me formei arquiteto e trabalhei cerca de seis anos nessa profissão. Casei. Apoiado pela minha esposa larguei o emprego mesmo sem saber o que faria da minha vida. Trabalhei durante três anos como marceneiro, arte que sem saber eu conhecia por ter, quando muito pequeno, observado meu avô que foi marceneiro.

De repente veio a dor. Minha esposa recebeu um diagnóstico de uma doença que poderia ser fatal. O chão se abriu para mim. Eu poderia perder a pessoa que eu mais amava. Descobri o inferno… ele era aqui… era um estado de espírito onde tudo o que reinava era a dor.

No meio desse redemoinho de sofrimento que parecia não ter fim, os milagres que eu já nem pedia e sim exigia começaram a se manifestar. Descobrimos que o diagnóstico estava errado, mas mesmo assim aquele mal traria sérias consequências.

Uma possibilidade surgiu, um tratamento com um medicamento que eu não teria condições financeira de comprar. Busquei em todos os lados conseguir o medicamento que só existia fora do Brasil. Exausto, numa última tentativa, aconteceu, simplesmente o medicamento veio até nós, de uma forma tanto inesperada quanto iluminada.

Como resultado do tratamento minha esposa se curou e tivemos nosso filho, coisa que a maioria dos médicos que procuramos dizia ser impossível. Mas mesmo assim minha dor permanecia. Fui buscar ajuda pois eu sabia que não tinha condições de receber meu filho que estava para nascer; o que eu queria oferecer era amor. Mas como? Dentro de mim só existia dor. Foi assim que comecei a praticar meditação Tibetana. Um universo, aquele que quando garoto eu havia vislumbrado voltou a se manifestar. Os “olhos”: o ponto, o centro, a mandala perfeita… a viajem.

Voltei a desenhar os olhos e com eles as faces a qual pertenciam. Eu havia aprendido a elevar minha consciência, a transcender a mente humana e tocar minha mente espiritual que é ampla, que percebe e se conecta com outras consciência que vibram em um padrão mais elevado.

Um novo trabalho, uma missão creio. Compartilho agora o resultado desse trabalho pois sei que assim como eu muitos estão através da fé, da sabedoria que o universo repleto de luz se oferece sem restrições, sem discriminação, nos mostrando que somos todos iguais e que diferenças são apenas ilusões.

Para isso pinto essas imagens, mandalas cuja intenção é de que elas sirvam como um instrumeto de inspiração e contato com os planos espiritual, como um instrumento… apenas um instrumento, pois o verdadeiro poder está dentro de nós.


Via: Facebook | Claudio Gianfardoni | Linha do Tempo | Post 1062167373884633