RESTAURANDO SEU DNA PELA PERCEPÇÃO DO SOLFEJO DE FREQUÊNCIA DE 528 Hz…

Healing Theta Waves

Sinal do Amor 528 HZ (Frequência de Ondas Cerebrais Binaurais-Teta de 6 Hz)

Por: Unisonic Ascension

O Sinal do Amor é um áudio de meditação de cura afinado em 528 Hz. O solfejo de frequência de 528 Hz é a frequência do amor para transformação e restauração do DNA. Há um som e cor especial do amor, de acordo com o Dr. Horowitz, um premiado pesquisador formado em Harvard. A transmissão na frequência sonora correta pode ajudar a abrir seu coração, induzir à paz e ativar a cura. “Nós sabemos agora que o sinal de amor, 528 Hertz, está entre as seis frequências criativas centrais do universo, porque a matemática não mente, a geometria da realidade física reflete universalmente essa música; esses achados têm sido independentemente procedentes, comparados e empiricamente validados, ” diz o Dr. Horowitz.

Música e vídeo de Jandy.

Para uma experiência de meditação profunda, use fone de ouvidos estéreos para estimular as Ondas Cerebrais Teta.

Embora esta faixa esteja na escala convencional, foi feito um ajuste na sintonia para que se harmonize com o C (dó) de 528 Hz. Também foi enriquecido com a frequência pura de 528 Hz: o Hertz do amor.

A frequência 528 refere à nota Mi na escala musical e resulta da frase “Mi-ra gestorum”, em latim significando “milagre”. Surpreendentemente, esta é a frequência exata usada por bioquímicos genéticos para restaurar DNA danificado – o código genético do qual a vida está baseada! A nota Mi-528 Hz refere-se ao chacra coronário. O Dr. Puleo sugere uma associação com a integridade do DNA.

A regular nota “C” (dó) que todos conhecemos nesta cultura (a qual é da escala diatônica das notas dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, dó), não é a “C” (dó) de frequência 528 Hz.

A nota “C” (dó) da escala regular vibra na frequência de 532.3 Hz.

A “C” (dó) de 528 Hz usada para restauração do DNA é parte de uma escala musical antiga chamada Escala de Solfejo.

A nota MI – 528 Hz – refere-se ao chakra coronário; Dr. Puleo sugere uma associação com a transformação e restauração da integridade do DNA.

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Batidas sonoras Binaurais fazem parte de um processo de sincronização cerebral cientificamente comprovado que gradualmente começou a ganhar reconhecimento a partir de um artigo intitulado “Batidas Auditivas no Cérebro”, do Dr. Gerald Oster, publicado na edição de Outubro de 1973 da revista Scientific American. (Nota das tradutoras: pelo Google, verificamos que o nome da revista é Scientific American Magazine e não, Scientific America).

Batidas Binaurais nas frequências Alpha, Teta e Delta proporcionam um som contínuo e relaxado, além de serem sinais de áudio que promovem conexões neurológicas saudáveis.  Estas novas experiências sonoras no cérebro desencadeiam uma explosão de novas conexões entre os neurônios. Através da repetição, estas novas vias neurais são exercitadas, se fortalecendo. E são as conexões cerebrais mais fortes que permanecem vivas. O processo rítmico Binaural é mais rápido, mais suave e mais eficiente do que a meditação. Após várias semanas de escuta contínua, o cérebro se torna mais sincronizado e começa a formar mais facilmente memórias permanentes em ambos os hemisférios.

Essas frequências Binaurais têm sido usadas para auxiliar em sonhos lúcidos, estados alterados de consciência e experiências fora do corpo. Com seu uso prolongado, a glândula pineal é ativada e energia positiva é direcionada ao córtex pré-frontal, fazendo das batidas Binaurais uma ferramenta verdadeiramente poderosa para o desenvolvimento de uma consciência mais elevada.

O Cérebro não se torna dependente das batidas sonoras Binaurais para relaxamento. Na verdade, com o tempo, o cérebro se torna mais resistente ao stresse. Com o desenvolvimento contínuo desse processo, mais estímulos Binaurais são recebidos pelo cérebro. Com a sincronização de sons Binaurais, as formas tradicionais de meditação tornam-se mais fáceis de aprender e implementar, sem a necessidade de anos de prática, como as meditações realizadas pelos Monges Budistas.


Fonte: Love Signal 528 Hz (Theta binaural beats 6 Hz) – YouTube
Tradução: Sementes das Estrelas / Flávia Grimaldi e Solange Yabushita

Via Sementes das Estrelas: Sinal do Amor 528 HZ (Frequência de Ondas Cerebrais Binaurais-Teta de 6 Hz)


 

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Neurocientista da Harvard Comprova os Efeitos da Meditação sobre o Cérebro…

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Neurocientista da Harvard: Meditação não apenas reduz estresse, ela muda o seu cérebro

Por:  Carolina Senna

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Sara Lazar, neurocientista do Hospital Geral de Massachusetts e da Escola de Medicina de Harvard, foi uma das primeiras cientistas a aceitar as subjetivas reivindicações a respeito dos benefícios da meditação e atenção plena e a testá-los com o uso de tomógrafos computadorizados. O que ela encontrou a surpreendeu – que a meditação pode, literalmente, mudar seu cérebro. Ela explica:

Porque você começou a prestar atenção para a meditação, atenção plena e o cérebro?

Eu e uma amiga estávamos treinando para a maratona de Boston. Tive algumas lesões por esforço e procurei um fisioterapeuta, que me disse para parar de correr e apenas fazer alongamentos. Então comecei a praticar ioga como forma de fisioterapia. Percebi que era muito poderoso, que eu tinha benefícios reais, então fiquei interessada em saber como funcionava.

A professora de ioga usou de vários argumentos, dizendo que a ioga iria aumentar a compaixão e abrir o coração. E eu pensei: “ok,ok,ok, estou aqui para alongar”. Mas comecei a perceber que eu estava mais calma. Estava mais apta a lidar com situações mais difíceis. Estava mais compassiva e com o coração mais aberto, e capaz de ver as coisas pelo ponto de vista dos outros.

Pensei, talvez fosse apenas uma resposta placebo. Mas então fiz uma pesquisa bibliográfica da ciência, e vi evidências de que a meditação havia sido associada à diminuição do estresse, da depressão, ansiedade, dor e insônia, e ao aumento da qualidade de vida.

A essa altura, estava fazendo meu PhD em biologia molecular. Então simplesmente resolvi mudar e comecei a fazer essa pesquisa como um pós- doutorado.

Como você fez essa pesquisa?

O Primeiro estudo avaliou meditadores de longa data versus um grupo controle. Descobrimos que os meditadores de longa data tem a massa cinzenta aumentada na região da ínsula e regiões sensoriais do córtex auditivo e o sensorial. O que faz sentido. Quando você tem atenção plena, você está prestando atenção à sua respiração, aos sons, a experiência do momento presente, e fechando as portas da cognição. É lógico que seus sentidos sejam ampliados.

Também descobrimos que eles tem mais massa cinzenta no córtex frontal, o que é associado à memória de trabalho e a tomada de decisões administrativas.

Já está provado que nosso córtex encolhe à medida que envelhecemos – se torna mais difícil entender as coisas e se lembrar das coisas. Mas nessa região do córtex pré-frontal, meditadores com 50 anos de idade tinham a mesma quantidade de massa cinzenta que pessoas de 25 anos.

Então a primeira pergunta foi, bem, talvez as pessoas com mais massa cinzenta no estudo já tivessem mais massa cinzenta antes de terem começado a meditar. Então fizemos um segundo estudo.

Pegamos pessoas que nunca tinham meditado antes, e colocamos um grupo deles em um programa de oito semanas de atenção plena com foco na redução de estresse.

O que você descobriu?

Descobrimos diferenças no volume do cérebro depois de oito semanas em cinco regiões diferentes dos cérebros dos dois grupos. No grupo que aprendeu meditação, encontramos um aumento do volume em quatro regiões:

  1. A diferença principal encontramos no giro cingulado posterior, o qual está relacionado às lembranças e auto- regulação.
  2. O hipocampo da esquerda, o qual dá suporte ao aprendizado, cognição, memória e regulação emocional.
  3. A junção temporoparietal, ou JTP, à qual está associada a tomada de decisões, empatia e compaixão.
  4. Uma área do tronco do cérebro chamada de Ponte, onde muitos neurotransmissores reguladores são produzidos.

A amígdala, a parte do cérebro responsável pelo instinto de ataque ou fuga, e que é importante nos aspectos da ansiedade, medo e estresse em geral. Essa área ficou menor no grupo que participou do programa de oito semanas de atenção plena com foco na redução de estresse.

A alteração na amígdala também foi associada a uma redução nos níveis de estresse.

Então por quanto tempo alguém precisa meditar até que comece a ver mudanças no seu cérebro?

Nossos dados mostram mudanças no cérebro após apenas oito semanas. Em um programa de atenção plena com foco na redução de estresse, nossos pesquisados participaram de uma aula por semana. Eles receberam uma gravação e foram solicitados a praticar por 40 minutos por dia em casa. E foi assim.

Então, 40 minutos por dia?

Bem, foi altamente variável no estudo. Algumas pessoas praticaram 40 minutos todos os dias. Algumas praticaram menos. Algumas apenas umas duas vezes na semana.

No meu estudo, a média foi de 27 minutos por dia. Ou em torno de meia hora por dia.

Ainda não existem dados suficientes sobre quanto alguém precise praticar para se beneficiar.

Professores de meditação lhe dirão, apesar de não existir absolutamente nenhuma base científica para isso, que comentários de estudantes sugerem que 10 minutos por dia podem trazer benefícios subjetivos. Ainda precisamos testar.

Nós estamos apenas começando um estudo que, com grande esperança, nos permitirá acessar quais são os significados funcionais dessas mudanças. Estudos de outros cientistas mostraram que a meditação pode melhorar a atenção e a habilidade de regular a emoção. Mas a maioria dos estudos não foi com neuroimagens. Então agora estamos esperançosos em trazer o aspecto comportamental e a ciência da neuroimagem para trabalharem juntos.

A partir do que já sabemos da ciência, o que você encorajaria os leitores a fazer?

Atenção plena é similar a um exercício. É uma forma de exercício mental, na realidade. E assim como o exercício melhora a saúde, nos ajuda a administrar melhor o estresse  e promove longevidade, a meditação se propõe a partilhar alguns desses mesmos benefícios.

Mas, assim como o exercício, não pode curar tudo. Então, a ideia é de ser útil como uma terapia de apoio. Não é uma coisa em separado. Já foi usado com muitos outros distúrbios e os resultados variam tremendamente – impactam alguns sintomas, mas não todos.  Os resultados são às vezes modestos. E não funciona para todos.

Ainda está muito cedo para se tentar concluir o que a meditação pode ou não fazer.

Então, sabendo-se das limitações, o que você sugeriria?

Lazar: Parece sim ser benéfico para a maioria das pessoas. A coisa mais importante, se você for tentar fazer, é encontrar um bom professor. Porque é simples, mas também é complexo. Você precisa entender o que está acontecendo na sua mente. Um bom professor não tem preço.

Você medita? E você tem um professor?

Sim e sim.

Que diferença fez em sua vida?

Tenho feito isso por 20 anos, então tem uma influência profunda em minha vida. Dá muito “chão” (ancoragem). Reduz o estresse.  Me ajuda a pensar mais claramente. É maravilhoso para interações interpessoais. Tenho mais empatia e compaixão pelas pessoas.

Qual a sua prática pessoal?

Altamente variável. Alguns dias pratico 40 minutos. Alguns dias cinco minutos.  Alguns dias não pratico nada. É muito parecido com exercício. Exercitar-se  três vezes por semana é maravilhoso. Mas se tudo o que você pode fazer é se exercitar um pouquinho todos os dias, isso também é uma coisa boa. Tenho certeza de que se praticasse mais me beneficiaria mais. Não tenho ideia se estou tendo mudanças no meu cérebro ou não.  E é isso que funciona para mim nesse momento.

Texto original: Brigid Schulte
Tradução: Joann Schaly

Fonte: Neurocientista da Harvard: Meditação não apenas reduz estresse, ela muda o seu cérebro – Nowmastê

Veja também:

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VAMOS MEDITAR…

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QUE É MEDITAÇÃO?

Por: Luís Fernando Rostworowski

Muito se fala, felizmente, sobre meditação nos dias de hoje. Com o crescente interesse ocidental pela sabedoria oriental, seguidores de várias correntes espirituais que abordam o tema vem ao público para defender sua visão quanto ao que é meditação.

Algumas delas tratam a meditação apenas como a prática, ou estado, “dhyana”, que vem a ser a mente silenciosa e clara, alcançada pela observação consciente da mente e da respiração. Outras correntes trabalham a meditação como uma forma de desenvolver virtude, qualidade de bem-aventurança gerada pela contemplação de um objeto que traga, por exemplo, compaixão, equanimidade, bondade amorosa e vacuidade. Há aquelas ainda que utilizam de exercícios físicos e pranayamas (exercícios de respiração).

Para mim, toda prática que leve à interiorização, à elevação da consciência e da mente humana são corretas. Hoje, com a evolução do pensamento humano, conseguimos ser mais inclusivos do que limitados ao “certo” e ao “errado”. Me entristece ver, no meio espiritual, aqueles que atacam uma prática ou outra, esquecendo que esta mesma prática que está sendo criticada já ajudou inúmeras de almas e tem trazido paz e bem-aventurança a inúmeros de corações.

Por isso, digo a você, leitor, siga a prática que lhe faz bem, aquela que faz acalmar os pensamentos e sentimentos mundanos e o leva para o Divino. Eu trabalho com a meditação budista da tradição zen e tibetana e com Yoga indiano. Utilizo também a contemplação e visualização da Luz Divina, dos 7 Raios da Grande Fraternidade Branca, e posso dizer com grande convicção: amo todas as práticas.

A meditação zen é aquela que irá trazer sua mente para o aqui e o agora. Ajudará você a estar mais presente em tudo aquilo que estiver fazendo. Você estará inteiro em si mesmo e sentirá imenso prazer pelo simples fato de Ser. Desse estado, inúmeras virtudes irão surgir em sua mente e os pensamentos de sofrimento que ocorrem em uma mente agitada irão, gradualmente, se dissipar e deixar sua consciência, sempre que você se mantiver alerta.

A meditação budista tibetana também engloba a prática zen, ou dhyana, mas ela inclui a contemplação das virtudes. Através da leituras de textos que trazem à nossa mente uma determinada virtude, geramos um sentimento característico dela e, então, nos focamos em manter esse sentimento, incorporando a virtude em nós. O Lamrim é um belo exemplo de meditação contemplativa. Trata-se de um conjunto de práticas que formam a base do budismo kadampa e significa “as etapas do caminho”. A cada meditação, o praticante vai compreendendo verdades espirituais e abrindo sua consciência para o Bem.

O Yoga tem o intuito de harmonizar corpo e mente. Através de posturas físicas, o praticante pode alinhar seu coração, sua mente e seu corpo em um só foco. Essas posturas trabalham aspectos da psique humana e permitem a livre circulação de prana pelo corpo, o que impede o surgimento de doenças geradas pelo estancamento de energia vital em pontos do corpo. Yoga pode ser considerado uma meditação em movimento.

Luz é aquilo que nós somos. Fomos criados a partir da Luz e de Luz somos constituídos. É por causa do esquecimento desse fato que experimentamos limitações e distúrbios em nossas vidas. Por este motivo, devemos iluminar nosso interior com as puras vibrações das esferas iluminadas. Essas esferas são reinos de intensa Luz, onde seus habitantes vivem em estado de graça e manipulam a substância luminosa para criar e expandir o “Reino de Deus”. Esses habitantes são os Mestres Ascensionados, Budhas, Cristos, Anjos… A meditação com a Luz Divina, na forma dos 7 Raios conecta você com estes reinos e seres de Perfeição e Elevação. O simples contato com tais energias gera intensa felicidade e paz ao praticante.

Para finalizar este artigo e dar uma resposta mais clara à pergunta do título, eu gostaria de nomear a meditação não pela prática, mas por aquilo que ela RESULTA. Nenhuma prática que gere o bem e traga bem-estar a uma consciência pode ser considerada errada. Se alguém lhe disser isso sobre sua prática, defenda-a, pois se trata de uma pessoa querendo incutir dogma em você, e meditação é oposta ao dogma, ela é liberdade. Independente do que você faça, verifique o que ela produz e desperta em você. Se sua prática está produzindo bons sentimentos, maneiras mais leves e felizes de ver a realidade, se produz melhorias nas suas relações pessoais e familiares, em seu trabalho e em você mesmo, então significa que você está meditando. Naturalmente, você escolherá qual prática produz um efeito mais intenso em você, escolherá qual, ou quais, é mais compatível com você.

Desejo que você se aventure e se aprofunde nesse caminho tão feliz da meditação. Que você possa encontrar, no silêncio do seu coração, a tão desejada paz interior.

Autor: Luís Fernando Rostworowski / Sementes das Estrelas

Via: Sementes das Estrelas: O QUE É MEDITAÇÃO?


UMA JORNADA INTERIOR MOSTRA COMO MEDITAR…


MEDITAÇÃO PARA RELAXAMENTO PROFUNDO

Uma ótima solução, inclusive, para problemas de insônia:


VOCÊ É MUITO OCUPADO?

Com essa dica você precisará dispor de apenas 1 minuto para se acalmar:


 A CIÊNCIA CONSTATANDO SEUS EFEITOS…