A PERFEITA UNIDADE ESPIRITUAL DO ORIENTE E COM O OCIDENTE…

Ramatis

RAMATÍS – O MESTRE DA LUZ UNIVERSAL

Postado em Mythos Editora

Ramatís, ou Swami Rama-Tys, é uma presença polêmica no mundo espírita, com obras psicografadas que abrangem inúmeros aspectos das atividades espirituais. Os textos vão desde fatos da vida de Cristo à bomba atômica e se constituem em uma leitura que revela um caminho de luz acessível a todos.

– Alex Alprim –

Para conhecermos melhor a história de Ramatís, precisamos retroceder até o século 11, na região que viria a ser conhecida como Indochina, e que na época era dominada pelo império chinês. Do amor entre um hindu e uma chinesa, nasceu uma criança que iria se tornar um grande ser de luz. Tinha cabelos negros, pele cor de cobre e olhos castanho-escuros, iluminados.

Pouco se sabe de sua infância. Alguns parcos registros relatam que desde tenra idade ele possuía grande sabedoria, uma vez que já a carregava há várias encarnações. Ele iria estimular as almas a conhecer a “Verdade”.

A criança cresceu e se tornou um verdadeiro guru, ingressando em um dos muitos santuários iniciáticos da Índia. Entretanto, em encarnações anteriores, diz-se que ele já tinha sido o grande matemático e filósofo Pitágoras (cerca de 570 – 496 a.C.), bem como Filon de Alexandria (cerca de 30 a.C. – 40 d.C.), um filósofo judeu responsável pela famosa Biblioteca de Alexandria. Nesse mesmo período, ele desfrutou da companhia inesquecível do mestre Jesus Cristo. Encarnou igualmente como Koot-Humi, um dos mentores de Helena Petrovna Blavatsky (1831 – 1891), a fundadora da Sociedade Teosófica.

Em época ainda mais recuada, ele viveu na Atlântida, quando conheceu o espírito que seria conhecido como Alan Kardec, e com o qual se encontraria novamente em sua passagem pelo Egito, no templo do faraó Mernefta, filho de Ramsés; no Egito, Ramatís era então o sacerdote Amenófis.

Ao longo de suas encarnações, Ramatís sempre teve contato com os grandes sábios de cada era. Em sua vida na Grécia Antiga, no período em que ela estava em plena ebulição cultural, segundo informam algumas psicografias, ele já tinha conhecimento da imortalidade da alma, da purificação através de sucessivas reencarnações, e seus ensinamentos buscavam mostrar as nítidas vantagens de espiritualizar a vida. Ainda cultivava a música, a matemática e a astronomia. Nessa época, ele começou os estudos sobre o deslocamento dos astros e conclui que a Ordem Superior domina o Universo.

Em sua encarnação como Ramatís, ele se distinguiu como grande sábio, tendo feito parte da história da Índia no período da invasão dos arianos, por volta do século 4 a.C. Diz-se ainda que ele teria participado dos acontecimentos narrados no conto épico conhecido como Ramaiana.

Nessa ocasião, realizou seus estudos iniciáticos na China. Posteriormente, fundou um pequeno templo na Índia, sendo adepto da tradição de Rama. Desencarnou jovem, pois sua missão já havia sido cumprida.

Depois disso, no Plano Superior das Inteligências Espirituais, filiou-se definitivamente a um grupo de trabalhadores espirituais conhecido como Templários das Cadeias do Amor. Trata-se de um agrupamento nas colônias invisíveis do Além, que se dedica a trabalhos ligados à corrente oriental de pensamento.

O nome Ramatís (Rama – Tis), ou Swami Rama Tys, como era conhecido em sua época, é uma designação de sua hierarquia e dinastia espiritual. Rama é o nome que se dá à própria divindade, o Criador, cuja força criadora emana para as nossas vidas quando pronunciado corretamente; é um poderoso mantra que ativa os princípios masculino e feminino contidos no Universo. A saudação se torna plena, ativando a semente divina interior, quando se pronuncia Ramaatis.

Os Discípulos de Ramatís

O templo que ele fundou foi erguido por seus primeiros discípulos. Nesse local, ele ministrou e aplicou todos os conhecimentos adquiridos até aquela vida. Diz-se que as pedras usadas em sua construção receberam energias especiais, fruto da evolução de cada discípulo no caminho por ele delineado.

Muitos desses discípulos estão hoje encarnados em nosso mundo. Em sua última estada na esfera física, Ramatís teve setenta e dois discípulos, vindos das mais diversas linhas religiosas e espiritualistas do Egito, Índia, Grécia, China e até mesmo da Arábia; todos queriam ir além e unir-se à irmandade que Ramatís formara.

Após sua passagem, muitos deles não conseguiram se manter dentro do padrão iniciático original, e decaíram. Apenas dezessete conseguiram envergar a simbólica “Túnica Azul” (o domínio da Vontade) e atingir o último grau do ciclo iniciático em seus invólucros físicos.

Mas em seu trabalho espiritual, Ramatís teve contato com os outros discípulos e muitos, ao longo de suas vidas físicas, retornaram ao seio dos seus ensinamentos. Existem vinte e seis adeptos que estão no Espaço Espiritual (desencarnados), cooperando nos trabalhos da “Ordem da Cruz e do Triângulo”; outros se espalharam pela Terra. Sabe-se que dezoito reencarnaram no Brasil, seis nas Américas, e outros, na Europa e Ásia.

Dos dezoito que reencarnaram no Brasil, um deles, Atanagildo, já desencarnou e encarnou novamente, no estado de São Paulo. Outro desencarnado, o professor Hercílio Maes, é considerado um dos que mais contribuiu para a obra de Ramatís no Brasil, tendo publicado vários livros psicografados com mensagens do seu mestre. Outros são: Demétrius, chefe espiritual do GEID (Grupo Espírita Irmão Demétrius); e o dr. Atmos (hindu, guia espiritual e diretor-geral de todos os grupos ligados à Fraternidade da Cruz e do Triângulo), chefe espiritual da Sociedade Espírita Ramatís.

Os discípulos de Ramatís usam os conhecimentos adquiridos para ultrapassar as experiências físicas e sensoriais limitadas pela matéria, respeitando todas as linhas espirituais e compreendendo a necessidade que os homens têm de buscar a Verdade. Essa busca, segundo explicam, ativa o exercício de vôos mais amplos, que acabam por desvendar a verdade crística do mundo.

Diz-se que a Europa se encontra no final de sua grande missão civilizadora e, devido a esse desenlace cármico e espiritual, muitos dos discípulos reencarnados naquelas terras emigrarão para o Brasil. Segundo Ramatís, aqui reencarnarão os que vão anteceder a generosa humanidade do terceiro milênio.
O médium Hercílio Maes, embora fosse reservado quanto a esse assunto, escreveu extensa obra psicografada de Ramatís e, segundo conversas íntimas com pessoas próximas a ele, relatou que teria sido “adotado” por Ramatís quando de sua primeira encarnação expiatória, no Egito, no reinado de Akenaton (Amenófis IV, cerca de 1370 – 1352 a.C.), na qual exercia a modesta profissão de aguadeiro.
Em determinada ocasião, respingou água nas sandálias de uma dama da corte e, num julgamento sumário, foi condenado à morte. Ramatís intercedeu e o faraó ofertou-o a Ramatís. Colaborando com esse relato, em 2002, durante a revisão do livro Akhenaton, obra histórica psicografada pelo médium Roger Bottini Paranhos, constatou-se que Ramatís aparece ali como o sumo sacerdote do faraó, com o nome de Meri-Rá.

A Fraternidade da Cruz e do Triângulo

Na dimensão espiritual, Ramatís exerce uma forte atuação junto à Fraternidade da Cruz e do Triângulo e se empenha em divulgar os ensinamentos de Jesus Cristo. Paralelamente, ensina a atuar segundo a antiga tradição espiritualista do Oriente, estabelecendo assim um intercâmbio entre as correntes espiritualistas do Ocidente e do Oriente.

Segundo relatos de vários espiritualistas, no final do século 19, no Oriente, houve uma fusão entre duas importantes fraternidades. Tratava-se da Fraternidade da Cruz, que divulga os ensinamentos de Jesus, e a Fraternidade do Triângulo, ligada à tradição espiritual oriental. Após essa união, as duas fraternidades – consideradas Fraternidades Brancas – consolidaram uma série de práticas e trabalhos espirituais que resultaram na formação da Fraternidade da Cruz e do Triângulo.

Seus membros usam vestes brancas com cintos e emblemas de tonalidade azul-clara esverdeada. Sobre o peito, trazem suspensa uma corrente com um triângulo lilás luminoso, no qual se encontra uma cruz em forma de lírio, símbolo que exalta a obra de Jesus e da mística oriental. O que os mentores informam é que todos os discípulos da Fraternidade que se encontram reencarnados na Terra são profundamente devotados às duas correntes espiritualistas.

Em seu trabalho no plano espiritual, Ramatís supervisiona as tarefas ligadas aos discípulos na Metrópole Astral do Grande Coração. Segundo informações de seus psicógrafos, atualmente ele participa de um colegiado no Astral de Marte. Os discípulos dessa ordem cultuam os ensinamentos de Jesus, que foi o elo definitivo entre todos os instrutores terráqueos, assim como a sabedoria e o trabalho espiritual de Antúlio, de Hermes, de Buda, de Confúcio e de Lao-Tsé.

Esse é um dos motivos pelos quais os seguidores de Ramatís na Terra – embora profundamente devotados ao pensamento cristão – também têm profundo respeito pela espiritualidade do Oriente.

Ensinamentos e Mensagens

A temática ensinada e discutida nas obras de Ramatís é sempre apresentada a partir de um enfoque universalista, e também encontra paralelo nos temas abordados por André Luiz e outros espíritos do bem. Em suas psicografias,

Descrição de RamatÍs

A aparência de Ramatís, conforme geralmente é apresentada em pinturas e desenhos, deve-se às visões de vários médiuns que entram em contato com ele, recebendo suas mensagens. Ele é apresentado como um espírito que surge envolto em uma luminosidade intensa, com uma aura amarelo-clara com nuanças douradas, circundada por traços finos em azul celeste e carmim.

Seu traje é composto por uma capa que se estende até seus pés, além de uma túnica com mangas muito longas, ajustada por um cinto largo, esverdeado e tão luminoso quanto o restante de suas vestimentas. As calças são fechadas nos tornozelos. A textura das vestes lembra a da seda, imaculada e brilhante, como se fosse feita da pétala de um maravilhoso lírio translúcido. Os sapatos são de cetim azul esverdeado, amarrados por cordões dourados que se enlaçam atrás, acima do calcanhar, à moda dos antigos gregos.

A cabeça é coberta por um turbante com muitas pregas, tendo no meio uma cintilante esmeralda, ornamentada por vários cordões finos de várias cores, que lhes caem sobre os ombros.

Sobre o peito, ele carrega uma corrente,formada de pequenos elos, da qual pende um triângulo de suave luminosidade, emoldurando uma delicada cruz. Sua indumentária sugere a sua posição iniciática, mas sem deixá-la clara; parece uma mistura de culturas, desde o traje até os seus acessórios, parecem banhar-se tanto na cultura oriental quanto ocidental. Embora possa parecer exótico, diz-se que esse tipo de vestimenta era comum aos altos sacerdotes da antiga Atlântida. Ramatís acrescenta temas e mensagens que, geralmente, são abordados pelos chamados ocultistas, esclarecendo pontos obscuros das práticas espirituais.

Outro aspecto interessante no trabalho de Ramatís é o quanto suas revelações e profecias encontram semelhança com as de outros videntes, mencionados no livro Mensagens do Astral.

O ponto central das mensagens e do trabalho de Ramatís – que é seguido por diversas casas espíritas que recebem suas indicações espirituais – é a postura universalista e não-sectária, que permite absorver os conhecimentos espirituais das mais diversas linhas, convergindo dessa forma para uma união semelhante à que se dá no plano etérico entre as fraternidades da Cruz e do Triângulo, refazendo a máxima hermética de que o macrocosmo e o microcosmo estão correlacionados e se influenciam. Segundo relatos, numa conferência pública realizada em 1969, no Instituto de Cultura Espírita do Brasil, o médium Hercílio Maes disse que recebeu informações dos espíritos superiores referentes tanto à atuação de Emmanuel e Chico Xavier, quanto à de Ramatís e do próprio Hercílio Maes, assim como de outros integrantes de futuras equipes de trabalhos espiritualistas. A idéia é que cada qual teria sua função e atuação específica, no sentido de constituir um amplo movimento de unificação que resultaria na implantação, no futuro, de um só rebanho para um só pastor: Jesus Cristo.

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Para saber mais:

Sociedade Espírita Ramatis http://www.ramatisrio.com.br
Fone: (21) 2572-7926

Grupo Espírita Irmão Demétrius http://www.geid.hpg.ig.com.br
Fone: (21) 396-0374

Mensagens do Astral – Ramatís, psicografado por Hercílio Maes
Editora do Conhecimento
www.edconhecimento.com.br
Fone: (19) 3451-0143

Via: RAMATÍS – O MESTRE DA LUZ UNIVERSAL – Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas


Assista também ao vídeo:

A vida de Ramatis – A história de um grande Mestre Universalista

Publicado por: ISC Instituto de Sensibilização Consciencial  em 15 de abr de 2009

Via: A vida de Ramatis – A história de um grande Mestre Universalista – YouTube


 

NOSSA AMADA MARIA, MÃE DE TODOS NÓS…

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Mãe Maria – Chama Trina por Cláudio Gianfardoni

MÃE MARIA

Por: Summit Lighthouse do Brasil

Mãe Divina do Ocidente

Da mesma forma que Kuan Yin é reverenciada no Oriente, Mãe Maria é reverenciada como a Mãe Divina no Ocidente. Especialmente na tradição católica, Maria é considerada a mediadora divina. Ela abre a porta para nossa compreensão da encarnação da consciência crística. Como nutriu e cuidou do Cristo em seu filho Jesus, também pode nos ajudar a nos tornar a plenitude do nosso Cristo Pessoal. Assim como manteve o conceito imaculado por Ele, resolutamente ela o mantém por nós.

Podemos considerar Maria como uma verdadeira amiga e irmã mais velha na senda que pode nos guiar e abençoar. Mãe Maria pode ser uma presença tão real em nossas vidas, que podemos convidá-la para entrar em nossas casas, por assim dizer, tomar uma xícara de chá e conversar sobre os nossos problemas, sabendo que ela nos dará o benefício do seu imaculado coração. Podemos estabelecer um relacionamento pessoal com ela, como mãe, e confiar que sua graça e conselho seguramente nos guiarão, se estivermos dispostos a escutar e segui-los verdadeiramente. Algumas encarnações de Mãe Maria.

Nossa Senhora pertence ao Reino dos Anjos. Ela é a alma gêmea de Arcanjo Rafael do Quinto Raio. Maria foi selecionada por Alfa e Ômega para encarnar nos planos da matéria, a fim de dar à luz o Cristo, ou seja, o Verbo encarnado. Foram, portanto, Nossa Senhora e São José que estabeleceram o padrão arquetípico do Cristo para a Sexta Raça Raiz, isto, é para a Era de Peixes.

Ao manifestar dentro da sua alma a plenitude da presença de Deus, como Mãe, ela deu o exemplo da vitória da verdadeira Mulher e da Ascensão do princípio feminino na Era de Peixes. Ela presta serviço no Quinto Raio da Verdade, da concentração, da constância, da ciência, da cura e da precipitação.

Nos primeiros tempos da Atlântida, Maria serviu no Templo da Verdade, onde era uma sacerdotisa do Altíssimo, ali estudando as artes curativas e as leis que governam o fluxo da energia divina dos planos do Espírito para os planos da Matéria. Ela aprendeu que toda doença, degeneração e morte são causadas por impedimentos do fluxo de energia em algum ponto dos quatro corpos inferiores do ser humano, e que este bloqueio de energia resulta do abuso do Fogo Sagrado e do carma negativo. Tendo alcançado um estado de unidade com a Virgem Cósmica, Maria deixou na Atlântida um foco e uma Chama que poderá manifestar-se novamente em uma Era de Ouro, como um centro de cura.

No tempo do Profeta Samuel, Maria foi chamada pelo Senhor para ser a mulher de José e a mãe de seus oito filhos. No cumprimento da sua função de representante do Raio Materno, Maria deu à luz sete filhos, cada um deles representando um dos Sete Raios da Consciência Crística, enquanto o oitavo David representou o Oitavo Raio da Integração. David, o autor dos Salmos, foi uma das encarnações de Jesus Cristo.

Na sua encarnação final, Maria nasceu em Nazaré e foi educada no Templo em Jerusalém; seus pais, Ana e Joaquim, eram iniciados da Grande Fraternidade Branca e seguiam os ensinamentos da comunidade essênia, ensinamentos estes que lhes permitiram tornar-se como “cálices” aceitáveis para a encarnação da Consciência Virginal de Maria. Ana e Joaquim, assim, deram Maria à luz, porque anteriormente já haviam dedicado suas vidas ao cumprimento do Plano Divino. Um anjo do Senhor apareceu-lhes e anunciou o nascimento da Virgem, dizendo-lhes também que a filha daria à luz o Filho de Deus, o qual havia de provar perante as multidões da Judéia as Leis da Alquimia Divina e a possibilidade de o homem ou a mulher cristificados se tornarem Senhores sobre o pecado, a doença e a morte.

A Era de Aquário e a Ave Maria

Esta Era está destinada a ser uma era da expansão e elevação da Luz do Espírito Santo e da Mãe Divina nos indivíduos e na Terra. Podemos invocar a intercessão de Mãe Maria para acelerar esse processo, pela sua intercessão e patrocínio em cada um de nós. Ao adorarmos à Luz da Mãe que Mãe Maria personifica, começamos a absorver sua graça em nossos seres e a elevar a energia da Mãe Divina em nós, do chacra da base da espinha até a coroa.

Uma forma de elevação da Luz pela espinha é a recitação da Ave Maria, ditada por Mãe Maria à Elizabeth Clare Prophet. Podemos repetir a oração quantas vezes quisermos. Meditamos nas palavras, centrados em nosso coração e no coração da Mãe Maria, que nos ajudará a alcançar a plenitude da estatura do nosso Cristo Pessoal, como um filho ou filha de Deus, aqui e agora.

Ave Maria, cheia de graça,
O Senhor é convosco.
Bendita sois vós entre as mulheres,
E bendito é o Fruto do vosso ventre, Jesus.

Santa Maria, Mãe de Deus,
Rogai por nós, filhos e filhas de Deus,
Agora e na hora da nossa vitória
Sobre o pecado, a doença e a morte
.

Mãe Maria nos instruiu sobre um método especial de nos dirigir a ela e a Kuan Yin, Mãe Divina do Oriente.

“Estou convosco na Ave Maria. Podeis recitá-la alternadamente com o Om Mani Padme Hum, e Kuan Yin e eu teremos uma guirlanda púrpura e esmeralda, uma corda que se torna uma corda salva-vidas, que desce nos abismos astrais. Pegue a corda. Pegue a corda. Agarre a corda da Mãe Divina. Ascenda das profundezas para as Alturas. Isso pode ser feito!”

© 2012 Summit Lighthouse do Brasil


Clique aqui e ouça a Ave Maria

Ave Maria – Artista: Chet Atkins – Álbum: lmost Alone.

 

Fonte: Fraternidade dos Guardiães da Chama | MÃE MARIA

UM PODEROSO MANTRA PARA TODA A HUMANIDADE EM TODOS OS TEMPOS…

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A GRANDE INVOCAÇÃO

Do ponto de Luz na Mente de Deus

Que flua luz às mentes dos Homens,

Que a luz desça à Terra.

Do ponto de Amor no Coração de Deus

Que flua amor aos corações dos homens,

Que Cristo retorne à Terra.

Do centro onde a Vontade de Deus é conhecida,

Que o propósito guie as pequenas vontades dos homens,

Propósito que os Mestres conhecem e servem.

Do centro a que chamamos raça dos homens,

Que se realize o Plano de Amor e de Luz

E se feche a porta onde se encontra o mal.

Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam

O Plano Divino sobre a Terra,

Hoje e por toda a eternidade.

Amém.

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Muitas religiões acreditam num Mestre do Mundo ou Salvador, conhecendo-o sob diversos nomes como o Cristo, Lord Maitreya, Imam Mahdi, Bodhisattva e Messias e esses termos são usados em algumas das versões cristãs, hindus, budistas e judias da Grande Invocação.

Na “Grande Invocação”, o Cristo é invocado como Ele é conhecido pela Hierarquia. A Invocação não foi somente direcionada para membros de várias religiões, mas também para pessoas sem ligações com religião. O uso do nome Cristo, como aparece na Invocação não é uma limitação da compreensão espiritual, mas uma expansão.

A segunda guerra mundial teve um efeito profundo em todo o planeta, pois ao lado de um imenso sofrimento, ela também abriu completamente as consciências humanas como resultado da destruição das antigas e desgastadas instituições e formas de viver e de formas-pensamento cristalizadas que afetavam a humanidade. A agonia da guerra e o desespero de toda a família humana levou Cristo a dar ao mundo uma das orações mais antigas já conhecidas, cuja utilização não havia sido permitida exceto pelos Seres espirituais mais elevados. O próprio Cristo usou a mensagem pela primeira vez na Terra em junho de 1945.

Como resultado da colaboração de Alice Bailey e de um Mestre Tibetano da sabedoria, “sete palavras-forma” muito antigas foram traduzidas em frases “entendíveis e adequadas”, para o inglês.

A Grande Invocação é essencialmente um oração que sintetiza os mais elevados desejos, aspirações e apelos espirituais da própria alma da humanidade, e deve ser usada com esse propósito em mente.

A Grande Invocação é essencialmente o próprio mantra de Cristo e seu som abrangeu todo o mundo através de sua enunciação por Cristo e através de seu uso pela Hierarquia. Cada discípulo deveria fazer da sua divulgação bem como de seu uso diário um dever e uma obrigação, pois ela pode ser usada com profunda eficácia. A contribuição mais importante de todas é a preparação do caminho de Cristo para ensinar a humanidade a usar a grande Invocação, de modo que ela se torne uma prece mundial que focaliza o apelo invocativo da humanidade.

Quando se usa a palavra “homens” refere-se a todos os seres sentientes. A raça dos homens inclui todos os que são sensitivos para impressões de níveis tanto “acima” como “abaixo” do nível humano. À medida que a humanidade se acostuma a invocar a impressão da Hierarquia, as civilizações e culturas criadas pelo homem irão progressivamente aderir ao Pano Divino. Aqui novamente emerge outra razão para a importância do “centro a que chamamos a raça dos homens” e uma indicação da crise da humanidade, pois o homem está agora no ponto em que o intelecto está sendo tão fortemente despertado que nada pode impedir seu progresso no conhecimento, que poderia ser usado perigosamente ou aplicado egoisticamente se nada fosse feito para salvaguarda-lo. Os homens devem ser ensinados a responder a valores espirituais mais elevados ou o crescente estágio de integração de muitos milhões de seres humanos será simplesmente direcionado, mais efetivamente, para propósitos egoístas e materialistas.

A manifestação – mente, emoção e cérebro – deve corresponder a amor, sabedoria e propósito direto.

A Grande Invocação fornece, como resultado de seu uso correto, um fluxo espiritual diretamente no próprio coração da humanidade, provindo das fontes mais elevadas. Recebendo a Grande Invocação, com seu uso e divulgação, a humanidade está participando de um evento cósmico de tremenda importância.

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OUTROS IDIOMAS

INGLÊS, ALEMÃO, FRANCÊS, ESPANHOL, ITALIANO

ESPERANTO, HOLANDÊS, CATALÃO, AFRICANER, ROMENO

HÚNGARO, INDONÉSIO, DINAMARQUÊS, FINLANDÊS, TCHECO, GUARANI

 


Fontes:
http://www.thegreatinvocation.org.uk/
http://www.lucistrust.org/invocation/gitrans/translations.shtml

Texto e adaptação: CAMINHOS DE LUZ

Via: CAMINHOS DE LUZ | A GRANDE INVOCAÇÃO

O AMOR ENTRE CHAMAS GÊMEAS…

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Chamas Gêmeas

Por: Instituto Aura Mater

Cada um de nós tem uma Chama Gêmea. As Chamas Gêmeas foram criadas juntas, por Deus, como um só ser. Desceram do plano espiritual e, no atual ciclo evolutivo da humanidade, deveriam ter-se mantido unidas, ainda que em corpos separados, feminino e masculino. No entanto, separaram-se por causa do carma e a necessidade de transmutá-los fez com que ficassem distantes uma da outra. Apesar disso, o grande amor que as une faz com que sempre se busquem. A Chama Gêmea de cada pessoa é única; é a sua outra metade, seu complemento, o seu outro eu. Encontrar a Chama Gêmea é importante para que possamos manifestar a unidade na qual fomos criados.
A HISTÓRIA DAS CHAMAS GÊMEAS

Quando fomos criados, éramos um só ser e, na unidade inicial, manifestávamos as características às quais chamamos atualmente femininas e masculinas. Éramos uma grande esfera de luz, um único corpo de fogo branco, portador da essência e da individualidade divina. No processo de descida aos planos da matéria, aconteceu a polarização da esfera de luz, que passou a apresentar separadamente os aspectos femininos e masculinos, como num tai-chi celestial, no qual os dois lados opostos se completam. Na polarização, ambas as partes mantiveram o mesmo padrão de identidade e cada uma tornou-se uma “Presença Eu Sou”.

Cada Presença Eu Sou emanou um raio de sua luz e formou corpos, que passaram a evoluir nos planos da matéria. O plano divino era que as Chamas Gêmeas descessem à matéria tomando a forma masculina e feminina e expressassem o amor que as une, relacionando-se com harmonia e vivendo o êxtase do amor, durante toda a sua evolução. O plano divino para elas era, embora em corpos separados, permanecessem juntas, manifestando em Ômega a mesma unidade na qual foram criadas em Alfa. No entanto, ao longo do tempo, isso não aconteceu. As Chamas Gêmeas afastaram-se do ideal de felicidade, harmonia e perfeição. Fizeram escolhas que as levaram para longe uma da outra, adquiriram carma uma com a outra, com outras pessoas e também com outras expressões de vida. Isso fez com que se separassem. Cada uma precisou transmutar as energias que corrompeu.

À medida que transmutam seus carmas, vão se preparando para o retorno ao estado inicial de união. Quando as Chamas Gêmeas se encontram no plano físico, nem sempre isso representa o retorno à unidade permanente, mas seu reencontro é sempre sentido por elas como plenitude, como se aquilo que faltasse a uma fosse encontrado na outra. A grande atração que existe entre as polaridades opostas das Chamas Gêmeas cria um ímpeto de busca de uma pela outra para se completarem. O grande amor que as une fará com que, de encarnação em encarnação, procurem sempre se reencontrar e viver juntas, embora nem sempre isso realmente se realize no plano físico. Quando todo o aprendizado na matéria se completa, as Chamas Gêmeas retornam à unidade inicial, agora como resultado da mestria adquirida durante as várias passagens pela matéria. E são felizes para sempre…

ONDE ESTÁ NOSSA CHAMA GÊMEA?
  • Encarnada? Nesse caso, estará perto ou longe de nós? Formamos um par ou não? Nós nos conhecemos ou não?
  • Desencarnada? Em qual situação encontra-se? Estará com sua identidade divina preservada ou estará como uma alma sem rumo?
  • Ascensa?
OS TIPOS DE CASAMENTO, SEGUNDO OS ENSINAMENTOS DA GRANDE FRATERNIDADE BRANCA
  • Casamento cármico: entre pessoas que têm carma negativo uma com a outra. Estão unidas pelo carma. O objetivo desse tipo de casamento é a transmutação do carma que elas tem uma para com a outra.
  • Casamento de almas companheiras: entre pessoas que não são Chamas Gêmeas.  Estão unidas pelos laços de amizade, de amor fraterno, pelas semelhanças e afinidades ou pelo serviço que desejam prestar aos filhos e à humanidade. Geralmente são uniões estáveis.
  • Casamento entre Chamas Gêmeas: a união, na matéria, das Chamas Gêmeas. Essa união, na maioria das vezes não tem a aparência de um conto de fadas, porque as Chamas Gêmeas têm carma uma com a outra e estão juntas para se resolverem. No entanto há uma grande atração entre elas e, embora vivam muitas vezes um casamento com muitos conflitos, há entre elas uma força muito grande que as impulsiona a permanecer juntas.
  • Casamento alquímico: é um elevado estado de consciência no qual a alma (os quatro corpos inferiores) une-se ao espírito (os três corpos superiores).
O IDEAL A SER VIVIDO NO CASAMENTO PODE SER EXPRESSO NESTE TEXTO

“O homem e a mulher, sacerdote e sacerdotisa diante de Deus, unidos em profundo amor, conferem um ao outro o complemento de suas individualidades. Olhos nos olhos contemplam, em adoração mútua, a face de Alfa e Ômega espelhada no seu par. Esse amor verdadeiro gerará esferas de luz, círculos santificados de vida e amor, que se alargarão para incluir  a progênie, em seguida a comunidade e depois o mundo inteiro.”

COMO NOS UNIR ESPIRITUALMENTE COM A NOSSA CHAMA GÊMEA
Fazendo o Círculo da Unidade:

De pé, visualize a imagem do seu Eu Divino e, em especial, a Presença Eu Sou. Visualize um raio de amor unindo o seu coração ao coração de sua Presença Eu Sou. Mergulhe a mão direita no fogo espiritual da câmara secreta do coração e trace com ele um círculo de união em torno de você e de sua Chama Gêmea. Visualize esse círculo de união com 4 metros de diâmetro, como um aro de fogo sagrado que repelirá tudo o que se oponha à união de vocês. Visualize você e sua Chama Gêmea como focos de energias espirituais com polaridade positiva e negativa, as duas metades da figura do tai-chi girando. Consagre o amor que os une a Deus.

Mantendo o contato interno

Na realidade, o contato entre as Chamas Gêmeas existe, mesmo quando elas não se conhecem na matéria. O que acontece com uma delas influencia a outra. Há um circuito constante ligando uma à outra. Mesmo quando estão em níveis evolutivos diferentes ou não se conhecem, podem manter o contato interno. Esse contato amplia a luz uma da outra, pois cada Chama Gêmea precisa daquela que a completa. O contato interno pode ser feito por meio da oração, da visualização, do sentimento, da invocação e da simples lembrança de que ela existe. Neste site há algumas orações que mencionam as Chamas Gêmeas. Veja aqui.

EXEMPLOS DE CHAMAS GÊMEAS NA LITERATURA E NA HISTÓRIA

Dante e Beatriz
Elza e Lohengrin
Romeu e Julieta
Tristão e Isolda
Jeannette MacDonald e Nelson Eddy
Hiawata e Minnehaha
Lancelot e Guinevere

EXEMPLOS DE CHAMAS GÊMEAS ASCENSAS

Jesus e Magda
Sanat Kumara e Vênus
Saint Germain e Pórcia
Paulo Veneziano e Ruth Hawkins
Maha Chohan e Pallas Athena
Mark e Elizabeth Prophet
Godfre e Lotus

CHAMAS GÊMEAS NOS OUTROS REINOS DA CRIAÇÃO

As Chamas Gêmeas têm a sua expressão também nos outros reinos da criação divina. Os Elohim apresentam a polaridade masculina e feminina, como Hércules e Amazônia, Arcthurus e Vitória, Apollo e Lumina. Entre os hierarcas dos elementos, temos Virgo e Pelleur, Áries e Thor, Netuno e Luara, Oromasis e Diana. No reino angélico, temos os Arcanjos e as Arqueias: Arcanjo Miguel e Arqueia Fé, Arcanjo Samuel e Arqueia Caridade, Arcanjo Gabriel e Arqueia Esperança.

Veja mais em: Instituto Aura Mater – Chamas Gêmeas

Sobre a Grande Fraternidade Branca…

Os Mestres dos Sete Raios

Os Mestres dos Sete Raios

O sentido da Grande Fraternidade Branca e seu significado

Mestre KuthumiMestre Kuthumi

Mensagem canalizada por: Thiago Strapasson

Queridos Irmãos,

Viemos lhes trazer breves palavras sobre o sentido da Grande Fraternidade Branca e seu significado.

A Fraternidade é, antes de tudo, uma unificação de irmãos em um propósito comum, uma Unidade de Luz, uma Irmandade de comunhão em Amor incondicional a todos.

A Humanidade aprendeu a observar a Fraternidade a partir de um conjunto de cargos, hierarquias, seres que, sob um ponto de vista humano, seriam uns mais importantes que outros em razão do cargo que ocupam. Mas não é assim, Meus Nobres!

A Fraternidade é, antes de tudo, uma comunhão fraterna de seres unificados à Fonte de Luz Deus-Pai-Mãe. Seu sentido é a Irmandade à Serviço da Luz, para a difusão do Amor, da Comunhão, da Compaixão e do Carinho e entendimento recíproco.

Todo ser que se vincula à Grande Fraternidade Branca, primeiro, aprendeu o sentido da amizade, do respeito às diferenças, da Irmandade; segundo, que são seres em Unidade à Fonte Deus-Pai-Mãe, que trabalham em comunhão à Força, à Sabedoria e ao Amor dispensado pela Energia Cósmica da Criação.

A apresentação da Fraternidade, segundo um aglomerado de cargos, foi uma forma que tínhamos, na época, de lhes transmitir o trabalho que ali é realizado: a função dos raios e das casas dispensadoras. Foi, também, uma maneira de humanizarmos a Fraternidade para sua apresentação inicial, para que pudessem compreender sua estrutura de funcionamento.

Num primeiro momento, tiveram contato com essa estrutura fria e hierarquizada. Não que estivesse errado, mas é o melhor que podia ser feito diante da densidade energética existente na época.

A Fraternidade é muito mais que um conjunto de cargos e funções distribuídas entre os Mestres e as casas dispensadoras. Ela é uma comunhão de Irmãos, unidos pelo Amor mais puro da Fonte, e pelo propósito de irradiar a Luz da Fonte à Humanidade.

Todos aqueles que compõem a Grande Fraternidade compreenderam o sentido do Amor, da Fraternidade e, então, em estado de comunhão e entrega absoluta, permitem que cada Irmão irradie a autenticidade de seu Coração ao melhor desenvolvimento do propósito comum. Não há hierarquia, não há líderes, há apenas uma permissão que faz com que o Todo trabalhe na perfeição da irradiação da Fonte Divina.

Os cargos que lhes transmitimos são naturais. Não há um manual, um regimento, não há competição por quem ocupará o cargo, por aquele que é mais capaz. Todos estão em um estado de humildade que os coloca, simplesmente, à Serviço da Luz e de seu próprio Coração.

Sem essa compreensão, vocês jamais entenderão uma Fraternidade de Mestres, de Irmãos fraternos que se conectam à Sabedoria da Fonte e, assim, são capazes de exercer o melhor ao Todo.

Aqueles, portanto, que são chamados a compor a Fraternidade e a se pôr a serviço são aqueles que compreendem o sentido da Irmandade, do Amor, da Aceitação das diferenças e que já é maduro para entender que é da diferença que se faz o Todo. Pois esse é o sentido da Grande Fraternidade Branca.

Meus Irmãos, cada de um de vocês só chegará à Fraternidade ao se abrir de coração à Paz, ao Amor, à Fé, a Devoção e à Sabedoria da Fonte. Ao entrar em um estado de confiança, seremos capazes de ver a verdade de seu coração e, então, você estará se tornando um membro, um amigo, um irmão de nossa Fraternidade.

A porta até nós está em seu Coração, em sua permissão à unificação a Fonte, na compreensão das diferenças, na amizade para com todos, quando as pessoas deixarem de te incomodar pela atitude delas. Então, você será um membro da Grande Fraternidade Branca, pois estará a caminho do reencontro do Amor da Fonte.

Eu vos abençoo, Meus Irmãos, porque sou Kuthumi, um Irmão que, com muita honra, vem lhes explicar o sentido da Grande Fraternidade Branca.

Que estejam sob as bênçãos de Deus-Pai-Mãe.

Mestre Kuthumi


Canal: Thiago Strapasson – 26/06/2016

Colaboradoras: Angelica T. Tosta e Solange Yabushita

Fonte: CORAÇÃO AVATAR

 

Via: O sentido da Grande Fraternidade Branca e seu significado – Mestre Kuthumi » CORAÇÃO AVATAR

A MAESTRIA NA VISÃO DE UM MESTRE…

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Sobre a Maestria

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Mestre Confúcio

Canalizado por Thiago Strapasson

Amados mestres!

Que retomem sua maestria nesses tempos que se aproximam.

Mas antes, qual o significado da palavra “Mestre”? O que faz um mestre? Eis aí uma ótima pergunta.

Um mestre é um ser humano que já transcendeu as expectativas materiais da vida. Ele já não mais se preocupa com os aspectos de sobrevivência, do medo da perda, já não possui mais a ilusão de que toda a vida se circunscreve ao que podem ver ou sentir, muito menos ao ter. Ele reconhece a energia do fluxo que garante aos filhos tudo que necessitam e, então, passa a ser.

Um mestre é um ser amoroso, o qual se reconhece pelos gestos suaves, pela voz agradável, pelo bom humor, pela gentileza constante, alguém que se quer estar perto. Porque o mestre não te exige nada. Ele confia, ele sabe, ele irradia o amor. Sua energia contamina aqueles à sua volta porque ele é autêntico.

Autenticidade, outra característica da maestria que sempre está ao lado do equilíbrio. Ele possui sua convicção, mas a manifesta com respeito, sem se expor, nem aos seus irmãos, porque sempre há equilíbrio e amor em suas ponderações.

Um mestre confia. Então, diante dos obstáculos, ele se afasta e aguarda a solução. Ele sabe que aquele incidente está ali para seu crescimento, então não faz parte de seu ser. Ele se mantém isolado em seu ser, protegido, porque confia no Pai e na providência divina. A solução virá, o que lhe permite agir no tempo apropriado, sem desapontamento anterior.

Um mestre jamais impõe sua vontade. Seus irmãos o acompanham, se sentirem ressonância com sua energia. Ele permite. Permite que todos aqueles sejam, assim como ele é. Há respeito, porque até nas manifestações mais escuras de seus irmãos, ele vê uma oportunidade de aprendizado ou de irradiar sua luz. Isso faz um mestre.

O mestre é sábio. Conhece a natureza humana. Sabe que, como filho da criação, movimenta energias com seus pensamentos e sentimentos. Tem conhecimento das energias, assim controla sua realidade porque conhece as leis invisíveis universais.

Mas há equilíbrio, porém, não fraqueza. Sua convicção é inabalável. Ele reconhece sua maestria, então ouve seu coração. Ele é indomável ao escutar sua verdade interior. Há convicção interior.

O mestre é feliz, porque seu coração é seu guia. E aí não há infelicidade.

O mestre reconhece as forças que atuam ao seu redor, mas se mantém em equilíbrio, ainda que elas estejam em direções opostas e sejam muitas. Ele se centrará no coração, que é seu guia.

Nada fácil ser um mestre? Não, eu lhes digo. São mestres por natureza, desde que permitam que sua alma prevaleça. Deixam a maestria quando a mente, na tentativa de proteção, os controla. A mente não compreende o coração, mas o mestre sabe mantê-la junto ao seu ser.

Por isso, mestres, dizemos: retomem sua maestria. São mestres por natureza, porque a maestria está ao seu alcance. É sua natureza. Basta que ouçam o coração, que sejam gentis, amorosos, convictos, sábios, que permitam e aceitem! Que confiem! Basta que se permitam ser em essência, porque são isso tudo e muito mais.

Para isso, devem se treinar. E vocês têm a maior oportunidade já concedida por toda criação para desenvolverem-se em sua maestria: a vida física desse agora nesse planeta. É a maior oportunidade de todas e muitos gostariam de a experimentar. Sejam gratos.

Aliás, outro atributo da maestria, a gratidão. O mestre agradece porque aceita e confia. Então ele é grato, reconhecendo-se como criador de sua realidade. Sim, porque se ele sabe que movimentou as energias da vida, entende-se responsável por sua vida. Então aceita, em gratidão, a experiência que criou.

Um mestre sabe que é apoiado, então está sempre aberto a aceitar. Ele entende que o dar e o receber devem se equilibrar. Então é benevolente, mas está sempre aberto à ajuda. Isso também é confiança.

O mestre é. Não prova, não induz e não controla. Ele se mantém ao seu centro e observa a vida. Deixa o rio correr e o observa com curiosidade, buscando novas lições, procurando se conhecer.

Um mestre se conhece, ou ao menos se enfrenta, se testa, se busca. E, ao assim fazer, cai também, mas não se culpa porque de suas quedas retira grandes aprendizados. Essa é a grande alegria de sua vida, mestres!

Sua vida é divertida, porque ele a vê como uma experiência enriquecedora de busca, de autoconhecimento. A vida é interessante, porque ele se busca e se diverte com isso. Aceita-se, ainda que se depare com sua escuridão. Ele a vê e ri, dizendo: esse também sou eu. Venha até aqui, meu querido.

Um mestre é e pode afirmar: Eu sou o que eu sou.

Eu vos agradeço, mestres! Reconheço-os assim porque assim são vocês, em essência.

Eu sou Confúcio, guardião da sabedoria divina e os amo profundamente, mestres.

Mestre Confúcio.

Canal: Thiago Strapasson –  10.01.2016

 


 

Via: Sobre a Maestria – Mestre Confúcio » CORAÇÃO AVATAR