APRENDENDO UM POUCO MAIS SOBRE A MISSÃO DOS TRABALHADORES DA LUZ – PARTE 4 (FINAL)…

Ser de Luz

TRABALHADORES DA LUZ – PARTE 4 (FINAL): O SEU SER DE LUZ

Jeshua

Jeshua

Canalizado por: Pamela Kribb

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Nos capítulos anteriores da Série Trabalhadores da Luz (Capítulos anteriores no final desta mensagem), nós fizemos um relato, mais ou menos cronológico, sobre a história e o desenvolvimento interior das almas dos Trabalhadores da Luz. Essa história pode lhes dar a impressão de que vocês se desenvolvem no tempo, do ponto A para o ponto B, da escuridão para a luz, da ignorância para a sabedoria. E, de uma certa forma, esse é o caso.

Mas, neste último capítulo, nós queremos dirigir a sua atenção para uma perspectiva diferente, uma forma diferente de olhar para si mesmos. Uma perspectiva que os eleve para fora do tempo, para fora de uma história particular, e os faça conhecer sua existência atemporal, ou seja, a sua multidimensionalidade.

Existe uma parte de vocês que é totalmente independente de espaço e tempo. Esta parte é livre para entrar, a qualquer momento, em qualquer dimensão ou área de experiência que ela deseje. Ela é livre para escolher entre escuridão e luz em qualquer momento.

Da sua perspectiva terrena, vocês caminham do ponto A para o ponto B de um modo linear. Por exemplo, vocês atravessam os quatro estágios de desenvolvimento que nós discutimos, passo a passo. No entanto, de uma perspectiva atemporal, multidimensional, o seu eu verdadeiro não está se desenvolvendo no tempo, ele é aquele que está experienciando o desenvolvimento. O seu eu verdadeiro não precisa se desenvolver. Ele admite essa experiência por sua própria livre escolha. Esta escolha é motivada por um conhecimento profundo do enorme valor de se experienciar a dualidade.

Da perspectiva do seu Ser espiritual e atemporal, vocês são livres, a qualquer momento, para experienciar qualquer ponto da linha entre A e B e Z. Vocês podem ativar qualquer realidade de consciência para si mesmos, a qualquer momento, pois a ideia de que vocês estão presos dentro de um certo estágio de desenvolvimento é, em última análise, apenas uma ilusão.

A razão pela qual queremos dirigir a sua atenção para esta perspectiva, é que ela pode ajudá-los a transpor as barreiras internas. Pode ajudá-los a penetrar através daquele véu de ilusão e entrar em contato direto com seu próprio Ser de Luz: a energia do anjo que você verdadeiramente é.

Para que vocês compreendam esta perspectiva como um ponto de vista real, a partir do qual vocês podem olhar para si mesmos, nós precisamos discorrer um pouco sobre a noção de tempo.

TEMPO

No nível mais elevado da unidade, não existe tempo. Este é o nível do Espírito, Deus, existência pura (vejam o capítulo anterior). Neste nível, não existe nenhum desenvolvimento, nenhum “tornar-se”, mas apenas “ser”. No nível mais baixo da unidade, onde a separação é experimentada mais fortemente, emprega-se uma noção de tempo falsa, linear. Com “falsa” quero dizer uma noção científica, abstrata de tempo, completamente destituída de subjetividade e conteúdo percebido. Neste sentido, o tempo é uma estrutura objetiva fora de vocês. O tempo é algo colocado sobre as suas experiências como uma moldura externa.

Um “curriculum vitae”, por exemplo, que vocês enviam quando estão procurando emprego, geralmente consiste dessa descrição objetiva e linear de fatos. Neste ano eu fiz isto, naquele ano eu me formei em tal escola, etc. Vocês enfatizam o lado externo, visível, das coisas. O lado interno das coisas – a motivação, o significado, a subjetividade – é deixado de fora.

Nos níveis energéticos entre a unidade e a separação, o tempo é uma realidade que “flutua” com as suas experiências. O tempo é uma ideia experimental: uma forma de esculpir a experiência. Nesses níveis, existe tempo, mas ele não é uma coisa independente ou externa às suas experiências.

Por exemplo, nos planos astrais, onde vocês viajam durante o sono e também depois que morrem, não existe “tempo de relógio”. O tempo do relógio é a tentativa máxima de desconectar o tempo da subjetividade, isto é, de vocês e das suas experiências. É uma grande ilusão. Nos planos astrais, o tempo é o ritmo das suas experiências. Às vezes vocês descansam, agora vocês encontram alguém, depois vocês estudam para si mesmos, etc. Quando um estágio termina e um outro começa não é determinado pelo tempo do relógio – algo externo – mas pelo seu fluxo interno de sentimentos, por aquilo que parece natural para vocês.

Este sentido natural do tempo ou ritmo também pode fazer parte da vida na Terra. A subjetividade do tempo, isto é, o fato de que o tempo pode ser experimentado de formas diferentes em várias circunstâncias, é familiar a todos vocês. Vocês dizem que “o tempo voa” quando vocês estão se divertindo, enquanto o tempo parece ficar parado quando estão na sala de espera do dentista, ou numa fila no supermercado.

Agora, o cético dentro de vocês poderá dizer: o tempo é percebido como vagaroso, quando as circunstâncias experimentadas são negativas, enquanto o tempo parece ir mais rápido quando as circunstâncias são positivas. Mas, o tempo em si é sempre o mesmo, tiquetaqueando da mesma forma rígida, independente de como vivenciamos as coisas.

Esta é a noção de tempo de “estrutura objetiva”, também chamada noção linear de tempo. Ela se origina de uma abordagem racionalista, científica do tempo.

Mas, imaginem que não existissem relógios, nem noite e dia, nem quaisquer influências naturais como o sol, a lua e as marés, com as quais se pudesse medir o tempo. Então, vocês só poderiam confiar no seu sentido subjetivo de tempo. Sua medida objetiva de tempo – o relógio – não se baseia realmente em alguma coisa externa; ela é o produto da mente humana que deseja dividir e classificar. A mente humana extraiu certos tipos de coisas do fenômeno natural da Terra. Mas “o tempo em si”, independente do fator humano, não existe. É uma ilusão, que é o produto de um tipo de consciência que está presa na crença da separação.

O tempo é essencialmente subjetivo. O tempo é uma forma de moldar a experiência de tal forma que vocês possam compreendê-la. Por exemplo, às vezes vocês dizem de alguém: “Ele é uma alma velha”. Vocês realmente estão pensando no número de anos ou de vidas dessa pessoa, quando se referem à velhice da sua alma? Ou estão querendo dizer que ela expressa certas qualidades, como sabedoria, equilíbrio, serenidade, mais do que uma certa quantidade de tempo? A referência ao tempo, na expressão “alma velha”, é realmente uma referência à experiência.

O tempo, no sentido completo da palavra, é a “dinâmica do vir a ser” no nível interno. Pode ser um conceito útil, enquanto os ajude a articular o ritmo ou fluxo natural das coisas. Mas, quando concebido como uma coisa objetiva, pairando sobre vocês, ele tende a limitá-los e a distrai-los. Vocês não estão limitados a uma determinada linha de tempo. Vocês não são um ser linear. Existem níveis do seu ser que estão fora da estrutura do tempo que vocês estão vivenciando no presente. É para este aspecto de vocês, isto é, para a sua multidimensionalidade, que nós queremos dirigir a sua atenção agora.

MULTIDIMENSIONALIDADE

De acordo com a noção linear de tempo, você não pode estar presente em mais de um lugar ao mesmo tempo. Por “você”, o conceito linear quer dizer o seu corpo, seu cérebro e sua consciência, que, de alguma forma, está presa ao seu corpo/cérebro (a ciência ainda não consegue explicar exatamente como o corpo e a consciência estão “amarrados”, mas ela afirma – geralmente – que a consciência não pode existir sem um corpo físico).

De acordo com o conceito “completo”, subjetivo, de tempo, você está presente onde quer que a sua consciência resida. Onde você está, no tempo e no espaço, é determinado pelo foco da sua consciência e não pela localização do seu corpo.

Por exemplo: você está na estação, esperando que o seu trem chegue. Como ainda vai demorar algum tempo, você se senta e fica ali fitando o nada e, sem perceber, você entra num estado ligeiramente alterado de consciência. Você está pensando em alguém com quem você esteve conversando ontem. Você se lembra claramente de toda a conversa e de como você foi afetado por ela. Você revive alguns aspectos da conversa, trazendo-a do seu passado para o seu momento do Agora. O que realmente está acontecendo aqui, é que você está viajando para o passado e visitando as energias daquele momento outra vez. Suas energias do Agora interagem com as energias do Passado, possivelmente criando alterações na sua experiência daquele momento e, assim, alterando o passado.

Por “alterar o passado”, nós não queremos dizer que você altera alguns aspectos físicos, mas que você os cobre com uma interpretação ou perspectiva diferente. Entretanto, ao alterar o conteúdo percebido de um certo acontecimento passado, você está, num certo sentido, alterando o acontecimento para você.

Apenas pense neste exemplo.

Você teve uma conversa com alguém, que ficou muito ofendido por causa de um comentário seu, que realmente não tinha nenhuma intenção de ser uma crítica. Essa pessoa, com quem você estava falando, começou a destratar você e logo foi embora. Você, por sua vez, acabou ficando ofendido, sentindo-se mal compreendido, zangado e chocado ao mesmo tempo. Depois que você chegou em casa, ainda se sentiu aborrecido por algum tempo, mas depois deixou essa questão de lado e teve uma boa noite de sono. No dia seguinte, na estação, você teve que esperar o trem e então, subitamente, lembrou-se daquela conversa esquisita, onde as coisas acabaram mal de uma forma tão surpreendente. Agora você olha para isso de uma perspectiva diferente e, de repente, você percebe porque o homem se sentiu tão ofendido com o seu comentário. Você se lembra de alguns fatos do passado dele, que você tinha simplesmente esquecido antes de ter aquela conversa. Agora você pode ver a reação emocional dele sob uma luz completamente diferente, principalmente como não tendo nada a ver com você. Não era você que estava causando a dor; você apenas trouxe à tona uma antiga ferida de dentro dele. Esta perspectiva ativa uma resposta emocional diferente dentro de você. Você sente um certo alívio interno e, sim… perdão. “Ah, agora eu entendo… pobre sujeito.”

Nesse momento, você está recriando o passado. Você está cobrindo-o com uma interpretação diferente dos fatos, que substitui a sua reação inicial. Para ser claro, isto não significa que a reação inicial não aconteceu, mas que as energias de raiva, choque e desentendimento foram transformadas em compreensão e perdão. Aconteceu uma “alquimia espiritual” através da interação entre o passado e o presente.

Na verdade, os fatos físicos não são tão importantes. É o conteúdo percebido de uma situação, a sua reação energética a ela, que realmente molda a sua vida e a sua realidade. Portanto, podemos dizer corretamente que você pode alterar o seu passado, viajando através do tempo até as energias do passado que ainda precisam de uma resolução.

Enquanto você está na estação, conduzindo a sua viagem através do tempo, existe alguma camada da sua consciência que ainda está presente no seu corpo. Você pode perceber, “no fundo da sua mente”, que suas mãos estão ficando frias ou que algumas crianças estão falando alto atrás de você. A consciência é capaz de se dividir. Ela pode estar em lugares diferentes ao mesmo tempo, o que quer dizer que a consciência pode residir em diferentes realidades energéticas ao mesmo tempo.

Este é o significado da multidimensionalidade. Sua consciência não é limitada ao espaço e ao tempo. Embora vocês tenham um acordo básico, durante seu tempo de vida na Terra, de que alguma parte da sua consciência esteja sempre conectada com seu corpo terreno, isso não quer dizer que ela seja limitada a um ponto específico no tempo. Vocês não são limitados pelo passado nem pelo futuro, pois eles não são fixos. Eles são campos líquidos de experiência. Eles são mutáveis e vocês podem interagir com eles a partir do Agora.

A sua consciência é multidimensional, mesmo quando vocês pensam que estão presos dentro do seu corpo físico. Vocês conhecem a expressão “Ela está presa no passado”? Uma pessoa não pode se desapegar do passado e sua consciência está preenchida por experiências e emoções passadas, tais como arrependimento, remorsos ou simplesmente tristeza. Essa pessoa “não está aqui”. Ela está literalmente no passado. Como no exemplo acima, ela está interagindo com o passado a partir do momento presente, mas não de uma forma liberativa, alquímica. Seu corpo está presente no aqui e agora, mas ela está presa no passado. Para ela, o tempo se mantém parado, enquanto o relógio está tiquetaqueando e medindo as semanas e meses que vão passando. Isto é porque ela não se move experimentalmente. Ela não flui com os processos naturais da vida e da experiência. Este é um exemplo de multidimensionalidade. Mesmo quando vocês se limitam a um foco tão estreito de consciência, vocês estão sendo multidimensionais. Com isso eu quero dizer que multidimensional não é algo que vocês se tornam, mas algo que vocês são. Faz parte da sua natureza, faz parte do seu estado natural de ser.

A verdadeira questão é: como vocês podem ser multidimensionais de uma forma liberativa e transformadora? Como vocês podem empregar a sua multidimensionalidade de tal modo que possam movimentar-se livremente através das dimensões, sem perderem contato com o seu espírito divino? Sendo multidimensionais a partir de um lugar de sabedoria e consciência: este é o seu destino espiritual. O seu destino é tornarem-se criadores multidimensionais totalmente conscientes

Ser conscientemente multidimensional significa liberar a ilusão do tempo linear, o que também significa liberar a ideia de que vocês são (nada mais do que) os seus corpos.

Ser conscientemente multidimensional é identificar-se com o espírito (Deus) presente dentro de vocês, e que é absolutamente livre para penetrar qualquer reino de experiência (= dimensão) que ele escolher.

Ser conscientemente multidimensional é uma parte essencial da realidade da Nova Terra.

A razão pela qual vocês lutam com o conceito de multidimensionalidade, é que vocês pensam em “estar em dois lugares ao mesmo tempo” de uma forma física. O seu corpo físico não pode estar em dois lugares físicos ao mesmo tempo, no entanto, as dimensões não são lugares físicos, não são “pedaços de matéria”, por assim dizer. As dimensões são reinos de consciência, esferas de consciência que vivem de acordo com certas leis (energéticas).

Sua consciência pode participar de diferentes dimensões ao mesmo tempo. Isto acontece AGORA. Existem realidades do passado, do futuro, dos planos astrais, de vidas passadas, do anjo dentro de vocês, e inclusive outras, que se interceptam e se encontram dentro de vocês, aqui mesmo e neste instante. Vocês SÃO multidimensionais agora. Mas o são de uma forma consciente? Vocês permitem que as dimensões fluam para dentro e para fora de vocês? Vocês aceitam as energias que elas lhes trazem e podem reconhecê-las como sendo suas?

Vocês interagem, o tempo todo, com outras dimensões das quais fazem parte, mas quando fazem isso de uma forma consciente e acolhedora, vocês realmente transformam essas realidades dimensionais. Ao abraçarem energias presas ou reprimidas daquelas dimensões, trazendo-as para a Luz da sua consciência, vocês liberam e integram partes do seu Ser e modificam o seu presente.

Muitos reinos de consciência se encontram dentro de vocês e vocês são essencialmente os Mestres que escolhem vivenciar qualquer um deles. Vocês são livres para viajar através de qualquer um deles, rápido ou devagar, longe ou perto. Enquanto se identificam com o Espírito dentro de si mesmos, vocês se mantêm conscientes de que são livres.

Mas quando vocês ficam presos em pensamentos limitadores, como “isto não é possível”, “isto não é permitido”, “isto não vai dar certo”, etc, vocês submergem na ilusão da separação. Vocês são pegos pela ilusão do tempo linear, a ilusão de que vocês são um corpo, a ilusão de que vocês são separados de Deus. Desta forma, a alma fica temporariamente “presa” a certos reinos de experiência. Ela se esquece das suas verdadeiras origens, da sua divindade e da sua liberdade.

“Ser pego” ou “ficar preso” também é chamado de carma.

“Desprender-se” ou soltar-se geralmente se processa através de uma série de passos ou estágios que vocês chamam de “crescimento interior”. Do ponto de vista humano (linear), vocês estão “liberando o carma” e lentamente transformando a si mesmos segundo os quatro estágios de desenvolvimento interior que descrevemos na série Trabalhadores da Luz. Entretanto, do ponto de vista do Espírito, vocês estão simplesmente saltando de volta para o seu estado natural de percepção divina. Deste ponto de vista, liberar o carma nada mais é do que lembrar-se da sua própria divindade.

O SEU SER DE LUZ

Muitas dimensões, muitos reinos de consciência se encontram dentro de vocês. E vocês realmente são os mestres, os criadores de todo o campo de dimensões. Vocês são uma estrela com muitos raios, uma consciência de alma com muitas manifestações. Vocês são livres para ativar qualquer realidade que escolham. Se abandonarem a ideia de tempo linear ou cronologia, vocês se permitirão acreditar que o passado ou o futuro não determinam vocês. Então poderão se sentir no centro de um campo vibrante de dimensões, todas emanando de uma fonte divina, atemporal: VOCÊS.

Imaginem-se no centro de todas estas realidades, no centro de todas estas possibilidades e, em seguida, escolham uma que traga a maior Luz para vocês.

Escolham o raio mais brilhante, mais amoroso do campo e, então, por um momento, vão para dentro dele e sintam como é SER esse raio.

Este é o seu Ser de Luz.

Esta é a parte de vocês que mais se parece com Deus.

Tradicionalmente, os seres mais próximos de Deus são chamados arcanjos.

E isso é o que vocês são, nesta dimensão, exatamente agora.

Vocês realmente são arcanjos.

Os arcanjos são seres que estão muito perto da Fonte/Espírito/Deus, mas não são completamente uno com Ele. Estão um passo para fora da consciência absoluta, isto é, dos Seres puros sem diferenciação, identidade ou individualidade.

Os arcanjos têm um tipo de individualidade. Existe singularidade em todos eles. Pode-se dizer que um arcanjo tem certas características. Não se pode dizer isto de Deus ou da Fonte. Deus é Tudo e Nada. Por isto, os arcanjos entraram “no reino da separação”, o reino de Eu versus o Outro. Eles fazem parte da dualidade, embora ligeiramente.

Um arcanjo é um aspecto de Deus que se manifestou como um Ser específico, uma Forma específica. O filósofo grego Platão chamou isto de “uma Ideia”, o que – nos nossos termos – é  uma realidade energética básica ou “arquetípica” que transcende o mundo físico. Nesse sentido, os arcanjos são Ideias platônicas. Existe um arcanjo (Ideia) do Amor, da Verdade, da Bondade, etc., cada um personificando a energia de um aspecto específico de Deus. Os arcanjos não são tanto pessoas, mas campos de energia com uma propriedade característica.

Por que o Espírito ou Deus exteriorizou aspectos de Si mesmo deste modo?

Ele fez isso pela alegria da criatividade. As energias de arcanjo são uma expressão da inesgotável alegria criativa de Deus.

Os arcanjos não estão fora de Deus. Nada está fora de Deus. Deus está em tudo. Deus está presente em todas as energias criadas como o “aspecto Espiritual”. Este aspecto é o que torna UNA todas estas energias. O que separa um ser de outro, o que o faz diferente e único é o “aspecto da alma”. O aspecto da alma inclui a individualidade de um ser.

Todos os seres criados que têm individualidade são verdadeiramente uma união de Espírito e Alma, de consciência (espírito) e experiência (alma).

A criação é uma dança de Espírito e Alma.

Os arcanjos são, por assim dizer, os filhos primogênitos de Deus. Não são os “primeiros” num sentido linear, mas no sentido de estarem muito próximos de Deus. Eles carregam uma profunda consciência interior da sua divindade (o “aspecto Espiritual”). Os humanos percebem os arcanjos como uma Luz brilhante e pura.

Existem diferentes arcanjos. Todos os arcanjos emanam energia como raios de luz de um sol. Emitindo estes raios cada vez mais longe, o arcanjo entra em contato com espaços desconhecidos, com reinos de experiência que são novos para ele. A energia do arcanjo estende-se para fora e, neste movimento espontâneo, criativo, ela desliza através daquilo que é Outro, diferente dela, aquilo que não é Luz, mas Escuridão. Aqui, Escuridão significa simplesmente: mais afastado da Unidade/Espírito – mais voltado para os reinos da individualidade.

Deus ou o Espírito não é nem Escuridão nem Luz. Deus simplesmente É. Os arcanjos são seres de Luz. Ao criar a Luz, Deus também criou a Escuridão. Isto é simplesmente porque os arcanjos estão na dimensão da dualidade, fora da Unidade. Eles têm um sentido de individualidade. A criação do ser de Luz (o anjo) trouxe consigo a criação do ser Escuro, a parte do Ser onde a Luz está ausente. Existe beleza nesta polaridade, já que constitui a dinâmica da criação.

Deus, ser e consciência puros, desejava a experiência, e esta experiência Ele(Ela) obteve através do universo criado, através da Sua presença nos aspectos luminoso e escuro desse universo.

O que os arcanjos iam experimentar, depois de entrarem no reino da dualidade, Deus não sabia. Isto é o que Ele ansiava: não CONHECER tudo, mas experimentar algo novo. Ao darem um passo para fora da Unidade, os arcanjos entraram num espaço vazio, um espaço de potencialidade, um espaço de possibilidades inesgotáveis.

Os arcanjos descobriram que eles podiam criar muitas formas, e viver dentro delas. Toda forma que vocês habitam, como um ser consciente, tem um certo ângulo ou perspectiva inerente a ela, que permite que uma “consciência sem forma” experimente as coisas de maneiras específicas. Todo o processo dos arcanjos aventurando-se em busca de experiências pode ser retratado como uma imensa cascata de luz cintilante. A energia dos arcanjos saiu aos borbotões da Fonte/Deus, como um fluxo massivo de água brilhante, cintilante, indo em todas as direções. Dentro desta enorme corrente de água, pequenas correntes se separaram e foram se dividindo em correntes menores ainda, até chegarem a ser pequenas gotas de luz líquida. Estas gotas podem ser comparadas com unidades individuais de consciência, cada uma com seu próprio conjunto de experiências.

A dança do Espírito e da Alma agora havia verdadeiramente começado!

As unidades individuais de consciência, que nós chamamos almas, seguiram sua viagem. Elas carregavam, no fundo de si mesmas, a energia do Espírito ou da Fonte, bem como a energia do arcanjo da qual originaram. Mas, à medida que viajaram para mais e mais longe, elas vieram a experimentar que era possível esquecer suas origens, esquecer sua divindade e perder-se na escuridão e na ilusão. Esta polaridade de escuridão e luz podia ser melhor experienciada como um ser humano, vivendo na Terra.

Quando descrevemos o processo dos arcanjos emanando da Fonte e finalmente tornando-se um ser humano, parece que estamos contando uma historia linear, cronológica. Mas isto não é assim. A emanação ou cascata de energia de Deus está acontecendo Agora mesmo. Este relato lhes fala sobre as identidades que estão disponíveis para vocês Agora, não sobre quem vocês foram num passado distante. Neste preciso momento, há uma camada de energia pura de arcanjo dentro de vocês, uma camada de Luz pura. Também há camadas de confusão e medo dentro de vocês. Mas vocês podem escolher, a qualquer momento, ser o ser de Luz, o anjo que vocês são. Isto não é algo que vocês precisam desenvolver, é simplesmente uma parte de quem vocês são.

É importante que se deem conta de que vocês não precisam admirar mestres espirituais, guias ou anjos. Não existe nenhuma autoridade acima de vocês. Vocês mesmos estão entre os “primogênitos’, sentados próximos ao trono de Deus. Vocês mesmos são Deus e anjo.

A forma mais fácil de entrar em contato com seu ser de Luz é conectando-se com a camada de pura consciência, de puro Espírito, dentro de vocês. Vocês fazem isto aquietando-se, nos níveis externo e interno. O silêncio que vocês experimentam então, na verdade está sempre presente em vocês; vocês só têm que se conscientizar dele.

Quando vocês estão conectados com o silêncio – a dimensão da eternidade dentro de vocês – vocês podem sentir o desejo do Espírito por experiência. Foi deste desejo que nasceu o seu ser de Luz. A alma experimenta a maior alegria na interação entre o Espírito e a experiência, a interação entre a divindade e a humanidade. Este é o segredo do universo.

Quando vocês são puramente Espírito, sua realidade é estática. Nada muda. A experiência e o movimento só aparecem quando há um relacionamento com algo fora de vocês/Espírito. Quando  vocês sentem algo diferente de vocês mesmos, há um convite para explorar, sentir, descobrir. Mas para experimentar algo diferente de vocês, vocês precisam sair da Unidade absoluta, fora de Deus/Espírito. Quando vocês fazem isto, passam a ser uma alma individual.

Vocês são uma alma única, um pé no reino do Absoluto, um pé no reino do Relativo (dualidade).

Em suas explorações da relatividade (dualidade), vocês podem se afastar tanto do Lar, que perdem contato com o elemento de Espírito dentro de vocês. Então sua alma se perde na ilusão do medo e da separação.

A maior alegria possível é quando vocês fazem parte no reino da Experiência, enquanto permanecem conectados com o Espírito, com o Lar. A interação equilibrada entre o Espírito e a Alma é a fonte da maior criatividade e Amor.

Deste ponto de vista, vocês todos estão a caminho de encontrar o equilíbrio correto entre a Unidade absoluta e ser uma alma individual. Aqueles entre vocês que são Trabalhadores da Luz estão, no presente, trabalhando em direção a uma maior conscientização da sua Unidade com o Espírito. Eles viajaram dentro da dualidade por muito tempo, e eles – você por exemplo, meu querido leitor – estão prontos para regressar ao Lar. No entanto, não para um Lar estático de Pura Unidade, mas para uma realidade dinâmica, criativa de humanos divinos, multidimensionais, cuja experiência estará cheia de alegria e Luz.

Este é o final da série “Trabalhadores da Luz”. Em todos aqueles que leram isto, há uma intensa saudade do Lar e uma profunda determinação para realizar seus desejos mais profundos. Mantenham seus anseios e desejos vivos, e confiem neles, porque eles os levarão ao Lar.

Com meu mais profundo Amor,

Jeshua

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Fonte: Jeshua Channelings | Channelings I The Lightworker series | Your Light Self | Time, Multidimensionality and your Light Self
Tradução: Vera Corrêa – veracorrea46@gmail.com

Via: Sementes das Estrelas | JESHUA – “TRABALHADORES DA LUZ – PARTE 4 (FINAL): O SEU SER DE LUZ

Parte 1: Aqui
Parte 2: Aqui
Parte 3: Aqui

 


Ouça também a mensagem através deste vídeo:

Jeshua – “Trabalhadores da Luz – Parte 4 (Final): O SEU SER DE LUZ”

Publicado por mxvenus

Via: Jeshua – “Trabalhadores da Luz – Parte 4 (Final): O SEU SER DE LUZ” – YouTube


APRENDENDO UM POUCO MAIS SOBRE A MISSÃO DOS TRABALHADORES DA LUZ – PARTE 3…

inquisicao-fogueira

TRABALHADORES DA LUZ – PARTE 3:  A ENCARNAÇÃO  DOS  TRABALHADORES  DA  LUZ  NA  TERRA

Jeshua

Jeshua

Canalizado por: Pamela Kribb

 

A ENCARNAÇÃO DOS TRABALHADORES DA LUZ NA TERRA

Quando vocês encarnaram na Terra, vocês tinham acabado de começar a transição da consciência baseada no ego para a consciência baseada no coração. Nós resumimos esta transição em quatro passos. Vocês deram o primeiro passo quando se conscientizaram do seu desejo por “algo mais”, algo diferente da luta pelo poder que antes preenchia suas vidas.

Essa luta supriu as suas vidas com propósito e significado por um período considerável de tempo. A fascinação pelo poder levou-os a usar o homem como um marionete em suas batalhas galácticas. Todos os impérios galácticos fizeram parte disto. Mas quando as “energias guerreiras” foram transportadas para a Terra, com o homem como seu campo de ação, vocês voltaram-se mais para a posição de observadores e deixaram de participar diretamente das batalhas. Vocês observavam o que acontecia na Terra. Viram o ser humano desenvolver-se para um estado de ser que vocês tinham alcançado há muito tempo atrás. Vocês tinham se tornado guerreiros sofisticados, com métodos refinados de manipulação psíquica e de operações militares. O homem também chegaria a isso, com seus implantes genéticos nele colocados.

Esses implantes genéticos provocaram um elevado nível de desenvolvimento mental no ser humano. As funções próprias do instinto natural e do sentimento foram mais ou menos suprimidas em favor das funções do pensamento e do raciocínio.

Mencionamos que as influências galácticas provocaram um elevado nível de medo no ser humano  em desenvolvimento. Na realidade, este elemento de medo esteve intimamente ligado à ênfase exagerada no pensar. Numa situação equilibrada, o medo é superado ou posto na perspectiva correta por suas habilidades intuitivas naturais e por sua capacidade de sentir o que é certo ou apropriado fazer. Entretanto, quando a faculdade do pensamento toma a frente, o medo tende a ser reforçado, já que o pensamento se baseia num processo mecânico lógico que não permite a participação da intuição ou do sentimento. Quando a faculdade mental é alimentada por emoções de medo, ela tende a se descontrolar e produzir ideias ilusórias, ideias relacionadas a controlar tudo e todos. Os regimes ditatoriais são um exemplo desta faculdade mental descontrolada.

A resposta ao medo nunca é pensar mais. É pensar menos e confiar no fluxo da vida. É retornar ao estado de graça que é seu direito de nascimento. É liberar ao invés de se agarrar.

Quando o estágio do domínio do ego acabou para as almas dos Trabalhadores da Luz, eles se abriram para um novo modo de ser. Vocês intuitivamente buscaram a energia do coração. Vocês estavam realmente procurando uma espécie de criatividade que transcendesse o mero jogo do poder. Sentiam que a luta pelo poder era destrutiva e que não podia criar nada novo, já que matava e assimilava tudo o que fosse “outro”.

Ao tentarem controlar e dominar a vida, tanto dentro quanto fora de vocês, na verdade vocês tentam fazer com que a realidade seja estática e previsível. Em última análise, o poder é incrivelmente maçante.

Quando vocês se conscientizaram disso, perceberam que seu verdadeiro desejo não era ter poder, mas ser verdadeiramente criativos. Ser verdadeiramente criativo é estar em contato com a sua própria divindade.

Como vocês são seres divinos, com o que quer que vocês façam ou deixem de fazer vocês, estão sempre criando algum tipo de realidade. A criatividade é sua própria natureza. Na fase do ego, vocês exploraram a possibilidade de negar sua verdadeira natureza. Por certo, isto é  um ato criativo, em algum nível, de um modo distorcido. Entretanto, ser verdadeiramente criativo é criar de acordo com a vida, não de acordo com a morte.

Quando vocês chegaram a esta compreensão, a lembrança do “lar” despertou. A vaga lembrança de um estado de pura e ditosa unidade entrou em sua consciência novamente e vocês souberam que, de algum modo, esta era a chave para sua felicidade. Mas vocês se sentiram desamparados e ignorantes, já que não tinham ideia de como chegar a isso. Sabiam que o ego não tinha a resposta, mas ainda não haviam realmente entrado no reino da consciência baseada no coração.

Ao mesmo tempo, surgiu dentro de vocês um sentimento crescente de remorso e culpa pelo que tinham feito aos seres humanos da Terra. Especialmente na Terra, havia esplêndidas oportunidades para que a consciência se expressasse livremente de muitas formas diferentes. A Terra era destinada a ser um unificador de energias diferentes, um crisol no qual energias diferentes e inclusive opostas pudessem alcançar um modo de coexistir em harmonia. O campo energético da Terra foi criado para alojar um conjunto muito heterogêneo de energias.

A diferença entre viver na Terra e viver em outros lugares no “universo” – seja nos níveis físico ou astral – é a enorme variedade de energias presentes na Terra. Além disso, esta variedade não está presente apenas como uma vasta multiplicidade de formas de vida ou espécies – na verdade,  ela está presente dentro de um único ser, o ser humano. O ser humano é capaz de conter um espectro de energias mais amplo do que qualquer outro ser é capaz. Vocês têm dentro de si a energia do assassino e a do santo, a energia da criança, do adulto e do ancião, a energia masculina e a feminina, a energia ativa e a passiva, a racional e a emocional, a energia da água, do ar, do fogo e da terra, etc.. Isto pode parecer banal ou simplesmente natural para vocês, como seres humanos, mas para qualquer outro ser no universo, é uma grande façanha. O simples fato de ser um humano é uma grande façanha, mesmo sem ter feito nada em especial.

Mas a qualidade mais específica do homem é a habilidade de fundir energias que antes pareciam incompatíveis. O homem foi projetado, não só para abrigar todas estas diferentes energias, mas também para ser um mediador, um construtor de pontes entre elas.

A razão de Deus, o Espírito ou Tudo o Que É, ter criado o conceito de ser humano, foi que o universo estava enfermo, num estado de estagnação. Ao explorar a vida “fora da unidade”, a consciência tendia a experimentar diferentes formas de vida, em diferentes planetas e lugares no universo. Quando uma alma tinha experimentado tudo o que havia para experimentar numa determinada forma de vida, ela ia embora – no sentido de não encarnar mais ali – e seguia adiante, para encarnar em outras formas de vida que respondessem às suas necessidades particulares. Não havia necessidade de transformar energia, enquanto se vivia em uma determinada forma de vida. Quando se desejava uma mudança, trocava-se o corpo. Não porque as almas fossem preguiçosas ou frívolas, mas porque a maioria dos corpos – variando em densidade do físico ao astral – ofereciam possibilidades limitadas de experiência e, portanto, oportunidades limitadas para se crescer ou se transformar enquanto se estava no corpo. O corpo não podia sustentar tantas energias diferentes. Por exemplo, se você vivesse num planeta de água, onde encarnasse como um ser aquático, isto lhe capacitaria a experimentar a natureza da água de todos os modos possíveis. A “sensação” de ser líquido, não rígido, fluido, móvel é, na verdade, maravilhosa. Mas quando você quisesse experimentar ser fixo e imóvel, você tinha que deixar esse corpo e ir viver dentro de uma montanha por um tempo. Inclusive, se você vivesse como um ser galáctico em busca de poder, você não poderia realmente mudar a sua consciência dentro daquele corpo.

A consequência destas possibilidades limitadas ou especializadas de experiência dentro de um determinado corpo foi que o mundo de formas de vida criadas ficou emperrado. Ele não podia crescer ou expandir-se, e ficou como que preso em estagnação.

O ser humano foi projetado para abarcar uma imensa variedade de energias. Ele não foi feito para se especializar. Na verdade, a divisão entre os sexos trouxe consigo um pouco de especialização, mas as energias masculina e feminina já estavam tão segregadas e desequilibradas naquela época, que foi muito complicado mantê-las em doses iguais dentro de um corpo. Se elas tivessem sido colocadas dentro de um ser, com igual intensidade e nos seus estados desequilibrados, vocês teriam sucumbido.

O poder único do ser humano é o de sustentar uma ampla variedade de energias e levá-las a um estado de equilíbrio criativo (não estático). Na verdade, este poder é igual à habilidade de transformar escuridão em luz, isto é, o poder da alquimia espiritual. Aquilo que leva as energias antes opostas a um estado de harmonia dinâmica é a energia crística, a energia que mantém a unidade a despeito da dualidade. Esta é a mesma energia que transforma a escuridão, aceitando-a e, deste modo, permitindo que o medo se transforme  em alegria. A energia crística é a “terceira energia”, a que une através da aceitação. Sua força alquímica está na sua qualidade de ser totalmente abrangente, totalmente acolhedora e corajosa.

Vocês, como seres humanos, são os únicos seres que têm esta habilidade para a alquimia espiritual. Nem as plantas, nem os animais, nem os anjos, nem os “senhores da escuridão” têm este poder. Todas as almas podem experimentar como é ser luz, como é ser escuridão, como é ser todos os diferentes seres que vivem no universo, mas não podem experimentar como é transformar escuridão em luz, enquanto permanecem em sua forma de vida presente. Elas não podem imaginar como é mudar em níveis internos, de tal forma que se crie uma realidade diferente (física ou espiritual) para si mesmo enquanto se segue adiante.

As almas, que estão encarnadas em outras formas de vida diferentes da humana, também “criam sua realidade” e têm livre-arbítrio, mas têm menos possibilidades de abranger estados de consciência tão diferentes e inclusive opostos, enquanto permanecem no mesmo corpo, na mesma forma (humana). Vocês, como humanos, são construtores de pontes – ou alquimistas espirituais – e isto é o que os torna únicos – a Terra e o ser humano.

Agora voltaremos à nossa história sobre as almas dos Trabalhadores da Luz que se sentiram angustiadas e arrependidas por causa de sua interferência na vida dos seres humanos. Elas perceberam que estava se estabelecendo, sobre a Terra, um jogo totalmente novo, um jogo cheio de promessas, que elas fizeram o máximo para sufocar em seu próprio benefício. E sentiram dor por causa disso. Em algum nível, elas também perceberam que haviam bloqueado seu próprio caminho espiritual para a luz e para a verdadeira alegria, por causa de seus atos de egoísmo. Inclusive, quando elas despertaram do seu sono de ego, viram que a Terra era um lugar lindo, um planeta verde, abundante de vida.

Muitos de vocês, Trabalhadores da Luz, sentem-se conectados com a cultura ou o território da Lemúria, ou Mu, como nós preferimos chamá-lo. Mu é na verdade um “paraíso submerso”. Pertenceu a uma era que não pode realmente ser localizada na sua linha de tempo atual. Pertenceu a uma dimensão ou linha de tempo diferente. A Terra ainda não tinha perdido sua inocência. Naquela dimensão, vocês fizeram parte dos tempos paradisíacos sobre a Terra, como seres angélicos que acalentavam e cuidavam da vida. Como exporemos mais adiante, vocês são seres multidimensionais, habitando diferentes planos de realidade ao mesmo tempo. A ideia de tempo não é tão fixa e linear como vocês pensam. Quando vocês expressaram o seu lado escuro como guerreiros galácticos, vocês também – em outra linha de tempo – expressaram um aspecto luminoso e puro de si mesmos, em Mu, onde prepararam o planeta para a chegada das almas terrestres. Contribuíram para o florescimento do planeta verde e, em algum nível, vocês sabiam disto quando saíram de seu estágio “guerreiro” de consciência. Sabiam que estiveram destruindo aquilo que tinham ajudado a criar.

Quando se deram conta da promessa e da beleza da Terra, sentiram a urgência interior de descer até lá e reparar o que havia sido danificado. Vocês encarnaram em corpos humanos com a intenção de trazer luz e criar valores baseados no coração, em um meio ambiente que estava essencialmente dominado por valores egoístas. Queremos nos estender um pouco nesta questão de  trazer luz, pois há algo aí que frequentemente lhes causa confusão e mal-entendidos.

Quando vocês, Trabalhadores da Luz, encarnaram na Terra, na realidade começaram um processo de transformação interior, no qual vocês completariam sua transição da consciência baseada no ego para a consciência baseada no coração. Vocês estavam no caminho de liberar completamente a consciência baseada no ego, e a vida na Terra lhes proporcionou a oportunidade de lidar com o que ainda restava da energia baseada no ego dentro de vocês. As energias que vocês desejavam limpar seriam encontradas nos próprios seres que vocês tinham manipulado e em quem agora habitariam: dentro do ser humano, dentro de vocês mesmos.

O motivo mais profundo para a sua vinda à Terra era chegar a um acordo com a sua escuridão interna, e vocês concordaram em se encontrar com esta escuridão dentro de vocês mesmos como seres humanos. Embora frequentemente pensem que estão aqui para ajudar os outros ou para ajudar a mãe Terra, a razão mais fundamental de estarem aqui é curar a si mesmos. Este é o seu verdadeiro trabalho com a luz. Tudo o mais é secundário.

No nível mais profundo, suas almas desejavam responsabilizar-se pela escuridão que tinham difundido. Entretanto, responsabilizar-se por seu lado escuro é principalmente uma aventura solitária. Não envolve outros que vocês devem ajudar ou curar. Envolve apenas vocês mesmos. Vocês ajudarão outros durante o processo, mas isto é um efeito secundário. É importante perceber a ordem correta das coisas aqui, uma vez que – como vocês sabem – vocês têm a tendência de serem muito diligentes em ajudar os outros. Este entusiasmo para ajudar os outros muitas vezes torna-se uma armadilha, pois suas energias ficam enredadas com a outra pessoa e, muito frequentemente, depois vocês se sentem esgotados e desiludidos. Por favor, lembrem-se que dar mais do que se recebe não é nobre nem baseado no coração, é simplesmente um engano. O engano é acreditar que, em parte, vocês são responsáveis pela situação ou estado mental de alguma outra pessoa. Isto não é verdade. Cada um é responsável por sua própria felicidade ou desgraça. E isto, na verdade, é uma bênção, pois proporciona a cada um o poder de criar e, deste modo, modificar sua própria realidade.

Vocês não estão aqui para “consertar” as outras pessoas ou a mãe Terra. Estão aqui para  curar as feridas profundas dentro do seu próprio ser. Por favor, atendam a esta tarefa e tudo o mais se encaixará em seu devido lugar sem nenhum esforço da sua parte.

Quando chegaram à Terra e encarnaram em corpos humanos, vocês tiveram a tendência a combater as energias que desejavam superar. Nesse estágio, vocês estavam numa situação paradoxal. Por um lado, sabiam que queriam “algo mais” além do poder e odiavam a si mesmos pelo que tinham feito de errado anteriormente. Mas não estavam livres daquilo que odiavam em si mesmos. Vocês ainda não estavam livres do domínio do ego. Quando chegaram à Terra, vocês tiveram a tendência de se aborrecer com a escuridão, de se zangar por causa dela, e a sua reação foi combatê-la. O paradoxo é que vocês queriam combater as energias egoístas através da luta, a própria energia que vocês desejavam abandonar.

Até então vocês não estavam conscientes das verdadeiras implicações da consciência baseada no coração. Quando vocês observam a partir do coração, não existe batalha entre o Bem e o Mal. A realidade do coração transcende ambos. O coração não se opõe à escuridão. A consciência baseada no coração está fundamentada na aceitação de tudo, de todas as coisas que existem. É um tipo de consciência que libera a ideia de que a luta resolve qualquer coisa.

Embora ansiassem por um modo pacífico, não combativo, de lidar com a realidade, vocês não tinham a experiência de realmente viver de acordo com este ideal. Vocês se encontravam numa “zona intermediária”, um terra de ninguém, antes de entrarem em um novo reino de consciência.

Então, começaram a cometer todo tipo de “enganos”, no sentido de retornarem a modos de ser que vocês queriam abandonar. Ficavam ansiosos para mudar ou converter qualquer pessoa ou grupo que apresentasse um comportamento próprio do ego ou que adotasse valores baseados no ego. Entretanto, eles reagiam agressivamente a vocês, muitas vezes sem sequer entender o que vocês estavam tentando lhes transmitir. Os Trabalhadores da Luz foram perseguidos por séculos, como bruxos, pagãos ou agitadores (políticos). Pareciam dirigidos por ideais para os quais o mundo não estava preparado. Pareciam diferentes e não se enquadravam. Eles realmente encontraram muita resistência.

O que aconteceu aqui foi que vocês mudaram para o papel de vítima, depois de terem desempenhado o papel de agressores por bastante tempo nos reinos galácticos. Sua “ira espiritual” evocou reações agressivas no seu ambiente, e vocês tornaram-se as vítimas, experimentando humilhação, profunda dor e desautorização. O trauma de ser rejeitado e/ou expulso repetidas vezes, em várias vidas, deixou cicatrizes em suas almas. Acabaram sentindo-se desautorizados e indesejados. Muitos de vocês, nesta vida, sentem-se cansados e com saudades de um mundo mais amoroso e significativo.

É muito importante que vocês percebam que o papel de vítima é apenas isso: um papel que vocês desempenham. É uma interpretação possível dos fatos, mas é uma interpretação limitada e distorcida. Vocês nem são vítimas nem algozes. Vocês são a consciência da alma que criou papéis para vocês mesmos exercerem por um tempo. Não são realmente as vítimas de um mundo de mentalidade materialista e egoísta.

De fato, os encontros que vocês tiveram com energias agressivas, não cooperativas, em muitas de suas vidas, simplesmente refletiram seus próprios laços com a consciência baseada no ego, sua própria dependência dela. Se procurarem resultados através da luta, receberão de volta a energia da luta. Isto é/ foi a sua própria energia retornando a vocês! E esse é o – único – significado do carma.

A tendência para combater o “mal” baseia-se na crença de que o mal está fora de vocês e que deve ser banido da realidade. O convite espiritual para vocês, Trabalhadores da Luz, durante todas as suas encarnações, tem sido sempre reconhecer e aceitar seu próprio lado escuro e compreender seu papel e propósito.

O convite mais profundo é para perdoar a si mesmos e redescobrir a sua inocência. Vocês são inocentes e sempre foram. Podem realmente entender isto? Se entenderem, não vão mais querer mudar o mundo nem lutar contra a injustiça. Vocês vão querer brincar, se divertir e aproveitar cada momento de suas vidas e simplesmente ser quem vocês são e compartilhar isso com outros.

Quando vocês, Trabalhadores da Luz, liberarem a ideia de que têm que lutar, por alguma coisa ou por alguém, não serão mais hostilizados pelo “mundo externo”, pela sociedade ou pelas pessoas em geral, por serem diferentes. Vocês não vão querer mudar nada e, portanto, não encontrarão resistência. Saberão que são bem-vindos, que sua contribuição para esta realidade é valiosa e que são valorizados pelos outros.

Quando tiverem liberado completamente a consciência baseada no ego, saberão que estão isentos de perseguição ou ameaça externa. Terão ido além dos papéis de vítima e perseguidor; sua jornada terá descrito um círculo completo. Vocês terão liberado suas cargas cármicas e estarão totalmente livres para criar tudo o que quiserem.

Vocês estão a ponto de dar à luz uma nova consciência, um tipo de consciência que liberou totalmente a necessidade de controlar ou possuir algo. Ela é livre de medo. É a consciência Crística. Quando Jesus viveu na Terra, ele quis lhes dizer que a espiritualidade não é uma questão de guerra entre luz e escuridão. É uma questão de encontrar um nível de percepção que vá além do bem e do mal, um lugar de onde vocês possam compreender e aceitar todas as coisas. “O reino de Deus está dentro”. Tudo o que vocês precisam está do lado de dentro. A paz, a alegria e a tranquilidade são suas, quando vocês realmente se dão conta do que são: um ser divino em expressão.

Só quando se dão conta de que estão aqui para transformar-se e curar a si mesmos, é que as coisas começam realmente a mudar para vocês e, como efeito colateral, para outras pessoas que os rodeiam. O mundo é o que é, e a coisa mais elevada que vocês podem fazer por ele é simplesmente amá-lo pelo que ele é. Amem e vejam a beleza de cada ser que está viajando através deste plano da realidade.

Muitos de vocês são motivados pela energia de Jesus. Isto é porque ele é seu parente. Jesus foi simplesmente um Trabalhador da Luz livre dos elos cármicos, um Trabalhador da Luz de posse de um elevado nível de auto-conhecimento. Vocês são tocados pela energia dele, porque sabem que é a energia para a qual estão se movendo. A energia de Cristo é a energia de seu próprio ser futuro.

Continua… PARTE 4 (FINAL)

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Fonte: Jeshua Channelings | Channelings I The Lightworker series | Lightworker III | Lightworkers incarnating on earth
Tradução: Vera Corrêa – veracorrea46@gmail.com

Via: Sementes das Estrelas | JESHUA – “TRABALHADORES DA LUZ – PARTE 3: A ENCARNAÇÃO DOS TRABALHADORES DA LUZ NA TERRA”

Parte 1: Aqui
Parte 2: Aqui


 

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Jeshua – “Trabalhadores da Luz – Parte 3: A ENCARNAÇÃO DOS TRABALHADORES DA LUZ NA TERRA”

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Via: Jeshua – “Trabalhadores da Luz – Parte 3: A ENCARNAÇÃO DOS TRABALHADORES DA LUZ NA TERRA” – YouTube


APRENDENDO UM POUCO MAIS SOBRE A MISSÃO DOS TRABALHADORES DA LUZ – PARTE 2…

Ocean

TRABALHADORES DA LUZ – PARTE 2: A HISTÓRIA GALÁCTICA DOS TRABALHADORES DA LUZ

Jeshua

Jeshua

Canalizado por: Pamela Kribbe 

 

O NASCIMENTO DA ALMA

As almas dos Trabalhadores da Luz nasceram muito antes que surgissem a Terra e a humanidade. As almas nascem por levas. Em certo sentido, as almas são eternas, sem começo e sem fim. Mas, em outro sentido, elas nascem num determinado ponto. É neste ponto que suas consciências alcançam um sentido de individualidade própria. Antes desse ponto, elas já existem, como uma possibilidade. Ainda não há consciência de “eu” e “outro”.

A consciência do “eu’ aparece quando, de algum modo, é feita uma linha de demarcação entre grupos de energias. Temos de voltar às metáforas para poder explicar isto.

Pensem no oceano, por um momento, e imaginem que ele é um enorme campo de energias fluindo: correntes que se juntam e se separam constantemente. Imaginem que uma consciência difusa permeia todo o oceano. Chamem-na de espírito do oceano, se quiserem. Depois de algum tempo, concentrações de consciência emergem em certos lugares do oceano. A consciência aqui é mais focalizada, menos difusa do que no seu entorno direto. Por todo o oceano, há uma diferenciação progressiva que leva ao desenvolvimento de formas transparentes dentro do oceano. Essas formas, que são pontos focalizados de consciência, movem-se independentemente do seu entorno. Experimentam a si mesmas como formas diferentes do oceano (espírito). O que ocorre aqui é o nascimento de um sentido rudimentar de “eu” ou auto-consciência.

Por que os pontos focalizados de consciência apareceram em algumas partes do oceano e não em outras? Isto é muito difícil de se explicar. No entanto, vocês podem sentir que há algo muito natural neste processo? Se atirarem sementes sobre num campo de terra, vocês notarão que as pequenas plantas que brotarem crescerão cada uma no seu próprio tempo e ritmo. Uma não crescerá tanto ou tão facilmente quanto a outra. Algumas nem sequer crescerão. Há diferenciação através do campo. Por quê? A energia do oceano (o espírito do oceano) intuitivamente procura a melhor expressão possível para todas as suas múltiplas correntes ou camadas de consciência.

Durante a formação de pontos individuais de consciência no oceano, há um poder externo que trabalha sobre o oceano – ou assim parece. Esse é o poder da divina inspiração, que pode ser concebido como o aspecto masculino Daquele que criou vocês. Enquanto o oceano representa o lado feminino, receptivo, o aspecto masculino pode ser visualizado como raios de luz derramando-se no oceano, que intensificam o processo de diferenciação e a separação em massas individuais de consciência. Eles são como os raios de sol que aquecem a sementeira.

O oceano e os raios de luz juntos formam uma entidade ou ser que pode ser chamado de arcanjo. É uma energia arquetípica que integra ambos os aspectos masculino e feminino em si mesma, e é uma energia angélica que se manifesta ou se expressa  para vocês. Voltaremos à noção de arcanjo mais tarde, com mais detalhes, no último capítulo da série Trabalhadores da Luz, chamado “Seu Ser de Luz”.

Depois que a alma nasce como uma unidade individual de consciência, lentamente abandona o estado de unidade oceânica que foi seu lar durante muito tempo. Ela se torna cada vez mais consciente de estar separada e independente.

Com essa conscientização, aparece, pela primeira vez em seu ser, uma sensação de perda ou carência. Quando ela se lança no seu caminho de exploração como uma entidade individual, ela carrega consigo um certa saudade da totalidade, um desejo de pertencer a algo maior do que ela mesma. Bem no fundo, ela conserva a lembrança de um estado de consciência onde tudo é um, onde não existe “eu” e “outro”. Isto é o que ela considera o “lar”: um estado de unidade extasiante, um lugar de completa segurança e fluidez.

Com esta lembrança “no fundo da mente”, ela começa sua viagem através da realidade, através de incontáveis campos de experiência e exploração interna. A nova alma é levada pela curiosidade e tem uma grande necessidade de experiência. Esse é o elemento que não existia no estado oceânico de unidade. Agora a alma pode explorar livremente tudo o que deseja. É livre para procurar a totalidade de todas as maneiras possíveis.

Dentro do universo, há incontáveis planos de realidade para serem explorados. A Terra é apenas um deles, e um que surgiu relativamente tarde, falando numa escala cósmica. Os planos da realidade, ou dimensões, sempre se originam de necessidades interiores ou desejos. Como todas as criações, são as manifestações de visões internas e ponderações. A Terra foi criada de um desejo interno de juntar elementos de diferentes realidades que colidiam uns com outros. A intenção era que a Terra fosse um crisol de fusão para uma grande gama de influências. Explicaremos isto mais abaixo. Agora é suficiente dizer que a Terra chegou relativamente tarde no estágio cósmico e que muitas almas viveram muitas vidas de exploração e desenvolvimento em outros planos de realidade (planetas, dimensões, sistemas estelares, etc.), antes mesmo que a Terra nascesse.

Os Trabalhadores da Luz são almas que viveram muitas, muitas vidas nesses outros planos, antes de encarnarem na Terra. Isso é o que os distingue das “almas terrestres”, como as chamaremos por questão de conveniência. As almas terrestres são aquelas que encarnaram em corpos físicos na Terra relativamente cedo em seu desenvolvimento como unidades individualizadas de consciência. Pode-se dizer que elas começaram seu ciclo de vidas terrestres, quando suas almas estavam em suas etapas infantis. Naquele tempo, os Trabalhadores da Luz eram almas “adultas”. Eles já haviam passado por muitas experiências, e o tipo de relacionamento que mantiveram com as almas terrestres pode ser comparado àquele entre pais e filhos.

O DESENVOLVIMENTO DA VIDA E DA CONSCIÊNCIA NA TERRA

A evolução das formas de vida na Terra foi estreitamente entrelaçada com o desenvolvimento interno das almas terrestres. Embora nenhuma alma esteja ligada a um planeta em particular, pode-se dizer que as almas terrestres são os nativos do seu planeta. Isso porque seu crescimento e expansão coincidem aproximadamente com a proliferação de formas de vida na Terra.

Quando as unidades individuais de consciência nascem, elas são um pouco parecidas com simples células físicas, no que diz respeito à estrutura e possibilidade. Do mesmo modo que as células têm uma estrutura relativamente simples, os movimentos internos de uma consciência recém-nascida são transparentes. Ainda não se estabeleceu muita diferenciação. Há um mundo de possibilidades a seus pés (tanto física como espiritualmente). O desenvolvimento de uma forma recém-nascida de consciência para um tipo de consciência introspectiva e capaz de observar e reagir a seu meio ambiente pode ser grosseiramente comparado ao desenvolvimento de um organismo unicelular para um organismo vivo complexo, que interage com seu meio ambiente de múltiplas maneiras.

Aqui nós estamos comparando o desenvolvimento da consciência das almas com o desenvolvimento biológico da vida, não apenas como uma metáfora. De fato, o desenvolvimento biológico da vida, como aconteceu na Terra, deveria ser visto como baseado numa necessidade espiritual de exploração e experiência por parte das almas terrestres. Esta necessidade ou desejo de exploração provocou o surgimento de uma rica variedade de formas de vida na Terra. Como dissemos, a criação é sempre o resultado de um movimento interno da consciência. Embora a teoria da evolução, como é atualmente aceita pela sua ciência, descreva até certo ponto corretamente o desenvolvimento das formas de vida no seu planeta, escapa-lhe completamente o impulso interno, o motivo “oculto” por trás desse processo profundamente criativo. A proliferação de formas de vida na Terra deveu-se a movimentos internos no nível da alma. Como sempre, o espírito precede e cria a matéria.

No início, as almas terrestres encarnaram nas formas físicas que melhor se adaptavam ao seu sentido ainda rudimentar de ser: organismos unicelulares. Depois de um período em que ganharam experiência e integraram-na à sua consciência, surgiu a necessidade de meios mais complexos de expressão física. Assim, formas de vida mais complexas foram impulsionadas a existir. A consciência criou formas físicas em resposta às necessidades e desejos internos das almas terrestres, cuja consciência coletiva habitava a Terra no princípio.

A formação de novas espécies e a encarnação de almas terrestres em membros individuais daquelas espécies representa um grande experimento de vida e consciência. Embora a evolução seja dirigida pela consciência (e não por acidente e incidente), ela não segue uma linha predeterminada de desenvolvimento. Isso porque a consciência é livre e imprevisível.

As almas terrestres experimentaram todos os tipos de forma animal de vida. Habitaram vários tipos de corpos físicos no reino animal, mas nem todas experimentaram a mesma linha de desenvolvimento.

O caminho de desenvolvimento da alma é muito mais fantástico e aventuroso do que vocês supõem. Não há leis acima ou fora de vocês. Vocês são a lei para vocês. Então, se por exemplo vocês decidem experimentar a vida do ponto de vista de um macaco, vocês podem, em algum momento, encontrar-se vivendo num corpo de macaco, desde o nascimento ou como um visitante temporário. A alma, especialmente a alma jovem, implora por experiência e por expressão. Essa ânsia por explorar é responsável pela diversidade de formas de vida que floresceram na Terra.

Dentro desse grande experimento de vida, o surgimento da forma de vida humana marcou o início de uma etapa importante no desenvolvimento da consciência da alma na Terra. Antes de explicar isso detalhadamente, discutiremos os estágios do desenvolvimento interior da alma.

EVOLUÇÃO DA CONSCIÊNCIA:  ETAPA INFANTIL, MATURIDADE E VELHICE

Se observarmos o desenvolvimento da consciência da alma, depois que ela nasce como uma unidade individual, veremos que ela passa aproximadamente por três estágios internos. Estes estágios existem independente do plano particular de realidade (planeta, dimensão, sistema estelar) que a consciência escolhe para habitar ou experienciar.

1) O estágio da inocência (“paraíso”)

2) O estágio do ego (“pecado”)

3) O estágio da “segunda inocência” (“iluminação”)

Estes estágios poderiam ser comparados metaforicamente com infância, maturidade e velhice.

Depois que as almas nascem como unidades individuais de consciência, elas deixam o estado oceânico de unidade, do qual elas se lembram como ditoso e completamente seguro. Então, elas partem para explorar a realidade de uma maneira completamente nova. Lentamente elas se tornam mais conscientes de si mesmas e de como são únicas em comparação com seus companheiros de viagem. Neste estágio, elas são muito receptivas e sensíveis, como uma criança pequena que observa o mundo com os olhos bem abertos, expressando curiosidade e inocência.

Este estágio pode ser chamado de paradisíaco, já que a experiência de unidade e segurança ainda está fresca na memória das almas recém-nascidas. Elas ainda estão perto do lar; ainda não questionam o seu direito de ser quem são.

Conforme a viagem continua, a lembrança do lar vai se desvanecendo, enquanto as almas  mergulham em tipos diferentes de experiência. No começo, tudo é novo, e tudo é absorvido sem julgamento no estágio da infância.

Um novo estágio se estabelece, quando a jovem alma começa a experienciar a si mesma como o ponto focal de seu mundo. É então que ela realmente começa a se dar conta de que existe algo como “eu” e “outro”. Ela começa a perceber como pode influenciar seu meio ambiente ao agir sobre ele. A própria ideia de fazer algo que surge da sua própria consciência é nova. Antes, havia uma aceitação mais ou menos passiva de tudo o que fluía. Agora, há dentro da alma uma noção crescente do seu poder de exercer influência naquilo que ela vivencia. Este é o começo do estágio do ego. O ego originalmente representa a habilidade de usar sua vontade para afetar o meio externo. Por favor, notem que a função original do ego é simplesmente capacitar a alma a experienciar a si própria totalmente como uma entidade separada. Isto é um desenvolvimento natural e positivo dentro da evolução da alma. O ego não é “mau” em si mesmo. Entretanto, ele tende a ser expansivo ou agressivo. Quando a alma nova descobre sua capacidade de influenciar seu meio ambiente, ela se apaixona pelo ego. Bem no fundo, ainda existe uma dolorosa lembrança na alma, agora amadurecida, que lhe recorda o lar, que lhe recorda o paraíso perdido. O ego parece ter uma resposta para esta dor, para esta saudade. Parece que ele dá à alma a capacidade de controlar ativamente a realidade. Ele intoxica a alma ainda jovem com a ilusão do poder.

Se alguma vez houve uma queda da graça ou uma queda do paraíso, isso aconteceu quando a jovem consciência da alma se encantou com as possibilidades do ego, com a promessa de poder. No entanto, o verdadeiro propósito do nascimento da consciência como alma individual é explorar, experimentar tudo o que há, tanto o paraíso como o inferno, tanto a inocência como o “pecado”. Portanto, a queda do paraíso não foi um “erro”. Não existe culpa ligada a isto, a menos que vocês assim acreditem. Ninguém os culpa, além de vocês mesmos.

Quando a alma jovem amadurece, ela muda para uma forma “auto-centrada” de observar e experienciar as coisas. A ilusão do poder realça a separação entre as almas, em lugar de conectá-las. Por causa disso, a solidão e um sentido de alienação se estabelecem dentro da alma. Embora não seja realmente consciente disso, a alma torna-se uma lutadora, uma batalhadora pelo poder. O poder parece ser a única coisa que acalma a mente – por um tempo.

Acima, nós distinguimos um terceiro estágio no desenvolvimento da consciência da alma: o estágio da iluminação, “segunda inocência” ou velhice. Teremos muito a dizer a respeito deste estágio e, principalmente, a respeito da transição da segunda para a terceira etapa, nas próximas mensagens desta série (especialmente em “Do ego ao coração”, partes III e IV). Agora, retornaremos à história das almas terrestres e esclareceremos como o despertar do estágio do ego se ajusta ao aparecimento do homem na Terra.

A ENTRADA DAS ALMAS TERRESTRES NO ESTÁGIO DO EGO: A APARIÇÃO DO HOMEM NA TERRA

A etapa na qual as almas terrestres exploraram a vida vegetal e animal coincidiu com o estágio da inocência ou paraíso, no nível interno. A vida floresceu na Terra, sob a orientação e proteção de seres espirituais dos reinos angélico e dévico (os devas trabalham no nível etérico, ou seja, mais próximo ao mundo físico do que os anjos). Os corpos etéricos das plantas e animais foram incondicionalmente receptivos às atenciosas e alimentadoras energias maternais dos reinos angélico e dévico. Eles não tinham a menor intenção de “se libertar” ou ir embora em busca do seu próprio modo de fazer as coisas. Ainda existia um grande sentido de unidade e harmonia entre todos os seres viventes.

Entretanto, o surgimento do homem-macaco marcou um ponto de transformação no desenvolvimento da consciência. Essencialmente, ao caminhar ereto e através do desenvolvimento do cérebro, a consciência que residia no homem-macaco obteve um maior domínio sobre o seu meio ambiente. A consciência, ao estar encarnada no antropóide, começou a experimentar como era ter mais controle sobre seu entorno direto. Começou a descobrir seu próprio poder, sua própria habilidade de influenciar seu meio ambiente. Começou a explorar o livre-arbítrio.

Este desenvolvimento não foi acidental. Foi uma resposta a uma necessidade interior sentida pelas almas terrestres, uma necessidade de explorar a individualidade em níveis mais profundos que anteriormente. A crescente auto-consciência das almas terrestres preparou o palco para a aparição do homem em termos biológicos, o ser humano que conhecemos.

Quando as almas terrestres ficaram prontas para entrar no estágio do ego, a criação do homem capacitou-as a experimentar uma forma de vida com livre-arbítrio. E também dotou as consciências encarnadas com uma percepção maior do “eu” como oposto ao “outro”. Com isso, estava preparado o palco para possíveis conflitos entre “o meu interesse” e “o seu interesse”, “o meu desejo” e “o seu desejo”. O indivíduo estava se desprendendo da unidade manifesta, da ordem natural de “dar e receber”, para descobrir quais outros caminhos estavam disponíveis. Isto marcou o “fim do paraíso” na Terra, mas pedimos que considerem isso, não como um evento trágico, mas como um processo natural (como as estações do ano). Foi uma mudança natural no rumo dos acontecimentos, que finalmente lhes permitiu (nestes dias e era) equilibrar a divindade e a individualidade dentro de seu ser.

Quando a consciência da alma terrestre entrou no estágio do ego e começou a explorar “ser humano”, as influências dévica e angélica lentamente se retiraram para segundo plano. É próprio da natureza dessas forças, respeitar o livre-arbítrio de todas as energias que elas encontram. Elas nunca exercem sua influência, se não são convidadas a fazê-lo. Então, a consciência baseada no ego obteve um livre reinado e as almas terrestres passaram a conhecer todos os golpes e inconvenientes do poder. Isso também afetou o reino vegetal e animal. Pode-se dizer que a emergente energia de luta foi parcialmente absorvida por esses reinos não humanos, o que criou um certo distúrbio dentro deles. Isso ainda está presente hoje em dia.

Quando as almas terrestres suplicaram por novas experiências, isto também as fez receptivas a novas influências externas. Aqui, queremos chamar a atenção especialmente para tipos de influência extraterrestre, galáctica, que afetaram enormemente as almas terrestres, as quais estavam amadurecendo, mas eram ainda jovens. Foi neste ponto de nossa história, que as almas que chamamos de Trabalhadores da Luz entraram em cena.

INFLUÊNCIAS GALÁCTICAS SOBRE O HOMEM E A TERRA

Por influências galácticas ou extraterrestres, queremos dizer influências de energias coletivas associadas a certos sistemas estelares, estrelas ou planetas. No universo, existem muitos níveis ou dimensões de existência. Um planeta ou estrela pode existir em várias dimensões, que variam de dimensões materiais até as mais etéreas. Em geral, as comunidades galácticas que influenciaram as almas terrestres existiram em uma realidade menos “densa” ou material do que aquela na qual vocês existem na Terra.

Os reinos galácticos eram habitados por almas amadurecidas, que nasceram muito antes que as almas terrestres, e que estavam no começo do seu estágio do ego. Quando a Terra tornou-se habitada por toda forma de vida, e finalmente pelo homem, os reinos extraterrestres observaram este desenvolvimento com grande interesse. A diversidade e abundância de formas de vida chamaram sua atenção. Sentiram que algo especial estava acontecendo aqui.

Havia muito tempo que estavam ocorrendo muitas lutas e batalhas entre as diferentes comunidades galácticas. Num certo sentido, isso era um fenômeno natural, já que a consciência das almas envolvia a necessidade de batalha para descobrir tudo a respeito do “centramento no eu” e do poder. Elas estavam explorando os trabalhos do ego e, à medida que “progrediam”, tornavam-se versadas na manipulação da consciência. Elas se tornaram peritas em subordinar outras almas ou comunidades de almas às suas regras, por meio de ferramentas psíquicas sutis e não tão sutis.

O interesse que as comunidades galácticas tinham na Terra era principalmente egocêntrico. Viram aí uma oportunidade para exercer sua influência de formas novas e poderosas. Pode-se dizer que, naquele momento, as batalhas intergalácticas tinham alcançado um ponto morto. Quando se luta um contra o outro várias e várias vezes, após certo tempo acaba-se alcançando um equilíbrio, uma divisão de zonas de poder, por assim dizer. Um conhece o outro tão bem, que ambos sabem quando há espaço para agir e quando não há. Foi assim que a situação chegou num impasse e os inimigos galácticos passaram a ter esperanças de novas oportunidades na Terra. Pensavam que a Terra poderia lhes proporcionar o cenário para renovar a batalha e superar o impasse.

O modo como as comunidades galácticas procuraram exercer sua influência sobre a Terra foi por através da manipulação da consciência das almas terrestres. As almas terrestres ficaram particularmente receptivas à sua influência quando entraram na etapa do ego. Antes disso, elas eram imunes a qualquer força externa motivada pelo poder, porque elas próprias não tinham nenhuma inclinação a exercer o poder. Vocês são imunes à agressão e ao poder, quando dentro de vocês não existe nada a que estas energias possam agarrar-se. Portanto, as energias galácticas não puderam acessar a consciência das almas terrestres, antes que estas almas decidissem elas mesmas explorar a energia do poder.

A transição para o estágio do ego tornou as almas terrestres vulneráveis porque, além da sua intenção de explorar a consciência do ego, elas ainda eram muito inocentes e ingênuas. Portanto, não foi difícil para os poderes galácticos impor suas energias à consciência das almas terrestres. O modo como eles agiram foi através da manipulação da consciência ou controle mental.

Suas tecnologias eram muito sofisticadas. Eles tinham principalmente ferramentas psíquicas, não muito diferentes da lavagem cerebral através da sugestão hipnótica subconsciente. Trabalhavam nos níveis psíquico e astral, mas influenciavam o homem até o nível material/físico do corpo. Eles influenciavam o desenvolvimento do cérebro humano, limitando a quantidade de experiências disponíveis para os seres humanos. Essencialmente, eles estimulavam padrões de pensamento e emoções baseados no medo. O medo já estava presente na consciência das almas terrestres como resultado da dor e saudade que toda alma jovem traz dentro de si. Os poderes galácticos tomaram este medo existente como seu ponto de partida para ampliar enormemente a energia de medo e subserviência nas mentes e emoções das almas terrestres. Isto lhes permitiu controlar a consciência humana.

Em seguida, os guerreiros galácticos tentaram lutar contra seus antigos inimigos galácticos, por meio do ser humano. A luta pelo poder sobre a humanidade foi uma luta entre velhos inimigos galácticos que utilizaram seres humanos como seus testas-de-ferro.

O tenro sentido de individualidade e autonomia das almas da Terra foi cortado em seus primórdios por esta violenta intervenção, esta guerra pelo coração da humanidade.

Entretanto, os interventores galácticos não puderam verdadeiramente privar as almas da Terra de sua liberdade. Por mais massiva que tenha sido a influência extraterrestre, a essência divina dentro de cada consciência de alma individual manteve-se indestrutível. A alma não pode ser destruída, embora sua natureza livre e divina possa ficar velada por um longo tempo. Isto está relacionado com o fato de que o poder, no fim das contas, não é real. O poder sempre alcança seu objetivo através das ilusões do medo e da ignorância. Ele pode somente esconder e velar as coisas; não pode verdadeiramente criar ou destruir nada.

Além do mais, este verdadeiro ataque às almas terrestres não trouxe apenas escuridão à Terra. Sem a menor intenção, ele iniciou uma profunda mudança na consciência dos guerreiros galácticos, uma virada em direção ao próximo estágio de consciência: iluminação ou “segunda inocência”.

RAÍZES GALÁCTICAS DAS ALMAS TRABALHADORAS DA LUZ

Como a noção de almas Trabalhadoras da Luz se relaciona com esta história?

As almas Trabalhadoras da Luz, como vocês as chamam, são almas que estão profundamente conectadas com o sistema estelar das Plêiades. As Plêiades são um grupo de estrelas, das quais sete podem ser vistas da Terra a olho nu.

Antes de encarnarem na Terra em corpos humanos, as almas Trabalhadoras da Luz habitaram este sistema de estrelas por um longo tempo. Em relação ao desenvolvimento da consciência em três etapas, elas passaram uma grande parte da sua maturidade ali. Foi nesse estágio que elas exploraram a consciência baseada no ego e todas as questões de poder relacionadas a ela. Este foi o estágio em que elas exploraram a escuridão e no qual abusaram muito do seu poder.

Os pleiadianos, naquele tempo, foram cocriadores do ser humano, do modo como ele se desenvolveu. Da mesma forma que outras forças galácticas, os pleiadianos tinham a intenção de usar o homem como um marionete para dominar outras partes do Universo. Implantaram um tipo de radar energético no ser humano, que os proveria de informação (a respeito de seus inimigos).

É difícil explicar as técnicas que os poderes galácticos usavam em suas batalhas, porque não existe nada no seu mundo que se compare a elas, pelo menos não ao ponto em que elas foram aperfeiçoadas. Essencialmente, a tecnologia de guerra galáctica baseava-se numa ciência de energia não materialista. Eles conheciam o poder da psique e sabiam que a consciência cria a realidade física. A metafísica deles era mais adequada do que a visão materialista adotada por seus cientistas de hoje. Como a sua ciência concebe a consciência como um resultado dos processos materiais, ao invés do contrário, ela não pode se aprofundar nos poderes criativo e causal da mente.

Na era do Cro-Magnon, os pleiadianos interferiram no desenvolvimento natural do homem em um nível genético. Essa interferência genética deveria ser concebida como o auge do processo de manipulação: eles imprimiam o cérebro/consciência humano com determinadas formas de pensamentos que afetavam a camada física, celular do organismo. O efeito dessas impressões mentais era que um elemento robótico, mecânico, era instalado no cérebro humano, o que tirava parte da força natural e da auto-consciência do ser humano. Era um implante artificial que tornava o homem mais adequado como instrumento para as metas estratégicas dos pleiadianos.

Ao interferirem deste modo no desenvolvimento da vida na Terra, os pleiadianos violaram o curso natural das coisas. Eles não respeitaram a integridade das almas terrestres, que habitavam as espécies humanas  em evolução. De certo modo, eles roubaram delas o seu (recém-adquirido) livre-arbítrio.

Em certo sentido, ninguém pode roubar o livre-arbítrio das almas, como indicamos acima. Entretanto, em termos práticos, devido à superioridade dos pleiadianos em todos os níveis, as almas terrestres perderam grande parte do seu sentido de auto-determinação. Os pleiadianos viam os seres humanos essencialmente como ferramentas, como coisas que os ajudavam a alcançar suas metas. Naquele estágio, eles não estavam preparados para respeitar a vida como valiosa em si mesma. Eles não reconheciam no “outro” (seus inimigos ou seus escravos) uma alma vivente igual a eles mesmos.

Porém, não há nenhuma intenção de se fazer um julgamento disto, já que tudo é parte do grande e profundo desenvolvimento da consciência. Eu mesmo, Jeshua, fiz parte desta história. Eu mesmo passei pelos extremos da dualidade, praticando atos de maldade, assim como atos de luz. No nível mais profundo, não existe culpa, somente livre escolha. Não existem vítimas, nem agressores; em última análise, existe apenas experiência.

Mais tarde, vocês, as almas Trabalhadoras da Luz que uma vez empregaram estes métodos escuros de opressão, julgaram a si mesmos muito severamente por seus atos. Mesmo agora, vocês ainda carregam consigo um profundo sentimento de culpa, do qual são parcialmente conscientes como uma sensação de não serem suficientemente bons (em qualquer coisa que façam). Esse sentimento origina-se de um mal-entendido.

É importante compreender que “Trabalhador da Luz” não é algo que você simplesmente é ou não é. É algo que você se torna, quando atravessa todo o caminho da experiência; experimentando luz e escuridão; sendo luz e escuridão. Se tivéssemos que lhes dar um nome, nós os chamaríamos de Almas Crísticas, em lugar de Trabalhadores da Luz.

Alguma vez vocês já tiveram a experiência de cometer um erro grave, que acabou mudando as coisas de uma forma positiva e inesperada? Algo semelhante aconteceu como resultado da interferência galáctica na Terra e na humanidade. No processo de imprimir suas energias nas almas da Terra, as forças galácticas, na realidade, criaram uma grande fusão de influências na Terra. Pode-se dizer que os elementos combativos dentro das diferentes “almas galácticas” foram implantados na humanidade como uma competição, forçando, deste modo, os seres humanos a encontrarem um modo de uni-las ou de levá-las a uma coexistência pacífica. Embora isto tenha complicado bastante a jornada das almas terrestres, acabou criando a melhor oportunidade para uma abertura de caminho positiva, uma saída da situação de impasse a que tinham chegado os conflitos galácticos.

Lembrem-se que todas as coisas estão interconectadas. Há um nível no qual as almas terrestres e as almas galácticas são/foram guiadas pelo mesmo propósito. Esse é o nível angélico. Toda alma é um anjo no seu âmago (falaremos disto no capítulo 10 desta série – “Seu Ser de Luz”). No nível angélico, tanto os guerreiros galácticos quanto as almas terrestres consentiram em fazer parte do drama cósmico esboçado acima.

A interferência galáctica não só “ajudou” a Terra a ser o crisol de fusão que ela deveria ser (no nível angélico), mas também marcou o começo de um novo tipo de consciência dos guerreiros galácticos. De uma forma imprevista, isto marcou o final da etapa do ego, o final da maturidade para eles e o começo de algo novo.

O FINAL DO ESTÁGIO DO EGO PARA OS TRABALHADORES DA LUZ

As guerras intergalácticas tinham chegado num beco sem saída, antes de a Terra entrar em cena. Quando a batalha recomeçou na Terra, na verdade ela se deslocou para a Terra. Com esta transposição, algo começou a mudar dentro da consciência galáctica. O tempo das guerras galácticas terminou.

Embora as almas galácticas tenham continuado ativamente envolvidas com a humanidade e com a Terra, elas lentamente se retiraram para o papel de observador. Neste papel, elas começaram a se conscientizar de um tipo particular de cansaço em seu interior. Elas sentiam um vazio interno. Embora a luta e a batalha continuassem, isto não as fascinava mais como antes. E então começaram a se fazer perguntas filosóficas, tais como: qual é o significado de minha vida? Por que estou lutando o tempo todo? O poder realmente me faz feliz? À medida em que se faziam estas perguntas, intensificava-se seu aborrecimento com guerra.

Os guerreiros galácticos estavam gradualmente alcançando o final do seu estágio do ego. Inconscientemente, eles haviam transferido a energia do ego e a luta pelo poder para a Terra, um lugar que estava energeticamente aberto para essa energia. As almas humanas estavam, naquele momento, começando a explorar o estágio de consciência baseado no ego.

Na consciência dos guerreiros galácticos criou-se um certo espaço: o espaço para a dúvida, o espaço para a reflexão. Eles entraram numa fase de transformação, que descreveremos distinguindo os seguintes passos:

  1. Estar insatisfeito com o que a consciência baseada no ego tem para lhe oferecer, desejar “algo mais”: o começo do final.
  2. Começar a se conscientizar da sua dependência à consciência baseada no ego, reconhecendo e liberando as emoções e pensamentos que a acompanham: a metade do final.
  3. Permitir que as velhas energias baseadas no ego morram dentro de você, jogando fora o casulo, sendo seu novo ser: o final do final.
  4. O despertar de uma consciência baseada no coração, dentro de você, motivada por amor e liberdade; ajudar outros a fazerem a transição.

Estes quatro passos marcam a transição da consciência baseada no ego para a consciência baseada no coração. Por favor, lembrem-se que tanto a Terra e a humanidade quanto os reinos galácticos passam por esses estágios, só que não simultaneamente.

O planeta Terra agora está passando pelo estágio 3. Muitos de vocês, Trabalhadores da Luz, também estão passando pelo estágio 3, em sintonia com o processo interno da Terra. Alguns de vocês ainda estão lutando com o estágio 2 e alguns chegaram ao estágio 4, desfrutando das delícias da alegria genuína e da inspiração.

Entretanto, grande parte da humanidade não deseja abandonar a consciência baseada no ego, de jeito nenhum. Eles ainda não entraram na etapa 1 da fase de transição. Isto não é algo para se julgar nem se criticar ou pelo qual se afligir. Tentem ver isto como um processo natural, como o crescimento de uma planta. Vocês não julgam uma flor por ser um botão em vez de estar completamente florescida. Tentem ver isto sob esta ótica. Fazer julgamentos morais sobre os efeitos destrutivos da consciência baseada no ego em seu mundo fundamenta-se na falta de percepção das dinâmicas espirituais. Além disso, debilita a sua própria força, já que a irritação e a frustração que vocês sentem às vezes ao ouvirem as notícias ou lerem seus jornais não podem ser transformadas em algo construtivo. Isso apenas os esgota e baixa seu nível de vibração. Tentem ver as coisas de um ponto de vista mais distante, com uma atitude de confiança. Tentem perceber intuitivamente as correntes ocultas na consciência coletiva, as coisas que vocês raramente leem ou escutam nos seus meios de comunicação.

Não tem sentido tentar modificar as almas que ainda estão presas à realidade da consciência baseada no ego. Elas não querem a sua “ajuda”, pois ainda não estão abertas às energias baseadas no coração, que vocês – Trabalhadores da Luz – desejam compartilhar com elas. Embora elas pareçam necessitar da sua ajuda, enquanto elas não a quiserem, elas não a necessitam. É muito simples.

Os Trabalhadores da Luz gostam muito de dar e ajudar, mas frequentemente perdem seu poder de discernimento nessa área. Isto leva a um perda de energia e pode resultar em auto-desconfiança e frustração por parte dos Trabalhadores da Luz. Por favor, usem seu poder de discernimento aqui, pois o desejo de ajudar pode tragicamente se transformar numa armadilha para os Trabalhadores da Luz, que os impede de completar realmente o passo 3 da transição. (Discutiremos a noção de “ajudar” mais adiante, em “Do Ego ao Coração IV” e “Armadilhas no caminho de tornar-se um curador”).

Agora terminaremos nossa descrição dos Trabalhadores da Luz no final do seu estágio do ego. Como dissemos, naquele tempo vocês pertenciam ao sistema estelar das Plêiades e vocês, como outros impérios galácticos, interferiram na humanidade quando o ser humano moderno tomava forma. Quando passaram a desempenhar cada vez mais o papel de observadores, vocês cansaram de lutar.

O poder que vocês buscaram por tanto tempo resultou num tipo de dominação que aniquilava as qualidades únicas e individuais daquilo que vocês dominavam. Portanto, nada de novo podia entrar na sua realidade. Vocês matavam tudo o que era “outro”. Esta forma de proceder fez com que, depois de um tempo, sua realidade se tornasse estática e previsível. Quando vocês se conscientizaram do vazio existente na luta pelo poder, sua consciência se abriu para novas possibilidades. Surgiu um desejo por “algo mais”.

Vocês tinham completado o passo 1 da transição para a consciência baseada no coração. As energias do ego, que tinham reinado livremente por éons, assentaram-se e abriram um espaço para “algo mais”. Em seus corações, brotou uma nova energia, como uma tenra flor. Uma voz sutil e tranquila começou a falar-lhes do “lar”, um lugar que vocês uma vez conheceram, mas cujo rastro vocês tinham perdido ao longo de seu caminho. Internamente, vocês sentiram saudades de casa.

Exatamente como as almas terrestres, vocês experimentaram o estado oceânico de unidade, do qual cada alma nasce. E gradualmente evoluíram, a partir desse oceano, para unidades individuais de consciência. Como essas “pequenas almas”, vocês se deleitaram com a exploração, enquanto, ao mesmo tempo, carregavam dentro de si a dolorosa lembrança de um paraíso que vocês tiveram que deixar para trás.

Quando, mais tarde, vocês entraram no estágio da consciência baseada no ego, esta dor ainda continuou dentro de vocês. Essencialmente, o que vocês tentaram fazer foi preencher esse vazio em seu coração com o poder. Procuraram preencher a si mesmos, jogando o jogo de lutar e conquistar.

O poder é a energia que mais se opõe à unidade. Ao exercerem poder, vocês isolam-se do “outro”. Ao lutarem pelo poder, vocês distanciam-se mais ainda do lar (a consciência da unidade). O fato de o poder afastá-los do lar, ao invés de aproximá-los, foi ocultado de vocês por muito tempo, já que o poder está fortemente ligado à ilusão. O poder pode facilmente ocultar sua verdadeira face de uma alma ingênua e inexperiente. O poder cria a ilusão de abundância, de realização, de reconhecimento e até mesmo de amor. O estágio do ego é uma exploração sem restrições da área do poder, isto é, de ganhar, perder, lutar, dominar, manipular, de ser o agressor e ser a vítima.

No nível interno, a alma se dilacera durante esta etapa. O estágio do ego está vinculado a um ataque à integridade da alma. Por integridade, queremos dizer a unidade natural e a totalidade da alma. Ao passar para a consciência baseada no ego, a alma entra num estado de esquizofrenia. Ela perde a sua inocência. Por um lado, ela batalha e conquista, por outro, ela percebe que é errado causar danos ou destruir outros seres vivos. Não é tão errado, de acordo com algumas leis ou julgamentos objetivos, mas a alma percebe, subconscientemente, que está fazendo algo que se opõe à sua própria natureza divina. Criar e dar vida fazem parte da natureza da sua própria essência divina. Quando a alma age a partir de um desejo de poder pessoal, bem no fundo de si surge um sentimento de culpa. Aqui também não há julgamento externo sobre a alma que se diz culpada. A própria alma percebe que está perdendo sua inocência e pureza. Enquanto por fora ela persegue o poder, um sentimento crescente de indignidade vai comendo-a por dentro.

O estágio da consciência baseada no ego é uma etapa natural na jornada da alma. Na realidade, ela envolve a exploração completa de um dos aspectos de ser da alma: a vontade. Sua vontade constitui a ponte entre o mundo interno e o mundo externo. A vontade é essa parte de vocês que focaliza a energia da sua alma no mundo material. A vontade pode ser inspirada pelo desejo de poder ou pelo desejo de unidade. Isto depende do estado da sua percepção interior. Quando uma alma chega no final do estágio do ego, a vontade se torna, cada vez mais, uma extensão do coração. O ego ou a vontade pessoal não são destruídos, mas fluem de acordo com a sabedoria e a inspiração do coração. Neste ponto, o ego aceita o coração como seu guia espiritual. A integridade natural da alma se restabelece.

Quando vocês, as almas Trabalhadoras da Luz das Plêiades, chegaram no passo 2 da transição da consciência baseada no ego para a consciência baseada no coração, sentiram o desejo sincero de corrigir o que tinham feito de mal na Terra. Compreenderam que tinham maltratado os seres humanos viventes sobre a Terra e que tinham dificultado a livre expressão e desenvolvimento das almas terrenas. Vocês perceberam que tinham violado a própria VIDA, ao tentarem manipulá-la e controlá-la de acordo com as suas necessidades. Quiseram, então, libertar o homem dos grilhões do medo e da limitação, que haviam trazido muita escuridão às suas vidas, e sentiram que a melhor forma de poderem realizar isto seria encarnando, vocês mesmos, em corpos humanos. Assim, vocês encarnaram em corpos humanos, cuja composição genética foi parcialmente criada por vocês mesmos, com o objetivo de transformar suas criações a partir de dentro.

As almas que foram à Terra com esta missão tinham a intenção de difundir a Luz dentro de suas próprias criações (manipuladas). Por isso elas são chamadas de “Trabalhadores da luz”. Vocês tomaram a decisão de fazer isto – e de se enredarem numa série de vidas terrestres – a partir de um novo sentido de responsabilidade e também pelo sincero impulso de tomar esta carga cármica sobre si mesmos, e desse modo serem capazes de liberar completamente o passado.

Continua… PARTE 3

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Fonte: Jeshua Channelings | Channelings I The Lightworker series | Lightworker II | The galactic history of lightworkers
Tradução: Vera Corrêa – veracorrea46@gmail.com

Via: Sementes das Estrelas | JESHUA – “TRABALHADORES DA LUZ – PARTE 2: A HISTÓRIA GALÁCTICA DOS TRABALHADORES DA LUZ”

Parte 1: Aqui


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Jeshua – “Trabalhadores da Luz – Parte 2: A HISTÓRIA GALÁCTICA DOS TRABALHADORES DA LUZ”

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APRENDENDO UM POUCO MAIS SOBRE A MISSÃO DOS TRABALHADORES DA LUZ – PARTE 1…

trabalhadores da luz

TRABALHADORES DA LUZ – PARTE 1: A IDENTIDADE DO TRABALHADOR DA LUZ

Jeshua

Jeshua

Canalizado por: Pamela Kribbe 

A IDENTIDADE DO TRABALHADOR DA LUZ

Os Trabalhadores da Luz são almas que possuem o forte desejo interior de difundir Luz (conhecimento, liberdade e amor) sobre a Terra. Eles sentem isso como sua missão. São frequentemente atraídos para a espiritualidade e para algum tipo de trabalho terapêutico. Devido ao seu profundo sentimento de missão, os Trabalhadores da Luz sentem-se diferentes de outras pessoas. Ao experimentarem diferentes tipos de obstáculos em seus caminhos, a vida os estimula a encontrar seu caminho próprio, único. Os Trabalhadores da Luz quase sempre são indivíduos solitários que não se adaptam às estruturas sociais estabelecidas.

Uma observação sobre o conceito de “Trabalhador da Luz”:

A expressão “Trabalhador da Luz” pode provocar mal-entendidos, já que diferencia um grupo particular de almas, do resto. Além disso, pode parecer sugerir que este grupo particular é, de algum modo, superior aos outros, por exemplo, àqueles “não Trabalhadores da Luz”. Toda esta linha de pensamento está em desacordo com a própria natureza e objetivo do trabalho da Luz. Permitam-nos expor brevemente o que há de errado nisso.

Primeiro, pretensões de superioridade geralmente não são iluminadas. Elas bloqueiam seu crescimento em direção a uma consciência livre e amorosa. Segundo, os Trabalhadores da Luz não são “melhores” nem “superiores” a ninguém. Eles simplesmente têm uma história diferente daquela dos que não pertencem a este grupo. Graças a esta história peculiar, que discutiremos mais adiante, eles têm certas características psicológicas que os distinguem como um grupo.

Terceiro, toda alma chega a ser um Trabalhador da Luz em determinada etapa do seu desenvolvimento. Portanto, a qualificação “Trabalhador da Luz” não está reservada para um número limitado de almas.

A razão pela qual utilizamos o termo “Trabalhador da Luz” – apesar dos possíveis mal-entendidos – é porque ela traz associações e agita memórias dentro de vocês que os ajuda a recordar. Também há uma conveniência prática, já que este termo é frequentemente usado em sua literatura espiritual corrente.

RAÍZES HISTÓRICAS DOS TRABALHADORES DA LUZ

Os Trabalhadores da Luz trazem consigo a habilidade de alcançar o despertar espiritual mais rapidamente que outras pessoas. Eles carregam sementes internas para um rápido despertar espiritual. Por causa disso, parecem estar numa via mais rápida que a maioria das pessoas, se assim escolhem. Mais uma vez, isto não acontece porque os Trabalhadores da Luz sejam de algum modo almas “melhores” ou “superiores”. No entanto, eles são mais velhos que a maioria das almas encarnadas na Terra atualmente. Esta idade “mais velha” deve ser entendida, de preferência, em termos de “experiência”, mais que de “tempo”.

Os Trabalhadores da Luz alcançaram um estágio particular de iluminação, antes de encarnarem na Terra e começarem sua missão. Eles escolheram conscientemente envolver-se na “roda cármica da vida” e experimentar todas as formas de confusão e ilusão que fazem parte dela.

Fizeram isto para compreender completamente “a experiência da Terra”. Isto lhes permitirá cumprir sua missão. Só passando, eles mesmos, por todos os estágios de ignorância e ilusão, é que eles possuirão finalmente as ferramentas para ajudar os outros a alcançar um estado de verdadeira felicidade e iluminação.

Por que os Trabalhadores da Luz perseguem esta missão sincera de ajudar a humanidade, mesmo correndo o risco de se perderem, durante eras, na densidade e confusão da vida terrestre? Esta é uma questão da qual nos ocuparemos extensivamente mais adiante. Agora, diremos apenas que isto tem de ver com um tipo de carma galáctico.

Os Trabalhadores da Luz presenciaram a véspera do nascimento da humanidade na Terra. Eles fizeram parte da criação do homem. Foram cocriadores da humanidade. Durante o processo de criação, eles fizeram escolhas e agiram de formas que mais tarde vieram a lhes causar um profundo arrependimento. Eles estão aqui agora para reparar suas decisões de então.

Antes de entrarmos nesta história, citaremos algumas características das almas Trabalhadoras da Luz, que geralmente as distinguem de outras pessoas. Estes traços psicológicos não pertencem exclusivamente aos Trabalhadores da Luz e nem todos os Trabalhadores da Luz os reconhecerão como seus. Ao apresentarmos esta lista, simplesmente queremos dar um esboço da identidade psicológica dos Trabalhadores da Luz. Quanto às características, o comportamento exterior é menos importante do que as motivações internas ou intenções sentidas. O que vocês sentem por dentro é mais importante do que o que mostram externamente.

CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS DOS TRABALHADORES DA LUZ

  • Desde cedo em suas vidas, eles sentem que são diferentes. Quase sempre, sentem-se isolados dos outros, solitários e incompreendidos. Frequentemente tornam-se individualistas e têm que encontrar seus próprios caminhos na vida.
  • Eles têm dificuldade para se sentir à vontade em empregos tradicionais e/ou em estruturas burocratas. Os Trabalhadores da Luz são naturalmente antiautoritários, o que significa que resistem naturalmente às decisões ou valores baseados somente em poder ou hierarquia. Este traço de antiautoritarismo está presente mesmo entre os que parecem tímidos e envergonhados. Ele está relacionado com a própria essência da missão deles aqui na Terra.
  • Os Trabalhadores da Luz sentem-se atraídos para ajudar as pessoas, como terapeutas ou como professores. Podem ser psicólogos, curadores, professores, enfermeiros, etc. Mesmo que a sua profissão não esteja diretamente relacionada com ajudar pessoas, sua intenção de contribuir para o bem-estar da humanidade está claramente presente.
  • Sua visão da vida é colorida por um sentido espiritual de como todas as coisas estão relacionadas umas com as outras. Consciente ou inconscientemente, eles levam dentro de si memórias de esferas de luz não terrestres. Podem – ocasionalmente – sentir saudades dessas esferas de luz e sentir-se como um estranho na Terra.
  • Honram e respeitam profundamente a vida, o que frequentemente se manifesta como afeição pelos animais e preocupação com o meio ambiente. A destruição de partes do reino animal ou vegetal na Terra pela ação do homem evoca neles profundos sentimentos de perda e aflição.
  • São bondosos, sensíveis e empáticos. Podem sentir-se incômodos ao se defrontarem com um comportamento agressivo e geralmente têm dificuldade para se defender. Podem ser sonhadores, ingênuos ou profundamente idealistas, assim como insuficientemente “enraizados”, isto é, não ter os pés na terra. Como eles têm facilidade para captar sentimentos e humores (negativos) das pessoas que os rodeiam, é importante que possam, regularmente, passar algum tempo a sós. Isto lhes permite distinguir entre seus próprios sentimentos e os das outras pessoas. Necessitam de momentos de solidão para recuperar a própria base e estar em contato com a mãe Terra.
  • Eles viveram muitas vidas na Terra, nas quais estiveram profundamente envolvidos com a espiritualidade e/ou religião. Estiveram presentes, em grande número, nas velhas ordens religiosas do seu passado, como monges, monjas, ermitães, psíquicos, bruxas, xamãs, sacerdotes, sacerdotisas, etc. Foram os que construíram uma ponte entre o visível e o invisível, entre o contexto diário da vida terrestre e os reinos misteriosos de pós-vida, de Deus e dos espíritos do bem e do mal. Por desempenharem este papel, muitas vezes eles foram renegados e perseguidos. Muitos de vocês foram sentenciados à fogueira devido aos dons que possuíam. Os traumas das perseguições deixaram profundas marcas na memória de suas almas. Isso pode manifestar-se atualmente como medo de estar completamente enraizado, isto é, medo de estar realmente presente, porque vocês se lembram de terem sido brutalmente atacados por serem quem eram.

PERDER-SE: O PERIGO PARA O TRABALHADOR DA LUZ

Os Trabalhadores da Luz podem estar presos nos mesmos estados de ignorância e ilusão que qualquer outra pessoa. Embora comecem de um ponto de partida diferente, a capacidade deles para romper o medo e a ilusão, com o propósito de alcançar a iluminação, pode ser bloqueada por muitos fatores. (Por iluminação, queremos dizer o estado no qual vocês compreendem que são essencialmente da Luz, capazes de escolher a luz em qualquer momento).

Um dos fatores que bloqueiam o caminho da iluminação para os Trabalhadores da Luz é o fato de terem uma pesada carga cármica, que pode levá-los a se extraviarem por bastante tempo. Como afirmamos anteriormente, esta carga cármica está relacionada com decisões que eles tomaram com relação à humanidade em suas etapas iniciais. Foram decisões essencialmente desrespeitosas para com a vida (falaremos disto mais tarde, neste capítulo). Todos os Trabalhadores da Luz que vivem agora desejam corrigir alguns de seus erros passados e recuperar e cuidar do que foi destruído por causa disso.

Quando os Trabalhadores da Luz completarem seu caminho através da carga cármica, isto é, quando liberarem todo tipo de necessidade de poder, compreenderão que são essencialmente seres de luz. Isso lhes permitirá ajudar outras pessoas a achar seu próprio ser verdadeiro. Mas primeiro eles mesmos têm que passar por esse processo, o que geralmente exige grande determinação e perseverança no nível interno. Devido aos valores e julgamentos neles incutidos pela sociedade, os quais frequentemente vão contra seus próprios impulsos naturais, muitos Trabalhadores da Luz se perderam, terminando em estados de desconfiança de si mesmos, autonegação e, inclusive, depressão e desesperança. Isto porque eles não conseguem se adaptar à ordem estabelecida e concluem que deve haver algo de terrivelmente errado com eles.

O que os Trabalhadores da Luz têm que fazer, neste ponto, é deixar de procurar validação externa, através de pais, amigos ou da sociedade. Em algum momento, você (que está lendo isto) terá que dar o salto para a verdadeira autorização, o que significa realmente acreditar em si mesmo e verdadeiramente honrar suas inclinações naturais e seu conhecimento interior, agindo de acordo com eles. Nós o convidamos a fazer isso e lhe asseguramos que estaremos com você em cada passo do caminho – exatamente como você, num futuro não distante, estará aí para ajudar outros em seu caminho.

Continua… PARTE 2

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Fonte: Jeshua Channelings | Channelings I The Lightworker series | Lightworker I | The Lightworker’s identity
Tradução: Vera Corrêa – veracorrea46@gmail.com

Via: Semente das Estrelas | JESHUA – “TRABALHADORES DA LUZ – PARTE 1: A IDENTIDADE DO TRABALHADOR DA LUZ”


Ouça também a mensagem através deste vídeo:

Jeshua – “Trabalhadores da Luz – Parte 1: A IDENTIDADE DO TRABALHADOR DA LUZ”

Publicado por mxvenus

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SE VOCÊ OFERECE AO MUNDO O QUE LHE AGRADA, LHE DÁ ALEGRIA E INSPIRAÇÃO, VOCÊ ESTÁ NO CAMINHO CERTO…

Qual caminho seguir

ESTAR TRAVADO

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Mensagem de Jeshua

Canalizada por Pamela Kribbe
em junho de 2019

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Queridos amigos, Eu Sou Jeshua.

Estou aqui entre vocês para que nos conectemos e possamos compartilhar nossas energias. A energia que trago funde-se com a energia e a luz de vocês e com a sabedoria que acumularam em todas as vidas que viveram aqui na Terra. Deste modo, nós juntos formamos um canal para a exteriorização do conhecimento apropriado para o momento presente.

Estamos canalizando juntos. Peço a cada um de vocês que perceba sua participação nesta canalização e sinta que não é apenas um ouvinte, um estudante em busca de respostas, mas é também o professor que conhece e sente as respostas dentro de si mesmo, e que deseja transmitir este conhecimento a outros que o estão buscando.

Você desempenha estes dois papéis. Você é o buscador, aquele que está constantemente crescendo e ocupado renovando-se e expandindo-se. E, ao mesmo tempo, enquanto este processo está acontecendo, você também transmite sua energia a outras pessoas, que talvez não estejam tão adiantadas em seus processos de mudança; e que se beneficiam com suas descobertas e realizações internas, que você lhes transfere de maneira natural.

A arte de ser um professor espiritual não tem a ver com a capacidade de expor seu conhecimento de uma forma eloquente e perfeitamente formulada, mas de transmitir a essência desse conhecimento de modo natural, autêntico, que carregue a vibração da alegria de viver e da liberdade, com um sentimento de confiança e fé.

Há momentos em que você sente essa vibração muito claramente, e logo se percebe conectado com o âmago do seu ser. Seu ensinamento, então, não é algo que você faz ou dá para o mundo exterior, mas é algo que você é; é a sua vibração natural que se irradia espontaneamente para os outros.

Se estiver sempre se perguntando: “Qual é exatamente a intenção do trabalho espiritual que vim realizar na Terra?”, vá para as profundezas do seu ser onde reside a simplicidade – a verdade do seu ser único. Se você se conecta com esse centro e age a partir daí, não importa muito de que forma permite que sua energia flua para o mundo.

Tudo o que lhe agrada, que lhe dá alegria e inspiração, pertence a você; e, se oferecer isso ao mundo, você será recompensado, no devido tempo. Não busque sua segurança em formas e meios materiais, mas no seu próprio centro, onde reina paz, naturalidade e simplicidade.

Quero que saiba que, quando lhe digo estas coisas, é também o Uno em seu interior que está falando.

Quero expressar a sua voz nesta canalização, unida e combinada com a minha própria vibração. Juntos formamos um campo, e esta é a intenção. Não sou um professor que está acima de você e possui todas as respostas. É certo que toda alma expressa sua própria sabedoria de uma forma única, que se funde em um campo vasto e brilhante com todo tipo de sombras e facetas diferentes.

Orgulhe-se de quem você é e nunca tente imitar outra pessoa. Descubra quem você é e então estará na sua forma mais bela e mais pura. As respostas para todas as questões encontram-se no seu núcleo central, nas profundezas do seu ser; lá onde tudo flui com facilidade e você pode exclamar, “Sim, isto é realmente fácil! É isto que eu sou – um ser ilimitado e livre. Medo e carência não são reais; eles não podem tocar-me verdadeiramente.”

É claro que existem momentos na sua vida – assim como na de todo ser humano – em que você perde a conexão com seu centro e tudo se torna sombrio e escuro, e o medo e o desespero tomam conta de você – energia negativa, como costumam dizer.

Você se desconecta do seu centro e, então, tudo que antes parecia simples e claro, passa a parecer complexo e complicado, levando-o a pensar demais e a se preocupar profundamente com tudo. Você anda em círculos e fica preso, como uma agulha de fonógrafo que emperra numa ranhura do disco, enquanto este continua girando, sem que nada aconteça de fato. E esta situação lhe traz um desgaste energético e uma tristeza desesperadora, que podem levá-lo à depressão.

Caso esteja preso, duas coisas podem lhe acontecer: ou você se liberta ou acaba se enredando mais ainda, até chegar num ponto em que está tão travado, que algo tem que ser feito.

Energeticamente, a vida nunca para – ela não pode ficar parada – portanto você atrairá um acontecimento, ou ocorrerá uma erupção interna, que o forçará a mudar de direção. A nova direção será sempre mais intensa do que a antiga, mas lhe oferecerá novas oportunidades e a chance de seguir novos caminhos.

Sob uma perspectiva cósmica, ninguém pode realmente ficar travado – a vida continua a fluir por você, mas, mesmo assim, você ainda pode ter a sensação de estar preso, bloqueado.

O que isto significa, de fato, é que você anseia por algo com o qual já tem uma ligação emocional, mas que ainda não chegou à sua vista e alcance; algo que permanece além do seu horizonte particular. E então tem a sensação de estar preso, e isto lhe traz frustração e desapontamento, que parecem confirmar que você está travado.

Como sair de tal situação?

A primeira coisa a fazer é abandonar o julgamento de que algo deu errado. Provavelmente você pensa consigo mesmo: “Eu já deveria ter chegado lá, minha meta era já ter conseguido isto ou aquilo… e eu falhei!” Este julgamento empurra-o para baixo e o mantém mais fortemente preso no lugar.

Se você olhasse para si mais objetivamente, de um ponto de vista ligeiramente mais elevado, poderia dizer: “Aparentemente existe algo que acho muito preocupante e com o qual tenho dificuldade de lidar, e por isto ainda não estou na situação que desejo estar.”

Se conseguir olhar desta maneira para a sensação de estar preso, isto poderá ser um incentivo para você se analisar e investigar o que deseja ser visto. O que você encontrará serão emoções contraditórias: uma parte sua ansiando pelo novo, pelo que o realiza e lhe traz maior criatividade e inspiração; enquanto outra parte está se agarrando ao antigo, por medo de liberá-lo e, com isto, abandonar a segurança.

Como lidar com esse medo?

Se estiver tentando dar um grande passo em direção à renovação, o ideal é desapegar-se da sua velha identidade e tornar-se uma nova pessoa. É a isto que se refere a literatura espiritual quando fala de um novo nascimento, ou um segundo nascimento. Entretanto, pode estar certo de que você não vai desapegar-se tão facilmente da sua velha identidade!

Ela foi construída cuidadosamente e consiste, em grande parte, de uma mistura complexa de mecanismos e padrões de sobrevivência, comportamentos que você usava para evitar e escapar de emoções difíceis. Você começa a fazer isto quando criança.

Para uma criança, esta é, geralmente, sua única estratégia de sobrevivência, pois as emoções que ela experimenta podem ser avassaladoras demais para serem compreendidas pelo seu espírito. Inclusive, as crianças, em especial as mais sensíveis, têm a tendência a viver os problemas e energias pesadas de seus pais como se fossem delas… problemas que elas sentem que devem resolver, o que absolutamente não é tarefa para uma criança.

Assim, a partir da primeira infância, surgem padrões comportamentais profundos para fugir da dor, do medo e do trauma, de modo que a criança encontre meios de contorná-los e sobreviver. É importante que você entenda isto em si mesmo.

Até este ponto, estive falando apenas de uma identidade que se formou na sua infância, nesta vida. Mas você também carrega impressões de outras vidas, energias residuais que agora, nesta vida, querem ser vistas e liberadas.

Portanto, ao mesmo tempo em que você deseja entrar em uma nova realidade para se aproximar mais da sua própria alma, realizar-se plenamente e ter relacionamentos profundos com outras pessoas, tente também olhar com o maior carinho e compaixão para a parte sua que está tendo dificuldade para liberar o que é antigo.

Sinta sua própria resistência, medo e desconfiança, procurando enxergá-los através dos olhos da criança que enfrentou tantas questões difíceis com as quais não conseguiu lidar. De certa forma, todo ser humano foi traumatizado emocionalmente, pelo simples fato de ter sido criado na Terra, envolvido por tantos medos, ideias de carência e crenças negativas. Então não é de se estranhar que perca uma parte de si mesmo.

Quero lhe dizer que não é realista travar uma “batalha espiritual” com as injustiças externas a você, ou tentar mudar o mundo ao seu redor, ou tentar forçar a manifestação de um mundo novo.

O verdadeiro guerreiro, que luta pela luz, incorpora qualidades masculinas e femininas, e analisa a criança interior, observa-a em suas lutas e, com grande ternura, abraça essa criança, compadece-se dela e tranquiliza-a. Aqui você vê como é importante fazer uso tanto da sua força masculina quanto da feminina, na cura de si mesmo.

O poder feminino acalma o seu aspecto mais ansioso e desconfiado, que talvez nem queira estar aqui na Terra. Sua parte feminina estende a mão, é afável e amparadora como uma mãe… sem restrições e acolhedora, criando receptividade. Tente experimentar isto, permitindo que a energia feminina em você flua especialmente para aqueles padrões que lhe oferecem tanta resistência e dificuldade.

Você também precisa utilizar sua energia masculina, que simboliza determinadas forças. Às vezes é importante tomar decisões difíceis, estabelecer limites, dizer adeus a situações ou pessoas que conservam padrões antigos. Ter compaixão e compreensão inabaláveis por padrões negativos em si mesmo ou nos outros não significa ser espiritualizado.

Em certas ocasiões, a energia masculina diz claramente: “Chega! Despegue-se disso!” Ela o leva a um novo caminho, onde você pode sobreviver por si mesmo e atrever-se a mostrar quem você realmente é. Este é o aspecto da energia masculina essencial para a sua libertação.

É claro que com seu lado feminino você pode vivenciar – tanto em relação a si mesmo quanto aos outros – um entendimento muito profundo do que está acontecendo, que pode incluir negatividade, violência e até vandalismo.

Mas seu eu masculino faz você perceber que está aqui nesta vida por si mesmo, e que precisa fazer escolhas que sirvam à sua luz, à sua alma. Isto pode significar tomar decisões claras e definitivas, e até afastar-se do que não é essencial para você e não mais lhe convenha.

Agora imagine que você vê essa energia masculina em si, na forma de uma espada que você segura com sua mão direita. E que sua mão esquerda segura uma taça ou cálice magnifico, que representa a energia feminina receptiva e curadora.

Ambos são instrumentos que você pode usar para amparar a si mesmo. Às vezes, numa situação onde padrões estão sempre se repetindo e não há nenhum fluxo de renovação, é necessário empunhar a espada, falar com clareza e não se deixar levar por padrões com os quais você não se sente mais à vontade.

Em outros momentos, quando você tem que lidar com emoções intensas de medo ou tristeza, é necessário ser muito compreensivo e carinhoso consigo mesmo, estar aberto e receptivo às suas emoções. Neste caso, você pode visualizar à sua frente um cálice de vidro, numa cor curativa, no qual as emoções com as quais você está lutando podem ser colocadas e acolhidas.

E se não souber o que fazer em determinada situação, ou em relação a certas emoções, pergunte a si mesmo intuitivamente: “O que é necessário aqui? A espada? Preciso dar passos decisivos, estabelecer limites, separar-me…? Ou é necessário voltar-me para meu interior e receber minhas emoções mais profundas que estão vindo à superfície?… Ou preciso de ambos?”

A espada masculina e o cálice feminino são as duas ferramentas que você tem à sua disposição.

Finalmente peço a cada um de vocês que sinta a conexão entre todos nós que estamos neste círculo. Concentre seu olhar interior no professor que você já incorpora, em vez de nos problemas e lutas que tem compartilhado com os outros. Sinta a grande força que você tem – esse seu núcleo central poderoso e único, que está à sua disposição e que já é tão perceptível em você.

Intua como nós, que nos encontramos neste círculo, formamos juntos um canal e agora recebemos a energia que flui de todos nós. Sinta quanta alegria, sabedoria e esperança estão presentes nesta energia!

E quando estiver sentindo-se travado, não se ofusque fixando o olhar no que não funciona, mas, por favor, esteja ciente também de tudo que realmente vai bem, de tudo o que está fluindo para a sua vida, e de tudo o que você já tem para dar e compartilhar com outros – isto já é bastante!

Agradeço a todos vocês por terem me permitido sentar-me em seu meio e misturar minha energia com as suas. Sim!

Jeshua

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DE CORAÇÃO A CORAÇÃO
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© Pamela Kribbe; www.jeshua.net

Fonte: Being Stuck – Jeshua Channelings
Tradução de Vera Corrêa veracorrea46@gmail.comwww.jeshua.net/por

Via:  ESTAR TRAVADO – De Coração a Coração


Ouça também a mensagem através deste vídeo:

MENSAGEM DE JESHUA – ESTAR TRAVADO

Publicado por Sol de Alcyon em 5 de agosto de 2019.

Via: MENSAGEM DE JESHUA – ESTAR TRAVADO – YouTube


NA BUSCA POR RESPOSTAS, FAÇA AS PERGUNTAS AO SEU MESTRE INTERIOR…

sabedoria interior

O MESTRE INTERIOR

Jesus

Jeshua Ben Joseph

Canalizado por: Judith Coates

 

Amado, foi-me perguntado se eu iria manifestar um determinado ensinamento que poderia leva-lo do início até o espaço da mestria. Na verdade, eu dei alguma instrução nesta área. Você tem livros que são como guias para estudar. Mas eu quero lhe fazer uma pergunta muito básica. Quando você usa um guia de estudo como este, onde ocorre a maior parte do estudo? Na mente.

E o que eu enfatizo com você é, ainda que você comece com conceitos da mente – que é um bom lugar para começar – o objetivo é chegar ao espaço do coração para que você, como tenho lhe falado por alguns anos, não volte ao início e envolva a mente unicamente.

Porque, na verdade, enquanto uso as palavras, elas não são tão importantes quanto o sentimento. Eu chego a vocês e toco cada um de vocês, coração a coração, enquanto a mente está ocupada lendo as palavras. A mente diz: “Oh, bom, eu posso me agarrar a essa ideia. Vou manter essa ideia”. Então outra ideia chega e você esquece a primeira, e então você se entretém com a segunda na mente. Se você tiver sorte, a mente se cansa, e você chega a uma sensação de paz.

É por isso que eu enfatizo tantas vezes que você reserve um tempo a cada dia para se interiorizar e apenas respirar. Agora, eu sei que quando você começar essa prática  todos os dias, se você for como a maioria dos irmãos e irmãs, a mente estará ocupada com o que aconteceu no dia anterior ou naquele dia, e haverá certas coisas que você resumirá na mente: “Ela disse isso para mim. Isso aconteceu no trabalho. Isto é o que eu tenho que pensar  amanhã. Espero ter tudo preparado para o jantar, com cem pessoas vindo para comer … etc”.

E então, como você praticou se concentrar na respiração, você pode chegar a um espaço de paz interior, aonde chega ao espaço onde você conhece o sentimento de expansão, onde não tem nenhum julgamento, nenhum pensamento, apenas o espaço de paz interior. Eu tenho compartilhado com você muitas vezes, e irei reiterar, que quando você encontrar esse espaço de paz interior, o corpo lhe agradecerá, porque o corpo, em seguida, começará a relaxar sem que você tente controlá-lo.

Você respira, sente-se em paz e o corpo se expande. Todas as células do corpo permitem que a sua Luz se expanda.

Falamos, muitas vezes, dos vários textos, dos escritos que são como pistas para colocá-lo em um caminho. Você tem muitos bons textos que você pode estudar. Você tem muitos bons poetas, escritores, músicos que escreveram melodias e as palavras para as melodias que irão transportá-lo de um espaço para certa emoção. Muitas vezes a música pode movê-lo de uma forma que nada mais pode. Agora, quando a música o mover para um espaço onde você perceba que as lágrimas estão fluindo livremente, alegre-se. Saiba que realmente houve vidas em que você não podia, não ousou derramar as lágrimas. Alegre-se cada vez que sentir as lágrimas descendo pelas bochechas, porque isso mostra que o coração está se abrindo.

Muitas vezes me perguntam: “Mestre, como posso me tornar um mestre? Mostre-me, ensine-me, leve-me aos livros certos para estudar. “Dependendo do que parece ser o próximo passo necessário para eles, irei sugerir.” Mas, muitas vezes, eles irão voltar e dizer: “Eu li os livros que você sugeriu. Eles eram bons. Eles me levaram até certo ponto em meu caminho, mas eu sinto que há mais. Há algo mais que eu deveria estar estudando?”

Quando eles fazem essa pergunta, eu sei que eles querem algo da mente, então eu sugiro algo que eles possam ler para a mente. E depois de um tempo, se eles seguiram o caminho de uma maneira, eles irão voltar para mim e dizer: “Eu li os livros que você sugeriu. Eu refleti sobre eles. Eu os questionei. Eu meditei sobre as ideias nesses livros, mas eu ainda sinto que há algo mais. Diga-me para onde ir, o que fazer.”

E lhes digo, como já lhes disse algumas vezes. “Acesse o professor interior, o seu próprio mestre interior.” Porque todos e cada um de vocês existiram antes do início do tempo, existiram desde o primeiro pensamento criado, e você conhece melhor o seu caminho do que qualquer outra pessoa. Você conhece o seu Mestre interior. Faça as perguntas ao seu Mestre interior.

Não há problema em fazer perguntas a irmãos e irmãs, porque eles estão percorrendo o caminho humano e talvez o que eles leram seja esclarecedor para você. Mas quando você chegar ao espaço onde souber que há algo mais, interiorize-se e pergunte ao mestre interior.

Porque há dois mil anos, você e eu caminhamos juntos, sentamos ao redor da fogueira, caminhamos ao longo da margem do mar e compartilhamos idéias, perguntas. Quando tudo isso foi feito e você partiu, para voltar ao lugar em que morava, ou para sua família, ou para onde você tinha que ir, restaram perguntas, perguntas que eu não poderia responder verdadeiramente. Eu só poderia responder o que era verdade para mim, como eu faço neste dia e tempo.

Mas o verdadeiro professor para você é o Mestre interior. É você, o mestre que você é, interiormente. Agora, a parte mais maravilhosa sobre isso é, como você estará querendo saber, pedindo para saber, realmente desejoso de saber, é que nada pode ser retido de você. Você trará o texto perfeito para você. Você trará os professores perfeitos para você. Você trará as circunstâncias perfeitas para você.

O seu Mestre interior nunca o deixará, nunca o abandonará. Você pode se sentir, às vezes, que você está abandonado, mas nunca poderá ser abandonado, porque o seu Mestre interior tem estado com você desde o tempo em que você pensou primeiro em criar, e você criou mundos, realidades, coisas a experimentar e expressar, porque você é a extensão do Princípio criativo. Portanto, o que você vai fazer? Você irá criar.

E você irá, de acordo com a mente, julgar suas criações. O seu Mestre interior não julga. O seu Mestre interior vive como você e está sempre acessível a você. Então, na verdade, você não precisa de um mestre fora de você.

É divertido jogar com outra pessoa, lançar idéias e dizer: “Bem, como você vê isso?” E, provavelmente, por causa de seu Mestre interior, esta pessoa pode ver as coisas de forma diferente de você, e dizer: “Bem, é assim que eu vejo.” E você diz: “Bem, vamos pensar sobre isso por um momento ou mais. Deixe-me ver como isto é.” E isto pode ou não parecer correto.

Sempre que houver um momento em que você se sinta confrontado por outra pessoa, respire, e, então, interiorize-se, silenciosamente, e acesse o seu Mestre, dentro de você. Peça validação, porque, muitas vezes, o que você experimenta com a mente no mundo não é validação. As idéias virão à mente, e a forma habitual de participar com essas idéias tem sido avaliar, julgar, e muitas vezes o seu julgamento de si mesmo surgiu um pouco inferior do que o valor que você coloca em outra pessoa.

Então, quando isso acontecer, respire e pergunte a si mesmo: “Qual é a minha verdade? Fale-me, Mestre interior, meu Mestre interior”, e ouça. Novamente, não julgue. Não diga: “Bem, eu não acho que isso seja certo, porque eu li em algum lugar em um livro… etc, que tem que ser assim e assim.”

Basta ouvir e sentir. O que será mais importante será o sentimento, o sentimento de paz, o sentimento de aceitação que: “Eu estou bem. Posso ter idéias diferentes de outros, mas ainda estou bem com minhas idéias. Ainda estou bem com meus valores. Eu tenho valor”, porque você tem.

O mundo muitas vezes quer aniquilar o que você considerou como o seu valor. A mente lhe dará uma lista completa de como se valorizar, e muitas vezes você se encontrará perto do final da lista, porque é assim que habitualmente o ensino de gerações tem sido. Você aprendeu isto como os pequeninos. – “Você não sabe de nada. Você tem que me ouvir “, dizem os pais, ou o irmão mais velho, ou a irmã. Você faz isso por algum tempo, e então, começa a pensar, “Bem, não é assim que eu vejo as coisas, e eu não estou muito certo de onde eu irei com isso.”

Ouça o seu Mestre interior. Não seja confrontado com outro, porque o Mestre interior deles pode estar trazendo para eles o que eles disseram que a alma deles quer experimentar. Mas valorize o seu Mestre interior, porque esse Mestre é verdadeiro para você. É importante que você saiba do seu valor e se expresse, mesmo quando os outros não podem ouvi-lo. Permita-se valorizar a si mesmo e ao seu Mestre interior.

Leia os livros. Pergunte coisas. Discuta. Em seguida, leve-o em meditação para o Mestre Interior. Esse Mestre interior, quando você estiver sendo totalmente aberto, sem julgamento irá levá-lo à Verdade de seu ser.

Eu posso falar estas palavras para você agora, porque você está em um espaço onde você entende. Não só com a mente, mas com o Coração aberto. Eu posso falar isso para você como eu fiz há dois mil anos, quando nos divertimos trocando as idéias, porque nós o fizemos. Nós gostamos de usar a ferramenta da mente, então jogamos com a mente. E você fez isso nos primeiros anos desta vida, porque a mente é um grande brinquedo. Se você for tratá-la como tal, não sairá errado.

Mas o coração fala a verdade. Portanto, sempre que você se sentir ansioso e se perguntar o que está acontecendo, respire e então pergunte ao Mestre interior: “Como você vê o que está acontecendo?” Todas as vezes que você perguntar ao seu Mestre interior, você receberá uma resposta. Você pode não ouvi-lo. Você pode não querer. Você pode não confiar nele, mas você receberá uma resposta a que você pode retornar e ver se a resposta é a mesma da próxima vez também. Permita-se confiar no Mestre interior, porque será verdade. Não a mente, mas o sentimento do coração.

Você irá se divertir com isso. A mente já está se divertindo com isto, mas o coração diz: “E daí? Eu amo, Eu Sou, Eu Sou, eternamente.”

Então, interiorize-se e pergunte ao seu Mestre interior, “Fale comigo. Ame-me.” Isso é muito poderoso. Vá ao Mestre interior e peça: “Ame-me”. O sentimento que fluirá sobre você estará com você para sempre. Será poderoso e será para sempre, como eu estou com você. Eu caminho com você agora. Fale comigo de vez em quando.

Eu lhe dou uma promessa. Há dois mil anos, eu lhe dei uma promessa: “Estarei com vocês todos os dias, até o final dos tempos”. Isso será uma boa coisa para celebrar. Eu estou com você sempre, e amo o que você é, porque aquilo que você é, é Quem somos, fomos e seremos para sempre, fora do tempo.

Fale comigo durante o dia. Se você realmente quiser chamar minha atenção, diga algo engraçado, uma piada. Eu gosto de rir. Que a paz esteja com você agora e para sempre.
Que assim seja.

Jeshua ben Joseph (Jesus)
Expressando-se através de Judith Coates

…………

Nota: “Jeshua ben Joseph” é o nome aramaico original de Jesus, a personificação da energia crística na Terra.


Fonte: Oakbridge University | Newsletter | April 2017 The Teacher Within
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

Via: Sementes das Estrelas: JESHUA BEN JOSEPH – “O MESTRE INTERIOR” – 12.04.2017

COMPREENDENDO O SEU VERDADEIRO PROPÓSITO NA TERRA…

Sua vida na Terra

O SIGNIFICADO ESPIRITUAL DA VIDA NA TERRA

Jesus

Jeshua

Canalizado por: Pamela Kribbe 

 

Queridos amigos de almas afins,

Sou Jeshua falando. Vocês são meus irmãos e irmãs. Reúno-me com vocês aqui como um igual, não como alguém que está acima de vocês, mas como um amigo, um companheiro. Sintam a fonte comum através da qual nós estamos conectados. Sintam a vida fluindo entre nós, a conexão que cura e nos liberta.

Que cada um de vocês tenha respeito por si mesmo, do mesmo modo que tem pelos outros que estão reunidos aqui. Respeitar-se significa valorizar a si próprio, entendendo quem você realmente é e o que você assumiu nesta jornada para estar num corpo de carne e osso, aqui e agora, nesta Terra. Foi um salto de fé, e no fundo do seu ser há uma crença, uma força, uma consciência profunda que o fizeram escolher estar aqui. Você disse “sim” para esta encarnação, para a sua vida atual. O instante em que você disse “sim” fundamentou-se num conhecimento muito profundo, entretanto dúvidas logo surgiram, devido a antigas lembranças de experiências de outras vidas na Terra. Essas dúvidas encobriram o “sim” claro e óbvio, e fizeram com que ele se tornasse nebuloso e obscurecido. Você sentiu-se perdido nesta experiência terrena, sozinho e abandonado. Conheço essa dor, pois eu mesmo a vivenciei.

Muitas vezes tenho sido retratado com um santo, um iluminado que sabia tudo. Mas não foi bem assim, pois passei por dúvidas e medos intensos. Isso fazia parte da minha jornada, como faz da sua. Então veja-me na minha imperfeição, na minha fragilidade. Quando vivi na Terra, fui inspirado por uma luz da qual eu gostaria de dar testemunho; uma luz que está além das palavras, que contém amor, encanto, beleza, humor e sabedoria. Essa luz não era minha, mas era doada por meu intermédio, exatamente como acontece com cada um de vocês. Mas eu também tinha momentos de profundo desespero, devido à falta de entendimento daqueles que me cercavam, por não me sentir reconhecido… assim como acontece com você. E foi por isto que consegui atingir pessoas que eram muito solitárias; pessoas desesperadas, que sofriam, tanto física quanto emocionalmente; pessoas que se encontravam num terreno espiritual árido, inculto. Eu podia entender essas pessoas, porque vivenciara, em mim mesmo, as emoções, os estados de espírito e os pensamentos que elas estavam experimentando.

A experiência humana, com todos os seus altos e baixos, é necessária para que sua luz possa brilhar aqui. O que você vivencia agora em sua vida como trevas, tristeza, obstáculos – tudo isto faz parte da sua jornada. Não são empecilhos que você deveria evitar. Têm mais a ver com a sua capacidade de aceitar estas coisas e levar a luz do seu coração para elas, assim como uma pedra bruta pode ser despertada para a bela pedra preciosa que ela é internamente. Esta é a sua tarefa: vivenciar a escuridão, entendê-la a partir de dentro, e então iluminá-la e enfrentar toda a gama da experiência humana; envolvê-la com consciência e senti-la completamente.

E assim a energia do Cristo desperta no ser humano – mas, para que isto aconteça é necessário ser um humano. Não é possível desenvolver essa energia, esse poder singular e o brilho exclusivo da energia Crística, nos reinos altamente etéreos, onde faltam a resistência e intensidade da experiência humana. Então, perceba que o que aparentemente o retém, que o faz resistir, que o desencoraja ou incomoda, e que talvez você deteste, é exatamente o seu propósito – o motivo de você estar aqui.

É uma experiência mágica ajudar outro ser humano a iluminar-se a partir de dentro, de modo que se transforme em um ser através do qual podem acontecer milagres. Existem histórias sobre milagres que eu realizei, sobre curas físicas e mentais repentinas. Mas o poder que eu tinha não era o de um mágico; não era um truque místico. Eu conseguia atingir pessoas que estavam prontas para isso, que estavam no ponto de vivenciar uma ruptura no nível interno, através do meu entendimento profundo da natureza humana. Eu não fazia nenhum tipo de julgamento a respeito de quem elas eram, de seus aspectos negativos ou positivos; eu simplesmente estava lá. E havia pessoas que, quando estavam comigo, experimentavam o amor, e esse amor as tornava íntegras, inteiras. Era como se sua natureza fosse chamada a despertar de repente, e era isto que acontecia em tais momentos mágicos. Não era algo que eu fazia de fato, mas algo que acontecia na interação entre nós.

O fato de eu estar aberto era o que me possibilitava receber a luz do Cristo e ser capaz de transmiti-la a outros. E esta abertura, da qual estou falando, muitas vezes é alcançada por um ser humano através da vivência de uma crise. Geralmente você fica preso a todo tipo de crença sobre o que pode ou não acontecer, ou o que deve ou não dever ser, antes de realmente se abrir para a luz de Cristo. Você está cheio de ideias e padrões de pensamento que criam uma infinidade de emoções e estados de espírito. Você tenta moldar seu mundo, sua vida, a partir de tais ideias e padrões, até se defrontar com algo tão enorme que você não consegue encontrar nenhuma forma aceitável de evitá-lo, e então todas as suas certezas, crenças e padrões de pensamento caem por terra. Você cai num poço profundo que pode lhe causar um medo esmagador.

Você pode, inclusive, chamar isso de “noite escura da alma”, que é realmente uma experiência assustadora. Ao mesmo tempo, ela traz a possibilidade de você se abrir e perceber que não sabe mais qual é o modo “certo” de ser e agir, e então uma parte sua desiste, enquanto outra parte se abre. A parte que desiste é a defensiva, a resistente, que sempre pensa que sabe mais; é a impaciente, que quer e exige todo tipo de coisas da vida. Essa parte geralmente definha numa crise, e se você tiver a coragem de deixá-la morrer, a luz poderá começar a brilhar no seu interior. Aqui você pode ver que uma crise – uma experiência que lhe parece demais para ser digerida – também tem o potencial para ser uma abertura para a luz. Mas esta é uma experiência muito intensa, porque a parte que morre não quer morrer – ela deseja persistir… e resiste.

Peço-lhe que traga à mente a sua parte que é oposta à sua luz e contra a luz em geral, contra a luz do cosmos que deseja fluir através de você. Algo dentro de você deseja proteger-se contra essa possibilidade; então sinta, se puder, a hesitação, quando lhe peço para imaginar a luz fluindo através de você com muita facilidade e livremente, através de todas as partes do seu corpo e para fora, para todo o mundo. O que esta imagem invoca em você? Você pode aceitar esta possibilidade? Você sente que isto é possível? Ou existe algo em você que deseja se proteger, se defender? Se for este o caso, olhe para esta sua parte protetora e veja-a diante de si como um guardião. Pergunte a si mesmo: “Por que preciso deste escudo?” Leve a sério esta defesa, porque há algo em você que sente a necessidade de ter esta proteção. Respeite esta parte sua porque o escudo sempre tem um propósito. Ele está aí para proteger uma parte sua muito vulnerável.

Que parte sua não permitiria a luz? Que parte sua a vivencia como algo que é demais para se pedir a você, ou como uma ameaça, ou até como algo perigoso? Aproxime-se dessa sua parte gentilmente, como se ela fosse uma criança. Veja-a como uma criança que se tornou desencorajada, uma criança que voltou sua energia vital para dentro. Aproxime-se dessa criança muito delicadamente e veja o quanto ela é bonita; ela ainda irradia beleza, mesmo com essa vulnerabilidade e defensiva extremas. Ajoelhe-se diante dela e envolva-a com sua generosidade e bondade. Ajoelhe-se em carinhosa aceitação, sem querer que a criança mude, sem querer impor nada a ela. Sente-se tranquilamente, relaxadamente, com essa criança e sinta como você poderia tomar o lugar desse “escudo”. Até agora, a criança vem se sentindo protegida por essa barreira defensiva entre você e o mundo exterior, mas essa proteção é também uma barreira entre você e seus sentimentos mais profundos.

Pergunte à criança se você pode substituir o escudo. Simplesmente pergunte: “Você me permite tomar conta de você? Isto estaria bem para você?” Pergunte sincera e abertamente: “Estou protegendo-a o suficiente?” E deixe que ela fale livremente. Talvez ela diga “Não, não me sinto suficientemente segura. Estou com medo.” Pergunte-lhe, então, do que ela precisa, ou o que você pode fazer para que ela se sinta segura. Use o tempo que for necessário para fazer isto; você pode ter esta conversa com sua criança interior várias e várias vezes. Ela é um ser vivo, uma parte de você que carrega muito amor, e, portanto, tem muito amor para dar. Mas precisaria sentir-se segura na Terra, e é por isto que sua delicadeza e lealdade são necessárias.

Ao construir uma barreira defensiva, um escudo para proteger e esconder sua criança interior, você deixa de estar conscientemente conectado com ela; ela passa a ficar escondida de você. Em certos momentos da sua vida, você salta na defensiva, por exemplo, ou se fecha completamente, sem saber por que isto está acontecendo. Você pode ficar com raiva, ou frustrado, ou desanimado, ou desencorajado… Quando isto acontece é porque existem padrões reativos automáticos em ação, que se colocam entre você e sua criança interior. Ao renovar a conexão com essa criança vulnerável em seu interior, e começando a conversar com ela repetidas vezes, aos poucos você poderá encontrar uma forma de resolver esses padrões reativos automáticos – a barreira defensiva – mas isto requer paciência e delicadeza de sua parte. E também que você entenda, muito profundamente, que esta sua parte vulnerável não é nenhum obstáculo que deva ser evitado ou vencido, e que ele não deve ser eliminado.

A intenção é que você cresça por meio dessa criança, envolvendo-a com compreensão e amor, para que depois a luz Crística desperte em você. A partir desse momento, ficam para trás todas as suas ideias fixas, julgamentos e crenças, assim como o esforço e a luta incessantes por algo que você pensa que precisa. Em vez disto, surge em você uma disposição e abertura para se encontrar consigo mesmo, sempre que necessário, com atenção e admiração. Ao abandonar a certeza de que você já sabe o que precisa e o que é bom para si, você se permite surpreender-se com as respostas da sua criança interior.

Este é o seu caminho, porque a alma tem algo a aprender com a experiência humana. Às vezes você vê o céu – o mundo ao qual as almas pertencem – como um mundo perfeito, mas também um mundo do qual você foi banido. E você foi forçado a sobreviver em um mundo imperfeito e muitas vezes estranho – a Terra – onde tantas emoções o abatem; e tudo isto lhe parece um castigo. Mas o plano de onde você veio – o mundo da alma – também não é perfeito. Há algo essencial faltando lá, e é por isto que você tem sempre dado o salto de fé para a encarnação. É a própria vida – esta busca tateante, este modo intenso de experimentar, que é possível especialmente na Terra, através do qual o seu entendimento, sua paciência, percepção e compaixão tornam-se profundos e substanciais. Este é o significado espiritual da vida na Terra. Os vislumbres de perfeição que você pode vivenciar aqui – muitas vezes em momentos de simplicidade, ou através de insights, ou de alguma experiência de puro contentamento e beleza – esses vislumbres têm mais peso e valor do que simplesmente manter-se em estado de euforia durante anos nos reinos celestes.

Certamente é maravilhoso estar numa atmosfera de harmonia, com menos resistência e menos altos e baixos; e você anseia por isto. Mas não negue a beleza e o profundo valor espiritual da vida na Terra, em tudo o que você está passando agora. Leve a experiência, a sabedoria e os avanços, que você vivencia aqui, para os reinos de luz, e esses reinos adquirirão mais substância e vivacidade com isso. Existe uma interação constante entre o plano da Terra e os planos “do outro lado”. Aprecie sua própria vida e considere-a valiosa. Você é corajoso; você age com força e poder; portanto reconheça sua própria luz.

Gosto muito de nossas reuniões aqui. Quando estou aqui, embora não esteja em um corpo físico, torno-me humano, de uma certa forma, e me lembro de como é ser um humano. Sim, existem os pesos, mas há também momentos de leveza, amizade e solidariedade, que tocam a alma muito profundamente. Os laços de amizade, construídos aqui na Terra, permanecem com a alma e continuam fazendo seu trabalho para sempre – tão preciosa é a vida na Terra!

Agradeço a todos por estarmos juntos e saúdo cada um de vocês de coração.

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Fonte: Jeshua Channelings Português | O SIGNIFICADO ESPIRITUAL DA VIDA NA TERRA
Tradução: Vera Corrêa – veracorrea46@gmail.com

Via: Sementes das Estrelas: JESHUA – “O SIGNIFICADO ESPIRITUAL DA VIDA NA TERRA” – DEZEMBRO / 2017

 


Ouça também a mensagem através deste vídeo:

JESHUA – “O SIGNIFICADO ESPIRITUAL DA VIDA NA TERRA” – DEZEMBRO / 2017

Publicado por Sementes das Estrelas – Áudio em 28 de dez de 2017

Via: JESHUA – “O SIGNIFICADO ESPIRITUAL DA VIDA NA TERRA” – DEZEMBRO / 2017 – YouTube


HOJE É O NASCIMENTO, NA CONSCIÊNCIA CRÍSTICA, DOS CRISTOS QUE DESPERTAM…

Jesus

MENSAGEM DE JESHUA PARA O NATAL

Canalizada por: Pamela Kribbe

 

Queridos Amigos, Eu Sou Jeshua.

Estou encantado de falar com vocês deste modo. Estou sempre ao seu lado, mas fico contente de falar com vocês através de um canal humano, pois isto me faz mais visível para vocês, no mundo material onde vivem.

Pode parecer estranho ouvir um ser humano falando em nome de outro ser, mas não é tão estranho se considerarem que nós somos um. Nos nossos corações existe uma unidade, existe uma linha comum que liga a todos nós. É a linha do amor, da própria vida. Nós somos um – vocês e eu.

Falo através de cada um de vocês também, no momento em que sentem amor e compaixão por outra pessoa ou por si mesmos. Nesse momento, Cristo está despertando no seu interior, e nós somos Um e vocês estão canalizando-O.

Nesta época de Festas, no Natal, vocês comemoram meu nascimento no seu planeta há cerca de 2000 anos atrás; comemoram a minha chegada na Terra como um bebezinho, em circunstâncias humildes e pobres.

No entanto, hoje eu comemoro o seu nascimento, o seu nascimento na consciência Crística; hoje vocês são os Cristos que estão despertando. E, na verdade, isto é muito mais importante do que o meu nascimento, naquele momento histórico há cerca de 2000 anos atrás.

Trata-se do Agora, do Presente. Enquanto lembram com carinho daquele bebezinho nascido em Belém, peço-lhes que olhem para si mesmos e vejam-se em mim, do jeito que eu nasci naquele tempo. Olhem para mim deitado no Presépio.

Eu era todo-poderoso e onisciente? Não, não era. Eu era frágil, vulnerável, como qualquer ser humano recém-nascido na Terra. Por outro lado, eu estava cheio de poder, mas não do poder humano e sim do divino; estava cheio de confiança, cheio de fé; eu sabia que era carregado por poderes cósmicos. Eu estava seguro.

E o mesmo acontece com vocês; vocês são muito bem aceitos sendo humanos, sendo frágeis e vulneráveis. Isto não os afasta do seu verdadeiro poder; seu poder verdadeiro está na conexão que sentem com o Espírito, com o Cosmos, com o Cosmos expressivo que os carrega pela vida e deseja que desenvolvam seu potencial, para expressarem tudo o que são.

Vocês carregam o Cristo em seu interior. Nesta Era, a consciência Crística está nascendo em grande escala. Cada um de vocês é um dos que está contribuindo para isto. Vocês estão despertando. Tenham fé neste processo, mesmo que às vezes ele os faça sentirem-se amedrontados ou terrivelmente vulneráveis. Trata-se de ter fé e confiança.

Uma vez Eu disse: “Os mansos herdarão a Terra.”

Vocês são os mansos. Algumas vezes sentem que devem ser como heróis, oniscientes, e que precisam se elevar acima de todas as emoções perturbadoras que sentem internamente. Mas não precisam!

Podem ser mansos e humildes, pois ao serem assim, seus corações ficam tão abertos para o milagre da vida, o milagre da consciência Crística, o perdão para si mesmos e para os outros.

Eu os saúdo neste dia e desejo-lhes um Feliz Natal.
Que possam ter fé no seu próprio caminho.

Estou ao lado de cada um de vocês. Não estou tão longe, de jeito nenhum!
Estou muito perto dos seus corações. Tenham fé em Mim. Sintam a nossa unidade.

Para aquele que está preocupado ou sentindo-se só, ou amedrontado, quero dizer que o conheço e que a minha compaixão se estende até você. Você é lindo; um radiante anjo de luz; você precisou de muita coragem para encarnar na Terra mais esta vez, neste corpo em que agora está vivendo.

Nós, deste nosso lado, temos o maior respeito por você!

Nunca tema o nosso julgamento. Não existe nada além de amor e compreensão por você, especialmente quando se sente desanimado e deprimido. Chame-nos, porque nós – seus guias, seus anjos – estamos sempre ao seu alcance. Ficamos verdadeiramente felizes de poder aliviar um pouco a sua carga, a sua solidão.

Nós o amamos profundamente.

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Por favor, respeite os créditos ao compartilhar
Formatação da mensagem: DE CORAÇÃO A CORAÇÃO
http://www.decoracaoacoracao.blog.br
https://lecocq.wordpress.com
© Pamela Kribbe www.jeshua.net
Fonte: http://www.jeshua.net/audio/Channeling23122008.WMA
Tradução de Vera Correa veracorrea46@gmail.com

Via: MENSAGEM DE JESHUA PARA O NATAL – De Coração a Coração

 


Ouça também a mensagem através deste vídeo:

MENSAGEM DE NATAL – (JESHUA) – DEZEMBRO / 2017

Publicado por: mxvenus em 25 de dez de 2017

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Via: MENSAGEM DE NATAL – (JESHUA) – DEZEMBRO / 2017 – YouTube

 


 

O BUDISMO E O CRISTIANISMO SOB UMA VISÃO DE COMPLEMENTARIEDADE…

Buda-e-Jesus

DESPERTANDO O CONHECIMENTO – Buddhismo e Cristianismo

 

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Por: Samael Aun Weor

Sem dúvida, os dois maiores líderes espirituais que surgiram na história do mundo foram Buddha e o Cristo.

Certa ocasião tive que me apresentar num Mosteiro Buddhista, no Japão [em corpo astral].

Então me ocorreu de dizer algo a favor do Cristo, mesmo estando num templo buddhista. Isso gerou, entre os presentes, uma espécie de “escândalo”.

Aos presentes, isso soou como “atrevimento” de minha parte, e levaram a questão ao Mestre Reitor do templo.

Este veio a mim e me convidou a me sentar num banquinho, e de frente para mim, perguntou:

– Por que falaste a favor do Cristo, sendo este um templo buddhista?

Respondi:

– Com profundo respeito a esta sagrada instituição tenho que afirmar que o Buddha e o Cristo se complementam…

Aguardava uma reação da parte do Mestre, mas, com grande surpresa, ele concordou, dizendo:

Em verdade, Buddha e Cristo se completam. É assim mesmo!

Em seguida pediu que alguém trouxesse um fio de linha. Dirigindo-se a mim, pediu:

– Alcança-me tua mão direita.

Assim o fiz. Então, ele amarrou o meu dedo polegar direito com o fio e em seguida fez o mesmo com o esquerdo. E concluiu falando em linguagem zen:

– O Buddha e o Cristo se completam.

Retirei-me do templo havendo compreendido perfeitamente o Koan do Mestre… De fato, este Koan é muito sábio. Buddha e o Cristo estão ligados dentro de nós mesmos. O polegar direito representa o Cristo; o esquerdo, Buddha.

Buddha Gautama Sakyamuni, trouxe ao mundo a doutrina do Buddha íntimo. Quem é nosso Buddha Íntimo? É nosso Atman-Buddhi, nosso Íntimo. Por isso foi escrito no Testamento da Sabedoria Antiga: “Antes que a falsa aurora amanhecesse sobre a terra, aqueles que sobreviveram ao furacão e à tormenta, abençoaram o Íntimo e a eles apareceram os Heraldos da Aurora”.

O Íntimo é o Buddha Interior de cada um. Que os seres humanos ainda não O tenham encarnado em si, é verdade! Que o Buddha ainda esteja vivendo na Via Láctea, perfeitamente de acordo! Mas, cada ser humano possui o seu Buddha Íntimo vivendo nos céus estrelados do cosmo.

Já em relação ao Cristo, a história é outra. Jesus de Nazareth, um dos mais elevados membros da Ordem dos Essênios, que viveu há dois mil anos nas margens do mar Morto, trouxe a Doutrina do Cristo Íntimo. O grande equívoco das pessoas de hoje é crerem que o Cristo tenha sido exclusivamente o Grande Mestre Jeshuá Ben Pandirá.

Porém o Cristo é uma Força Cósmica, é o Segundo Logos, é a Unidade Múltipla Perfeita. O Cristo é uma força como a eletricidade, como a força gravitacional, uma força como o fogo, a água, o ar. O Cristo é uma Força ou um Poder Cósmico que se expressa ou pode se manifestar em qualquer pessoa [homem ou mulher] devidamente preparados para isso através dos processos iniciáticos.

A Força Cristo um dia se manifestou em Moisés, no Monte Nebo; em Krishna, na Índia; em Mitra, na Pérsia; em Ketzalcoatl, no México antigo, etc.

O Cristo não é uma pessoa, não é um indivíduo, não é um Eu. O Cristo é uma Força Cósmica, latente em todo o universo; é o “Fogo Universal de Vida” – e isso é preciso que seja devidamente entendido. Portanto, observem todos agora como o Buddha e o Cristo se completam dentro de nós mesmos.

Na vida prática todos sabemos que alguns dizem que Buddha é maior que Jesus; outros dizem o contrário, que Jesus é superior a Buddha. Cada um pode pensar como quiser ou achar melhor.

Particularmente, prefiro situar tudo isso dentro do terreno vivo da ciência esotérica. Creio que todos sabem perfeitamente o que seja Atman-Buddhi dentro de nós. Também creio que todos saibam que o Cristo é o Segundo Logos, o mesmo Vishnu da trimurti hindu. Portanto, tanto Vishnu quanto Atman-Buddhi ocupam respectivamente seu correspondente Grau Hierárquico dentro de nosso Ser, aqui e agora, no qual se nota claramente que Vishnu está além de Atman-Buddhi. Mas, ambos se harmonizam e se completam dentro do Ser Superlativo.

Quando o Cristo Cósmico quer vir para dentro de um corpo humano, obviamente precisa descer da sua correspondente elevada Esfera, penetrar no ventre materno da Divina Mãe Kundalini e, mais tarde, nascer como Logos Humanizado no íntimo de uma pessoa, durante a Iniciação de Tipheret [a Iniciação Venusta – não confundir com a mera quinta Iniciação de Fogo]. Portanto, o Cristo Cósmico nasce do ventre materno de nossa Mãe Kundalini individual quando e após Esta estar devidamente cristalizada ou encarnada em nós. Por isso se diz que a Mãe do Cristo é Virgem antes, durante e após o parto”. É um simbolismo que poucos compreendem…

Após nascer num estábulo em meio aos animais [quando o Cristo nasce no ser humano, este ainda possui muitos egos], através do tempo vai crescendo, se educando e fortalecendo em nosso Egito Interior. Todo esse Drama Cósmico está descrito nos quatro evangelhos. Esta é a Doutrina do Salvador do Mundo. Não sendo humano, vive como humano; não tendo pecados, parece um pecador aos olhos do mundo; sendo perfeito é perseguido e odiado pelo mundo; por fim, após provar todas as humilhações dos poderes constituídos da sociedade, acaba sendo crucificado, acusado de crimes jamais cometidos ou pensados em sua santíssima natureza. Encerra seu périplo humano quando com a morte mata a própria morte: é enterrado e ressuscita ao terceiro dia, totalmente imortalizado.

Jesus não é o único Imortal Ressurrecto. Muitos são os Mestres Glorificados na história do mundo: Morya, Kut-Humi, Seraphis, Hermes, Moisés, Saint Germain, Paracelso, Cagliostro, etc.

Portanto, queridos amigos, a crua realidade dos fatos é que o Cristo é uma realidade profunda e íntima, tal qual o surgimento e manifestação de Buddha. Gautama Buddha trouxe ao mundo a Doutrina do Buddha Íntimo; Jeshuá Ben Pandirá trouxe ao mundo a Doutrina do Cristo Cósmico – e ambas se completam entre si.

Há duas classes de Buddhas: Buddhas Transitórios e Buddhas Permanentes.

Os Buddhas Transitórios são aqueles que não conseguiram encarnar em si mesmos o Cristo Íntimo. Os Buddhas Permanentes ou Buddhas de Contemplação são aqueles que se cristificaram, que receberam em sua natureza interior o Cristo Íntimo.

BUDDHA MAITREYA é todo Buddha que encarnou o Cristo Íntimo – assim deve ser entendido. O Buddha Maitreya não é uma pessoa, não é um título. Buddha Maitreya é simplesmente um Grau Esotérico de todo aquele que haja se cristificado.

Em algum momento no futuro terei que ir à Ásia, para cumprir uma grande missão, qual seja, a de fundir os ensinamentos buddhistas e cristãos – porque o futuro espiritual da humanidade será formado com o melhor do esoterismo buddhista e do esoterismo cristão.

Em resumo: a GNOSE é o próprio esoterismo cristão e buddhista perfeitamente integrados. Por isso, o Movimento Gnóstico está destinado a fazer uma grande revolução espiritual no futuro.

Traduzido e adaptado de uma conferência do Mestre Samael Aun Weor

Postado por Jose Carlos Medeiros de Araujo


Via Holisticocromocaio: DESPERTANDO O CONHECIMENTO – Buddhismo e Cristianismo

MARIA EM SUA EXPERIÊNCIA COMO MÃE: “TUDO TEM O SEU PROPÓSITO.”…

Maria com Jesus Menino

UMA HISTÓRIA DE MARIA…

Canalizado por: Gabriel RL

Gabriel: Por favor, queridos, leiam na sintonia dessa música abaixo. Eu particularmente recomendo que coloquem a música em uma altura agradável e leiam em seguida a mensagem em voz alta. Poderão sentir maravilhosas vibrações de luz em seus corpos.

Franz Schubert – Ave Maria (Instrumental)

 

Amados Filhos,

Que as bênçãos do Amor tragam paz aos vossos corpos, mentes e corações.

Filhos meus, é tempo de unificação e de perdão. Tempo de reconhecer as fraquezas passadas, tempo de sorrir para aquilo que chamais de deslizes comportamentais. Tempo de abrandar os corações. Tempo de vos olhar com ternura, em todas as fases de vossas vidas.

É hora de começar a curar os vossos corações das feridas dos acontecimentos, particularmente, as do passado, que ainda atormentam vossas almas. Situações onde entrastes em discussões e acabastes por guardar mágoas daqueles envolvidos. Olhai, amados, para os níveis de consciência dos momentos onde foram armazenadas em vós essas energias de dor, mágoas e revolta. Perdoai os envolvidos e a vós mesmos. É tempo de compreender que tudo é vos dado para o vosso crescimento. É tempo de passar a prestar mais atenção na criança que brinca na rua, na praça, na sala de casa… É tempo de prestar atenção na doçura e simplicidade delas e de observardes mais isso e incorporar a vós próprios, esses sentimentos.

Compreendei, pois, e incorporai esse sentimento de pureza e tranquilidade que as crianças manifestam. Elas, umas com as outras, se entendem. Ainda que algumas vezes se hostilizem, elas se entendem ali mesmo e, no minuto seguinte, estão novamente unidas, sem nenhum mal-estar guardado. Amados, é tempo de fazer isso em vossas vidas. Chegou a hora de aplicar isso ao vosso passado e de não mais vos torturar com situações passadas que já cumpriram o seu propósito, na maioria das vezes, o de dar a vós esse nível de consciência que tendes hoje. Tudo é experiência e aprendizado, amados. Tudo é expansão. Tudo tem o seu propósito.

Mas, se guardardes em vós as velhas mágoas, quando já sabeis da vossa responsabilidade diante do mundo e diante das pessoas que precisam ter-vos como espelhos, é o mesmo que um salva-vidas se afogando em meio ao mar revolto. Ainda que o mar revolto das vicissitudes tente vos arrastar para baixo, deveis confiar nas vossas habilidades para não vos afogar e, ainda assim, ajudar outros a não se afogarem. Mas, se mesmo sabendo das vossas habilidades, ainda assim achais, por bem, continuar a dar aprovação aos pensamentos do ego que tentam fermentar em vós discórdia e irritabilidade, certamente que vos afogareis dentro das próprias tormentas que criastes. Oh, amados! Cultivai a serenidade para que, até mesmo o mar, silencie em vossas presenças.

Não perpetueis mais os sentimentos tristes das velhas histórias, mas olhai para eles com um sorriso no rosto e agradecendo a oportunidade que tivestes. Olhai, pois, para “lá” e em seguida, para “cá”; observais a diferença? Não sois mais os mesmos, amados, nem mesmo aqueles que, por ventura, tenham sido vossos instrumentos de aprendizado.

Contar-vos-ei uma passagem da minha vida quando estive na Terra. Havia uma mulher que sempre atormentava a mim e a Jeshua. Sempre que o menino brincava em meio aos outros, ela vinha com gritos e fúria, tirando os seus filhos de perto do meu querido Jeshua. E vinha a mim em brados violentos reclamando, de tal maneira: “como deixas o teu feiticeiro junto dos meus pobres meninos? Seu filho é um demônio e movimentador!” Oh, meus queridos! Aquilo me partia o coração! Parecia-me uma faca perfurando meu peito. Eu ouvia vozes incitando-me a agredi-la. “Vai! Defenda seu filho! Você é a mãe dele! Defenda-o!”. Mas eu resistia à tentação e buscava a tranquilidade do meu coração, a tranquilidade do Gabriel (Arcanjo), a tranquilidade do Rafael (Arcanjo). Buscava a tranquilidade, no mais íntimo do meu ser.

Por muito tempo, ouvi esses gritos e insultos dirigidos a mim e a Jeshua e o tirei das outras mães revoltadas por ele estar em meio a seus filhos. Elas, atormentadas por seres de vibrações violentas, sequer conseguiam compreender a necessidade de o meu filho expressar a sua natureza divina em meio às outras crianças. Eu ouvi, por muitas vezes e defendi Jeshua de muitas mães e pais que não entendiam meu filho.

Mas, meus queridos, a imagem da primeira vez que vi meu filho sofrendo a agressão daquela primeira mulher não saía da minha mente. Constantemente, lembrava-me daquele momento e não entendia o motivo, mas sempre permanecia com as imagens no pensamento e, junto, às vezes, vinha o sentimento e a pergunta: “por quê?” Oh, meus queridos! O tempo se passou e encontrava-me eu, em meio à multidão revolta, aos gritos: “Crucificai-o! Crucificai-o! Crucificai-o!” No momento de maior agonia em mim, em meu filho e em todos aqueles que o amavam, vi-me de joelhos, pois me faltavam forças nas pernas, ao ver tanto sofrimento e trevas, naquele momento. Agarrei-me com minhas duas mãos na terra e apertava com toda força que tinha para que, naquele gesto, eu conseguisse liberar a dor que drenava minha energia vital. Ali no meio daquela multidão energizada pelas mais pesadas vibrações, foi quando senti uma mão amorosa que tocou meu ombro e disse: “Venha. Erga-se. Eu a ajudo…”

Oh, meus queridos… Era ela… Era aquela primeira mãe que eu havia visto tentando agredir meu filho. Eu a vi, a abracei, chorei em seus ombros e ela me acalentou, enquanto meu filho desprendia-se da carne… Ela apenas sorriu e disse: “Você mudou a minha vida. Você me fez uma mãe amorosa, cuidadosa, gentil e doce. Você mostrou-me o caminho do Amor. O tanto que eu a agredi, a violentei verbalmente… você se manteve amorosa, serena e pacífica… o seu amor me tocou, Maria. E agora, estou aqui para o que você precisar. Eu estarei com você até o fim da sua vida”. Apenas chorei em seus ombros, enquanto aguardava a partida do meu filho do mundo físico.

Depois de muito tempo, quando já havia passado todas aquelas movimentações, perguntei ao Gabriel (Arcanjo) o porquê da redenção dela, de tal maneira, e ele me disse: “Maria… minha querida, Maria! Mãe dos Homens/Mulheres sobre a face da Terra e fora dela! A tua serenidade, Maria, levou-a às alturas. Ela conseguiu a redenção mediante tua serenidade. Se tu tivesses guardado algum rancor profundo, ele serviria de combustível, para ela continuar nas suas revoltas. Mas tu não alimentaste isso nela. Antes, deste a ela, a Paz e o teu amor transformador. Antes, deste a ela a chance de ser uma nova mulher. Tu, Maria, serás um exemplo para todas as mulheres na face da Terra. Tu, Maria, serás o exemplo para todos os homens na face da Terra. Nas palavras dos homens e mulheres na face da Terra, sempre tu serás mencionada. Quando eles estiverem em agonia, ou não, ouvirás ‘Ave Maria’ e serás lembrada a todo o momento!”

Amados, filhos, olhai, pois para a grandeza da vossa serenidade. Permiti, pois, serdes as inspirações de todas as almas às vossas voltas. Permiti, pois, que os vossos nomes sejam lembrados por todas as eras, amados. Deixai os ressentimentos e a necessidade de revide. Deixai que vosso coração vos guie e eu vos asseguro que sereis recompensados com a elevação daqueles que outrora vos tenham agredido.

Não permitais que a dor, a revolta, o inconformismo de outrem vos afetem a alma e que a vossa paz seja abalada. Mas, se fordes agredidos, permanecei em Paz, pois essa Paz será o combustível para redenção dessas almas. Se fordes agredidos e verdes que não estais a suportar, chamai-me, chamai-me e manifestar-me-ei ali. Chamai-me e eu farei descer sobre vós o meu manto de proteção, paz e serenidade infinitas. Lembrarei-vos quem sois.

Bem-amados, eu vos deixo agora, derramando sobre todos vós as minhas bênçãos e envolvendo a todos em meu manto de proteção, porque Eu Sou Maria, a Vossa Mãe.

Gabriel RL: Gratidão sempre, amada Mãe!


Revisão de texto: Luis Fernando Rostworowski e Solange Yabushita

Via: Sementes das Estrelas: MÃE MARIA – “UMA HISTÓRIA DE MARIA…” – 01.04.2017

COM UM PÉ NA VIDA HUMANA E OUTRO NA DIMENSÃO DA ALMA…

entre-dois-mundos

HABITANTES DE DOIS MUNDOS: A MISSÃO DOS TRABALHADORES DA LUZ

Jesus face

Jeshua

Canalizado por Pamela Kribe

 

Queridos amigos, eu sou Jeshua; amo todos vocês profundamente e respeito-os como são – respeito tanto o lado luz quanto o lado sombrio de cada um de vocês.

Invoco todos vocês, os portadores da nova consciência de hoje. Na minha vida, carreguei uma tocha de luz e quis compartilhá-la com a humanidade. Eu era um ser muito humano, exatamente como vocês. Sentia raiva e desespero, exatamente como vocês, mas também vivenciava momentos de conexão profunda com a minha alma. Estava me desenvolvendo no nível interno, exatamente como vocês. É importante que parem de me enxergar como um ser perfeito, um mestre que está acima de vocês. Sou seu irmão, seu amigo e não estou aqui para julgar nem fazer sermão. Desejo compartilhar meus sentimentos de companheirismo com vocês, portanto por favor sintam meu respeito por vocês.

Gostaria de dizer “Olá” para cada um de vocês individualmente, por isto peço que cada um sinta minha presença em seu coração… Você está pronto para mudar, pronto para aceitar quem você realmente é – um ser eterno, que viajou através do universo por muitas e muitas vidas. Entretanto, se acostumou a se fazer pequeno e a se avaliar pelos padrões da sociedade. Você pensa em si mesmo como mulher ou homem, como rico ou pobre, saudável ou doente, e se define nesses termos, mas é muito mais do que isso!

Você é tão livre! Mas a maior tragédia de se tornar humano na sociedade atual é que você perde o senso de liberdade. Há muitos séculos a Terra está envolvida numa atmosfera de medo e as pessoas se desconectaram do seu poder e criatividade originais. Quando você se sente separado da sua própria essência, começa a se comportar de acordo com a maneira “aceita” e então sai do seu equilíbrio.

Quando se desconecta da sua alma, você se sente básica e constantemente perdido, e forma-se um vazio, um buraco em seu coração, que você, então, começa a tentar preencher com coisas que estão fora de você. Tenta preenchê-lo com posses ou poder, ou se perde em visões de um relacionamento perfeito e romântico. Assim, você se torna viciado em tipos específicos de comportamento ou coisas. Mas o problema básico é que você se sente desconectado da sua própria essência, da sua alma.

O Trabalhador da Luz é um indivíduo que não consegue mais suportar a vida separada de sua alma. Ele sente uma espécie de anseio, uma espécie de saudade em seu coração, e à medida que fica mais maduro, começa a perceber que nada que vem do exterior pode preencher aquele buraco. E é por isto que os Trabalhadores da Luz passam a se interessar tanto pela espiritualidade; eles se tornam buscadores na senda espiritual. Começam sua busca porque se sentem feridos internamente, mas seus ferimentos não são apenas deles; a dor da separação é compartilhada por toda a humanidade, embora uma grande parte dela ainda esteja buscando soluções fora de si própria.

As almas dos Trabalhadores da Luz estão cientes de que a resposta se encontra no interior de si mesmos e, devido a esta percepção, eles estão destinados a ser professores e curadores. Mas muitos deles estão lutando com uma autoimagem muito baixa. Quando criança, o Trabalhador da Luz assimila muitos dos julgamentos de sua família e da sociedade em que é criado e pode sentir, por exemplo, que não consegue ser tão ambicioso quanto seus pais gostariam que ele fosse. Ele geralmente é muito sensível, possui talentos artísticos, é idealista, e precisa de momentos a sós consigo mesmo, para vivenciar o silêncio e a tranquilidade, de modo a se manter centrado.

Parte da missão da alma do Trabalhador da Luz é introduzir um novo tipo de consciência na Terra, mas para ser capaz de fazer isto, precisa acreditar firmemente em si mesmo. Precisa confiar na voz da sua própria intuição e nos seus sentimentos; não de modo egoico, do tipo “estou muito à frente de outras pessoas”, mas de um modo baseado no coração, valorizando e respeitando a si mesmo, porque é assim que seu coração consegue falar com você. A armadilha para o Trabalhador da Luz é ele se perder em sentimentos de inferioridade, descartando suas próprias necessidades e desejos. É preciso ter uma personalidade forte para ser capaz de se desconectar das ideias da sociedade e ser você mesmo.

E é isto que eu gostaria de enfatizar hoje: a importância de ser forte e autoconsciente. E isto tem a ver com a energia masculina em você. Quando vivi na Terra, há mais de dois mil anos atrás, muitas vezes precisava me isolar para me lembrar quem eu era. Havia muitas energias confusas ao meu redor, especialmente das expectativas das pessoas próximas a mim. Eu precisava me proteger disso para permanecer conectado com meu Eu Superior. Muitas vezes eu ia sozinho ao deserto, para me sentir realmente perto de Deus, do Espírito, e manter minha confiança.

O mesmo acontece com você. Você é um habitante de dois mundos: tem um pé na sociedade humana de hoje, e o outro pé na dimensão da alma, o reino de onde você veio. É preciso manter seu pé firmemente nessa dimensão, do contrário você fica paralisado e com medo devido à pressão da sociedade. Você precisa da sua energia masculina para dizer “não” firmemente às exigências e expectativas que não parecem apropriadas a você. Portanto, neste sentido, você deve ser um guerreiro, mas não um guerreiro que briga e luta com outras pessoas. Ser um guerreiro significa ser fiel a si mesmo, desconectar-se com frequência do mundo ao seu redor e ouvir os seus sentimentos, perceber suas sensações e confiar na sua orientação interior.

Peço-lhe agora que viaje comigo, em sua imaginação, para o deserto, e que vá lá durante a noite. A temperatura caiu e você vê o céu cheio de estrelas brilhantes. Imagine que está lá comigo, e sinta o mistério do imenso espaço à sua volta – sinta o mistério da vida. Encontre um lugar para sentar-se, relaxe e volte-se para dentro de si mesmo. O deserto é como uma passagem externa para o seu próprio templo interior, no qual você entra agora. Dentro desse templo, você se sente conectado com a totalidade da Terra e com todas as estrelas do Céu.

Você é um ser muito grande e vasto, e diz para si mesmo: “Eu aceito a minha grandiosidade; eu sou diferente; eu estou aqui para trazer uma nova consciência.”  Lembre-se de onde você veio: um lugar de sabedoria silenciosa, de onde foi chamado para descer à Terra nesta época. Você está aqui para curar seus ferimentos internos e também para oferecer um exemplo às outras pessoas. Peço-lhe que leve isto a sério.

Quando você está dentro do seu templo interior, há um guia ali que deseja lhe oferecer alguma ajuda ou conselho. Lembre-se que os guias são seus amigos – realmente! Vocês são almas muito afins, mas como eles estão do outro lado, enxergam as coisas com mais clareza do que você com seus olhos humanos. Quando permitir que seus guias se aproximem, reconheça-os como seus amigos e sinta uma sensação de familiaridade. Agora pergunte aos seus guias o que você precisa saber neste momento. Se estiver aborrecido ou triste com alguma coisa da sua vida, conte-lhes. Sinta que há muita ajuda e orientação neste lado, nesta dimensão.

Você é muito apreciado pelo que faz, e seus guias estão aí só para relembrá-lo de coisas que você já sabe. Antes de descer à Terra e encarnar nesse corpo, você era um ser muito consciente, então sinta-se conectado com seus guias, pois eles são os representantes da dimensão da sua alma.

Agora imagine que você sai do templo e traz a energia dele consigo para a Terra. Enquanto está sentado aqui nesta cadeira, nesta sala, permita que a energia do seu Eu Maior, da sua Alma, esteja totalmente com você, dentro do seu corpo, e esteja ciente de que o mundo precisa de você, o mundo precisa da energia particular da sua alma.

Gostaria de lhe agradecer pela sua coragem e perseverança. Respeito-o profundamente e, mesmo se você estiver confuso ou sofrendo, eu ainda posso ver sua luz brilhando intensamente. Estou aqui para lembrá-lo dessa luz e convencê-lo da minha confiança em você.


 

Fonte primária: Jeshua | Habitante de dois mundos: a missão do trabalhador da luz
Tradução: Vera Corrêa
veracorrea46@gmail.com

Via: Feminino Quântico: HABITANTES DE DOIS MUNDOS: A MISSÃO DOS TRABALHADORES DA LUZ (POR JESHUA)

UMA NOVA ERA ESTÁ REALMENTE NASCENDO NESTE MOMENTO…

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Sua Chegada na Nova Terra

 

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Jeshua

Canalizado por: Pamela Kribbe          

Esta transcrição da canalização ao vivo foi ligeiramente editada para facilitar o entendimento do texto escrito.

O arquivo de áudio desta canalização [no original, em inglês] está disponível em: http://jeshua.net/audio.htm

…………………………………………………

Queridos amigos,

Estou aqui. Eu sou Jeshua. Sou seu irmão. Estou tão próximo de vocês agora. E quando digo “agora”, não estou me referindo apenas a este instante, mas a esta era, a esta época do tempo. Todos vocês mudaram muito. Conheço vários de vocês de eras passadas. Estivemos juntos antes. No tempo em que vivi na Terra, conheci muitos de vocês. E, nos séculos seguintes, muitos de vocês se sentiram atraídos para encarnar na Terra. Perceberam uma abertura na consciência coletiva da humanidade e quiseram contribuir para essa abertura, para o despertar da consciência. Uma nova consciência foi semeada naquele tempo. Como sabem, ela encontrou muita resistência. Todos vocês experienciaram essa resistência em suas próprias vidas – nesta vida e nas encarnações passadas também.

Vivenciaram o que é ser diferente de outras pessoas e se sentiram muito sós por causa disso. Vocês são os precursores, os pioneiros de uma nova conscientização. Neste momento, nesta era, existe uma abertura na consciência humana em todo o mundo. Estou aqui para comemorar isto com vocês. Uma nova era está realmente nascendo neste instante. Talvez nem sempre sintam que isto esteja ocorrendo, porque ficam preocupados às vezes. Mas posso ver o despertar em suas almas muito claramente. Estou aqui para saudá-los e honrá-los do mais profundo do meu coração.

Minha querida irmã Maria Madalena está aqui comigo agora, bem como outras almas afins. [Algumas pessoas começam a chorar…]

É bom ver suas lágrimas. É sinal da sua conexão conosco. Estamos aqui para comemorar com vocês. O que mais gostaríamos de fazer agora seria lavar seus pés, ajoelhar a seus pés e lavá-los. Este é um gesto de respeito e honra por vocês. Não queremos que nos olhem como mestres; somos seus amigos, seu irmão e sua irmã. Então, nós os convidamos a ficarem felizes conosco porque a nova era realmente começou.

Sabemos que ainda se preocupam com os problemas do passado e do futuro. Mas os encorajamos a olhar de novo para essas questões. Justamente porque vocês passaram pelas profundezas do medo, sofrimento e tristeza e ultrapassaram tudo isso, é que hoje existe espaço para a compaixão em seus corações – a verdadeira compaixão por si próprios e pelos outros. Isto que é consciência Crística; é entender verdadeiramente o que outra pessoa está passando, sem julgamento, simplesmente estando com ela de alma para alma. Isto é a semente de Cristo e a consciência Crística. Vocês já estão nesse ponto agora. Não precisam mais trabalhar tanto em si mesmos nem pensar que precisam melhorar. Gostaríamos que pudessem ver isto do nosso ponto de vista: vocês são tão perfeitos quanto nós somos.

Mas compreendemos que, no dia-a-dia, vocês ainda enfrentam emoções dolorosas. Então agora lhes pedimos que viajem conosco em um pequeno exercício de imaginação. Pedimos a cada um de vocês que imagine que se encontra diante de um portal. A porta já está aberta e você está em pé, no limiar da Nova Terra. Já pode sentir a energia dessa Nova Terra… de paz e harmonia. E pode ver a beleza da natureza. Pode inclusive parecer um pouco com este local onde nos encontramos agora [no alto de uma colina no Sul de França], porque a beleza e simplicidade da natureza aqui lembra a energia da Nova Terra. E enquanto está diante desse portão, dessa porta, você está segurando uma criança pela mão. Você percebe a excitação dessa criança, à medida que avançam nesse novo terreno, mas também pode sentir o medo no corpo dela. Parece que deixar o antigo e entrar na Nova Terra é um grande passo. A criança ainda está assustada por tudo que lhe foi dito por seus pais e pela sociedade. Ela ainda tem medo de confiar e dar um grande salto adiante.

Agora sinta a mão desse menininho ou menininha na sua. Esta criança reflete a sua própria parte conturbada, que está com medo de dar o próximo passo. Este é o drama que algumas vezes observamos em você. Por um lado você deseja muito voltar ao lar e vivenciar novamente a paz e a harmonia que lhe pertencem. Por outro lado, tem medo de se desapegar do antigo, mesmo que seja muito doloroso manter-se agarrado a ele.

Nós o convidamos agora a abraçar a criança e tranquilizá-la. Sinta como ela relaxa nos seus braços. Veja agora se ela deseja dar alguns passos a frente. Mas não a julgue, se ela ainda estiver assustada. Diga à criança que você estará ao lado dela em qualquer circunstância e que será seu guia.

Embora ainda esteja no limiar, na entrada dessa Nova Terra, inspire a energia dela. Você está realmente voltando ao lar agora, e o Lar é na Terra. Muitas vezes você pensou que o Lar fosse algum outro lugar, algum lugar lá em cima, no céu de onde você veio. Mas o propósito da sua longa jornada por tantas vidas é trazer o Céu para a Terra, e compartilhá-lo com seus companheiros humanos. Você foi destinado a trazer a energia do Céu para a Terra. No passado, muitas vezes você teve que se esconder por ter esse desejo. O tempo de se esconder já passou. Sua presença é necessária aqui e agora. Você é um dos precursores e pioneiros da nova consciência. E estamos lhe pedindo para assumir seu poder e orgulhar-se de si mesmo. Isto não tem nada a ver com o ego, mas diz respeito a expressar verdadeiramente o esplendor da sua alma.

Inclusive, estamos encorajando todos vocês a se unirem como Trabalhadores da Luz e compartilharem suas energias. Está na hora de se unirem de um modo aberto e flexível. Ao se abrirem uns para os outros, vocês aceleram o processo de cura. Especialmente nesta região do seu país, as energias são muito apropriadas ao processo de cura. Nós os convidamos a sentir isso por si mesmos. Sintam a energia da Terra que vem do solo sob seus pés. Ela está aberta e quer recebê-los. Ela quer sustentá-los e provê-los de tudo o que necessitarem como seres humanos.

No nível material, verão que na Nova Terra as pessoas ficarão mais satisfeitas com recursos mais simples, mas não vivenciarão isto como carência, como um tipo de pobreza. Elas serão mais respeitosas em relação à Terra e terão um estilo de vida mais em harmonia com a natureza. Em vez de se alimentarem de coisas materiais, elas se satisfarão com “alimentos” espirituais. Elas se sentirão nutridas pelos relacionamentos que tiverem consigo mesmas, com a natureza e com outras pessoas.

Estamos convidando-os a dar o exemplo deste estilo de vida em suas próprias vidas. Compartilhar suas energias com outros Trabalhadores da Luz vai ajudá-los a se manterem encorajados e concentrados em seus objetivos. Comemorem a chegada da Nova Terra juntos. Esta é a nossa mensagem para hoje. Estamos cheios de esperança e alegria por vocês.


 

Fonte: Jeshua Channelings Português | SUA CHEGADA NA NOVA TERRA
Tradução: Vera Corrêa – veracorrea46@gmail.com

Via: Sementes das Estrelas: Jeshua – “Sua Chegada na Nova Terra”

SEU CORPO TEM A CAPACIDADE DE SE EQUILIBRAR E CURAR A SI MESMO…

autocura

INCORPORAÇÃO

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Mensagem de Jeshua
canalizada por Pamela Kribbe,
setembro de 2016

Querido amigo, estou muito feliz de estar com você e poder juntar minha energia à sua.
Você é um ser radiante de luz e não tem ideia da força e beleza que demonstra diariamente em sua vida. Mesmo que, às vezes, o panorama seja sombrio e você se sinta exausto por tentar progredir na vida, você é sempre corajoso.

Você precisa estar consciente da incrível coragem e poder que demonstra dia após dia e saber que está constantemente trazendo mais e mais luz para a Terra, pelo simples fato de estar aqui. Ao se ancorar em seu corpo, você espalha sua luz pela Terra. Você é a Luz vivendo na Terra e seu corpo faz parte dessa incorporação.

Você encarnou aqui com um propósito, com uma intenção profunda. Está aqui com um propósito pessoal, para desabrochar internamente, para experimentar e conhecer profundamente cada parte do seu ser.

Mas também está aqui na Terra por este planeta, para inspirá-lo e nutri-lo com sua luz angelical. Seu corpo é composto dos mesmos elementos que compõem a Terra e os reinos vegetal e animal. Isto é o que você compartilha com eles; você não está separado da vida à sua volta.

O corpo é uma maravilha em si mesmo. Pense em todas aquelas células minúsculas que o compõem e em como elas conhecem suas funções distintas e, ao mesmo tempo, sabem como trabalhar em conjunto, como um todo unificado. Elas expressam um poder superior, e esse poder superior é você, a alma que vive em seu corpo.

Sua alma é a inspiradora e doadora da sua vida. Graças à escolha da sua alma, o corpo que ela escolheu para esta vida tomou forma, a forma deste corpo em particular, com tudo que lhe dá prazer e tudo que lhe é doloroso e penoso.

Observemos, então, este corpo e perceber a maravilha de estar encarnado, embora vivenciar essa incorporação nem sempre seja fácil para você. Um dos motivos da dificuldade de vivenciar a maravilha e a beleza do corpo é que a sua cultura é o resultado de uma tradição que se tornou alienada do corpo.

Na sua cultura, não é comum ver o corpo como uma inteligência viva, como um campo de consciência com o qual a alma individual está intimamente conectada. Há várias razões para este modo de enxergar o corpo não lhe ter sido ensinado e uma delas remonta a uma época anterior a Cristo.

Começou no tempo dos gregos, quando surgiu um tipo de pensamento que hoje chamaríamos de pensamento racional – uma forma de ver o mundo na qual o ego tornou-se central… o ego que vê a si mesmo como algo diferente do que ele percebe.

A natureza – e com ela o corpo – aos poucos foi sendo coisificada, isto é, começou a ser vista e tratada como algo puramente material e independente de você. Sendo externa a você pode, então, tornar-se objeto de estudo, e isto foi o início do desenvolvimento da ciência.

Mais tarde, na tradição ocidental do século XVII, surgiu a ciência moderna, aumentando ainda mais o dualismo entre a consciência do ego e o mundo do corpo e da natureza. Surgiu um dualismo no qual a matéria foi sendo cada vez mais vista como algo sem vida e o corpo como um pedaço de argila, por assim dizer, algo que não possui uma consciência viva.

O aparecimento da medicina só foi possível através do estudo objetivo. A alma, ou individualidade da pessoa, era considerada irrelevante. Pensava-se que ela não era importante, porque o corpo era visto como uma entidade material que era igual em todas as pessoas.

Esta visão objetiva da vida possibilitou a classificação de tipos de doenças e a invenção de remédios. Uma ciência completa pode se desenvolver com base em tal visão dualista do mundo. Não estou dizendo que este ponto de vista seja errado, mas que se tornou uma tradição em sua cultura, e ainda existe.

Nos tempos modernos, também podemos encontrar essa tradição, de uma forma bem diferente, na indústria de cosméticos. Veja como a beleza é vivenciada em sua cultura; ela tornou-se uma coisa objetiva.

Existe uma certa imagem de beleza que pode ser medida; tais e tais dimensões são ideais para um corpo feminino ou para um corpo masculino. A aparência e textura da pele, as características faciais, mesmo que mudem com o tempo, estão sempre sujeitas a uma avaliação objetiva, algo externo a você, do qual você depende para ser avaliado.

Doença e saúde também são julgadas nesses termos. Se um corpo está doente, é porque deve haver algo de errado com ele e, portanto, deve-se fazer com que volte a ficar bem. O corpo, visto desta forma, é como uma argila morta, ou algum tipo de mecanismo.

Assim, você está vivendo numa tradição dualista e aquilo que está mais próximo a você – o seu corpo, no qual você reside dia após dia – deixou de ser algo com o qual você está natural e intimamente conectado. Você se alienou dele.

Houve um tempo, muito anterior a este, em que o modo de enxergar as coisas na Terra era bem diferente. Sob o ponto de vista moderno, diríamos que as pessoas viviam numa espécie de era mítica, na qual acreditavam que tudo era conectado a tudo.

Podia-se conversar com as árvores, os animais, as plantas e todas essas criaturas não-humanas eram portadoras de alguma coisa significativa. A própria natureza era cheia de significado. Havia um fluxo de vida que percorria os animais, as árvores e as plantas e todos eles eram interligados.

Entretanto, havia também desvantagens nessa visão naturalista, porque as pessoas que acreditavam nela podiam vir a tornar-se vítimas daquilo que hoje chamamos de superstição e do medo; medo das forças da natureza e dos deuses que estavam escondidos por trás e dentro dela.

Esta foi uma tradição antiga. A ciência e o pensamento racional, na qual ela se baseia, puseram um fim a essa tradição. Infelizmente, a visão objetiva, científica levou a uma cisão esquizofrênica e nada natural na sua cultura e percepção de si mesmo.

Pense em como é diferente a visão na qual você é capaz de vivenciar continuamente o seu corpo a partir de dentro. Como ele está por dentro? Está com fome ou sede? Está se sentindo bem ou está tenso? Está sentindo prazer ou dor? Há uma sensação constante de como o corpo está se sentindo.

Do ponto de vista oposto, você olha para seu corpo e julga-o a partir de fora, do que ele deveria ser de acordo com uma imagem de corpo percebida externamente. O que o corpo deveria ser capaz de realizar? Em que ponto do seu desenvolvimento ele deveria estar? Qual deveria ser sua aparência? Ele satisfaz todos esses padrões externos que lhe são impostos?

Normalmente, quando está com alguma doença ou indisposição, você vai a um médico, que representa a tradição científica, objetiva do dualismo.

Um médico pode lhe dizer o que há de errado em você, que remédios estão disponíveis para isso, e qual é o prognóstico, baseado no tipo de queixas que você apresenta. No entanto, tudo isto é feito sem que você tenha se conectado, de alguma forma, com o campo de energia que é o seu corpo.

O médico também não presta atenção a esse campo energético e nem se conecta com ele. Simplesmente vê os sintomas, diagnostica-os, classifica-os e então determina onde eles se encaixam no quadro geral dos conhecimentos que ele adquiriu, de modo a poder tomar as medidas necessárias, baseadas nesse conhecimento.

Ao mesmo tempo, seu corpo oferece sinais constantes, que são exclusivamente para você e que nem sempre se enquadram nas regras e ideias gerais que você recebe de fora, como de um médico, por exemplo.

É extremamente importante que você desperte novamente para a percepção do seu corpo a partir de dentro e permita que ele seja o parâmetro para as medidas que você tome em relação a ele.

Quando estiver doente, ou indisposto, você precisa voltar-se para o seu interior e, a partir daí, encontrar as bases de como lidar com essa indisposição e sintomas. Só depois disso é que deve olhar para o mundo exterior, em busca de algo que lhe possa ser útil, como um médico, uma opinião ou algum artigo que você leia.

Entretanto, essas contribuições só vêm em segundo lugar. O que vem inicialmente é a conexão interna com seu corpo e, para isto, você primeiro precisa acreditar diferentemente daquilo que sua cultura lhe diz.

Precisa abandonar toda ideia de que o corpo é como um mecanismo, como matéria inconsciente. Precisa chegar a acreditar realmente que seu corpo pode ser seu guia; que ele pode lhe dar respostas; que ele possui uma inteligência natural e quer ser útil a você; que ele é divinamente inspirado.

Neste momento, quero lhe pedir que dedique uns instantes para se conectar intimamente com seu corpo.

Você pode fazer isto prestando atenção à sua respiração, sentindo como ela flui através do seu peito e abdome e, em seguida, dirigindo sua atenção aos seus pés. Leve sua consciência para as solas dos seus pés e sinta como eles tocam o solo.

Sinta, não apenas os ossos e pele dos seus pés, mas também o campo energético ao redor deles. Este campo não é perceptível imediatamente, mas logo poderá senti-lo. Talvez perceba um pequeno formigamento, ou alguma outra sensação. Mas seja o que for que consiga sentir, será útil.

Em seguida, observe suas mãos com a mesma atenção. Imagine que suas mãos estão cheias de consciência, que se torna perceptível graças à sua atenção.

Deixe sua percepção se estender para as pontas dos seus dedos, e sinta que há algo mais em suas mãos, além da simples forma material. Sinta uma presença vital, energética dentro e ao redor de suas mãos e poderá inclusive ver ou sentir um leve brilho.

Agora, peço-lhe que deixe sua atenção e consciência se estenderem por todo o seu corpo. Mas não transforme isto em um grande esforço – isto não é um exercício mental; é apenas o direcionamento da sua atenção para algo que já está aí.

Um corpo vivo não é uma coisa que você tenha que adquirir, nem é algo que tenha que merecer. Simplesmente sinta, da cabeça ao dedão do pé, o campo vivo que já o envolve. Tente perceber e sentir a totalidade do seu campo energético e corpo como uma entidade viva.

Imagine que esse fluxo silencioso de energia, que está sempre percorrendo todo o seu corpo, quer lhe dizer alguma coisa. A primeira coisa que seu corpo quer lhe contar é que ele é consciência, a luz vivente que deseja servir você.

Seu corpo está à sua disposição. Ele lhe dá a capacidade de se expressar e gostaria de estar a seu serviço. E, caso você esteja sofrendo de dor ou doença, vamos ver como isto surgiu.

O próprio corpo está sempre se esforçando para manter o equilíbrio. Todas as células do seu corpo são orientadas para esta finalidade; elas trabalham e constroem visando o equilíbrio. Mesmo quando você fica mais velho e seu corpo perde a vitalidade, todas as células continuam concentradas em criar equilíbrio.

É possível envelhecer de uma forma muito agradável, sem dor e esforço. Isto é possível graças ao próprio corpo, mesmo quando ele é geneticamente sobrecarregado. Existe uma energia vital tão incrivelmente poderosa em seu corpo, que lhe permite curar-se e voltar ao equilíbrio, mesmo que o desequilíbrio tenha sido extremo.

Tenha fé na capacidade que seu corpo tem de se equilibrar e curar a si mesmo; as forças da natureza são muito fortes! Basta olhar para o mar e o sol. Saiba que seu corpo é feito da mesma matéria viva e da mesma consciência que compõem esses elementos naturais.

Pense no oceano, sinta o eterno rolar das ondas e a renovação inesgotável em cada movimento – o poder de autolimpeza. Ou pense em um grande e velho carvalho que já aguentou de tudo: vento, chuva, sol… Seu corpo também é muito forte, pois é feito dos mesmos elementos.

No entanto, é verdade que o ser humano é um ser muito complicado.

Você, como alma, tem uma vasta experiência na realidade terrena, algumas das quais resultam em emoções negativas… ansiedade, tristeza, dor, raiva… assim você as chama. Estas emoções podem agir no corpo e, com o tempo, o corpo se desequilibra.

Emoções também são forças muito poderosas. A energia delas é muito forte e pode agir sobre o corpo, criando bloqueios em um nível energético. Entretanto, a consciência do seu corpo, que mencionei anteriormente, é útil para você nesse caso, porque ela vê a alma como seu mestre.

Quando a alma está vivenciando raiva constante, ou algum tipo de emoção depressiva, o corpo acaba absorvendo-a em sua consciência e rendendo-se a ela, por assim dizer. As emoções podem, então, apoderar-se do corpo e tomar a forma de indisposições ou doenças.

O corpo continua fazendo o máximo para restaurar o estado natural de equilíbrio, mas se as emoções forem muito penetrantes e a pessoa não tiver capacidade de senti-las completamente e transformá-las, então o resultado poderá ser uma doença.

É importante notar que a origem de uma doença é quase sempre emocional. O que cria o maior estrago no corpo são as emoções que você experimenta na vida, a dor espiritual que você acumula. E há razões para isto.

Não que haja algum julgamento externo sobre a emoção e sua reação a ela, mas é importante que você conheça suas emoções a partir do seu interior, para que seu corpo possa ajudá-lo a lidar com elas. Ao se conectar novamente com a consciência natural do seu corpo, que está sempre buscando o equilíbrio, você detecta quais as emoções que o estão deprimindo ou bloqueando.

Quero lhe pedir para fazer exatamente isto agora. Primeiro nós nos conectamos com o campo energético vivo do próprio corpo – a força subjacente que está sempre presente – e com a inteligência natural do corpo.

E agora, imagine que você tem também um corpo emocional. Na tradição esotérica, a consciência corporal tem sido chamada de corpo etérico, enquanto o corpo emocional tem sido chamado de aura, ou corpo astral, e é algo que se estende para além do corpo físico.

Imaginemos agora, por um instante, que existe um campo de energia ao seu redor, e que ele é composto das energias do seu humor e emoções, que estão sempre mudando. Imagine que esse campo energético se estende uns 3 pés [90 cm] para fora do seu corpo.

Vou lhe fazer algumas perguntas sobre esse campo e lhe peço que se atenha à primeira impressão que lhe vier à mente sem pensar a respeito dela.

Você está no meio desse campo de energia. Ele é pacífico ou há tensão dentro dele? Caso haja tensão, onde você sente que ela se localiza no seu campo de energia? À sua frente ou atrás?

Permita que sua atenção se dirija a esse ponto do seu corpo emocional, onde você sente tensão devido às pressões dos eventos externos da sua vida, e simplesmente deixe-a ser o que é. Não precisa tentar corrigi-la, simplesmente saiba que ela está aí.

Vá, então, para um lugar no seu corpo onde haja quietude e calma. Encontre esse lugar no seu campo de energia, onde você está em paz. Talvez algumas lembranças felizes surjam espontaneamente, de um momento em que você se sentia relaxado, ou de uma situação em que se sentiu feliz. Sinta essa energia por uns instantes.

Finalmente, imagine que você é um anjo magnífico. Esse anjo que você é está atrás de você e, com sua luz e suas asas, envolve a sua aura, seu corpo emocional, seu corpo físico e o campo etérico que ele contém.

Com respeito amoroso, você-anjo abraça o seu ser inteiro. E como este anjo magnífico que você é está cheio de sabedoria, compaixão e força, você se sente compreendido, amado e sustentado.

A personificação da sua alma – o seu corpo – quer que as coisas estejam bem com você.
Ele se esforça para manter o equilíbrio e harmonia e, em certo sentido, o orienta também.

E, do outro lado, há você-anjo, que cuida de você e que está incondicionalmente disponível para você sempre. Este ser angélico é o seu Eu Superior – este é você. E, no meio dos dois, está seu corpo astral, no qual as emoções podem ficar presas ou bloqueadas.

Tente aceitar este momento como ele é; simplesmente permita que seja como é. E tenha respeito por quem você é, porque você é o corajoso dentre os anjos, pois empreendeu esta jornada por si mesmo, embora não apenas para si mesmo.

Você veio aqui e desceu à mais profunda escuridão, tão convencido estava da luz que sustenta tudo no Cosmos; da luz que tudo permeia. O menor ramo e folha de uma árvore, o menor besouro e folha de grama, estão todos imbuídos da luz viva.

Sinta que tanto as forças da natureza quanto os poderes espirituais do céu estão com você para apoiá-lo nesta jornada, no caminho da transformação dos estados emocionais pesados em luz, conhecimento e entendimento. Você não está sozinho; estamos bem aqui ao seu lado.

E lembre-se que seu corpo é seu amigo, seu aliado e, junto com o você-anjo, deseja ajudá-lo a desabrochar. Aceite a verdade… que você é corajoso, que você é maturo, que você é um ser belo.

Acredite na sua própria riqueza e os tesouros disponíveis para você, e vivenciará mais descontração e relaxamento em seu corpo. Há cura para você, acredite nisto!

Jeshua

Pamela Kribbe
www.jeshua.net


Fonte: Jeshua.net | Embodiment
Tradução de Vera Corrêa veracorrea46@gmail.com 

DE CORAÇÃO A CORAÇÃO – http://www.decoracaoacoracao.blog.br  /  DE CORAÇÃO A CORAÇÃO – https://lecocq.wordpress.com

Via: ♥ De Coração a Coração ♥: JESHUA – INCORPORAÇÃO

VOCÊ SABE POR QUE ESTÁ AQUI?

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Seu propósito na vida

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Mensagem de Jeshua, canalizada por Judith Coates
em Outubro de 2016.

 

Amado, vamos falar sobre o seu propósito nesta vida. Não é por acaso que você escolheu esta encarnação. Não é por acaso que você encontra muitas coisas em tumulto. Não é por acaso que você veio para ajudar aqueles que querem despertar, mas que não sabem como.

Você esteve em treinamento nesta vida, e trouxe certas características de outras vidas que o ajudam a se relacionar com os irmãos e irmãs. Você trouxe um determinado conhecimento, talvez, até mesmo o que você chamaria de ao nível da mente inconsciente ou subconsciente, que influencia como você encara algo, pelo menos, no início. Então, você traz para apoiar o que leu, estudou, ouviu nesta vida, para ver onde está indo com a mensagem que veio compartilhar.

Seu propósito nesta vida é ajudar, aumentar o despertar, a consciência da divindade, em primeiro lugar, em si mesmo, mas quando você está fazendo isto, é contagioso. Isto se espalha para outros. Como foi há dois mil anos, eu tinha uma mensagem. Eu tinha um propósito. Vim com uma mensagem que você é o Cristo encarnado. Você é amor e você é Divino. E, na verdade, você nunca esteve separado de sua Fonte – com “F” maiúsculo.

Você veio aqui como uma extensão da Fonte, de sua divindade. Às vezes, você sabe disto. Às vezes, você age de acordo com isto. Muitas vezes, não. Muitas vezes, você está tão focado no que está a sua frente, que é difícil ver a grande cena. É por isto que, muitas vezes, eu lhe digo que é uma boa ideia passar algum tempo em silêncio, em meditação, e na natureza.

Você não tem que fazer um tipo formal de meditação. Isto é bom, se quiser fazer isto, mas você pode apenas se permitir se expandir na frequência da natureza, expandir-se na frequência das árvores, das plantas, da água que flui. Expanda-se nesta frequência e reconheça-a por si mesmo.

Poderia haver alguém ao seu lado e ele não veria o rio. Difícil de acreditar, porque você diz que é muito óbvio. Está bem ali. Mas é uma coisa muito individual que você vê e interpreta.

As frequências estão ao seu redor. Frequências são cores diferentes. Às vezes, até com os olhos humanos você pode captar determinadas frequências e ver as cores diferentes, como no arco-íris. Lá você tem a frequência da energia surgindo, sendo óbvia como cores diferentes, e você vê estas cores diferentes com olhos diferentes.

Ao seu redor agora estão as frequências. Você poderia estar ligado a uma de suas máquinas tecnológicas que lhe mostrariam a sua frequência.

E se alguém viesse a você e dissesse que o seu amado animal de estimação tinha sido atingido por um automóvel, a sua frequência mudaria. Ou se viessem a você e dissessem: “Você tem o bilhete premiado na loteria, e você é um bilionário”, a sua frequência mudaria. Você poderia sentir a frequência mudar e isto seria registrado em uma de suas invenções tecnológicas.

A cada momento em que você está tranquilo, a cada momento em que é preso na energia e há algo realmente acontecendo, a sua frequência muda. Outros podem sentir isto. É por isto que você é atraído para aqueles de frequência semelhante, por que você é atraído para aqueles que estão felizes, porque a frequência deles é onde você quer estar. É uma sensação boa, de leveza. Aqueles que estão, às vezes, em uma frequência mais pesada, você os ama, mas nem sempre quer estar nesta frequência. Ainda que ela não seja medida, você pode senti-la.

Há dois mil anos eu vim com uma mensagem. Vim para lhe dizer que você é amor, que você é Luz, que você é a extensão da Fonte divina de energia, e que, realmente, até enquanto está ativando um corpo, você pode conhecer a sua Fonte. Você pode conhecer a onda de energia, quando chega ao espaço de conhecer o amor de Si mesmo, e eu não quero dizer amor egoísta, mas o amor de Si mesmo, onde você apreende a verdade do seu ser e avança com ela de uma maneira feliz.

Tome posse da alegria de ser. Quando você olha para o seu amado animal de estimação e o seu coração se abre, é sobre isto que eu estou falando. Quando você está olhando para a inocência do amado animal de estimação – e, com certeza, ele tem certos traços que eles usam para levá-lo a fazer coisas que eles querem que você faça, mas eles são realmente inocentes que andam sobre quatro patas, ou voam com as asas, ou nadando na água. Eles são o amor encarnado, como você.

Mas, muitas vezes, a humanidade está olhando para fora, para ver as várias frequências do que está acontecendo que precisa haver um chamado de volta de: Ok, venha e se concentre no Eu divino que você é”. Saiba que realmente você não dá um passo, a menos que use a frequência divina que você é. Você não pode viver e se mover sem ser a pessoa divina que é, o exemplo divino. Assim, cabe a você se elevar mais, para chegar a este lugar onde realmente conhece o seu valor.

Muitos em seu mundo, neste momento, não conhecem o seu próprio valor. Eles não conhecem a divindade de onde eles vieram. Eles não sabem que eles podem ser felizes. Eles aprenderam quando eram muito pequenos que eles deveriam se esforçar muito, e eles levam a mensagem de que eles não são os melhores, não são perfeitos, porque, obviamente, eles devem se esforçar muito para serem os melhores.

Mas eles já estão sendo os melhores que eles sabem. Até mesmo quando estão tendo um acesso de raiva, eles estão chegando a um espaço de dizer: “Eu não estou feliz comigo”. Mas eles querem ser felizes com ele, e querem ter alguém que possa ser a presença da calma, a presença do ser divino com eles para lhes mostrar o caminho.

Eu fui chamado de um mostrador do caminho e eu sou. Mas você também é um mostrador do caminho, e veio a esta vida encarregado de um trabalho a fazer, ser um mostrador do caminho, mostrar como você pode viver a vida humana e ser feliz nela, como você pode ficar entusiasmada com ela, como pode viver a vida humana e amar cada pessoa com quem entrar em contato, ainda que eles pareçam não muito amáveis, a princípio.

Mas você pode amá-los. E ao amá-los, você se ama, porque não há separação. Quando os olhos de um ser humano caem em outro ser humano, é uma oportunidade para viver no amor, estar no espaço de ser exaltado, fora da voz do mundo por um momento, o tempo suficiente para se elevar na frequência que você é. Isto é o que realmente você quer ser. Isto é o que você realmente quer fazer.

Você quer estar no espaço do amor sublime, o espaço que sabe: “Eu estou bem”, e você está. “Eu sou o emissário do amor. Estou ajudando outros a reconhecer que há o bem na vida humana. Eles veem apenas as faltas e os fracassos, e eles, com frequência, veem isto em si mesmos e, então, eles não são felizes e ninguém ao redor deles é feliz.

Mas você pode olhar para o centro do seu ser. Você pode ajudá-los com palavras, com um sorriso, com incentivo para saber que realmente há algo bom acerca de uma encarnação. E há. Há muito que é bom em relação a uma encarnação.

Você se inscreveu porque este é um momento muito importante. É um tempo de escolha para a humanidade. É um tempo de escolha onde muitos estarão fazendo a escolha quanto a se eles avançam ou recuam. As apostas são altas. Se eles não fizerem a escolha para avançar, irão escorregar para trás.

Você disse antes da encarnação: “Envie-me. Eu irei. Serei a voz que chama no deserto. Serei a voz que fala de amor. Vim através dos meus testes e provações para o espaço onde eu sei que há a escolha, e eu faço a escolha de viver na Luz.”

Você passou por vidas de escuridão. Você passou por momentos, até mesmo nesta vida, em que havia escuridão, como você a percebia. Mas você chegou a este tempo agora onde está reivindicando o seu propósito, onde está se conscientizando do seu propósito, e onde está vivendo a partir do espaço do amor, do espaço da Luz.

Você já escolheu fazer a escolha neste momento como exemplo para outros. Sempre que algo vier a sua consciência, faça uma pausa por um momento. Não se apresse, mas, respire profundamente e pergunte: “O que está realmente acontecendo aqui?” Alguém está sendo infeliz. Alguém está agindo a partir de um espaço onde há tristeza e julgamento.

Neste momento, mantenha-os na Luz. Neste momento, pare, respire, mantenha-os na Luz. Eles irão querer saber o que você está fazendo, e você sorrirá. E você dirá: “Eu sei como você é digno. Eu sei que você tem valor. Você tem valor para mim porque é meu amigo. Você tem valor para mim porque caminhamos juntos.” Você encontrará as palavras para lhes dizer, porque você conhecerá o valor deles.

Você teve todo o treinamento nesta vida para trazê-lo a este ponto que será e que é mais necessário para a Luz. Eu não consigo enfatizar isto o suficiente. Isto é, em seus próximos seis meses, será o mais maravilhoso ponto de escolha para você e para os irmãos e irmãs. Não é uma coisa pequena. E você disse: “Estou pronto.” Mesmo antes da encarnação, você disse: “Estou preparado. Envie-me. Eu irei.”

Veja, antes de uma encarnação você se encontra com o que veria como mestres. Você se encontra com um conselho dos que são da Luz, e formula no esboço, o que fará na encarnação, na próxima vida que irá ter; não todos os detalhes, porque você tem o livre arbítrio quanto aos detalhes, mas o global foi escolhido antes de você fazer a encarnação. O geral foi planejado, e você disse: “Sim” a ele.

Você disse: “Eu farei tudo o que for preciso”, na medida do treinamento. Este pode ser um treinamento formal ou informal, através de todas as escolhas e o aprendizado, em termos gerais, que você faz em uma vida. E o seu aprendizado, como você sabe, vem de várias possibilidades: dos livros que lê, das pessoas com quem se associa, dos cursos que faz, das experiências que passa. Este foi o treinamento.

Cada um é especialista em alguma coisa, e, muitas vezes, mais do que uma coisa. Você é um perito em ver onde outra pessoa possa estar sofrendo. Você é um perito em ver a Luz, até mesmo na centelha mais ínfima de Luz que alguém não vê, mas você a vê por ele. Está sempre lá. Você pode encontrá-la. E este é o maior presente de todos que você pode dar ao outro: ver a sua Luz, encontrar a centelha de Luz que ele é, e, então, refleti-la para ele. No entanto, ele irá entender.

É para isto que você se inscreveu, e não é pouca coisa. Você já sentiu isto, porque tem passado por algumas das perturbações e os golpes que recebeu do mundo, não são coisas insignificantes. Você disse: “Eu sou suficientemente forte. Irei até o inferno e voltarei – e você conheceu momentos de inferno – e céu. Eu saberei como é estar nos abismos do inferno e se perguntar: “Há alguma razão para continuar?” E, então, em um pequeno ponto dentro de você, chegava uma pequena Voz que dizia: “Há uma razão. Você é a Luz.” E você começou a se elevar neste ponto.

Você passou por um maravilhoso treinamento, e não somente o treinamento formal, mas o treinamento do mundo que diz que há uma linguagem que os irmãos e irmãs compreendem, e é a linguagem do apoio, da amizade. Às vezes, eles podem ser um osso muito duro de roer, mas não desista deles. Você vê a Luz deles. Você vê o que pode ser, e continua acreditando neles. Você continua sabendo que eles são desta centelha divina de Luz, e você incentiva a Luz tanto quanto pode. Você a incentiva ao ser a própria Luz, o que atrai a Luz de outros e lhes permite ver que, talvez, por mais um dia, mais uma hora, eles podem persistir. Porque muitos dos irmãos e irmãs, como você viu, especialmente neste momento, que é um tempo de ponto de escolha, estão se perguntando: “Existe algo pelo qual vale a pena viver?” Você veio e o olhou no olho e disse: “Eu acredito em você”.

Isto, meu querido, transforma tudo, quando você diz para a outra pessoa: “Eu acredito em você. Sei quem você é. Sei do que você é feito.” Ela pode querer ignorá-lo, porque ela nunca ouviu isto antes. Mas vocês continuam sendo amigos, e ela pode tentar afastá-lo. Porque, se ela reconhecer que ela é a Luz, então, ela tem que começar a agir como a Luz, e tem que, de vez em quando, colocar um sorriso no rosto. E, talvez, isto não tenha estado em seu treinamento. Talvez isto seja muito estranho para ela.

Mas você continua sorrindo para ela e continua acreditando nela, continua sendo seu amigo, e, então, ela diz: “Bem, se ele acredita em mim… bem, eu não acho realmente que ele esteja errado, mas…” Ela começa a se examinar para encontrar um pouco de Luz e você a incentiva. Você lhe pergunta: “O que a faz feliz? O que a faz sentir que você merece algo?”

“Bem, absolutamente nada. Foi-me dito quando eu era muito pequeno, que eu não valia nada. Ninguém sabia por que eu estava encarnado aqui.” E você diz: “Sim, isto foi naquele tempo, e isto é agora, e eu acredito em você. Conheço o trabalho que você veio fazer, e sei que é difícil, mas eu acredito em você, e sei que você pode fazê-lo.”

“Está bem”. Veja, você fala com outro diretamente e lhe diz: “Sei que você pode fazer isto. Sei que você está aqui por uma razão, por uma razão muito boa. Eu sei – seja como queira colocar isto em palavras – que o nosso Pai não faz lixo. Você ouviu este ditado, e sei que é verdade. Há algo sobre você que tem muito valor. Sei disto. Vejo isto. Acredito em você.”

Aqueles, neste ponto, podem correr, mas eles retornarão, ou poderão dizer: “Bem, por quê?” E, então, você começa a enumerar o que vê da Luz sobre eles. Há a verdade da Luz sobre cada pessoa. Há algo que você pode achar que pode elaborar, você pode lhes dizer. E isto pode significar a diferença entre a vida e a morte, a morte no nível da alma, onde eles voltam a dormir.

O trabalho com que você concordou antes da encarnação era passar pela vida humana, de modo que outros irmãos e irmãs pudessem vê-lo como humano, porque eles veem que você passou pelos testes e provações; que a vida não foi inteiramente fácil para você. E você chegou a um lugar onde pode acreditar em algo bom.

Quando eles veem que você passou pelos testes e provações, eles têm a oportunidade da escolha. Você não pode fazer esta escolha por eles. Você certamente gostaria, e eu. Há dois mil anos, eu gostaria de ser sido capaz de escolher por todos aqueles. Mas eu disse: “Sua vida vale mais do que você sabe. O que você está vivendo vale mais do que você sabe. Você está se expandindo para a vida eterna, e isto é bom. Não o inferno eterno, mas o céu eterno. Você pode tê-lo, ainda que não tenha as moedas de ouro, ainda que não tenha o corpo que funciona, as pernas ou os olhos, você ainda tem vida”, eu lhes disse.

E enquanto houver vida, você tem escolha, e você pode escolher a felicidade. Ainda que não tenha todos os bens mundanos – na verdade, os bens materiais interferem, às vezes – ainda que você não tenha tudo que supostamente o deixe rico, você tem vida e você é rico, porque você tem vida. E você pode avançar, momento a momento, acreditando no melhor de si mesmo.

Até quando você está deprimido e parece ser o ponto mais baixo, há sempre alguém que acredita em você, e você será esta pessoa para os outros.

É para isto que você se inscreveu: ser a Luz para outros. Você esteve na escuridão; você sabe como é opressivo estar na escuridão. Você sabe como é opressivo ter tudo tirado de você, e, no entanto, a única coisa que não pode ser tirado de você é a vida. Você continua vivendo. Ainda que deixe o corpo, você continua vivendo.

E eu lhe digo, que aqueles que aniquilam o corpo se encontram ainda vivos, e eles também se encontram em um ponto de escolha: “O que eu farei agora?” Porque há consciência, há consciência. Há conhecimento. Há escolha.

Ainda que você não tenha o corpo, você ainda tem vida. Você irá escolher inúmeras vezes, até que finalmente escolha a vida e diga: “Está bem, eu já tive o suficiente ao estar por baixo de tudo. Eu tive o suficiente disto”. E você começa a olhar para cima.

Todos vocês estiveram neste lugar, ou nesta vida, ou em outra, onde você esteve no nível de baixo, e, então, fez a escolha de subir, de olhar para cima. E, com frequência, tem havido alguém ao seu lado para ajudá-lo. Porque não há separação, e quando você pede ajuda, tem que haver uma resposta. E você, com frequência, pode ser a resposta para a prece do outro, para a prece desesperada do outro.

É para isto que você veio. Quero que você ouça isto profundamente. Quero que ouça, porque você se perguntou. Você quis saber: “Por que estou aqui? Estou fazendo todas as coisas certas, mas isto não parece o suficiente.” E isto é porque cada dia lhe traz a oportunidade de ser Quem você é, de compartilhar a Luz.

Cada dia de cada encarnação há oportunidade para escolha. Há oportunidade para a Luz. Há oportunidade para o coração expandido, o coração que vive no amor e conhece somente o amor. Quando você alcança este espaço, há êxtase. Quando você chega a este espaço – e você pode tocar este enquanto está encarnado, você pode tocar este espaço de êxtase onde você sabe: “Meu Deus, eu sou mais do que eu já me considerei ser. Meu Deus.” E eu uso estas palavras sabiamente, porque este é o seu Eu Divino lhe respondendo.

Você sente a energia? É disto que a mensagem se trata, sobre sentir a energia, a energia Divina que passa através de você, para saber que realmente: “Eu sou feito de coisas Divinas. Sou criado para dar o sorriso, a Luz para os outros. É para isto que eu me inscrevi. Eu me perguntei por que estava aqui. Continuo perguntando: Por que estou aqui? Por que estou ainda aqui?” Bem, porque o seu trabalho não terminou ainda. Porque há aqueles que precisam ver a Luz, aqueles que precisam ver o amor, aqueles que chegam até você e perguntam: “Do que se trata a vida? Por que estou ainda aqui? O que devo estar fazendo?”

Como dissemos muitas vezes, não há “deve”, exceto a escolha, o que você escolhe a cada momento sentir, viver e compartilhar. Escolha com sabedoria, porque se não o fizer, você terá outro momento de escolha. Porque nosso Pai está sempre dando, sempre oferecendo a oportunidade para o amor, para conhecer, experienciar e expressar Tudo O Que É.

E quando você chegar ao espaço de expressar Tudo O Que É, você terá feito o seu trabalho. Mas, uma vez que tenha feito o seu trabalho, eu compartilharei com você, você não para. Você volta a fazer isto inúmeras vezes, porque é muito bom, porque é o seu próprio despertar, é a sua própria escolha de escolher o amor, escolher a vida e a felicidade, a felicidade exaltada de saber que “eu sou Luz”. “Bem, isto é bom. Sim, eu gosto de irromper ao redor como a Luz. Isto é bom. Quero compartilhar isto.”

Mais e mais irmãos e irmãs estarão se unindo a você, porque esta vida, estes próximos seis meses é um tempo de escolha quando muitos estarão fazendo a escolha: se eles continuarão com o padrão da escuridão, ou eles escolherão a Luz. E porque você passou por experiências de escuridão, você pode falar com eles. Você pode ser um exemplo para eles de como é ser Luz e como você os conhece e acredita neles, porque você sabe do que eles são feitos.

Nos próximos seis meses de seu tempo você estará muito ligado, porque é mais necessário. Nos próximos seis meses, especialmente, você verá a oportunidade de viver, de amar, de ser Luz. E o que acontece após os seis meses? Ah, isto cabe a você. Isto não foi escrito.

Mas eu me unirei a você. Você nunca caminha sozinho. Eu caminho sempre com você. Eu sussurro sempre em seu ouvido. Eu lhe conto uma história engraçada, uma piada, uma maneira fácil de encarar algo. E antes que você o saiba, você está sorrindo, você está rindo, você está dizendo: “Está certo. Este é um tipo de pensamento divertido. Gosto disto.”

Nós caminhamos juntos.

Que assim seja

Jeshua ben Joseph (Jesus), expressando-se através de Judith.


Fonte: Oakbridge University | Your Purpose In Life

Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

Via: Seu propósito na vida – Jeshua » CORAÇÃO AVATAR

A Nova Terra II – Mestre Jesus (Jeshua) Paz Na Transição da Velha para a Nova Terra…

Jesus face
(Jeshua canalizado por Pamela Kribbe)
O CICLO PLANETÁRIO
Tudo o que existe evolui em ciclos, sejam planetas ou seres humanos. Não é um fato excepcional que (grupos de) almas individuais saiam do ciclo cármico em um ponto determinado do tempo. O que torna esta era especial, entretanto, é que a própria Terra também está completando um ciclo cármico importante. Ela está envolvida numa transformação interna que resultará em um novo tipo de consciência do seu ser como planeta. Qualquer que seja o ponto em que as almas individuais estejam, dentro do seu próprio ciclo, o processo de transformação da Terra as afetará.
A TERRA É A SUA CASA
Compare a Terra com a casa em que você mora. Imagine que ela está sendo reformada. Isto afetará muito a sua vida diária. Dependendo do seu estado de espírito, você vivenciará isto como uma mudança bem-vinda ou como um acontecimento incômodo e destruidor. Se você já estava mesmo planejando e interessado em reformar sua casa, estará “sincronizado” com as mudanças e poderá seguir o fluxo. O processo de transformação da Terra sustentará e aumentará o seu processo de transformação pessoal. Mas, se você não queria, de jeito nenhum, reformar a sua casa, vai sentir-se frustrado pelo caos ao seu redor. As mudanças internas da Terra tirarão você do equilíbrio.
Para aqueles que estão dando as boas vindas às mudanças internas de seu planeta Terra, estes serão tempos extremamente poderosos. Vocês serão elevados pela corrente de Luz que atualmente está inundando seu universo.
Atualmente, a Terra está quase sendo esmagada sob o peso cármico da humanidade. A negatividade e a violência que brotam dessa carga cármica formam uma espécie de desgaste energético que a Terra mal é capaz de processar (neutralizar e integrar).
Focalizem sua consciência por um momento no coração da Terra. Relaxem e focalizem… Podem sentir algo aí? Podem sentir como a Terra está sendo arrasada? Há muita violência sobre ela.
A Terra está sentindo impotência e resistência ao mesmo tempo. Ela está prestes a criar uma nova base para o seu ser. A Terra vai liberar as energias de luta, competição e drama: em níveis internos e externos. A nova base que está despontando dentro dela é a energia do coração, a energia de equilíbrio e conexão: a energia do Cristo vivente.
A Terra, exatamente como a humanidade, está envolvida numa experiência de aprendizagem. Exatamente como a humanidade, sua consciência está evoluindo e se transformando. Como aconteceu com a humanidade, sua jornada começou a partir de um certo tipo de ignorância ou inconsciência a respeito de seu próprio ser.
A Terra foi um “planeta escuro”, que absorvia ou tragava as energias que a rodeavam. Ela tomava as energias ou seres que encontrava e os assimilava completamente: tirava-lhes sua singularidade e, em certo sentido,  “matava-os”. Isto surgiu de um desejo seu de expansão. De alguma forma, a Terra sentia um vazio ou insuficiência dentro dela, o que ela interpretava como uma necessidade de conquistar ou assimilar outras energias. Como a Terra não dava nada em troca para estas energias, não havia realmente uma interação entre elas. Era um processo mortal e silencioso.
Em uma certa época, a Terra percebeu que este processo não a satisfazia. Sentiu que estava faltando algo, neste modo de se alimentar. Sua sensação de insuficiência não era aliviada por ele. Seu impulso para expandir-se não se satisfazia consumindo energias.
Nesse momento, dentro da consciência da Terra, nasceu o desejo de vivacidade, de Vida. Não que a Terra tenha se conscientizado completamente disto – ela só percebeu que queria algo mais, algo novo, uma espécie de interação com outras energias, que não terminasse na redução daquelas energias a energia terrestre. Dentro da consciência da Terra, criou-se um espaço para a experiência de algo diferente dela mesma.
Energeticamente, isto significou o começo da vida na Terra.
É uma Lei Cósmica que todos os desejos profundamente sentidos finalmente criarão os meios para sua realização. Os desejos, que essencialmente são uma mistura de pensamento e sentimento, são energias criativas. Isto é verdade, tanto para planetas, quanto para pessoas. Dentro da Terra, como planeta, havia surgido um anseio, um anseio para experimentar a vida. Um anseio para preservar e apreciar a vida, em lugar de destruí-la.
Quando a vida chegou à Terra, a própria Terra começou a florescer. Ela entrou em um novo campo de experiências, que a preencheu com uma sensação de surpresa e satisfação. Ela se surpreendeu com o fato de que aquele simples desejo, aquela necessidade vagamente percebida, lhe trouxesse tão grandes e novos desenvolvimentos.
Sobre a Terra desenvolveu-se um grande experimento de formas de vida. Muitas formas de vida foram induzidas a se manifestarem sobre a Terra e a trocarem experiências com as energias presentes. A Terra tornou-se um lugar de procriação de novidades. Havia liberdade para se explorarem novos caminhos, novas possibilidades. Havia, e ainda há, livre-arbítrio para todas as criaturas.
Com a criação da vida, a Terra e as criaturas nela viventes começaram a seguir uma certa linha de desenvolvimento interior. Este caminho de experiência tinha, como tema central, o equilíbrio entre dar e receber.
No nível interno de consciência, a Terra vem lutando há éons para encontrar o equilíbrio correto entre dar e tirar. Como planeta, a Terra dá e tira vida. No “período escuro” da Terra, etapa na qual ela absorvia e liquidava energias, a tônica era “tirar”. Atualmente, ela está inclinada para o outro extremo: dando até o limite do que pode“dar”.
Por muito tempo, a  Terra tolerou violência e exploração por parte da humanidade, porque isto era, num certo sentido, carmicamente apropriado. A Terra teve que explorar o outro lado do poder e da opressão. Suas ações como agressora provocaram a experiência oposta – a de vítima – como um bumerangue. É assim que o carma funciona. Não é uma questão de castigo. Para realmente entender e chegar a um acordo sobre a questão do poder, você tem que experimentar os dois lados dele. Qualquer coisa com a qual você lute ou sobre a qual queira infligir poder, você terá que enfrentar de novo como vítima ou agressor, até reconhecer que ambos são UM, ambos são partes da energia divina e una.
Então, a cruel exploração da Terra na época atual é, em certo sentido, carmicamente adequada, já que ofereceu à Terra a oportunidade para chegar a um total entendimento do equilíbrio entre dar e tirar. No entanto, os limites dentro dos quais o desacato e a exploração são carmicamente adequados são levados em conta.
A Terra alcançou seu entendimento do equilíbrio e está completando seu ciclo cármico de consciência. Agora ela chegou a um nível de amor e consciência, que não tolerará o abuso por parte do ser humano por muito mais tempo. Esse nível de consciência fará com que ela atraia energias afins, relacionadas com harmonia e respeito, repelindo energias com intenções destrutivas.
Chegou o momento de um novo equilíbrio entre dar e tirar. Na “Nova Terra”, haverá paz e harmonia entre o planeta Terra e todos os que vivem sobre ela: homens, plantas e animais. A harmonia e conexão sincera entre todos os seres será uma fonte de grande alegria e criatividade.
A transição da velha para a Nova Terra é um processo que não tem um tempo e nem características fixos. Depende muito das escolhas feitas pela humanidade, das escolhas feitas, neste momento, por todos vocês como indivíduos.
Muitas predições foram e continuam sendo feitas a respeito deste tempo de transição. Fazer tais predições é sempre uma questão duvidosa, pois a sua realidade material visível é uma manifestação dos estados internos, coletivos de consciência. Como afirmamos no começo (ver “A Nova Terra I”), a consciência é livre e criativa. A qualquer instante, vocês podem decidir mudar seu futuro, pensando e sentindo de forma diferente. Vocês têm poder sobre seus pensamentos e sentimentos. A qualquer momento, vocês podem dizer “não” aos seus pensamentos ou sentimentos limitadores e destrutivos. Isto vale para cada um de vocês, individualmente, mas também serve para grandes grupos de pessoas.
Quando um grupo considerável de indivíduos escolher liberdade e amor, ao invés de ódio a si mesmos e destruição, isto se manifestará na realidade material. A Terra reagirá a isso. Ela é sensível ao que acontece no interior das pessoas. Ela responde a seus movimentos internos.
Com isto, queremos salientar que ninguém, nem mesmo “do nosso lado”, é capaz de realizar predições precisas sobre o modo como a Nova Terra nascerá.
Entretanto, está claro que o grupo de almas que agora está completando seu ciclo cármico (ver “A Nova Terra I”) está estreitamente conectado energeticamente com a Nova Terra. Estas pessoas, que freqüentemente se sentem profundamente conectadas com os ideais incorporados na Nova Terra, terão maravilhosas oportunidades de crescimento e liberação, graças à coincidência dos ciclos planetário e pessoal.
Na nossa próxima série de leituras, a série dos Trabalhadores da Luz, falaremos sobre este grupo de almas em particular. Eles são geralmente chamados Trabalhadores da Luz e nós também usaremos esse nome. A razão de eles encarnarem durante esta época de transição não é uma coincidência. Eles estão profundamente conectados com a história da Terra. Na nossa próxima série, descreveremos os traços psicológicos que a maioria dos Trabalhadores da Luz possui. Falaremos sobre a sua história, suas raízes galácticas e sua missão na Terra. Discutiremos, em detalhes, as etapas de crescimento interior que estão relacionadas com a liberação do ciclo cármico.
 
© Pamela Kribbe
www.jeshua.net
Tradução para o português: Vera Corrêa
Fonte: CORAÇÃO AVATAR – A Nova Terra II – Mestre Jesus

A Nova Terra I – Mestre Jesus (Jeshua) Qual a razão de estarmos aqui na Terra…

Jesus face
(Jeshua canalizado por Pamela Kribbe)
Nestes dias e nesta era, está ocorrendo uma transição na Terra. Está despontando uma nova consciência, que tomará forma mais cedo ou mais tarde. Como essa transição acontecerá exatamente, que forma ela tomará, não está determinado. O futuro é sempre indeterminado. A única coisa que é realmente revelada é este momento: o Agora. Da fonte do Agora estão brotando incontáveis caminhos possíveis e  uma rede infinita de futuros possíveis.
Baseando-nos no passado, podemos predizer que um determinado futuro é mais provável que outro, mas a escolha é sempre de vocês. São vocês que decidem se permitem que o passado determine o seu futuro! As predições estão sempre baseadas em probabilidades. As probabilidades estão relacionadas com o passado. No poder que você possui como ser humano, está a possibilidade de romper com o passado, para estabelecer um caminho diferente. Você é dotado de livre-arbítrio. Você tem o poder de transformar, de recriar a si mesmo. Neste poder reside a sua divindade. É o poder de criar do nada (criar ex nihilo). Este poder divino pertence à verdadeira essência de quem você é.
Ao falar destes dias e era como uma época de transição, nunca se esqueça que você é o mestre da sua própria realidade. Não existe algo como um Plano predestinado ou um Poder Cósmico, ao qual o seu caminho de alma individual ou seu poder individual para criar sua própria realidade estejam sujeitos. Isso não funciona assim. Cada alma sobre a Terra vivenciará esta transição de um modo que se ajuste às suas predisposições internas. Há muitas realidades. A realidade que você escolher vai responder às suas necessidades internas e aos seus desejos.
O que faz com que este período (1950 a 2070, aproximadamente) seja especial, é que há dois tipos de ciclos diferentes de consciência chegando ao fim: um ciclo pessoal (ou um conjunto de ciclos pessoais) e um ciclo planetário. O término desses ciclos coincide, de modo que um reforça o outro. Para uma parte da humanidade, o fim de seu ciclo pessoal de vidas na Terra está perto. A maioria das almas envolvidas nessa finalização é de Trabalhadores da Luz. Falaremos com muito mais detalhes a respeito deste grupo de almas Trabalhadoras da Luz. (Ver Trabalhadores da Luz I, II e III). Aqui, nós gostaríamos de explicar a natureza deste ciclo pessoal: o que significa passar por ele e qual o objetivo de viver todas estas vidas – bastante complicadas – sobre a Terra.

O CICLO CÁRMICO PESSOAL
As vidas terrestres que você vivencia fazem parte de um ciclo maior da sua alma. Este ciclo foi estabelecido para lhe permitir experimentar completamente a dualidade. Dentro deste ciclo, você experimentou como é ser homem, ser mulher, ser saudável, ser doente, ser rico ou pobre, ser “bom” e “mau”. Em algumas vidas, você esteve intensamente envolvido com o mundo material, sendo, por exemplo, um fazendeiro, um trabalhador braçal ou um artesão. E houve outras vidas mais espiritualmente orientadas, onde você levou dentro de si uma forte conscientização da sua origem espiritual. Nessas vidas, muitas vezes você foi atraído pelos chamados da religião. Também houve vidas nas quais você explorou o domínio mundano do poder, da política, etc.. E pode ter havido vidas dedicadas à sua expressão artística.
Freqüentemente, as almas tendem a se especializar um pouco, ao longo de todas essas vidas. Isto pode ser claramente reconhecido em pessoas que possuem um dom natural em uma área determinada. Desde criança, parece que elas têm um potencial nessa área, o qual só precisa ser contatado no momento oportuno, para depois se desenvolver facilmente.
As almas dos Trabalhadores da Luz muito freqüentemente são atraídas para vidas religiosas, tendo vivido numerosas vidas como monges, freiras, sacerdotes, xamãs, bruxas, espiritualistas, etc. Elas foram levadas a ser intermediárias entre os mundos material, físico, e os reinos espirituais. E assim elas desenvolveram uma “habilidade” nestes campos. Se você sente este chamado, este forte impulso para envolver-se com a espiritualidade, mesmo que isso não se ajuste à sua vida diária normal, isto pode ser um sinal de que você faz parte desta família de Trabalhadores da Luz.
Viver na Terra lhe dá uma oportunidade de experimentar inteiramente como é ser um humano. Agora, você poderia perguntar: o que há de tão especial em ser um humano? Por que eu quereria experienciar isso?
A experiência humana é tão variada quanto intensa. Quando você vive uma vida humana, está temporariamente imerso em um irresistível campo de sensações físicas, pensamentos e sentimentos. Devido à dualidade inerente a este campo, há grande contraste e intensidade em suas experiências – muito maiores do que quando você está nos planos astrais, como vocês o chamam. (Estes são os planos nos quais vocês entram depois que morrem e onde permanecem entre uma e outra vida). Deve ser difícil para você imaginar isto, mas muitas entidades do nosso lado adorariam estar no seu lugar. Elas adorariam ser um humano, ganhar experiência humana. A experiência humana possui um tipo de realidade cujo valor é inestimável para elas. Embora elas possam criar incontáveis realidades com o poder da sua imaginação, isto lhes dá menos satisfação que a criação de uma realidade “real” na Terra.
Na Terra, o processo de criação freqüentemente é uma luta. Você geralmente encontra muita resistência para realizar os seus sonhos. O tipo de criação mental no mundo astral é muito mais fácil. Não existe um intervalo de tempo entre pensar em algo e a criação real disso. Além disso, você pode criar qualquer realidade que quiser ou na qual puder pensar. Não há limites. No momento em que você imagina um lindo jardim, ele já está aí para que você entre nele.
Fazer nascer uma idéia na Terra e torná-la realidade no mundo material é um grande esforço. Exige uma forte intenção, perseverança, clareza mental e um coração confiante. Na Terra, você tem que lidar com a lentidão e a obstinação do mundo material. Você tem que lidar com seus próprios impulsos contraditórios, com as dúvidas, o desespero, a falta de conhecimento, a perda da confiança, etc. O processo de criação pode ser obstruído ou até falhar por causa de qualquer um destes elementos. No entanto, são estes problemas potenciais, e até mesmo os fracassos, que fazem com que a experiência de vida terrestre seja tão valiosa. Neste processo, os desafios que você encontra são seus maiores mestres. Eles dão à sua experiência terrestre uma dimensão tal, que a faz muito mais profunda e ampla que o fácil processo de criação nos planos astrais. Esta facilidade gera falta de motivação. (Voltaremos a este tema mais abaixo). As entidades astrais, que ainda não experimentaram vidas sobre a Terra, sabem e entendem isto.
Muitas vezes você se desanima, se desespera, devido à natureza não condescendente da sua realidade. Muito freqüentemente, a realidade não corresponde aos seus desejos e esperanças. Muito freqüentemente, seus propósitos criativos parecem acabar em dor e desilusão. Entretanto, você vai encontrar a chave para a paz e a felicidade em algum ponto do seu caminho. Você a encontrará dentro do seu próprio coração. E quando isso acontecer, a alegria que lhe advirá não será  comparável a nada do que é criado nos planos astrais. Será o nascimento da sua maestria, da sua divindade.
O êxtase que você experimentará, quando sua divindade despertar, lhe proporcionará o poder de curar a si mesmo. Este amor divino vai ajudá-lo a se recuperar das dores profundas que você sofreu, ao longo das suas vidas na Terra. Depois disto, você será capaz de ajudar a curar outros que passaram pelas mesmas provas e dificuldades. Você reconhecerá a dor deles – você poderá vê-la nos olhos deles. E será capaz de guiá-los em seu caminho para a divindade.

O PROPÓSITO DE PASSAR PELA DUALIDADE
Por favor, não subestimem o significado de suas vidas na Terra. Vocês pertencem à parte mais criativa, avançada e corajosa de Deus (Tudo o Que É). Vocês são exploradores do desconhecido e criadores do novo. Suas explorações através do reino da dualidade têm servido a um propósito que está além da sua imaginação. É difícil explicar-lhes o profundo significado de suas jornadas, mas podemos lhes dizer que vocês criaram um novo tipo de consciência, uma consciência que não existia anteriormente. Esta consciência foi manifestada, pela primeira vez, por Cristo, quando esteve na Terra. Esta consciência, que chamaremos Crística, resulta de uma alquimia espiritual. Alquimia física é a arte de transformar chumbo  em ouro. Alquimia espiritual é a arte de transformar energia escura na “terceira energia”, o ouro espiritual presente na energia Crística.
Por favor, reparem que não estamos dizendo que o propósito é transformar escuridão em luz, ou mal  em bem. Escuridão e luz, mal e bem são opostos naturais; um existe graças ao outro. A verdadeira alquimia espiritual introduz uma “terceira energia”, um tipo de consciência que abrange ambas as polaridades através das energias de amor e compreensão. O verdadeiro propósito da sua jornada não é fazer com que a Luz conquiste a Escuridão, mas ir além destes opostos e criar um novo tipo de consciência, que possa manter a unidade, tanto diante da luz como diante da escuridão.
Explicaremos este ponto bastante difícil por meio de uma metáfora.
Imaginem que vocês são mergulhadores em busca de uma pérola nas profundezas do mar. Vocês mergulham repetidas vezes no oceano, em busca dessa pérola única, da qual todo mundo fala, mas que nunca ninguém realmente viu. Há rumores de que mesmo Deus, o Mergulhador Principal, nunca tocou tal pérola.
Mergulhar no oceano é perigoso, uma vez que vocês podem perder-se ou afundar tanto, que não consigam mais respirar. Ainda assim, vocês persistem e continuam mergulhando neste oceano, porque estão determinados e inspirados. Vocês estão loucos? Não, vocês são exploradores do novo.
O segredo é o seguinte: no processo de procurar a pérola, vocês estão criando-a. A pérola é o ouro espiritual da consciência Crística. A pérola são vocês, transformados pela experiência da dualidade.
O que temos aqui é um verdadeiro paradoxo: ao explorar o Novo, vocês estão criando-o. Vocês se tornaram a pérola da criação de Deus.
Deus não tinha outro jeito de fazer isto, porque o que vocês deveriam encontrar ainda não existia: tinha que ser criado por vocês. Por que estaria Deus tão interessado em criar algo novo? Permitam-nos expor isto da maneira mais simples possível.
Primeiro, Deus era inteiramente BOM. Havia bondade em todo lugar e em toda a volta. Na realidade, como não havia nada além disso, as coisas eram meio estáticas. Sua criação carecia de vivacidade, carecia da possibilidade de crescimento e expansão. Poder-se-ia dizer que estava emperrada.
Para criar mudança, para criar uma oportunidade de movimento e expansão, Deus teve que introduzir um Elemento em sua criação que fosse diferente da Bondade que permeava tudo. Isto foi muito difícil para Deus, pois como você pode criar algo que não é você? Como pode a Bondade criar Maldade? Não pode. Então, Deus teve que usar um truque, por assim dizer. Este truque se chama IGNORÂNCIA.
A ignorância é o elemento que se opõe à Bondade. Ela cria a ilusão de se estar fora da Bondade, de se estar separado de Deus. “Não saber quem você é” é o incentivo por trás da mudança, crescimento e expansão em seu universo. A ignorância gera o medo; o medo gera a necessidade de controlar; a necessidade de controlar gera a luta pelo poder: E, assim, vocês têm todas as condições para que o “Mal” prospere. E está montado o cenário para a batalha entre o Bem e o Mal.
Deus precisou da dinâmica dos opostos para “desemperrar” sua criação. Para vocês, pode ser muito difícil compreender isto, diante de todo o sofrimento causado pela ignorância e pelo medo, mas Deus deu grande valor a estas energias, pois elas Lhe proporcionaram um modo de ir além de Si Mesmo.
Deus pediu a vocês, que pertencem à parte mais criativa, avançada e corajosa Dele Mesmo, que tomassem o véu da Ignorância. Com o objetivo de experimentarem a dinâmica dos opostos da maneira mais completa possível, vocês foram temporariamente mergulhados no esquecimento da sua verdadeira natureza. Vocês consentiram em dar este salto para a ignorância, mas este fato também foi coberto pelo véu do esquecimento. Por isso agora vocês freqüentemente amaldiçoam  Deus por estarem nessa  situação de sofrimento e ignorância – e nós os entendemos. No entanto, em essência, vocês são Deus, Deus é vocês.
Apesar de todos os problemas e pesares, no âmago de vocês ainda existe um sentimento de maravilha e entusiasmo por viverem na dualidade, por experienciarem e criarem o Novo. Isto é o entusiasmo original de Deus, a razão pela que Ele/Ela começou esta viagem através de vocês em primeiro lugar.
Quando vocês começaram sua jornada, enfrentaram o Mal (medo, ignorância) com apenas uma vaga lembrança do Bem (Lar) em suas mentes. Começaram a batalhar contra o medo e a ignorância, enquanto tinham saudades do Lar. Entretanto, vocês não retornarão ao Lar, no sentido de retornar a um estado no seu passado, pois a criação modificou-se por causa de suas jornadas.
O final de sua jornada será quando vocês tiverem se tornando maior do que o bem e o mal, a luz e a escuridão. Vocês terão criado uma terceira energia, a energia Crística, que abrange e transcende ambas. Vocês terão expandido a criação de Deus. Serão a Nova Criação de Deus. Deus terá ido além de Si Mesmo, quando a consciência Crística tiver nascido completamente sobre a Terra.
A consciência Crística não existia antes da “experiência humana”. A consciência Crística é a consciência daquele que viveu a multifacetada experiência da dualidade, chegou ao fim dela, e emergiu “do outro lado”. Este será o habitante da Nova Terra. Ele terá se desapegado da dualidade. Ele terá reconhecido e abraçado sua própria divindade. Ele terá se tornado um com seu Ser divino. Mas seu Ser divino será diferente de antes; será mais profundo e mais rico do que a consciência da qual ele nasceu. Ou poderíamos dizer: Deus terá enriquecido a SI MESMO, ao viajar através da experiência da dualidade.
Esta história está simplificada e distorcida, como tudo que falamos é distorcido pela ilusão do tempo e da separação. Estas ilusões serviram a um valioso propósito, mas chegou o tempo de superá-las. Por favor, tentem sentir a energia por trás das nossas palavras, histórias e metáforas. Num certo sentido, esta energia é a de vocês mesmos. É a energia de seus futuros Seres Crísticos, que está falando através de mim, Jeshua. Estamos esperando que venham juntar-se nós.

COMO SUPERAR A DUALIDADE (A CONCLUSÃO DO CICLO CÁRMICO)
Seu ciclo terrestre de vidas finaliza quando o Jogo da dualidade já não tem mais poder sobre vocês. É essencial para o Jogo da dualidade, que vocês se identifiquem com uma posição particular no campo das polaridades. Por exemplo, vocês se identificam com a condição de pobre ou rico, famoso ou humilde, marido ou esposa, herói ou vilão. Na realidade, não importa muito que parte vocês estão jogando. Enquanto vocês se sentirem um com o ator da cena, a dualidade ainda tem um forte domínio sobre vocês.
Isto não está errado, é claro. Num certo sentido, a intenção era que fosse assim mesmo. Vocês deviam se esquecer do seu verdadeiro ser. Para experimentarem todos os aspectos da dualidade, vocês deviam reduzir sua consciência a um papel particular no Drama da vida na Terra.
E vocês jogaram bem. Ficaram tão envolvidos com seus papéis, que esqueceram completamente da intenção e propósito de passarem por este ciclo de vidas para começar. Vocês se esqueceram tão completamente de si mesmos, que passaram a encarar os jogos e dramas da dualidade como a única realidade existente. No final, isso os tornou muito solitários e cheios de medo. O que não é de se surpreender, já que o próprio jogo da dualidade – como vimos na
seção anterior – baseia-se nos elementos da ignorância e do medo.
Para que compreendam o funcionamento da dualidade na sua vida cotidiana, gostaríamos de mencionar algumas características típicas do jogo da dualidade.
CARACTERÍSTICAS DO JOGO DA DUALIDADE
1) Sua vida emocional é essencialmente instável.
Não existe uma âncora emocional, já que vocês estão sempre no lado de “cima” ou de “baixo” de um determinado humor. Estão zangados ou indulgentes, intolerantes ou generosos, deprimidos ou entusiasmados, felizes ou tristes. Suas emoções flutuam permanentemente entre os extremos. Vocês parecem ter somente um limitado controle sobre estas flutuações.
2) Vocês estão intensamente envolvidos com o mundo exterior.
É muito importante para vocês como as outras pessoas os julgam. Sua auto-estima depende do que o mundo exterior (sociedade ou entes queridos) pensa a respeito de quem vocês são. Vocês estão tentando viver de acordo com os padrões de certo ou errado do mundo exterior. Vocês estão se esforçando ao máximo.
3) Vocês têm uma forte opinião sobre o que é bom e o que é ruim.
Ser julgador lhes dá um sentimento de segurança. A vida fica muito bem organizada, quando se dividem as ações, pensamentos ou pessoas em certo ou errado.
O que todas estas características têm em comum é que, em tudo que vocês fazem ou sentem, vocês não estão realmente presentes. Sua consciência permanece nas camadas externas do seu ser, onde ela é dirigida por padrões de pensamento e comportamento orientados pelo medo.
Deixem-nos dar um exemplo outra vez. Se você está acostumado a ser gentil e agradável o tempo todo, você está exibindo um padrão de comportamento que não brota do seu ser interior. Na realidade, você está suprimindo sinais da sua parte mais interna. Está tentando viver de acordo com as expectativas de outros, a fim de não perder o seu amor, admiração ou cuidado. Você está reagindo a partir do medo. Está limitando a sua própria expressão. No entanto, aquela parte de você que não está sendo expressada viverá uma vida própria, escondida, criando insatisfação e cansaço em seu ser. Poderá haver raiva e irritação presentes na alegria, das quais ninguém estará consciente, nem sequer você!
O modo de sair deste estado de auto-negação é fazer contato com as partes suprimidas e escondidas dentro de você. Não é difícil entrar em contato com essas suas partes, pois isso não requer habilidades nem conhecimentos específicos. Não transforme o “ir para dentro de si” num processo difícil, que outros tenham que ensinar-lhe ou fazer por você. Você pode fazê-lo sozinho e encontrará sua própria forma de fazer isso. Motivação e intenção são muito mais importantes do que “habilidades” e “métodos”. Se você realmente tiver a intenção de conhecer a si mesmo, se estiver decidido a ir fundo dentro de si mesmo e mudar as emoções e pensamentos de medo que bloqueiam seu caminho para uma vida plena e feliz, você o conseguirá, seja qual for o método usado.
Tendo dito isto, gostaríamos de oferecer-lhe uma simples visualização simbólica que pode ajudá-lo a conseguir entrar em contato com suas emoções.
Relaxe os músculos dos seus ombros e pescoço, durante alguns minutos. Sente-se ereto e apóie seus pés firmemente no chão. Respire profundamente.
Imagine-se caminhando por uma estrada rural, sob um céu azul e completamente limpo. Você ouve os sons da natureza, trazendo-os para dentro de si, e sente o vento nos seus cabelos. Você está livre e feliz.
De repente, você vê que, lá adiante, várias crianças vêm correndo pela estrada em sua direção. Elas estão chegando mais perto de você. Como o seu coração reage a esta visão?
Agora as crianças estão na sua frente. Quantas são? Como são essas crianças? São meninos, meninas, ou ambos?
Você diz olá a todos eles. Diga-lhes como você está feliz de encontrá-los.
E então, você faz contato com uma dessas crianças  em particular. Ela está olhando-o nos olhos. Ela tem uma mensagem para você. A mensagem está escrita nos olhos dessa criança. Você pode lê-la? O que ela quer dizer a você? Ela está lhe trazendo uma energia que você necessita neste momento.
De um nome à energia que esta criança interior veio trazer-lhe e não a julgue. Simplesmente agradeça-lhe e então libere a imagem.
Sinta a terra firmemente sob seus pés outra vez e respire profundamente por um instante.
Você acaba de se conectar com uma parte escondida de você mesmo.
Você pode retornar a esta cena todas as vezes que quiser e, talvez, falar com as outras crianças também.
Ao ir para dentro de si e estabelecer contato com as partes escondidas e suprimidas de si mesmo, você está se tornando mais presente. Sua consciência está se elevando acima dos padrões de pensamento e comportamento motivados pelo medo, nos quais você confiou durante tanto tempo. Ela está assumindo a responsabilidade por si mesma, cuidando das mágoas, irritações e feridas internas, como um pai cuida dos seus filhos. Descreveremos este processo com muito mais detalhes em outro momento. (“Veja Trabalhadores da Luz III”)
CARACTERÍSTICAS DA LIBERAÇÃO DA DUALIDADE
1) Escutar a linguagem da alma, que fala através das emoções.
2) Atuar apoiando-se nesta linguagem e criar as mudanças que a alma deseja realizar.
3) Valorizar o tempo em que estão completamente sozinhos, já que só em silencio é possível ouvir os sussurros da alma.
4) Questionar a autoridade dos “padrões de pensamento” ou “regras de comportamento” que bloqueiam a livre expressão da verdadeira inspiração e aspiração.

O PONTO DECISIVO PARA SE ABANDONAR A DUALIDADE
Seu ciclo de vidas na Terra chega ao fim, quando sua consciência é capaz de sustentar todas as experiências da dualidade em suas mãos, enquanto você permanece centrado e completamente presente. Enquanto você se identifica mais com um aspecto da dualidade que com outro (com luz como oposto à escuridão, com rico como oposto a pobre, etc., etc.), sua consciência está em uma gangorra. O carma nada mais é que o harmonizador natural da gangorra na qual se encontra sua consciência. Você libera suas amarras do ciclo cármico, quando sua consciência encontra seu ponto de ancoragem no centro imóvel da gangorra. Este centro é o ponto de saída do ciclo cármico. Os sentimentos predominantes neste centro são tranqüilidade, compaixão e total alegria. Os filósofos gregos tiveram premonições deste estado ao qual chamaram “ataraxia”: imperturbabilidade.
Julgamento e medo são as energias que mais o tiram deste centro. À medida que você libera mais e mais estas energias, torna-se mais sereno e aberto por dentro. Realmente entra em outro mundo, em outro plano de consciência. E isto se manifesta em seu mundo externo.
Estamos num tempo de mudança e de dizer adeus a aspectos de sua vida que já não refletem mais VOCÊ. Grandes cataclismos podem ocorrer nas áreas de relações e trabalho. Muito provavelmente, toda sua forma de vida virará de cabeça para baixo. Da nossa perspectiva, isto é simplesmente natural, já que as mudanças internas sempre são precursoras de mudanças em seu mundo exterior. Sua consciência cria a realidade material na qual você habita. É sempre assim.
Liberar-se da dualidade leva tempo. Desembaraçar-se de todas as camadas de escuridão (inconsciência) é um processo gradual. Porém, uma vez empreendido este caminho, o caminho para o Eu interior, você se distancia lentamente do jogo da dualidade. Quando provar o verdadeiro significado da “ataraxia”, terá chegado ao ponto decisivo. Quando sentir o silêncio, pleno de alegria por simplesmente estar consigo mesmo, saberá que isto é o que você esteve buscando por tanto tempo. Você irá para dentro de si mesmo, mais e mais vezes, para experimentar esta paz interior. Você não fugirá dos prazeres mundanos, mas terá encontrado uma âncora de divindade dentro de si mesmo, e experimentará o mundo e todas suas belezas a partir desse estado de felicidade.
A felicidade nunca está nas coisas materiais. Ela reside, sim, no modo como você as experimenta. Quando há paz e alegria em seu coração, as coisas e pessoas que encontram lhe dão paz e alegria.
Nestes dias e época, certo número de almas está se preparando para completar o ciclo cármico. Falaremos com profundidade sobre esse grupo nas próximas sessões. Entretanto, não é somente um grupo de almas humanas as que agora alcançam o final de um ciclo pessoal transformativo. A Terra, toda ela, está levando a cabo uma profunda e completa transformação. Um ciclo planetário também está chegando ao seu fim.
Esta era é muito especial, porque há a coincidência desses dois ciclos.
Agora falaremos sobre o ciclo planetário.
© Pamela Kribbe
www.jeshua.net
Tradução para o português: Vera Corrêa.
Fonte: CORAÇÃO AVATAR – A Nova Terra I