SOBRE A ASCENSÃO DE MÃE MARIA…

L'assomption de la vierge - Peter Paul Rubens_1615

Assunção da Virgem. 1616. Por Rubens, atualmente nos Museus Reais de Belas-Artes da Bélgica.

 

Texto compilado por: Cida Pereira

A Assunção da Virgem Maria, foi definida dogmaticamente pelo papa Pio XII em 1 de novembro de 1950 na constituição apostólica Munificentissimus Deus, incluindo no texto a seguitne frase “tendo completado o curso de sua vida terrestre, foi assumida, de corpo e alma, na glória celeste”.

Ainda que as Igrejas Católica e Ortodoxa acreditem na Dormição de Maria, que é o mesmo que a Assunção, a morte de Maria não foi definida dogmaticamente.

Embora a Assunção (em latim: assūmptiō – “elevado”) tenha sido definida em tempos relativamente recentes como um dogma pela Igreja Católica, relatos apócrifos sobre a assunção de Maria ao céu circulam desde pelo menos o século IV. Também muito primitivas são as diferentes traduções das “Narrativas da Dormição dos ‘Seis Livros'”. Apócrifos posteriores que se basearam nestes textos mais antigos incluem o “De Obitu S. Dominae”, o “De Transitu Virginis” e o “Transitus Mariae”.

A Igreja Católica, no entanto, jamais afirmou ou negou que esse dogma tenha se baseado em relatos apócrifos, não fazendo nenhuma menção nos documentos eclesiásticos sobre o assunto.

A doutrina da Assunção de Maria se tornou amplamente conhecida no mundo cristão, tendo sido celebrada já no início do século V e já estava consolidada no oriente na época do imperador bizantino Maurício por volta de 600.

Dessa mesma época, temos documentos da festa da Assunção no dia 15 de agosto, enumerada junto com as festas da Natividade, da Apresentação, da Anunciação e da Purificação de Maria.

Até os dias de hoje, a Assunção é geralmente celebrada em 15 de agosto.

VERSÃO APÓCRIFA

Das várias versões apócrifas sobre a Ascensão de Maria a narração que, segundo alguns, foi erroneamente atribuída a José de Arimatéia é a mais divulgada e conhecida.

Segue aqui um resumo por mim adaptado com os principais trechos dela:

Passagem da bem Aventurada Virgem Maria

Dentre as muitas coisas que a mãe perguntou ao seu filho durante aquele tempo que precedeu a paixão do Senhor, figura a referente à sua passagem, sobre a qual começou a perguntar-lhe nestes termos: “Ó caríssimo filho, rogo à tua Santidade que, quando chegue o momento que minha alma tenha de sair do corpo, me faças saber com três dias de antecedência; e então Tu, querido filho, encarrega-te dela na companhia de teus anjos.”

Ele, de sua parte, acolheu a súplica de sua querida mãe e disse-lhe: “Ó habitação e templo de Deus vivo, ó mãe bendita, ó rainha de todos os santos e bendita entre todas as mulheres, como sabes, antes de me carregares em teu seio guardei-te continuamente e te alimentei com meu manjar angélico. Como irei abandonar-te depois de me haveres gestado e alimentado, depois de me haveres levado na fuga ao Egito e haveres sofrido por mim tantas angústias? Fica sabendo, então, que meus anjos sempre te guardaram e te seguirão guardando até o momento da tua passagem. Mas, quando me vires vir ao teu encontro na companhia dos anjos e dos arcanjos, dos santos, das virgens e de meus discípulos, podes estar certa então de que chegou o momento em que tua alma será separada de teu corpo e transportada por mim ao céu, onde nunca experimentarás a mínima atribulação ou angústia”

Durante o segundo ano a partir da Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo, Maria costumava entregar-se assídua e constantemente à oração de noite e de dia. Na antevéspera de sua morte recebeu a visita de um anjo do Senhor, o qual entregou-lhe uma palma dizendo-lhe ter sido enviada por Jesus e que em três dia ocorreria a sua Ascensão, ao que ela recebeu com grande alegria e gratidão.

Chamou então José de Arimatéia e os outros discípulos do Senhor. E quando eles estavam reunidos, assim como seus próprios conhecimentos e mais chegados, anunciou a todos a sua iminente passagem. Preparou-se então e ficou esperando a chegada do seu Filho, conforme Ele lhe havia prometido. Tinha ao seu lado três virgens: Séfora, Abigail e Zael. Mas os discípulos de Jesus  estavam já nessa época dispersos, em pregações, pelo mundo inteiro.

Naquele momento (era então a hora terceira), enquanto a rainha Maria estava em seus aposentos, produziram-se grandes trovões, chuvas, relâmpagos, perturbações e terremotos. O apóstolo e evangelista João foi transportado de Efeso; entrou no quarto onde se encontrava a Maria e saudou-a, que levantando-se, deu-lhe um beijo.

E, quando se dispunha a perguntar-lhe de onde vinha e por que razão se havia apresentado em Jerusalém, eis que (de repente) todos os discípulos do Senhor, exceto Tomé, o chamado Dídimo, foram levados numa nuvem até a porta dos aposentos onde estava Maria. Então, pararam e depois entraram e saudaram-na. Ela então levantou-se, solícita e, inclinando-se, foi beijando-os e deu graças a Deus.

Então Maria disse aos seus irmãos: “A que se deve terem todos vindo a Jerusalém?” Pedro respondeu: “Tu nos perguntas, sendo que era a ti que deveríamos perguntar? Por mim tenho certeza que nenhum de nós conhece a razão pela qual apresentamo-nos aqui tão velozmente. Estava em Antioquia e agora encontro-me aqui”.

E todos foram indicando o lugar onde haviam estado naquele dia, ficando surpreendidos e cheios de admiração por se verem ali presentes ao escutar tais relatos.

Então Maria disse-lhes: “Antes de meu filho sofrer a paixão, eu roguei que tanto Ele quanto vós todos assistísseis a minha morte, e essa graça foi-me outorgada. Por isso sabereis que amanhã terá lugar a minha passagem. Vigiai e orai comigo para que, quando o Senhor venha encarregar-se da minha alma, vos encontre velando”. Então empenharam sua palavra de que permaneceriam vigilantes. E passaram toda a noite em vigília e em adoração, entoando salmos e cantando hinos, acompanhados de grandes luzes.

Chegando o domingo, e a hora terceira, Cristo desceu acompanhado de uma multidão de anjos e recebeu a alma de sua querida mãe, E enquanto os anjos entoavam uma passagem do Cântico dos Cânticos, sobreveio tal resplendor e um perfume tão suave, que todos os presentes caíram sobre seus rostos, e durante hora e meia ninguém foi capaz de levantar-se.

Então os apóstolos, atraídos pela enorme claridade, levantaram-se e começaram a passagem do santo cadáver do monte de Sião até o vale de Josafá.

Lá chegando, os apóstolos depositaram o corpo no sepulcro com todas as honras e puseram-se a chorar e a cantar, devido ao imenso amor e doçura que sentiam. Imediatamente viram-se circundados por uma luz celestial e caíram prostrados, enquanto o santo cadáver era levado aos céus pelas mãos dos anjos, sem que o percebessem.

Então,Tomé sentiu-se repentinamente transportado até o monte das Oliveiras, e, ao ver que o bem-aventurado corpo dirigia-se aos céus, começou a gritar dizendo: “Ó santa mãe, mãe bendita, mãe imaculada, se aos teus olhos encontrei a graça, já que me é dado o privilégio de contemplar-te, alegra o teu servo, pois estás a caminho do céu” E no mesmo instante a faixa com que os apóstolos haviam cingido o corpo santíssimo foi arremessada do alto a Tomé, que, ao recebê-la entre suas mãos, beijou-a e, dando graças a Deus, retomou ao vale de Josafá.

Lá chegando encontrou todos os apóstolos e uma grande multidão. Ao se aproximar, cumprimentando-os, Tomé perguntou então: “Onde colocastes o seu corpo?” Eles apontaram o sepulcro. Mas ele replicou: “Não, ali não está esse corpo que é chamado santíssimo”. Suas palavras foram confrontadas por Pedro em função de sua já conhecida incredulidade, demonstrada quanto à ressurreição de Jesus, mas insistiu dizendo: “Não está aqui”. Então, encolerizados, aproximaram-se do sepulcro, que havia sido recém-escavado na rocha, e afastaram a pedra; mas não encontraram o cadáver, fato que os deixou sem saber o que dizer ao verem-se vencidos pelas palavras de Tomé.

Depois Tomé contou-lhes como se encontrava celebrando a missa na Índia. Estava ainda vestido com os paramentos sacerdotais, quando, sem entender porque, se viu  transportado ao monte das Oliveiras e teve a oportunidade de ver o corpo de Maria que subia ao céu; e rogou-lhe que lhe outorgasse uma bênção. Ela escutou sua prece e atirou-lhe a faixa com a qual estava cingida. Então ele mostrou a faixa a todos.

Os apóstolos, ao verem a faixa que eles mesmos haviam colocado, deram glória a Deus e pediram perdão a Tomé, comovidos pela bênção que lhe havia sido dada por Maria e pelo privilégio de ter contemplado seu santíssimo corpo subir aos céus. Então Tomé abençoou-os dizendo: “Sintais que bom e agradável é o fato de os irmãos poderem viver unidos entre si”.

E a mesma nuvem que os havia trazido levou cada um de volta ao seu respectivo lugar e os apóstolos foram rapidamente devolvidos ao lugar onde se encontravam antes para evangelizar o povo de Deus.


Fontes:
. Wikipédia, a enciclopédia livre | Assunção de Maria
. FRANCISCANOS | Imaculada Conceição de Maria| Elevada ao céu em corpo e alma
. ARTIGOS ESPÍRITAS – JORGE HESSEN | A.Clássicos|A BÍBLIA SAGRADA E OS EVANGELHOS APÓCRIFOS – GRÁTIS PARA DOWNLOAD | Passagem da Bem-Aventurada Virgem Maria (Narração Erroneamente Atribuída a José de Arimatéia)

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MARIA EM SUA EXPERIÊNCIA COMO MÃE: “TUDO TEM O SEU PROPÓSITO.”…

Maria com Jesus Menino

UMA HISTÓRIA DE MARIA…

Canalizado por: Gabriel RL

Gabriel: Por favor, queridos, leiam na sintonia dessa música abaixo. Eu particularmente recomendo que coloquem a música em uma altura agradável e leiam em seguida a mensagem em voz alta. Poderão sentir maravilhosas vibrações de luz em seus corpos.

Franz Schubert – Ave Maria (Instrumental)

 

Amados Filhos,

Que as bênçãos do Amor tragam paz aos vossos corpos, mentes e corações.

Filhos meus, é tempo de unificação e de perdão. Tempo de reconhecer as fraquezas passadas, tempo de sorrir para aquilo que chamais de deslizes comportamentais. Tempo de abrandar os corações. Tempo de vos olhar com ternura, em todas as fases de vossas vidas.

É hora de começar a curar os vossos corações das feridas dos acontecimentos, particularmente, as do passado, que ainda atormentam vossas almas. Situações onde entrastes em discussões e acabastes por guardar mágoas daqueles envolvidos. Olhai, amados, para os níveis de consciência dos momentos onde foram armazenadas em vós essas energias de dor, mágoas e revolta. Perdoai os envolvidos e a vós mesmos. É tempo de compreender que tudo é vos dado para o vosso crescimento. É tempo de passar a prestar mais atenção na criança que brinca na rua, na praça, na sala de casa… É tempo de prestar atenção na doçura e simplicidade delas e de observardes mais isso e incorporar a vós próprios, esses sentimentos.

Compreendei, pois, e incorporai esse sentimento de pureza e tranquilidade que as crianças manifestam. Elas, umas com as outras, se entendem. Ainda que algumas vezes se hostilizem, elas se entendem ali mesmo e, no minuto seguinte, estão novamente unidas, sem nenhum mal-estar guardado. Amados, é tempo de fazer isso em vossas vidas. Chegou a hora de aplicar isso ao vosso passado e de não mais vos torturar com situações passadas que já cumpriram o seu propósito, na maioria das vezes, o de dar a vós esse nível de consciência que tendes hoje. Tudo é experiência e aprendizado, amados. Tudo é expansão. Tudo tem o seu propósito.

Mas, se guardardes em vós as velhas mágoas, quando já sabeis da vossa responsabilidade diante do mundo e diante das pessoas que precisam ter-vos como espelhos, é o mesmo que um salva-vidas se afogando em meio ao mar revolto. Ainda que o mar revolto das vicissitudes tente vos arrastar para baixo, deveis confiar nas vossas habilidades para não vos afogar e, ainda assim, ajudar outros a não se afogarem. Mas, se mesmo sabendo das vossas habilidades, ainda assim achais, por bem, continuar a dar aprovação aos pensamentos do ego que tentam fermentar em vós discórdia e irritabilidade, certamente que vos afogareis dentro das próprias tormentas que criastes. Oh, amados! Cultivai a serenidade para que, até mesmo o mar, silencie em vossas presenças.

Não perpetueis mais os sentimentos tristes das velhas histórias, mas olhai para eles com um sorriso no rosto e agradecendo a oportunidade que tivestes. Olhai, pois, para “lá” e em seguida, para “cá”; observais a diferença? Não sois mais os mesmos, amados, nem mesmo aqueles que, por ventura, tenham sido vossos instrumentos de aprendizado.

Contar-vos-ei uma passagem da minha vida quando estive na Terra. Havia uma mulher que sempre atormentava a mim e a Jeshua. Sempre que o menino brincava em meio aos outros, ela vinha com gritos e fúria, tirando os seus filhos de perto do meu querido Jeshua. E vinha a mim em brados violentos reclamando, de tal maneira: “como deixas o teu feiticeiro junto dos meus pobres meninos? Seu filho é um demônio e movimentador!” Oh, meus queridos! Aquilo me partia o coração! Parecia-me uma faca perfurando meu peito. Eu ouvia vozes incitando-me a agredi-la. “Vai! Defenda seu filho! Você é a mãe dele! Defenda-o!”. Mas eu resistia à tentação e buscava a tranquilidade do meu coração, a tranquilidade do Gabriel (Arcanjo), a tranquilidade do Rafael (Arcanjo). Buscava a tranquilidade, no mais íntimo do meu ser.

Por muito tempo, ouvi esses gritos e insultos dirigidos a mim e a Jeshua e o tirei das outras mães revoltadas por ele estar em meio a seus filhos. Elas, atormentadas por seres de vibrações violentas, sequer conseguiam compreender a necessidade de o meu filho expressar a sua natureza divina em meio às outras crianças. Eu ouvi, por muitas vezes e defendi Jeshua de muitas mães e pais que não entendiam meu filho.

Mas, meus queridos, a imagem da primeira vez que vi meu filho sofrendo a agressão daquela primeira mulher não saía da minha mente. Constantemente, lembrava-me daquele momento e não entendia o motivo, mas sempre permanecia com as imagens no pensamento e, junto, às vezes, vinha o sentimento e a pergunta: “por quê?” Oh, meus queridos! O tempo se passou e encontrava-me eu, em meio à multidão revolta, aos gritos: “Crucificai-o! Crucificai-o! Crucificai-o!” No momento de maior agonia em mim, em meu filho e em todos aqueles que o amavam, vi-me de joelhos, pois me faltavam forças nas pernas, ao ver tanto sofrimento e trevas, naquele momento. Agarrei-me com minhas duas mãos na terra e apertava com toda força que tinha para que, naquele gesto, eu conseguisse liberar a dor que drenava minha energia vital. Ali no meio daquela multidão energizada pelas mais pesadas vibrações, foi quando senti uma mão amorosa que tocou meu ombro e disse: “Venha. Erga-se. Eu a ajudo…”

Oh, meus queridos… Era ela… Era aquela primeira mãe que eu havia visto tentando agredir meu filho. Eu a vi, a abracei, chorei em seus ombros e ela me acalentou, enquanto meu filho desprendia-se da carne… Ela apenas sorriu e disse: “Você mudou a minha vida. Você me fez uma mãe amorosa, cuidadosa, gentil e doce. Você mostrou-me o caminho do Amor. O tanto que eu a agredi, a violentei verbalmente… você se manteve amorosa, serena e pacífica… o seu amor me tocou, Maria. E agora, estou aqui para o que você precisar. Eu estarei com você até o fim da sua vida”. Apenas chorei em seus ombros, enquanto aguardava a partida do meu filho do mundo físico.

Depois de muito tempo, quando já havia passado todas aquelas movimentações, perguntei ao Gabriel (Arcanjo) o porquê da redenção dela, de tal maneira, e ele me disse: “Maria… minha querida, Maria! Mãe dos Homens/Mulheres sobre a face da Terra e fora dela! A tua serenidade, Maria, levou-a às alturas. Ela conseguiu a redenção mediante tua serenidade. Se tu tivesses guardado algum rancor profundo, ele serviria de combustível, para ela continuar nas suas revoltas. Mas tu não alimentaste isso nela. Antes, deste a ela, a Paz e o teu amor transformador. Antes, deste a ela a chance de ser uma nova mulher. Tu, Maria, serás um exemplo para todas as mulheres na face da Terra. Tu, Maria, serás o exemplo para todos os homens na face da Terra. Nas palavras dos homens e mulheres na face da Terra, sempre tu serás mencionada. Quando eles estiverem em agonia, ou não, ouvirás ‘Ave Maria’ e serás lembrada a todo o momento!”

Amados, filhos, olhai, pois para a grandeza da vossa serenidade. Permiti, pois, serdes as inspirações de todas as almas às vossas voltas. Permiti, pois, que os vossos nomes sejam lembrados por todas as eras, amados. Deixai os ressentimentos e a necessidade de revide. Deixai que vosso coração vos guie e eu vos asseguro que sereis recompensados com a elevação daqueles que outrora vos tenham agredido.

Não permitais que a dor, a revolta, o inconformismo de outrem vos afetem a alma e que a vossa paz seja abalada. Mas, se fordes agredidos, permanecei em Paz, pois essa Paz será o combustível para redenção dessas almas. Se fordes agredidos e verdes que não estais a suportar, chamai-me, chamai-me e manifestar-me-ei ali. Chamai-me e eu farei descer sobre vós o meu manto de proteção, paz e serenidade infinitas. Lembrarei-vos quem sois.

Bem-amados, eu vos deixo agora, derramando sobre todos vós as minhas bênçãos e envolvendo a todos em meu manto de proteção, porque Eu Sou Maria, a Vossa Mãe.

Gabriel RL: Gratidão sempre, amada Mãe!


Revisão de texto: Luis Fernando Rostworowski e Solange Yabushita

Via: Sementes das Estrelas: MÃE MARIA – “UMA HISTÓRIA DE MARIA…” – 01.04.2017

AS VERSÕES NÃO REVELADAS SOBRE A VIDA DE JESUS…

apocrifo

A história secreta do cristianismo

Por: Superinteressante
Texto de Michelle Veronese

 

Em 1945, um pastor encontrou um jarro de cerâmica numa gruta próxima a sua aldeia no Egito. Ao abri-lo, achou vários livros escritos em idiomas que ele não compreendia. Algumas folhas amareladas serviram alimentaram o forno a lenha de sua casa. As restantes caíram nas mãos de um religioso local, circularam no mercado de antiguidades e foram resgatadas por um funcionário do governo egípcio. Mais tarde, descobriu-se que a “lenha” era um tesouro de valor incalculável: a coleção de Nag Hammadi, 13 livros com 1600 anos e histórias que a Igreja tentou abafar durante todo esse tempo. Mas não conseguiu. Depois de sobreviver ao tempo e à censura religiosa, o achado tornou-se o maior e mais importante acervo de evangelhos apócrifos, literatura que tem ajudado a elucidar vários mistérios sobre as origens do cristianismo.

Tesouro dos primeiros cristãos

A maioria dos escritos de Nag Hammadi foi produzida entre os séculos 1 e 3 e seus autores faziam parte das primeiras comunidades cristãs. Nesse acervo, é possível conhecer livros que ficaram de fora do Novo Testamento, como evangelhos de Tomé e Tiago. O interessante desses relatos é que destoam bastante do que aparece na Bíblia. Neles, Jesus tem um lado humano, Madalena é uma grande líder, Deus é um princípio masculino e feminino… Diferenças polêmicas que deixam claro por que os apócrifos sempre foram uma pedra no sapato da Igreja. “Eles representavam outro cristianismo, não oficial, marginalizado”, explica o padre e teólogo Luigi Schiavo, professor do Departamento de Ciências da Religião da Universidade Católica de Goiás. “Eles têm grande valor histórico e religioso porque mostram novas interpretações sobre a figura de Jesus na origem do cristianismo”, enfatiza o especialista.

Naquela época não havia um cânone – nome dado ao conjunto oficial de livros que compõem a Bíblia – mas vários textos, cada qual escrito pelas diferentes seitas existentes, que registravam seus próprios valores e crenças sobre a origem do mundo e da vida, sobre Deus e o messias. E havia muitas divergências. Os docetas, por exemplo, negavam a realidade material de Cristo. Consideravam que Jesus possuía um corpo etéreo e que, por isso, não nasceu nem foi morto na cruz e muito menos ressuscitou. Os ebionitas, por sua vez, defendiam que Jesus tinha nascido de forma natural e só depois de batizado é que Deus decidiu adotá-lo. Já os ofitas acreditavam que Caim era o representante espiritual mais elevado. Para eles, a morte de Jesus foi um crime do Universo, mas um evento necessário para a salvação da humanidade.

Um dos grupos mais influentes do cristianismo primitivo foi o dos gnósticos, que adotavam uma vida ascética, negavam a matéria e acreditavam que o conhecimento era o caminho para a salvação. Algumas facções também defendiam que Deus possuía um princípio masculino e outro feminino. De fato, as mulheres desses grupos atuavam como mestras, líderes e profetisas – uma idéia ainda hoje revolucionária para a Igreja.

E havia também o chamado cristianismo apostólico, baseado nas narrativas dos primeiros discípulos de Jesus. Eles contavam que o messias havia morrido na cruz para salvar a humanidade e aos seguidores cabia a missão de espalhar sua mensagem pelo mundo. Essa tradição começou a ser registrada por volta dos anos 30 e 40 do século 1, em livros como os evangelhos de Marcos, Mateus, Lucas e João. Esses textos eram lidos por muitos grupos, que os consideravam os relatos mais antigos e precisos da vida de Cristo.

A babel de cristianismos resistiu até o século 2, quando alguns bispos decidiram organizar as Escrituras. “Eles precisavam adotar um cânon definitivo para que a religião pudesse se expandir”, explica o frei Jacir. Mas para isso não adiantava traduzir os textos para várias línguas e divulgá-los entre vários povos. Era preciso aparar as diferenças e chegar a uma espécie de “versão oficial”. Na hora de selecionar os livros, o espírito democrático que permitiu a existência das diferentes versões deu lugar às disputas de poder.

Por uma versão oficial

As igrejas maiores e mais influentes tentaram impor seus textos, o que as menores não aceitavam. Havia debates e acusações mútuas de heresia entre elas. A peleja continuou até o século 4, quando tudo indicava que o cristianismo apostólico iria prevalecer sobre os outros cristianismos. Seus 4 evangelhos já eram populares naquela época e, desde o século 2, eram elogiados pelos pensadores da Igreja. Mas faltava tornar esses livros oficiais.

Foi quando o imperador de Roma, Constantino, entrou em cena e interveio no impasse. Na época, com o império em crise, ele precisava de uma bandeira para justificar a expansão e convencer outros povos a aceitarem seu domínio. E a solução estava numa aliança com os cristãos, que por sua vez desejavam espalhar a mensagem de Jesus mundo afora. “Constantino percebeu que era uma grande oportunidade e decidiu fazer do cristianismo a religião oficial do império”, explica o frei Jacir.

Os cristãos deixaram de ser perseguidos em 313 e apenas 12 anos depois seus bispos foram convocados para o Concílio de Nicéia, primeiro passo dado para a criação do Novo Testamento. Na reunião, os evangelhos de Marcos, Lucas, Mateus e João foram escolhidos para narrar a biografia de Jesus por uma razão simples: expressavam a visão dominante na Igreja. E todos os demais foram considerados apócrifos, falsos e perigosos para o estabelecimento do novo livro.

Começou, então, a perseguição a todos que ousavam discordar da recém-formulada Escritura Sagrada. Os gnósticos, docetas, ebionitas e ofitas foram acusados de heresia. Os que insistiam em desrespeitar o cânon eram punidos com a excomunhão ou a morte. Dezenas de livros – ou centenas, já que ninguém sabe ao certo quantos eram – foram destruídos ou queimados. Foi nessa época que alguém decidiu esconder 13 volumes numa gruta, na aldeia de Nag Hammadi, no alto Egito – talvez um cristão perseguido ou um monge do Mosteiro de São Pacômio, que ficava ali perto. Eram evangelhos, cartas e atos dos apóstolos escritos em copta, língua falada pelos cristãos do Egito. O tesouro só foi descoberto 16 séculos depois, por aquele pastor que apresentamos lá no começo, e hoje está no Museu Copta do Cairo, à disposição do público.

O legado

Além desses, muitos outros apócrifos foram excluídos da Bíblia. É o caso dos Manuscritos do Mar Morto, descobertos em 1947, que apresentam cópias de livros do Antigo Testamento, deixadas pela seita judaica dos essênios. E do Evangelho Segundo Judas, descoberto na década de 1970, que conta uma história diferente sobre o discípulo que traiu Jesus. No total, são mais de 100 livros de valor inquestionável para os estudiosos das Escrituras. “São documentos essenciais para compreender a história do cristianismo no 1º e 2º séculos”, afirma o teólogo Paulo Nogueira, professor da Universidade Metodista de São Paulo.

Os apócrifos revelam que o Novo Testamento não nasceu pronto e acabado e que os textos que servem de base para a atual doutrina cristã passaram por um complicado processo de “edição”. Também deixam claro que, ao contrário do que se imaginava, o cristianismo praticado hoje não era o único nos primeiros séculos. Existiam vários cristianismos, cada um com sua própria interpretação da vida de Jesus e seus ensinamentos. Quem lê os escritos deixados por esses grupos pode conhecer outros pontos de vista sobre uma história contada há mais de 2 mil anos.

No entanto, é necessário afrouxar o julgamento antes de mergulhar na leitura. “Devemos compreender esses livros de modo ecumênico e tentando dialogar com os cristianismos de origem”, sugere o frei Jacir. É verdade que esse textos, muitas vezes coloridos e aberrantes, costumam chocar o leitor de primeira viagem. “Mas alguns também podem complementar a nossa fé”, adianta Jacir. Uma prova de que eles não são apenas uma “ameaça” aos cânones da Igreja Católica estão na religiosidade popular e na arte sacra, que buscaram inspiração nas histórias apócrifas. A famosa história dos 3 reis magos que levaram presentes ao menino Jesus e tudo que inspira os presépios natalinos, por exemplo, vêm dos evangelhos apócrifos.

Magdala, a favorita de Jesus

Apócrifos revelam que Maria despertava o ciúme dos apóstolos e que Jesus a beijava na boca

Maria Madalena – ou Miriam de Magdala, como está no hebraico – aparece nos apócrifos como uma mulher sábia e respeitada por Jesus. Ela acompanha o mestre em suas pregações e o ajuda a liderar os primeiros cristãos. O Evangelho de Filipe, do século 2, conta que ela era a seguidora preferida de Cristo, o que despertou o ciúme dos outros apóstolos. “Por que a amas mais que a todos nós?”, perguntavam eles ao Senhor. Uma passagem que ainda enfurece muitos cristãos diz que “o Senhor amava Maria mais do que a todos os discípulos e a beijava freqüentemente na boca”. A liderança de Madalena também é mencionada no evangelho apócrifo que leva seu nome, também do século 2. Numa passagem, Pedro questiona: “Devemos mudar nossos hábitos e escutarmos todos essa mulher?” O texto revela que, apesar dos preconceitos, ela consegue se impor. É uma imagem distante da mulher impura e pecadora que a tradição da Igreja enfatizou durante séculos. Em 1969, o Vaticano reconheceu que houve uma confusão na interpretação das Escrituras (ela teria sido confundida com a pecadora que unge os pés de Jesus no Evangelho de Lucas) e retirou a denominação de prostituta que durante séculos pesou sobre Maria Madalena.

A redenção de Judas

Judas teria entregue Jesus a seu pedido

A história do discípulo que traiu seu mestre por 30 moedas de prata é uma das mais conhecidas do cristianismo. Segundo o Evangelho de Judas – um manuscrito copta (língua falada pelos antigos egípcios) escrito entre os séculos 3 e 4 – o apóstolo pode ter sido condenado injustamente pela história. No texto, descoberto nos anos 70, no Egito, o personagem mais odiado do cristianismo aparece como o discípulo mais próximo e querido de Jesus. Ele denuncia o mestre às autoridades romanas a pedido do próprio Messias, num plano que seria essencial em sua missão de salvar a humanidade. “Nesse contexto, a figura de Judas representa o ideal do discípulo que, recebida a iluminação, cumpre a vontade de Deus, mesmo que ela tenha a ver com a entrega de Jesus à morte”, diz o teólogo Luigi Schiavo. Na versão do Novo Testamento, Judas enforca-se, arrependido. No texto apócrifo é diferente. Ao compreender a importância de sua missão, Judas teria se retirado para meditar no deserto.

A infância de Cristo

Evangelhos mostram lado humano e divino

A literatura apócrifa conta várias histórias sobre a gravidez de Maria e os primeiros anos de vida de Jesus. É uma tentativa de preencher a lacuna da Bíblia, que faz uma única referência à infância do Messias, quando ele visita o Templo de Jerusalém, aos 12 anos. O Evangelho do Pseudo-Mateus, do século 3, conta que o menino fazia milagres ainda na barriga da mãe e que, desde criança, usava seus poderes para curar doentes e ressuscitar os mortos. Mas, quando irritado, ele se comportava como uma criança mimada e vingativa. Certo dia, um menino o derrubou no chão. Jesus então ordenou: “Caia morto!”, e o amigo morreu. Depois, arrependido, o fez ressuscitar. Um de seus passatempos preferidos seria criar seres de barro e lhes dar vida com um sopro. Essa faceta de Jesus pode assustar quem lê os apócrifos. Mas, para teólogo Jacir de Freitas, ela deve ser compreendida no contexto em que o livro foi escrito. “A intenção é mostrar que Jesus tem um lado humano e outro divino, o que é um reflexo de uma época em que a Igreja discutia qual era a natureza do filho de Deus.”

O quinto evangelho

Historiadores acreditam que Evangelho de Tomé seja inspiração de 3 dos canônicos

O Evangelho Segundo Tomé, do apóstolo que precisava “ver para crer”, é o mais polêmico do acervo de Nag Hammadi. O manuscrito contém 114 parábolas e frases atribuídas a Jesus. As citações são semelhantes às da Bíblia, mas refletem o pensamento gnóstico. Nele, Jesus aparece como um mestre mais místico, que orienta os discípulos a reconhecer sua identidade divina e a buscar Deus em qualquer lugar. Ele foi excluído, apesar de ter sido escrito por volta dos anos 60 e 70 do século 1, mesma época dos evangelhos que entraram para o cânone sob a justificativa de serem os relatos mais antigos do messias. Os pesquisadores chamam esse apócrifo de Quinto Evangelho e suspeitam que ele seja o famoso Fonte Q, escrito nunca achado que teria sido a base de 3 dos 4 evangelhos canônicos. Se isso for verdade, os textos bíblicos são adaptações desse apócrifo, dono dos verdadeiros ensinamentos de Cristo.

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Via: A história secreta do cristianismo | Superinteressante

NOSSA AMADA MARIA, MÃE DE TODOS NÓS…

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Mãe Maria – Chama Trina por Cláudio Gianfardoni

MÃE MARIA

Por: Summit Lighthouse do Brasil

Mãe Divina do Ocidente

Da mesma forma que Kuan Yin é reverenciada no Oriente, Mãe Maria é reverenciada como a Mãe Divina no Ocidente. Especialmente na tradição católica, Maria é considerada a mediadora divina. Ela abre a porta para nossa compreensão da encarnação da consciência crística. Como nutriu e cuidou do Cristo em seu filho Jesus, também pode nos ajudar a nos tornar a plenitude do nosso Cristo Pessoal. Assim como manteve o conceito imaculado por Ele, resolutamente ela o mantém por nós.

Podemos considerar Maria como uma verdadeira amiga e irmã mais velha na senda que pode nos guiar e abençoar. Mãe Maria pode ser uma presença tão real em nossas vidas, que podemos convidá-la para entrar em nossas casas, por assim dizer, tomar uma xícara de chá e conversar sobre os nossos problemas, sabendo que ela nos dará o benefício do seu imaculado coração. Podemos estabelecer um relacionamento pessoal com ela, como mãe, e confiar que sua graça e conselho seguramente nos guiarão, se estivermos dispostos a escutar e segui-los verdadeiramente. Algumas encarnações de Mãe Maria.

Nossa Senhora pertence ao Reino dos Anjos. Ela é a alma gêmea de Arcanjo Rafael do Quinto Raio. Maria foi selecionada por Alfa e Ômega para encarnar nos planos da matéria, a fim de dar à luz o Cristo, ou seja, o Verbo encarnado. Foram, portanto, Nossa Senhora e São José que estabeleceram o padrão arquetípico do Cristo para a Sexta Raça Raiz, isto, é para a Era de Peixes.

Ao manifestar dentro da sua alma a plenitude da presença de Deus, como Mãe, ela deu o exemplo da vitória da verdadeira Mulher e da Ascensão do princípio feminino na Era de Peixes. Ela presta serviço no Quinto Raio da Verdade, da concentração, da constância, da ciência, da cura e da precipitação.

Nos primeiros tempos da Atlântida, Maria serviu no Templo da Verdade, onde era uma sacerdotisa do Altíssimo, ali estudando as artes curativas e as leis que governam o fluxo da energia divina dos planos do Espírito para os planos da Matéria. Ela aprendeu que toda doença, degeneração e morte são causadas por impedimentos do fluxo de energia em algum ponto dos quatro corpos inferiores do ser humano, e que este bloqueio de energia resulta do abuso do Fogo Sagrado e do carma negativo. Tendo alcançado um estado de unidade com a Virgem Cósmica, Maria deixou na Atlântida um foco e uma Chama que poderá manifestar-se novamente em uma Era de Ouro, como um centro de cura.

No tempo do Profeta Samuel, Maria foi chamada pelo Senhor para ser a mulher de José e a mãe de seus oito filhos. No cumprimento da sua função de representante do Raio Materno, Maria deu à luz sete filhos, cada um deles representando um dos Sete Raios da Consciência Crística, enquanto o oitavo David representou o Oitavo Raio da Integração. David, o autor dos Salmos, foi uma das encarnações de Jesus Cristo.

Na sua encarnação final, Maria nasceu em Nazaré e foi educada no Templo em Jerusalém; seus pais, Ana e Joaquim, eram iniciados da Grande Fraternidade Branca e seguiam os ensinamentos da comunidade essênia, ensinamentos estes que lhes permitiram tornar-se como “cálices” aceitáveis para a encarnação da Consciência Virginal de Maria. Ana e Joaquim, assim, deram Maria à luz, porque anteriormente já haviam dedicado suas vidas ao cumprimento do Plano Divino. Um anjo do Senhor apareceu-lhes e anunciou o nascimento da Virgem, dizendo-lhes também que a filha daria à luz o Filho de Deus, o qual havia de provar perante as multidões da Judéia as Leis da Alquimia Divina e a possibilidade de o homem ou a mulher cristificados se tornarem Senhores sobre o pecado, a doença e a morte.

A Era de Aquário e a Ave Maria

Esta Era está destinada a ser uma era da expansão e elevação da Luz do Espírito Santo e da Mãe Divina nos indivíduos e na Terra. Podemos invocar a intercessão de Mãe Maria para acelerar esse processo, pela sua intercessão e patrocínio em cada um de nós. Ao adorarmos à Luz da Mãe que Mãe Maria personifica, começamos a absorver sua graça em nossos seres e a elevar a energia da Mãe Divina em nós, do chacra da base da espinha até a coroa.

Uma forma de elevação da Luz pela espinha é a recitação da Ave Maria, ditada por Mãe Maria à Elizabeth Clare Prophet. Podemos repetir a oração quantas vezes quisermos. Meditamos nas palavras, centrados em nosso coração e no coração da Mãe Maria, que nos ajudará a alcançar a plenitude da estatura do nosso Cristo Pessoal, como um filho ou filha de Deus, aqui e agora.

Ave Maria, cheia de graça,
O Senhor é convosco.
Bendita sois vós entre as mulheres,
E bendito é o Fruto do vosso ventre, Jesus.

Santa Maria, Mãe de Deus,
Rogai por nós, filhos e filhas de Deus,
Agora e na hora da nossa vitória
Sobre o pecado, a doença e a morte
.

Mãe Maria nos instruiu sobre um método especial de nos dirigir a ela e a Kuan Yin, Mãe Divina do Oriente.

“Estou convosco na Ave Maria. Podeis recitá-la alternadamente com o Om Mani Padme Hum, e Kuan Yin e eu teremos uma guirlanda púrpura e esmeralda, uma corda que se torna uma corda salva-vidas, que desce nos abismos astrais. Pegue a corda. Pegue a corda. Agarre a corda da Mãe Divina. Ascenda das profundezas para as Alturas. Isso pode ser feito!”

© 2012 Summit Lighthouse do Brasil


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Ave Maria – Artista: Chet Atkins – Álbum: lmost Alone.

 

Fonte: Fraternidade dos Guardiães da Chama | MÃE MARIA