ALCANÇANDO O CORPO DE LUZ CRISTALINO QUE SERÁ UTILIZADO NA NOVA TERRA…

corpo de luz cristalino

MANTRA: VIBRAÇÃO DA CRISTALIZAÇÃO

Por: Gabriel RL
em 17.09.2015

É com grande alegria que entrego a todas as Sementes das Estrelas e a toda Humanidade o Mantra por mim, Gabriel, canalizado em 19 de setembro de 2015: Aqui

Esse Mantra foi intitulado “Vibração da Cristalização”. Você, ao ouvir, estando relaxado começará a sentir vibrações no seu corpo. Poderosas correntes de luz passarão em alta voltagem em cada célula do seu corpo. Poderá sentir tremores, ficar ofegante, mas não se assuste, continue na sintonia. Relaxe, entregue-se às ondas de alta frequência. Após alguns minutos ouvindo, você começará a sentir o seu corpo relaxar. Alguns poderão senti-lo adormecer com leves formigamentos. O ideal é ouvir pelo menos uma vez ao dia por 15 minutos seguidos ou mais, pois sua duração é de 11:05 min. A vibração do Mantra foi entregue aos Elohim, descida até os Devas em representação pelos Elfos e Fadas, que vêm das Altas Esferas Crísticas.”

O “Vibração da Cristalização” é uma ferramenta fundamental para aqueles que buscam alcançar o corpo cristalino e a  transmutação do DNA por meio da absorção das recentes energias entrantes no Planeta, as “Ondas X”, conforme recentemente abordadas pela Mãe Kuan Yin.  Vide

Essa onda cósmica de amor já foi prenunciada por diversos Mestres de Luz de modo a preparar a humanidade para abrir seus corações e absorver, incorporar esse Tsunami de Amor que já chegou e veio para criar a Nova Terra. Confira os links a seguir:

Ashtar

COBRA / Portal 2012

SaLuSa

Arcanjo Miguel

Mãe Divina

Jesus

Recomendações: Praticar a Meditação da Cristalização, no mínimo, uma vez ao dia, com duas repetições do Mantra. Não é imprescindível, mas o uso de fones de ouvidos ajuda na atenção e na absorção das energias. Considerar que todo o poder do Mantra está na freqüência emitida pelas notas musicais e pela melodia. Sendo assim, para alcançar o objetivo que se propõe, a musicalidade do mantra não deverá ser alterada para se garantir seus efeitos vibratórios no corpo cristalino. O tom original do mantra é significativo no processo de fixação da energia cristalina, pois representa a evolução para a próxima oitava de vibração por estar na última nota da escala musical (B – Si maior).

Nota Importante: Por ser um produto registrado, todos os direitos autorais devem ser respeitados, nos conformes da atual Legislação de Direitos Autorais.

Download da Cifra Aqui
Download do MP3 Aqui
Download da Letra Aqui
Download da Meditação da Cristalização Aqui
Mantra Vibração da Cristalização para karaokê Aqui
Partituras do Mantra – Celo – Coral – Piano e Voz Principal Aqui


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Instrumento: Violão
Interprete: Gedai Flores / https://www.facebook.com/gedson.flores
BAIXAR EM MP3 CLICANDO AQUI

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Mantra “Vibração da Cristalização”, interpretado por Cintia Liborio

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Harmonizado e interpretado por Tom Severino:

www.severinoquartet.tumblr.com / www.severinoduo.tumblr.com

Gravado e editado por Alex Severino

BAIXAR EM MP3 CLICANDO AQUI

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Mantra “Vibração da Cristalização”, por Conceição Vitor e Ramonn Dias.

Coro: Conceição Vitor, Ramonn Dias, Hildo Rodrigues e Jarbas Monteiro

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Abaixo algumas fotos das gravações em studio:

Kirtan Borrero

Solange Yabushita – Kirtan Borrero

video

Valéria Albuquerque – Ilva Basso

Kirtan Borrero – Luís  Rostworowski – Melk Sales

Kirtan Borrero – Solange Yabushita – Tânia Campos – Valéria Albuquerque – Ilva Basso

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No link a seguir você verá uma linda narrativa, uma produção da minha equipe contando como o mantra foi recebido. Neste áudio contém gravações genuínas do momento exato em que eu estava recebendo o mantra. Apreciem: Aqui

E nesse outro link poderão ver interpretações do mantra pelas sementes das estrelas: Aqui

Gratidão de todo meu coração a todos! Muito feliz!
Gabriel

 


Via: Sementes das Estrelas: MANTRA: VIBRAÇÃO DA CRISTALIZAÇÃO

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UMA VISÃO MAIS PROFUNDA DO POPULAR MANTRA “HARE KRISHNA”…

mahamantra_hare-krishna

O significado do Mahamantra Hare Krishna

Por: Luciano Giorgio

 

Maha-mantra, em sânscrito, significa “o grande mantra”. O “Hare Krshna” é um mantra muito conhecido usado nas práticas espirituais. Apesar de ele ser  popularmente conhecimento nessa forma:

“Hare Krishna Hare Krishna, Krishna Krishna Hare Hare
  Hare Rama Hare Rama, Rama Rama Hare Hare”

Ele vem de uma Upanishad, chamada Kali-Santarana, e neste texto o mantra aparece com em outra ordem, Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare Hare Krishna Hare Krishna Krishna Krishna Hare Hare. Talvez por uma afeição especial pela figura de Krishna algumas pessoas possam ter invertido a ordem para falar Krishna primeiro. Tradicionalmente aprendemos que a ordem original tem uma razão de ser. Rama é uma encarnação do dharma, do dever e da ordem, e Krishna é uma encarnação de ananda, da felicidade e do prazer. Rama, o dharma, vem primeiro, e depois segue Krishna, a felicidade, o prazer. É a velha história: “primeiro a obrigação, depois a diversão”.

Esse mantra também é conhecido por ser o mais eficaz para Kali Yuga, o que também tem fundamento de acordo com a Upanishad. Nela existe o diálogo entre Brahma e Narada e nele Brahma fala para Narada que estes dezesseis nomes são os mais eficazes para cruzar “o oceano do samsara” durante a era de Kali. (Teoricamente correspondente a era que estamos vivendo)

Mas o que significa esta afirmação de Brahma? O que será necessário para que eu possa me ver livre no mundo, livre do sofrimento e de tudo?

Ao estudar vedanta descobrimos que cruzar o samsara significa conhecer o “eu” verdadeiro e que mudanças externas ou conquistas não podem nos deixar efetivamente livres. E conhecimento não pode ocorrer simplesmente pela repetição de um mantra, por mais poderoso que ele seja. Conhecimento necessita de um meio de conhecimento (pramana), e a repetição do mantra (mantra-japa) não é aceita como um meio direto para o conhecimento, contudo é a principal disciplina para preparar a mente para o conhecimento e por isso figurativamente os mantras são ditos como um meio para encontrar essa paz que é nossa natureza.

A era de Kali – esta mesmo que estamos vivendo de acordo com os Vedas – se caracteriza por uma diminuição da capacidade humana de conhecer propriamente as coisas. Nesta época, também, o próprio ensinamento de Vedanta é interpretado de muitas maneiras, de modo que mesmo se já estamos em contato de alguma forma com a tradição precisamos manter nossa mente alerta para validar o conhecimento que recebemos.

Sendo assim na Upanishad, Brahma propõe que a melhor disciplina é a repetição deste mantra, porque ela gerará a pureza mental e o mérito (punya) necessários para que a pessoa possa encontrar um bom professor e tenha a capacidade de entender seu ensinamento. E este é de fato o espírito do conselho de Brahma a Narada e o propósito do mantra “hare krshna”.

Assim como essa passagem, várias outras podem gerar duplas interpretações. Na Bhagavad-Gita, o senhor Krishna diz para Arjuna, depois de elogiar bastante o conhecimento, que a ação com a atitude correta é superior ao conhecimento. E por que ele diz isso? Porque Arjuna era um guerreiro tinha que lutar naquele momento, e não abandonar o mundo para se dedicar a vida espiritual em um ashram. O contexto nos ajuda a entender as afirmações.

O ensinamento de Vedanta dá ênfase diferentes em momentos diferentes, dependendo das características das pessoas que estão ouvindo, do que o aluno precisa. Infelizmente em Kali-Yuga é comum que a gente perca a capacidade de reflexão, e entendemos tudo ao pé da letra…

Em muitas outras passagens da Bhagavad-Gita, o senhor Krishna diz que ele é a causa do universo, e que todos os seres são sustentados por ele, e assim por diante. Mas quando Krishna diz “eu” ele não está se referindo ao seu corpo em particular chamado Krishna, amigo de Arjuna, nem a nenhum outro corpo, porque nenhum corpo específico pode ser a causa do universo, já que o corpo é um produto do universo. Ele está falando da consciência por detrás do corpo que em todo o universo é uma só e essa é a essência do ensinamento a ser entendida.

O nome Krishna significa “escuro”. Este nome deriva da raiz verbal “krsh” que tem o sentido de “atrair”. Krishna significa aquele que atrai, e faz alusão ao “eu”, ao atma que é ananda, felicidade, e para o qual todas as pessoas são atraídas. Pois não é um fato óbvio que todas as pessoas, em tudo o quanto fazem, estão atrás da felicidade, sendo atraídas por ela?

O nome Rama deriva da raiz “ram”, com o sentido de “deleitar”, “ter prazer”. Rama significa aquele no qual todas as pessoas se deleitam, isto é, o “eu” satisfeito que todas as pessoas querem encontrar nos momentos de prazer e felicidade.

Assim, Rama e Krishna são exatamente a mesma coisa, apenas duas perspectivas para a nossa natureza, a própria felicidade!

O Mahamantra Hare Krishna é uma linda oração, que sem dúvida sempre será a mais importante da nossa era, significa:

Ó você no qual todos encontram a felicidade! (Rama) Ó Você que atrai a todos! (Krishna) Leve embora, leve embora (Hare Hare) (o meu sofrimento).”


Via: O significado do Mahamantra Hare Krishna – Vedanta

ENTENDENDO MELHOR A IMPORTÂNCIA MILENAR DOS MUDRAS…

dharma chakra mudra

O que são Mudras?

mudras (editado)

Por: Joseph e Lilian Le Page

 

Mudras são gestos feitos com as mãos ou com o corpo, que nos permitem entrar em sintonia com frequências energéticas específicas dentro do nosso ser. A palavra Mudra é geralmente traduzida como gesto ou selo, e estes dois significados vão de encontro com a propriedade essencial dos mudras. Eles são gestos que selam ou captam uma frequência energética específica. A raiz da palavra Mudra deriva de duas palavras em sânscrito. A primeira é mud, que significa encanto ou prazer. A segunda é dru, que significa produzir, gerar. Os mudras, portanto, trazem à superfície o estado inato de felicidade sempre presente dentro de nós, esperando para ser descoberta.

Os mudras que serão explorados neste capítulo são aqueles usados tradicionalmente em práticas espirituais, mas os mudras também fazem parte da comunicação e da linguagem cotidianas. Usamos mudras todos os dias na forma de gestos feitos com as mãos, com o corpo e expressão facial, que transmitem significados e atitudes além das palavras. Esses mudras cotidianos apreendem uma modulação energética ou emocional e a transmitem aos outros. Exemplos disto são os gestos de cruzar os braços ou as pernas, que dão a impressão de defesa ou de proteção. Estas práticas intrínsecas de mudra são provavelmente a origem e a base da arte e da ciência do mudra.

A ORIGEM DOS MUDRAS

A prática de mudras num contexto espiritual tem suas raízes em antigas práticas do xamanismo no subcontinente indiano e também por todo o mundo. Muitas religiões apresentam mudras de alguma forma, como pode ser visto em estátuas e pinturas de Jesus, que normalmente o representam fazendo um determinado gesto com as mãos, ou seja, um mudra. O que torna a prática dos mudras ímpar no subcontinente indiano é o quanto foi desenvolvida e com que precisão “científica” tem sido elaborada e praticada.Os mudras fazem parte da religião e da cultura Védica na Índia desde os primeiros registros da história. As cerimônias religiosas descritas nos Vedas há 5.000 anos incluem gestos das mãos juntamente com a entoação de mantras. Sons (mantra) e gestos (mudra) eram usados pelos sacerdotes (Brahmins) para conectarem-se à terra e ao cosmos, e então canalizarem estas energias para o benefício temporal e espiritual da primitiva civilização Védica. Ainda hoje, os rituais Védicos na Índia continuam a usar o mudra em suas cerimônias religiosas. O mudra também é amplamente usado na dança clássica indiana chamada Bharata Natyam, que pode ser traduzida como o Teatro da Índia. Estátuas da primitiva civilização do vale do rio Indo, de 5.000 anos atrás, mostram dançarinos fazendo gestos com as mãos, como parte integrante da dança clássica. A dança clássica indiana requer anos de treino, não só dos movimentos e gestos da dança, mas também dos princípios psicocósmicos que a dança manifesta. A dança é uma metáfora da dança e do drama da vida, assim como da busca espiritual. Os mudras utilizados na dança permitem ao dançarino canalizar determinadas energias da vida e da espiritualidade e transmiti-las aos espectadores.

A ciência do mudra foi desenvolvida plenamente durante o período Tântrico, que atingiu seu ápice cerca de mil anos atrás. Assim como o primitivo xamanismo, no qual os mudras tiveram sua origem e evolução, o Tantra é matriarcal, com enfoque na deusa Shakti, um símbolo das poderosas energias psicoespirituais do Universo. Os mudras são veículos e portais para a conexão com estas energias do universo num nível mais profundo.

MUDRAS – CANAIS DE COMUNICAÇÃO COM A ENERGIA UNIVERSAL

Embora haja apenas uma energia-fonte, esta assume muitas formas e facetas, e através da prática de mudra, entramos em sintonia com as diferentes energias que compõem o universo. São estas energias que exploramos através da prática de mudra. Como analogia, podemos tomar as ondas de rádio. Todas as ondas se originam de uma mesma fonte da natureza, mas podem ser usadas para a comunicação com uma série de canais de informação diferentes, que acessamos pelo ajuste da frequência na qual sintonizamos estas ondas. Os mudras permitem que entremos em sintonia e que depois nos conectemos com todos os diferentes canais de energia que compõem o universo. As mãos funcionam como antenas que direcionam e canalizam as energias do universo para dentro do nosso ser, e o corpo torna-se um receptor para todos os diversos aspectos da energia universal. À medida que praticamos os mudras, nossos corpos tornam-se um microcosmo daquele aspecto do universo que cada mudra evoca.

SIMBOLISMO DOS MUDRAS

A prática do Mudra faz parte do Tantra, que é incrivelmente rico em simbolismo. Na verdade, há toda uma “linguagem secreta” usada para descrever e dar instruções sobre as práticas de Tantra, incluindo o mudra. Um exemplo disto é o conceito básico de polaridade. As correntes de energia têm um polo positivo e um negativo. No simbolismo Tântrico, estes polos são descritos na forma das divindades Shiva e Shakti. Shiva representa a consciência pura, ou a energia pura, em uma forma latente. Shakti representa a energia da natureza ou matéria em uma forma manifesta. A união dessas duas divindades, ou desses dois pólos, nos dá uma imagem completa da vida como uma dança ininterrupta da consciência e da natureza.

Os mudras que passaremos a explorar são ricos neste tipo de simbolismo. Seus nomes em sânscrito contêm indícios importantes dos efeitos de cada um deles. Muitos dos mudras são dedicados a vários deuses ou divindades. Estas divindades são, na verdade, a incorporação de várias energias do universo. Elas representam propriedades e potencialidades do universo dentro e além de nós mesmos. As várias divindades da tradição Védica são normalmente representadas ao se praticar os mudras. Estas divindades são as energias que animam todos os aspectos da vida, da mente e da consciência. Os mudras são canais de comunicação com essas energias.

MUDRA – PRÉ-REQUISITOS PARA SUA PRÁTICA

Como as energias despertadas pela prática de mudra são ao mesmo tempo sutis e poderosas, a prática precisa ser conduzida com respeito e cautela, assim como todas as outras práticas do Yoga. O veículo que recebe estas energias, o corpo, deve estar preparado através do Hatha Yoga, para que possa desenvolver a sensibilidade necessária para perceber os efeitos dos mudras, assim como a força para vivenciá-los e integrá-los adequadamente. Precisamos também escolher os mudras mais apropriados para o início de nossa exploração. Estes são, normalmente, os mudras que ativam e direcionam a respiração, e são os primeiros grupos de mudras apresentados neste capítulo.

À medida que nossa prática se desenvolve, descobrimos que o mudra, assim como asana ou pranayama, é uma ciência completa, que requer estudos em profundidade. Muitos dos mudras têm potencial para nos abrir para canais de energia desconhecidos, como se estivéssemos explorando planetas novos e ainda não descobertos, cada um deles com sua atmosfera e paisagem próprias. Devemos sempre nos aproximar destes novos ambientes energéticos com calma e cautela, deixando que nosso corpo seja o guia. Nos sentimos confortáveis ao praticar este mudra em particular? A prática deve ser sempre como uma chuva fina, que nos refresca e nos alimenta, e não como um temporal assustador, com relâmpagos e trovões, que nos faz ter vontade de correr para um abrigo.

TIPOS DE MUDRAS

Há vários tipos de mudras. Os mais comuns são os mudras com as mãos, e são estes que serão enfocados neste capítulo. Há também mudras que são executados com a cabeça e com os olhos e outros que são executados com o corpo todo. Algumas das posturas do Hatha Yoga também são consideradas mudras. Um exemplo disto é a Meia Postura sobre os Ombros, que é chamada de Viparita Karani Mudra. Este nome se refere ao estado energético especial que o praticante alcança quando permanece nesta postura por um longo período. Embora algumas posturas prestem- se melhor para a conexão com estes estados energéticos, quase toda postura do Yoga torna-se um mudra quando a vivenciamos tão profundamente a ponto de sentir sua qualidade energética inerente. Estas qualidades são como marcas próprias de energia, identidades energéticas, que cada postura possui. Cada uma delas é única e nos abre para uma faceta ou um aspecto diferente da vida.

Os mudras com as mãos são inigualáveis porque permitem uma exploração totalmente abrangente de um vasto espectro de energias do universo dentro do microcosmo do corpo. Ao nos conectarmos com essas energias durante a prática de mudra, nos tornamos muito mais habilitados a senti-las e a integrá-las na prática de asana, de meditação e na rotina diária.


Via: YOGA INTEGRATIVA | O que são Mudras?

OS MANTRAS NOS SINTONIZAM COM AS ENERGIAS POSITIVAS DO UNIVERSO…

gayatri-mantra

A CIÊNCIA DOS MANTRAS: COMO OS SONS SAGRADOS CURAM O CORPO, A MENTE E O ESPÍRITO

Por: Paul Harrison,
colaborador do Waking Times

Por mais de 3000 anos os mantras (sons sagrados) tem sido entoados com o propósito de cura espiritual.

Durante os períodos iniciais do Hinduismo, gurus espirituais ficaram fascinados por poesia e começaram a escrever sons nos textos sagrados como o Rigveda.

Estes mesmos sons tem ecoado através do Oriente todo até os dias de hoje, e agora são entoados por milhares de Hindus, Budistas e espiritualistas em todo o mundo.

Hoje em dia, mantras são entoados por uma miríade de razões. Existem mantras para curar a depressão e a ansiedade, mantras que são indicados para criar riqueza, mantras usados para atrair saúde… Para quase qualquer objetivo, existe um mantra correspondente.

Apesar de bilhares de pessoas cantarem mantras, e sua ampla gama de utilizações, o mundo ocidental tem, obstinadamente, fechado os olhos para essa que é uma das mais antigas práticas espirituais.

É espantoso pensar que, depois de 3000 anos, não há praticamente nenhuma pesquisa científica para comprovar os mantras, mas nenhum financiamento foi investido para investigar cientificamente essa pratica espiritual tão importante. E ainda, a comunidade espiritual tem falhado em comprovar o uso dos mantras.

Então, honestamente, conhecemos realmente algo sobre mantras?

Mestres de Yoga afirmam que os mantras tem o poder de criar mudanças químicas no corpo. O argumento é que, qualidades vibracionais especificas dos mantras, criam uma reverberação no corpo que leva à mudanças a nível molecular.

Podemos entender mais deste trabalho considerando a relação do homem com o som.

Nossas faculdades auditivas desenvolveram-se através de milhares de anos de modo a incluir constantes que formam a verdadeira base de nossas composições auditivas. Muitos dos sons que emitimos hoje em dia, como grunhidos e algumas silabas, tem sido usadas por milhares de anos, muito antes de nos tornarmos homo-sapiens.

Da mesma forma que os pássaros usam o som para comunicar informações sobre o tempo, nós utilizamos grunhidos e silabas para formar nossa compreensão do mundo.

A razão pela qual muitas das palavras de hoje são onomatopeias é porque as cordas vocais humanas foram criadas como um eco da natureza.

Os primeiros homens usavam silabas como um modo de imitar o som de coisas que eles estavam tentando descrever. Por isso é que a palavra “bob” em inglês, soa como algo balançando na água. Ainda em inglês, as palavras “crash” (como o barulho de uma trombada), “bang” (como o barulho de uma batida seca) “Honk” (como o grasnar do ganso, com o significado de buzina) e “chime” (como sons harmônicos, melodiosos) são outros exemplos.

Com a evolução da humanidade, evoluímos para além das onomatopeias. Por isso é que a Língua Inglesa usa bem menos onomatopeias que o Sânscrito, por ser, esse último, uma Língua muito mais antiga.

As palavras sagradas em Sânscrito como o “Om”, por exemplo, significa “Universo” e podemos ouvir um eco do Universo no som do mantra.

Temos uma sensação de que se abre a natureza infinita do Universo quando ouvimos esse som. “Om” é um som bastante aberto. Parece conjugar pensamentos em um espaço aberto, reconectando-nos com a vastidão do Universo.

Dizer que “Om” soa como um espaço aberto, tem o intuito de significar que tem sua composição auditiva parecida com o modo como o som vibra em um espaço aberto real. A qualidade do som é a recriação do som da coisa real.

O que vem a significar que “soa como o som da coisa real?”

Significa que o som do mantra e o som de um espaço aberto verdadeiro são muito similares.
Em outras palavras, quando recitamos o “Om”, recriamos a qualidade vibracional de um espaço aberto físico, e fazemos isso dentro do corpo.

É como se estivéssemos trazendo essa parte da natureza, a vastidão do espaço aberto do “Om” para dentro do seu próprio ser. Não apenas recriamos esse espaço aberto de uma maneira auditiva e física, mas também o recriamos na mente.

Quando recitamos mantras, não fazemos apenas sons. Nos meditamos neles. Meditar significa focar conscientemente em um espaço determinado. Quando meditamos no “Om”, focamos conscientemente no próprio mantra. Em outras palavras, colocamos nossa consciência dentro do som, dentro do “OM” e, por conseguinte, dentro de uma espaço aberto que esse “Om” representa.

Essa é a ciência dos mantras. Uma das técnicas de cura mais antigas da humanidade.

Por milhares de anos temos recriado as qualidades vibracionais da natureza usando a voz. Mantras simplesmente vão além. Quando meditamos nestes sons primordiais, colocamos consciência dentro do som, curando a mente ao reconectá-la com essas representações auditivas do mundo natural.

Ao mudar a qualidade vibracional destes sons, mudamos o efeito que o som tem na mente.

O mantra do chakra raiz “Lam”, por exemplo, faz a ancoragem à terra e cria um sentimento de pertencimento, onde “Ah” cria liberação, ajudando-nos a soltar, a deixar ir.

Esse é o poder que os mantras em Sânscrito trazem. São uma maneira de recriar a qualidade vibracional de eventos do mundo real, objetos, ou espaços dentro no corpo, e então colocar consciência dentro destes sons pela meditação. Simplesmente cantar um mantra em Sânscrito nos coloca em sintonia com energias vibracionais positivas que curam o corpo, a mente e o espírito.

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Direitos Autorais:
Sobre o Autor:

Paul Harrisson é professor de meditação e autor do TheDailyMeditation.com. Sua paixão e objetivo é trazer espiritualidade a milhares de pessoas e ajudar a tornar o mundo mais amoroso, com mais compaixão, um lugar mais acolhedor. Esse artigo foi criado e publicado originalmente para o Waking Times e tem uma Licença concedida pelo autor para ser compartilhado e distribuído gratuitamente, mantendo os créditos devidos. Mais informações em https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ .

Fonte: Waking Times|THE SCIENCE OF MANTRAS: HOW SACRED SOUNDS HEAL BODY, MIND AND SPIRIT
Tradução: Milena Morvillo millamorvis@yahoo.com.br

 


Via: Luz de Gaia | A Ciência dos Mantras:  Como os Sons Sagrados Curam o Corpo, a Mente e o Espírito Paul Harrisson 31.05.17

GOPALA GOVINDA, UM MARAVILHOSO MANTRA DEDICADO A KRISHNA…

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O que significa Gopala Govinda Rama Madana Mohana?

Por: Aruna Swain

Gopala, Govinda, Rama, Madana, Mohana são os vários nomes pelos quais Lord Vishnu é aludido na mitologia Hindu.

Lord Vishnu possui dez encanações em forma humana na Terra em várias eras, para o aperfeiçoamento da espécie humana.

Lord Rama e Lord Krishna são duas das encaranções de Lord Vishnu.

Madana, Mohana, Gopala and Govinda refere-se a Lord Krishna.


O Incrível Mantra Gopala

Publicado em 23 de maio de 2012 por: TELLUR128

A ilha de paz e beleza – ♪ ♥ Gopala ♥ ♪

Gopala Govinda Rama Madana-Mohana

 


A Tradução do Mantra

gopala-govinda-rama-madana-mohana

Por: Balakhilya das

GOPALA – O Supremo Protetor, o Pastor, o Amigo das vacas.
GOVINDA – Aquele  que dá prazer às vacas, aos sentidos e aos brahmans (homens santos), o Pastor e Protetor
RAMA – Aquele que proporciona prazer transcendental àqueles que O servem amorosamente.
MADANA-MOHANA – Aquele que é tão atraente que encanta até o Cupido.


Fontes:
What does Gopala Govinda Rama Madana Mohana mean?
Amazing mantra Gopala – TELLUR128
Balakhilya.com »  TRANSLATION OF THE MANTRAS » ALBUM: INNER WORLD » 6. HARIBOL GOPALA

Tradução, Adaptação e Divulgação: Cida Pereira AFINIDADES ESPIRITUAIS

A VERDADE, DESVINCULADA DA ILUSÃO, PARA O ENRIQUECIMENTO DA ALMA…

verdade-sem-ilusao

O DESPERTAR DA RIQUEZA INTERIOR

 

Lakshmi

Canalizado por: Thiago Strapasson e Michelinha OM

 

Recomendamos ouvir com o mantra abaixo: Om (Bem vindo por Deus), Shreem (Graciosidade), Maha (Grandioso) Lakshimi (Força Feminina da Riqueza), Namaha (Minha saudação).

 

Amados, estou trazendo a vocês nesse dia abençoado, a energia da riqueza interior.

Estamos vivenciando algo inédito na história da humanidade, pois é um momento onde vocês começarão a abrir o seu interior para o externo  trazendo toda a riqueza guardada por tantas encarnações.

Ao passarem por tantas experiências de limpeza e transformação, estavam fazendo a remoção das proteções que foram criando com o tempo. Essas proteções impediam que a riqueza brilhasse para o externo de todo o seu Ser.

Essa riqueza, amados, não é aquela material, mas sim aquela que traz a possibilidade de serem os seres mais realizados em todo o universo.

Pois têm a benção de viver nesse planeta, berço de experiências únicas, e a elevação proporcionada por essas experiências é uma riqueza que não poderiam obter nem em milhares de barras de ouro, meus queridos.

Eu sou Lakshmi, a energia feminina que traz a riqueza, mas não a riqueza em forma material, mas sim aquela em forma de brilho irradiado dos seus corações.

Eu trago a possibilidade de cura através de todos os escudos de proteção.

Eu trago o amor irradiado do interior do poder feminino, o amor incondicional, que irradiado no externo, derrama as moedas douradas da fartura em todos os sentidos imagináveis.

Lakshmi, eu sou, a energia que vocês ancoram no coração para trazer o amor incondicional por vocês mesmos, e por toda a experiência encarnacional na Terra. Pois estou com vocês aqui nesse planeta trazendo isso.

Carrego vocês todos em meus braços amorosos de mãe, mostrando a vocês como é sentir esse amor incondicional, essa riqueza que não pode ser tocada com as mãos, mas que pode ser sentida.

Envolvo todos em amor. E venho trazer a possibilidade de trabalhar com o nono aspecto do seu Ser ou 9º chacra. Da sua existência nesse planeta, mas já conectado à Fonte.

Os aspectos trabalhados na aglutinação trouxeram você para o nível da experiência. Que corresponde ao 9° aspecto da sua existência, que reflete no seu corpo físico e irradia para cima em conexão partindo do coronário, o 8º chacra. vocês elevam as experiências ao seu corpo de luz e ele os mostra a verdade fora da rede de ancoramento planetário. é como se nesse ponto estivessem com uma visão superior de si mesmos e essa visão irradia à sua vida, permitindo a expansão de seus dons ao mundo em que vivem.

Esse exercício de experiência, meus filhos, nada mais é que incorporar o sentimento amoroso de mãe, aquele amor incondicional que venho ancorar em vocês nesse momento. As experiências deixam de ser dolorosas e passam a ser olhadas sob um prisma elevado, mais alto e amoroso, e esse comportamento permite que a verdade, desvinculada da ilusão, preencha seus corpos a os trazer paz e aceitação. As experiências se tornam mais suaves e complacentes, pois o ponto de vista é alterado, é suavizado com a energia do amor da grade búdica. Nesse estado, os chacras básicos são preenchidos desse amor e as experiências simplesmente são liberadas a um ponto mais elevado de irradiação, de ancoramento, liberando as energias densas acumuladas em seus pontos de energia, tornando seus dias mais leves e suaves.

Trazendo todo o pacote de experiências ancoradas no seu 8° chacra, trabalhamos agora com a experiência para que leve todos esses conhecimentos, essa mestria, essa possibilidade de elevação também para todos ao seu redor. Pois é a partir de um olhar benevolente das experiências que ancorarão o amor a tudo que os circunda e os irradiarão a todos aqueles que cruzam seu caminho. As experiências são elevadas ao corpo de luz, pois deixam o presídio energético da velha matriz e há um olhar superior da experiência, que agora é visto como um enriquecimento da alma, e não mais como uma prova ou dificuldade da matéria.

Essa experiência desperta a sua riqueza interior, irradiando todo esse aprendizado. Ancorando cada possibilidade de levar o conhecimento adiante nesse 9º chacra. Pois aquilo que era a restrição agora é o zelo, o cuidado, o transcendente. Vocês se tornam aves que possuem uma visão panorâmica da vida. A vida é vista de cima, não mais do solo, e esse olhar os preenche de amor, tornando-os sabedores da caridade para com todos, da irmandade, da doação. A vida não é restrita à matéria, mas é alta e gloriosa e isso traz paz ao seu ser, traz complacência e compaixão.

Vocês trazem experiências para as suas vidas. Mostram a que vieram, meus filhos, e foi para elevarem-se em amor e reluzir dourados, na riqueza do aprendizado e da caridade. A elevação da experiência ao 9° chacra os proporcionará justamente isso, essa expansão de si mesmos, a compreensão e a permissão para que irradiem tudo aquilo que são e que desejam ser. Vocês se permitem, assim como compreendem aqueles que não alcançam o panorama mais elevado do amor, da compreensão e da expansão, que traz o contato com seu corpo de luz.

Para elevar todo o seu aprendizado ao 9° chacra, deve trazer para os seus dias, experiências vividas, no entanto, observadas sob uma nova ótica, trazendo a informação do seu registro como uma consulta a uma enciclopédia de estudo. Essas informações já estão armazenadas nos seus registros akáshicos, e depois de aglutinadas no seu 8° chacra, permanecem disponíveis para que vocês possam utilizar esse conhecimento nas suas experiências de vida. Mas essa é uma nova biblioteca de experiências, pois ela não se restringe à matéria, à grade planetária. Ela é superior, é amor, é expansão, é cósmica. É como o pássaro que lá do alto observa a grande cena, numa paz de um voo silente e calmo, num amor profundo, no silêncio da imensidão, sem o ruído do solo. Há só o voo e a observação daquilo que está ao seu redor, nessa paz de um planador compreensivo do amor.

E não há melhor oportunidade, filhos, do que trazer todo esse conhecimento através da caridade, do auxilio ao próximo. Àquele que está ao seu lado também está carente de amor e de aprendizado. E a elevação das experiências ao nono corpo de luz reluz a tudo que os circunda, expande os dons do coração, pois permite a verdade da vida eterna, da purificação que os tornará os maiores seres desse universo, seres de amor e de luz que demonstram todas suas emoções guardadas em seus corações.

Essa conexão somente será possível a partir do momento em que aglutinarem as experiências. A partir desse momento, elas podem ser acessadas para trabalhar o 9° chacra, uma a uma. E será isso que trará essa visão diferenciada, cada aspecto da sua vida trabalhado, individualmente, dentro do ambiente do corpo de luz, do nono corpo, num ambiente elevado de paz e amor que o trará uma visão superior de tudo que os rodeia.

Vocês continuam trabalhando a aglutinação de outros aspectos. Mas já iniciam o trabalho de experiência daquelas informações que já foram aglutinadas, para alimentar a sua conexão com o seu Eu Superior. O entendimento maior é ancorado, reluzente a tudo que está ao seu redor. E esse entendimento se expandirá, crescerá, irradiando aos corações curiosos por essa paz, carentes desse amor, chamando-os a esse trajeto de luz. Esse estado despertará a curiosidade de tantos corações carentes da vida superior, da vida mais elevada, que resplandecerá a partir do contato com seu corpo de luz.

Os registros de outras encarnações vão se abrindo aos poucos. Percebem-se conectados com mais serenidade àquelas informações que antes não tinham. Pois a partir do momento que iniciam o trabalho do 9° chacra, começam a trabalhar com a experiência aglutinada de outras encarnações. Podem perceber como já têm mais facilidade com línguas diferentes, começam a ter visões e experiências, que por um momento podem não entender, mas logo perceberão que é simplesmente o ajuste inicial do trabalho de trazer todas as informações aglutinadas para a experiência.

Durante o sono começam a perceber que chegam lembranças de experiências que já foram aglutinadas, para que sejam relembradas e trabalhadas na vivência do 9° chacra. E tudo isso  É trazido não sob a visão da velha matriz, mas de seus corpos superiores ligados à grade búdica planetária, à grade de limpeza, à transmutação e à purificação. Tudo é aglutinado sob uma visão expansiva de si mesmos, que passam a se observar como seres de luz e de amor em meio à ilusão da vida. É um estado onde as graças divinas surgem em nossa vida como mágicas, pois essa visão superior nos abre a tudo que existe e nos conecta aos reinos de luz, proporcionando as curas das experiências.

Comecem a perceber tudo o que ocorre com vocês, filhos, pois a partir desse momento trabalham como pequenos mestres, que já se tornaram mestres de si mesmos, mas que agora trazem AO o treino da mestria para as suas vidas, no presente, levando também o conhecimento para outras pessoas. Mas não o conhecimento seco e duro da ilusão, mas o conhecimento reluzente, do tesouro mais precioso de todos, o da vida eterna, do contato com a criação e todo o seu amor.

Sou Lakshmi, a energia ancorada do amor incondicional de mãe. A riqueza em forma de amor.


Canais: Thiago Strapasson (http://coracaoavatar.blog.br/) e Michelinha OM (http://verdadetransmutadora.blogspot.com.br/) – dezembro/2016
Colaboração: Rebeca Crivelaro Campos

Via:  CORAÇÃO AVATAR | O DESPERTAR DA RIQUEZA INTERIOR – LAKSHMI

OS MANTRAS NO CAMINHO ESPIRITUAL…

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A Importância dos Mantras

Por: Despertar Coletivo

O mantra é uma fórmula mística e ritual recitada ou cantada repetidamente. A palavra provém do sânscrito e tem muitas diferenças sutis de significado, “instrumento da mente”, “linguagem divina” e “linguagem da fisiologia espiritual humana” são apenas algumas de suas conotações. Os mantras se originaram do hinduísmo, mas também são utilizados no budismo e outras religiões.

Os místicos praticam a palavra mágica há milênios. Para algumas escolas, principalmente as de fundamentação técnica, o mantra pode ser qualquer som, sílaba, palavra, frase ou texto, que detenha um poder específico. Existem mantras para facilitar a concentração e meditação, mantras para energizar, para adormecer ou despertar, para desenvolver os chakras ou vibrar canais energéticos a fim de desobstruí-los.

Ao longo dos anos, os ocidentais que chegaram ao oriente tentaram explicar porque os mantras produzem os efeitos esperados. John Blofeld, pesquisador que estudou por dentro as culturas indiana e chinesa, notou que não é necessário saber o significado das palavras ditas. Alguns psicólogos ocidentais defendem que o mantra possui uma energia sonora que movimenta outras energias que envolvem quem o entoa. Blofeld observou que não importa a correção da pronúncia, ele encontrou o mesmo mantra entoado de forma muito diferente em países diversos, e sempre produzindo os efeitos esperados.

Outra explicação seria a mesma usada para o efeito dos mudras: um gesto repetido por tantas pessoas durante tantos séculos que criou um tipo de caminho energético – que podemos chamar de marca no akasha, ou no inconsciente coletivo – que é rapidamente seguido pela psique da pessoa que o executa.

Algumas pessoas marcam a repetição dos mantras usando um mala, ou japamala (em sânscrito, japa = sussurrar e mala = cordão). Trata-se de um colar de 108 contas, utilizado por hinduístas e budistas, que cumpre a mesma função do terço católico. Como o número 108 é considerado mágico na Índia, pois simboliza o eterno, recomenda-se entoar o mantra pelo menos 108 vezes.

Alguns mantras comuns:

Om:

Símbolo do Om
É o mantra mais importante do hinduísmo e outras religiões. Dizem que ele contém o conhecimento dos Vedas e é considerado o corpo sonoro do Absoluto. O Om é a vibração primordial, o som do qual emana o Universo, a substância essencial que constitui todos os outros mantras, sendo o mais poderoso deles. É a raiz de todos os sons da natureza.

Assim como na Bíblia, onde o livro sagrado dos cristãos diz: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Todas as coisas foram feitas por meio dele.” (João 1:1-3).

Om Namah Shivaya:

É um mantra que acalma as agitações da mente e sua repetição mental ou oral nos eleva dos níveis inferiores de consciência para níveis mais elevados. Sua repetição equilibra os chakras e traz proteção espiritual.

Om Mani Padme Hum:

Este é o célebre mantra que costuma ser traduzido como: “A jóia da consciência está no coração do lótus” ou “da lama nasce a flor de lótus”. É o mais entoado pelos budistas tibetanos, a disciplina espiritual que faz uso deste célebre mantra é empreendida para promover a ideia do desenvolvimento espiritual associado ao ato de servir à vida. Cada sílaba purifica por completo as emoções negativas que são a manifestação do sofrimento: orgulho, inveja, desejo, ignorância, ganância e ódio.

Om Shanti Om:

Mantra de paz no hinduísmo, ele pode ser considerado apenas uma saudação, mas se repetido diversas vezes induz à um estado de relaxamento profundo, calma interior e bem estar. É indicado também para elevar a consciência durante a prática da meditação.

Mantra Gayatri:

Gayatri é considerado um dos mais antigos mantras védicos. Segundo a tradição hindu, Brahman (o Criador) recebeu esse mantra da Suprema Divindade e, ao meditar sobre o seu significado, obteve o poder de criar o Universo. Seus versos são:

Om
Bhur bhuvah swah
Tat savitur varenyam
Bhargo devasya dhimahi
Dhiyo yo nah prachodayat.

Tradução:

‘Om
Oh! Divina mãe, afaste de nós a ignorância e ilumine o nosso Ser!
Dê-nos uma mente serena, para que a sua imagem possa sempre nela refletir-se!

Mantras e Chakras:

As rodas de energia numa dada frequência produzem os sons que são emitidos por nós pelas suas vibrações. Daí descobriu-se o som especifico de cada chakra, conhecidos também de bija mantras, que quando são entoados repetidamente, suas vibrações sintonizam com estes canais, equilibrando cada centro energético e influenciando diretamente nosso estado de espírito.

Lam:
Som do chakra Muladhara, localizado na base da coluna vertebral. É regido pelo elemento terra, sua cor é vermelha. É a nossa ligação com este mundo, nosso senso de sobrevivência e medos.
Chakras

Vam:
Som do chakra Swadhisthana, localizado pouco abaixo do umbigo, seu elemento é água e sua cor laranja. Está associado a reprodução, como também ao prazer sexual e material.

Ram:
Som do chakra Manipura, localizado no plexo solar, de elemento fogo e cor amarela. Relacionado à nossa mente racional, vitalidade e vontade.

Yam:
Som do chakra Anahata, localizado no centro do coração, tem como elemento o ar e a cor verde. É a união entre as energias materiais e espirituais. Está associado com o amor e a compaixão.

Ham:
Som do chakra Vishuddha, localizado no centro da garganta, seu elemento é o éter e sua cor é azul. Está associado à comunicação e à auto-expressão.

Om:
Som do chakra Ajna. Contém o princípio da Unidade, a energia masculina e feminina. É centro da terceira visão, da inteligência cósmica e da intuição. Cor índigo.

Muitos praticantes não entoam nenhum mantra para o último chakra e permanecem apenas em silêncio, mas em algumas técnicas é utilizado o Ogum Satyam Om.

Ogum Satyam Om:
Som do chakra Sahasrara. Está localizado no topo da cabeça e contém todos os elementos. É relacionado à habilidade de se conectar espiritualmente, à paz e à sabedoria. Sua cor é o lilás.

Recomendo muito o áudio abaixo, eu mesmo já o utilizei em algumas meditações e gostei bastante do resultado. Trata-se de uma meditação guiada através da poderosa técnica Chakra Dhyana, que consiste na ativação dos chakras – do Muladhara ao Sahasrara – cada um com seus respectivos mantras até o despertar da Kundalini.

Cada mantra – combinado com a intenção – aumenta os benefícios físicos e espirituais. Quando combinamos a energia física do mantra, a vibração sonora com a energia mental da intenção e da atenção, aumentamos, fortalecemos e direcionamos o efeito energético do mantra.

A intenção e a razão de estarmos recitando o mantra, é transmitida pela vibração física, produzindo um efeito. Essa é a essência do mantra sanscrítico.

Boa prática!


Via: Despertar Coletivo | A Importância dos Mantras